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sábado, 26 de junho de 2010

Inquérito aberto para... se fechar ?


A Procuradoria Geral da República anunciou que "vai ser aberto um inquérito para apuramento de responsabilidades" relativamente ao facto de o processo de difamação aberto por Manuela Moura Guedes contra o primeiro-ministro ter estado oito meses parado.
Também o DIAP reconhece que não é “habitual” os processos estarem parados naquele departamento do Ministério Público, considerando que a situação que envolve a queixa interposta a 20 de Outubro de 2009 pela jornalista contra o primeiro-ministro é “anómala”.
no jn
A simplicidade da linguagem popular assenta na perfeição ao caso Manuela Moura Guedes contra José Sócrates: a montanha pariu um rato. Ou, no caso, uma sucessão de aparentes falhas judiciais deu uma dimensão exagerada a um processo que está, afinal, na estaca zero. A Procuradoria-Geral da República anunciou ter remetido a queixa por difamação, apresentada pela jornalista em Outubro, ao procurador-geral-adjunto no Supremo Tribunal de Justiça. O processo esteve erradamente oito meses no DIAP de Lisboa e neste período não foi feita qualquer diligência. Não há, conclui o gabinete de Pinto Monteiro, "qualquer constituição de arguido".
no ionline

Se tudo correr como já estamos habituados esta é mais uma que morre solteira... e o gabinete de PInto de Sousa irá ter mais um assessor.

sábado, 5 de setembro de 2009

nem bom vento...


O terramoto político causado pelo fim do Jornal Nacional de Sexta (JN6) de Manuela Moura Guedes pela administração da TVI continua a provocar réplicas, mas ainda não foi identificado o seu epicentro. Depois de na quinta-feira ter remetido todas as explicações para a Media Capital, a Prisa negou ontem qualquer interferência na decisão e insistiu nas responsabilidades em solo português.

O pingue-pongue entre a empresa-mãe (Prisa) e a sua subsidiária nacional (Media Capital) mantém-se. Fonte da Prisa precisou à Lusa que foi uma decisão "da direcção" do canal" e "com o envolvimento da direcção-geral da Media Capital". Mas na véspera a Media Capital atirava a responsabilidade para a Prisa e ontem nada quis acrescentar.

O Jornal PÚBLICO confirmou que a decisão foi comunicada na segunda-feira por Juan Luis Cebrián, administrador não-executivo da Media Capital e presidente executivo da Prisa, a Bernardo Bairrão, administrador-delegado da Media Capital.
PUBLICO.PT


Cerca de três dezenas de cidadãos "preocupados" com a liberdade de expressão manifestaram ontem à noite a sua solidariedade à jornalista Manuela Moura Guedes, em frente dos estúdios da TVI em Queluz. Publico


O eterno comentador Marcelo Rebelo de Sousa disse não ter dúvidas de que a decisão da TVI foi nitidamente para «agradar» ao primeiro-ministro, «porventura na pior altura» para José Sócrates.
Por seu turno, António Vitorino, redactor do programa eleitoral do PS, defendeu que este caso prejudica de forma clara o Partido Socialista e o Governo em termos eleitorais.
TSF

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

"Temos pronta uma peça sobre o Freeport"

Manuela Moura Guedes confirmou hoje ao PÚBLICO a demissão da direcção de informação da TVI depois da suspensão do Jornal Nacional que apresentava e coordenava e que amanhã regressava depois de um período de férias. Moura Guedes revelou que tem pronta uma peça com notícias novas sobre o caso Freeport, feita por uma jornalista da sua equipa. “Temos pronta uma peça sobre o Freeport, com dados novos e, como sempre, documentados”.
A direcção de informação era composta por João Maia Abreu, Mário Moura e Manuela Moura Guedes, foi seguida na decisão pela chefia de redacção, António Prata e Maria João Figueiredo.
Manuela Moura Guedes está a ser rodeada de manifestações de solidariedade na redacção, onde a decisão de suspensão do Jornal Nacional era de alguma forma esperada mas não nesta altura.
PUBLICO.PT
Um afastamento de Manuela Moura Guedes, em plena campanha eleitoral para as Legislativas, seria sempre entendido como uma vitória de José Sócrates, que de uma forma inédita atacou o ‘Jornal de Sexta’ e a sua linha editorial várias vezes, não só na entrevista à RTP como em pleno Parlamento. Um ódio de estimação que abrange igualmente José Eduardo Moniz, que sempre defendeu com unhas e dentes a linha editorial do ‘Jornal de Sexta’ da sua mulher. in Correio da Manhã 06 Agosto 2009 - 00h30

porque raio é que isto me fez lembrar as ultimas "eleições" em Angola? Ou a Venezuela do Chavez...

Pelo menos três rádios da Venezuela foram encerradas anteontem na sequência de uma decisão do Governo de Hugo Chávez. O organismo que garante a regulação das telecomunicações daquele país anunciou medidas que afectaram 34 concessões de rádio e televisão. JN 03 Agosto 2009

O Ministério da Comunicação Social e o Instituto Nacional das Telecomunicações acaba de notificar formalmente a direcção da "Rádio Despertar" no sentido desta emissora deixar de emitir proximamente durante um período de 180 dias, apurou o NL em Luanda. Observadores atentos à situação contactados em Luanda afirmaram que, caso a notificação venha a ter efeitos práticos, a "Rádio Despertar" não vai poder emitir durante o período de campanha eleitoral, o que representaria um enorme prejuízo político para o Galo Negro. "Trata-se de uma jogada de mestre do MPLA. A Rádio Despertar seria um incómodo para o partido no poder durante as eleições". in Angola Livre