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sábado, 18 de julho de 2020

a previsão do Correio...


Um estudo inovador realizado por uma equipa de cientistas de dados de Singapura prevê que a pandemia possa terminar o seu ciclo de vida, a 100%, até Dezembro deste ano. O mesmo estudo dá ainda previsões, baseadas em estatísticas, de quando chegará ao fim a pandemia em cada país. 
No caso português, especificamente, o estudo da Universidade de Tecnologia e Design de Singapura, aponta que o surto chegue ao fim a 100% no dia 18 de Julho.
As previsões são apenas baseadas nos dados disponíveis até ao momento, por isso nada garante que correspondam com o que virá a acontecer no futuro, tal como salvaguarda o site onde estes dados estão disponíveis.
mas
"As previsões são incertas por natureza", lê-se no final das previsões.

terça-feira, 8 de maio de 2012

O estado da EDP

O poder da EDP em Portugal atingiu uma dimensão perigosa. Enquanto consumidores de electricidade, estamos hoje indefesos perante um domínio absoluto e arbitrário.
Na factura de electricidade, a par dos seus consumos, as famílias são coagidas a financiar as empresas de energias renováveis, os gastos perdulários em painéis solares ou os investimentos em antenas de energia eólica. Ao onerar as contas de energia com taxas e mais taxas, em benefício próprio ou em proveito do lóbi da energia, a EDP está a exercer um poder tributário, privilégio dos estados.
A sua fúria despesista, a expensas do povo, não pára. A nova e malfadada barragem do rio Tua irá gerar lucros milionários para a EDP porque tem uma rentabilidade garantida pelo Estado, pela via do défice tarifário que todos pagamos.
Acresce que a EDP arroga-se estar à margem da lei. Bem recentemente lançou uma campanha publicitária utilizando ilegalmente crianças, visando a venda de serviços que não têm relação directa com a sua faixa etária. O que é interdito, nos termos da lei da publicidade. A EDP emprega trabalho infantil, lesa a dignidade das crianças, mas fica impune. O que só é possível porque dispõe de uma enorme influência sobre o poder político. Eduardo Catroga, em nome do PSD, advogava a redução das rendas pagas à empresa, para logo a seguir defender, enquanto presidente da eléctrica, a manutenção do seu pagamento. A ministra Assunção Cristas e o deputado Mesquita Nunes estão ligados ao escritório de advogados que assessora a sociedade nos seus maiores processos, enquanto tutelam e fiscalizam negócios em que o estado tem favorecido descaradamente a empresa. O deputado Pedro Pinto é consultor de empresas intimamente dependentes da EDP. E muitos mais.
Há muitos políticos de duas caras. Duas caras… e muitas coroas. Por outro lado, todos quantos se opõem ao poder da eléctrica, como o ex-secretário de estado Henrique Gomes, que pretendia reduzir-lhe as rendas em 165 milhões, são convidados a "demitirem-se".
Como a EDP beneficia de favores políticos sem limite por parte de políticos sem vergonha, estamos condenados à servidão a uma organização que já não é só uma empresa eléctrica. É um estado dentro do estado. por Paulo Morais no  CM

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Engenheiro de lata


As autarquias têm as cantinas escolares abertas nas férias de Natal para darem uma refeição quente a muitas crianças.

O Banco Alimentar contra a Fome já não tem mãos a medir para apoiar instituições que dão de comer a novos e velhos. O número de pobres não pára de aumentar e o flagelo vai agravar-se em 2011, com mais desempregados e gente que não recebe qualquer subsídio do Estado. É evidente que a rapaziada de esquerda odeia falar desta realidade. À falta de uma censura forte e eficaz, insultam quem põe o dedo na ferida e não se cala. Agora foi a vez de Cavaco Silva ser atacado pelo vendedor de ilusões e pacotes vazios a Bruxelas, o senhor que anda sempre com a boca cheia de Estado Social. Um artista, um verdadeiro engenheiro relativo feito de muita lata. por António Ribeiro Ferreira no
Correio da Manhã