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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

ainda o diagnóstico do FMI


Continua a pândega do “fmiano” relatório.
A última “acusação”, talvez a mais crível, vem do comentador tvisivo: “eles não conhecem a nossa história!”.
Antes, outros, mais “técnicos”, apontaram que “eles” usaram dados errados, esquecendo que terão sido aqueles a que, ao tempo, terão tido acesso, já que quando publicados trazem um bom par de anos de atraso, mesmo os do nosso credível INE.
Não podemos esquecer “os políticos”, também comentadores, que, certamente com os elementos-base actualizados pelos seus gabinetes de estudo que formam os actuais e futuros assessores ministeriais, apontam a “destruição” do “nosso estado social”.
De fora não se devem deixar de fora os encartados jornalistas que não sabem história e ainda menos são técnicos daquelas matérias, mas que têm necessidade de criar boas manchetes de más notícias.
Mas temos, no activo e na reforma, muitos consultores do Banco Mundial (mea culpa) e destes ainda não ouvi uma palavra em defesa dos actuais colegas de profissão nem, o que é pior, apresentaram um diagnóstico que contraponha ou corrija o que nos foi apresentado. “Esqueceram” que um bom consultor apresenta sugestões e conclusões com base naquilo que dispõe e não faz “fretes” porque estão em jogo as suas credibilidade e carreira profissional.
Se “eles”, meros consultores, fossem jornalistas, mesmo que pequenos e médios, teria caído o “Carmo e a Trindade”, porque neste caso ainda funciona o velho corporativismo e é preciso “dinamizar” o povo! por José Lopo no reVisões
o blog Aventar concluiu o serviço público da tradução do documento para ler aqui

domingo, 2 de dezembro de 2012

os idiotas uteis


Longe vai o tempo da Instrução Primária. Mais longe ficam os cadernos de “duas linhas”. Igualmente, ou mais distante, fica a palavra interpretação que já perdeu significado.
Vem isto a propósito das nãoticias que hoje aparecem sobre o Banco Alimentar.
Uma série de gentes escreve que “Portugueses generosos na crise”, ou que “Banco Alimentar resiste à crise e à polémica” e que ” 38000 voluntários numa recolha igual às outras” ou ainda “Portugueses criticam Jonet mas ajudam Banco Alimentar”.
Ora bem:
- 38 mil são vinte vezes mais que os “idiotas úteis” que assinaram a petiçãozinha e dão resposta “á polémica” que foi apenas fruto da imaginação em crise daqueles que nunca tiveram oportunidade de, enquanto chavalitos, aprenderem a interpretar.
- Crise, existe, claro que existe, mas a responsabilidade colectiva é bem maior e, ainda há pouco tempo, bem se mostrou nas zonas mártires de Silves e Lagoa.
- Banco Alimentar “resiste”, pois é, resiste! Tal como a “sopa do Sidónio” resistiu enquanto fez falta, mas isso pertence a outra disciplina, a da nossa História, que as gentes ignoram.
Mas, pior, é que ao olhar para os gentes de agora me lembro dos gentes que a 26 de Abril de 1975 tiveram uma surpresa:
os Portugueses de então eram mesmo estúpidos…e não foram na conversa das manchetes dos idiotas úteis do Lenine!
Seremos hoje mais idiotas e mais úteis?

quinta-feira, 23 de junho de 2011

o notavel comentador...em Setembro passado!

Para o madrileno jornalista e comentador da TVI, António Metelo Perez, não há descontrolo das contas públicas e defende que «estamos a fazer o que nos comprometemos a fazer». «Neste ano, aquilo que está acordado com a Comissão Europeia, e portanto está validado, é que a redução se faz quase integralmente pelo lado da receita», explicou vai para uma semana. Por isso, «não há surpresa nenhuma em a despesa ser maior», adiantou, referindo-se aos dados da execução orçamental referente a Agosto. por José de Lopo em Quinta-feira, Setembro 30, 2010
...e, em junho de 2011, ainda comenta!

sábado, 11 de junho de 2011

da “maioria eleitoral” à “maioria social”

Foi o fim de um ciclo, dizem os comentadores. Sim! Iniciou-se o fim do “ciclo da esquerda” que os portugueses descobriram no pós-Abril.
Os novos eleitores perderam o medo ou a vergonha de serem “de direita”, que até agora era exclusivo dos democratas-cristãos, e aumentaram a confusão das siglas ao adicionando-lhe “social-democracia”, apesar de os socio-populares-democratas sempre terem sido conservadores e como tal se terem posicionado na Europa Popular ao lado de Sarkozy e Berlusconi. Portuguesices!
Hábil e experiente, a “velha esquerda” esquece a nova “maioria eleitoral”, começa a falar numa “maioria social” e parece estar preparada para esta nova época. Segue-se aquilo que eles conhecem por “luta”…
Esperam-nos tempos duros. no reVISÕES