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sábado, 26 de junho de 2010

Manuel Alegre candidato a Presidente da República?

Há sites de portugueses - tão dignos como qualquer outro, ou mesmo mais porque lutaram por Portugal sempre - que dizem que Manuel Alegre não foi um mero lutador pela democracia, mas um traidor e responsável pela morte de militares portugueses.
A questão está em saber se Manuel Alegre foi apenas um individuo apostado em alterar o regime político, ou se na Rádio Argel foi noticiando as posições das forças armadas portuguesas em Angola.
Se Manuel Alegre apenas combateu o regime e fugiu de Portugal, esteve no seu direito.
Mas se Manuel Alegre usou os seus conhecimentos de aspirante miliciano do exército português deu informações ao MPLA, à UNITA ou à FNLA sobre as posições dos militares portugueses, para serem atacados, ele não passará de um cobarde traidor.
mais em josé maria martins

domingo, 4 de abril de 2010

Censura do Governo Português no jornal Liberation?


Alertado por um comentador fui ver a edição do jornal francês "Liberation" , de 18 de Março de 2010, que o Expresso disse não ter saído em Portugal por motivos de impressão.
Afinal tem um artigo demolidor para José Sócrates.
Veja aqui:
http://www.liberation.fr/monde/0101625174-jose-s-crates-le-portugais-ensable
Começa agora a perceber-se porque razão aparece na comunicação social o "caso dos submarinos" neste momento.
Caso que está mais que requentado, até na Justiça Portuguesa, pois o Mº Pº já acusou vários individuos no caso das contrapartidas.
O caso aparece agora para tentar apagar as más notícias no estrangeiro em relação a Sócrates.
E porque o 1º submarino será entregue em Maio e Espanha não quer.
Então mais uma manobra dos socialistas para lançar poeira, quando afinal foi o Governo do PS de Guterres que avançou com o concurso..
Claro que, sejam quem forem os corruptos, devem ser presos, mas o que as forças socialistas querem é tentar travar os inquéritos parlamentares e condicionar o PSD. Nâo lhes interessa prisões.
Querem apenas manobrar
.
josé maria martins: Censura do Governo Português no jornal Liberation?

Eis aqui a tradução do que tanto amedrontou Sócrates... que até se "avariaram" as rotativas do "Libération":
José Sócrates, o Português assoreado
Nada está trabalhando a favor do primeiro-ministro socialista, cujo nome está associado a casos de corrupção, num contexto de crise económica grave.(Por FRANÇOIS MUSSEAU envoyé spécial à Lisbonne)
A inimizade de boa parte dos média, a crise política que se transforma num impasse institucional, uma situação social explosiva, um desastre económico obrigado a medidas drásticas a curto prazo ... Como se isso não bastasse, o impetuoso José Sócrates (fracamente reeleito nas legislativas de Setembro de 2009) tem agora de enfrentar uma revolta do Parlamento que poderia forçá-lo a demitir-se ou a chamar a família política para encontrar um sucessor socialista como chefe de governo. Começa hoje em Lisboa o trabalho de uma comissão parlamentar de inquérito que, pela primeira vez desde o fim da ditadura de Salazar, envolve diretamente um Primeiro-Ministro. E vai forçá-lo a aparecer fisicamente, ou melhor por escrito. "Portugal é um barco bêbado, onde o capitão é o suspeito maior de toda a tripulação", desferiu um colunista do canal privado SIC.
Segundo os economistas de todos os países europeus sobre a banca "," Portugal é certamente o elo mais fraco. Ainda mais do que a Grécia, o pequeno país ibérico sofre com problemas estruturais, as exportações a meia haste, um registo da dívida externa e um défice de 9,3%. Bruxelas espera de Lisboa que as medidas concretas a respeito do “plano de austeridade "ao qual José Sócrates se comprometeu. Mas estas medidas, que prometem ser duríssimas, são esperadas ... Especialmente quando José Sócrates está ainda mais enfraquecido pelos seus problemas político-judiciais.
"Reformador". Isto é muito parecido com um julgamento político supostamente ligado a um caso de intervencionismo. Durante dois meses, um grupo de deputados vai tentar lançar luz sobre o papel desempenhado por José Sócrates na tentativa da gigante Portugal Telecom (PT, controlada pelo governo socialista) para comprar a televisão TVI, hostil ao governo. Trata-se de saber se o líder socialista tem manobrado para colocar a cadeia de TV sob seu jugo. Em junho de 2009, perante o Parlamento, Sócrates tinha solenemente negado o conhecimento de tais negociações. Se este inquérito, que vai ouvir dezenas de testemunhas, provar que o primeiro-ministro mentiu, os dias de quem prometeu "transformar Portugal em Profundidade" estarão contados.
"Embora tenha sido uma parte da solução para o país, Sócrates é agora parte do problema", diz José Manuel Fernandes, ex-editor do diário de referência Público, cuja demissão é devida a relações tensas com o líder socialista. Como muitos outros críticos, Fernandes reconhece que o tonitroante Sócrates foi, no início de seu primeiro mandato - 2005-2007 - um chefe de governo corajoso, que baixou um enorme déficit para 3% (novamente hoje cerca de 10%), reformou o sistema previdenciário (idade e tempo de avaliação aumentada), aumento das receitas fiscais, criou 150 000 postos de trabalho, limpa na gestão de topo ... "Um bom equilíbrio entre pró-reforma, que tem mantido uma garantia para a esquerda e direita, "disse o analista político Manuel Villaverde Cabral. Ele deslocou um monte de gente em lugares altos, que agora são outros tantos inimigos. "Mas se José Sócrates é tão contestado, é também porque a sua carreira é marcada por sombras e atividades suspeitas”.
Milan Kem-Dera

sábado, 6 de fevereiro de 2010

José Maria Martins...apelo á revolta!


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Enquanto este País tiver a maioria da população a papar do Estado, tipo "nine to five" e o "trabalho não azeda" , que são as duas leis nucleares da função pública, vamos ser os bombos da festa dos estrangeiros.
Portugal está a perder credibilidade em todo o lado. A nossa política externa já não passa da saudade.
Os outros países estão em crise pelo que querem é safar-se, deixando para trás os coxos!
O que se viu ontém na Assembleia da República, e na conferência de imprensa do Ministro das Finanças, revela bem a desorientação e a falta de democracia do PS/Maçonaria.
Uma vergonhosa realidade!
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As Forças Armadas, enquanto depositárias dos valores pátrios, devem estar atentas e exigirem uma mudança neste estado de coisas.
A GNR e a PSP devem lembrar-se que são o Povo em armas e que não podem pactuar com a destruição do nosso Estado, devendo colocar-se ao lado das Forças Armadas, se estas avançarem, ajudando a combater a corrupção.
Creio que Cavaco Silva deve ter bem presente que eu sou jurista e sei do que falo.
Quer quando aponto o caminho de uma actuação das Forças Armadas, quer quando aponto no sentido de demissão do PM e nomeação imediata de um governo de iniciativa presidencial, o que é constitucional e não choca em nada com as obrigações internacionais de Portugal, com o tratado de Lisboa.
O que choca é esta morte lenta a que se assiste de um Estado com quase 900 anos de história e que está a ser paulatinamente destruído.
O que ele não pode é manter-se sem actuar, quando Portugal tem um Governo desorientado, sem rumo, sem força, sem capacidade para dirigir Portugal.
Por Portugal!
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Tenho na minha mente a lição de Descartes, na obra "Discurso do Método", destruir o edifício velho e construir um novo assente em rocha sólida.
O actual sistema, dominado pela máfia da Maçonaria e pelos tipos do PS, está podre.Sócrates, sem a maioria na AR, está a prestar um péssimo serviço a Portugal e aos portugueses, ao arranjar uma crise política artificial.A forma como o Primeiro Ministro de Portugal trata a Madeira levar-me-ia - se eu fosse Presidente do Governo Regional da Madeira - a declarar a independência!
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Os portugueses devem sacudir esta pressão dos interesses corruptos, da Maçonaria, da vigarice.
Mete nojo lembrar que o Financial Times disse há uns dias que o Ministro das Finanças português é o pior da União Europeia!

José Maria Martins é duro naquilo que escreve, mas fá-lo com alma e muita coragem. Podemos não concordar, mas este posts refletem uma visão que começa a ser referida em surdina por muitos. Era este o sentimento que percorria a manifestação, de ontem, da CGTP...
textos completos aqui e aqui