segunda-feira, 13 de agosto de 2012

10 reasons to visit Portugal

20 anos depois, ninguém se lembra?

A primeira declaração de intenção para aquisição de novos submarinos é de 1993. O concurso para renovação da capacidade submarina foi lançado em 1998, era Primeiro-Ministro António Guterres. O concurso lançado pelo governo socialista em 1998 previa a aquisição de 3 a 4 submarinos.
O valor estimado, no concurso lançado em 1998, para a aquisição de 3 submarinos aproximava-se dos 2.000 milhões de euros; a Lei de Programação Militar previa recurso ao leasing em cerca de 70% dos valores das várias aquisições.
O Governo PSD/CDS herdou o concurso já na sua fase final (2002). A decisão tomada foi a de reduzir a aquisição para 2 submarinos, baixando o custo de 2.000 M€ para 1.000M€; foi também tomada a decisão de reduzir para 50% o valor da Lei de Programação Militar previsto em leasing, de modo a evitar maiores custos financeiros;
Quando, em 2004, a decisão final é tomada, a dívida pública portuguesa era de 58% do PIB, ou seja, dentro dos limites do Tratado; hoje, depois de 5 anos de governo socialista, essa dívida pública aproxima-se dos 90% do PIB, muito acima do aceitável.
Todos os ministros da Defesa - Veiga Simão, Jaime Gama, Castro Caldas, Rui Pena, Luís Amado e Severiano Teixeira - foram favoráveis à aquisição de submarinos, e inscreveram-na em sucessivas Leis de Programação Militar. O consenso em torno desta capacidade sempre foi estendido ao PS, PSD e CDS (os partidos pró-atlantistas). Na Assembleia da República, a decisão de reduzir para 2 os submarinos a adquirir, foi criticada pelo PS, argumentando que isso colocaria a capacidade submarina de Portugal ao nível da Argélia.
Se Portugal abandonasse a capacidade submarina, seria o único país oceânico da Europa a demitir-se da soberania marítima. Se Portugal o fizesse, todas as responsabilidades marítimas de Portugal seriam imediatamente ocupadas por países vizinhos, em especial pela Espanha (cujo plano de renovação da esquadra, em 1993, entrava em linha de conta com a possibilidade de Portugal perder essa capacidade). jdefesa

20 Anos depois, uns não eram nascidos, outros estão velhos, senão senis. Claro que os “uns”, que sabem ler mas não interpretar, poderiam aprender pesquisando numa internet que “não havia” em 93 e os “outros”, infoexcluidos, regressar aos velhos arquivos em papel…  
De facto há razões para não perceberem!

Protesto assusta filha do primeiro-ministro

Um grupo de populares que contesta a introdução de portagens na Via do Infante tentou, este domingo à tarde, abordar o primeiro-ministro quando este se dirigia para a praia, acompanhado pela mulher e pela filha, assustando a criança, que começou a chorar.
A GNR montou um cordão policial para impedir a aproximação dos manifestantes e gerou-se alguma confusão junto à praia, com alguns populares a condenar o comportamento dos organizadores do protesto, devido à presença da criança de cinco anos.
O JN apurou que um elemento do corpo de segurança pessoal do primeiro-ministro tirou o telemóvel de um dos manifestantes para apagar um vídeo que este tinha feito e onde aparecia a filha de Passos Coelho. O telefone foi depois devolvido. publicado em 2012-08-12 por Telma Roque no jornal de noticias

parabéns ao JN e à Jornalista Telma Roque os únicos que publicaram a “verdade” daquilo a que outros jornais e tv’s chamaram manifestação! Claro que a jornalista não tem obrigação de conhecer os manifestantes que eram apenas a comissão distrital algarvia do Bloco da Esquerda. Populares desconhecidos eram seguramente aqueles que protestaram contra a acção. Existem vídeos da desastrosa acção em que se pode ver a filha do primeiro-ministro cheia de medo agarrada às pernas do pai.

O que é que os piscicologos da nossa praça, que passam o tempo a dar palpites, têm a dizer a isto?

domingo, 12 de agosto de 2012

mais “jornalistas” que militantes do BE?

O utente João Vasconcelos
Talvez seja por falta de notícias em Agosto, mas os telejornais encheram-se hoje de notícias de uma carta que a denominada “comissão de utentes da A22″ quis entregar na praia da Coelha e na Manta Rota a dois portugueses em férias. Nada a dizer. Mas custaria muito um dia explicar como se constitui uma “comissão de utentes”? Quem a escolhe? Quem elege os seus dirigentes? Tem assembleias-gerais? Ou são apenas comissões ad-hoc formadas por meia dúzia de activistas, sem representatividade real? E o João Vasconcelos, o eterno porta-voz da comissão da A22 (a Via do Infante) o que é que faz além de ser o coordenador distrital do Bloco de Esquerda? Era só para ficarmos a saber o que é espontâneo e o que é encenação mediática. De passagem também nos podiam esclarecer se os manifestantes eram mesmo só sete. É que essa informação é omitida na maior parte das reportagens. por jmf1957 no Blasfémias

sábado, 11 de agosto de 2012

Operação «Anjo da Guarda» fiscaliza uso de telemóvel e cinto de segurança

2012-08-08 11:41:49
Lisboa - A Guarda Nacional Republicana (GNR) realiza hoje a operação «Anjo da Guarda», que vai incidir, em particular, sobre a utilização de cintos de segurança e uso de telemóveis.
Na estrada, abrangendo 93% do território nacional, vão estar 1513 elementos da GNR, para fiscalizar o uso de telemóveis e cintos de segurança. A operação termina às 24h00. jornal digital

A Guarda Nacional Republicana fiscalizou, na sexta-feira, um total de 4665 condutores e multou 2000, tendo a maioria das infracções resultado em contra-ordenações graves e muito graves.
Segundo a GNR, dos 64 condutores detidos, 37 foram por excesso de álcool e 21 por não estarem habilitados para conduzirPúblico

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

quem é que os entende?

06 Agosto 2012
A dívida portuguesa apresenta, nos primeiros sete meses deste ano, o melhor desempenho entre os 26 mercados acompanhados pela agência Bloomberg, com um retorno de 28%. Jornal de Negócios
mas
09 Agosto 2012
O Goldman Sachs voltou a reduzir a exposição directa à dívida pública portuguesa no segundo trimestre, bem como à dívida de empresas nacionais, o que resultou num reforço da exposição negativa aos activos portugueses. Jornal de Negócios

terça-feira, 7 de agosto de 2012

para já não confiam em manifestações...

À semelhança do que aconteceu há quatro anos, quando Maria de Lurdes Rodrigues era ministra da Educação, os protestos de professores nas redes sociais e na blogosfera voltam agora a estar em alta. Só que hoje, e ao contrário do que então sucedeu, os docentes estão cansados, desiludidos, assustados... público

"É natural que os professores estejam alheados, pois tem aumentado a falta de confiança nos representantes políticos e sindicais. Há uma descrença muito grande nos nossos representantes e as pessoas estão cansadas de sucessivas desilusões", justifica Nuno Domingues, professor contratado e autor do blogue Educar a Educação. André Pestana, também contratado e dirigente do movimento independente de docentes 3 R"s, corrobora: "Muitos colegas sentem que se não conseguimos ganhar em 2008 com 120 mil professores nas ruas, será impossível agora". A solução, defende, passará também por encontrar uma "alternativa aos actuais dirigentes sindicais, que estão nestes cargos há mais de 20 anos".
para já não confiam em manifestações... não tarda deixam de acreditar nos sindicatos! Politica partidária e ambições pessoais mantiveram o sindicalismo de hoje igual ao de há quarenta anos e não perceberam que estavam a matar a talvez maior conquista pós 25 da Abril, Talvez tão, ou mais, importante quanto a Democracia.

da esquecida F.N.A.C. à RPR Solar: Uma história à Portuguesa

Pesada Herança...

O Tribunal de Contas (TdC) traça um cenário de verdadeiro desastre nas contas da saúde, depois da governação do Pinto de Sousa. O défice e as dívidas do sector rondam 3,5 mil milhões de euros.
Num relatório conhecido esta sexta-feira, o TdC revela que, entre 2008 e 2010, era Ana Jorge a ministra da tutela, a saúde apresentava um défice de 480 milhões de euros e dívidas de quase três mil milhões de euros.
O Tribunal de Contas fala de falta de acompanhamento e de informação credível, uma crítica apontada, por exemplo, às contas do Serviço Nacional de Saúde (SNS), aos contratos programa dos hospitais e às Parcerias Público-Privadas (PPP), onde o TdC também não encontra informação sobre a execução financeira dos hospitais geridos neste regime.
A execução financeira, diz, é pouco rigorosa e transparente e acordos com entidades privadas com vista à prestação de cuidados de saúde não são sustentados em análises de custo-benefício. Uma culpa que dividem o Ministério da Saúde e o das Finanças. agência financeira

sábado, 4 de agosto de 2012

what money can’t buy


There are some things money can't buy, but these days, not many. Toda, almost everything is up for sale. Here are a few examples:

· A prison cell upgrade: $82 per night. In Santa Ana, California, and some other cities, nonviolent offenders can pay for better accommodations—a clean, quiet jail cell, away from the cells for nonpaying prisoners.
· Access to the car pool lane while driving solo: $8 during rush hour. Minneapolis and other cities are trying to ease traffic congestion by letting solo drivers pay to drive in car pool lanes, at rates that vary according to traffic.
· The services of an Indian surrogate mother to carry a pregnancy: $6,250. Western couples seeking surrogates increasingly outsource the job to India, where the practice is legal and the price is less than one-third the going rate in the United States.
· The right to immigrate to the United States: $500,000. Foreigners who invest $500,000 and create at least ten jobs in an area of high unemployment are eligible for a green card that entitles them to permanent residency.
· The right to shoot an endangered black rhino: $150,000. South Africa has begun letting ranchers sell hunters the right to kill; limited number of rhinos, to give the ranchers an incentive t~ raise and protect the endangered species.
· The cell phone number of your doctor: $1,500and up per year. Growing number of "concierge" doctors offer cell phone access- and same-day appointments for patients willing to pay annual fees ranging from $1,500 to $25,000.
· The right to emit a metric ton of carbon into the atmosphere: €13 (about $18). The European Union runs a carbon emissions market that enables companies to buy and sell the right to pollute.
· Admission of your child to a prestigious university: ? Although the price is not posted, officials from some top universities told l he Wall Street Journal that they accept some less than stellar students whose parents are wealthy and likely to make substantial financial contributions.

Not everyone can afford to buy these things. But today there are lots of new ways to make money. If you need to earn some extra cash, here are some novel possibilities:

· Rent out space on your forehead (or elsewhere on your body) to display commercial advertising: $777. Air New Zealand hired thirty people to shave their heads and wear temporary tattoos with the slogan "Need a change? Head down to New Zealand"
· Serve as a human guinea pig in a drug safety trial for a pharmaceutical company: $7,500. The pay can be higher or lower, depending on the invasiveness of the procedure used to test the drug's effect, and the discomfort involved.
· Fight in Somalia or Afghanistan for a private military company: $250 per month to $1,000 per day. The pay varies according to qualifications, experience, and nationality.
· Stand in line overnight on Capitol Hill to hold a place for lobbyist who wants to attend a congressional hearing: $15-$20 per hour. The lobbyists pay line-standing companies, who hire homeless people and others to queue up.
· If you are a second grader in an underachieving Dallas school, read a book: $2. To encourage reading, the schools pay kids for each book they read.
· If you are obese, lose fourteen pounds in four months: $378. Companies and health insurers offer financial incentives for weight loss and other kinds of healthy behavior.
· Buy the life insurance policy of an ailing or elderly person, pay the annual premiums while the person is alive, and then collect the death benefit when he or she dies: potentially, millions (depending on the policy). This form of betting on the lives of strangers has become a $30 billion industry. The sooner the stranger dies, the more the investor makes.

We live at a time when almost everything can be bought and sold. Over the past three decades, markets -and market values- have come to govern our lives as never before. We did not arrive at this condition through any deliberate choice. It is almost as if it came upon us.

As the cold war ended, markets and market thinking enjoyed unrivaled prestige, understandably so. No other mechanism for organizing the production and distribution of goods had proved as successful at generating affluence and prosperity. … by Michael Sandel in “what money can’t buy”