sexta-feira, 29 de abril de 2011

foi assim na estrada de benfica....

aparelho desaparelhado

No interior do Partido Socialista as coisas estão muito quentes. Há brasas que estão mesmo a arder e podem fogachar (este verbo existe?) para a cara do próprio líder. Dizem-me personalidades socialistas que me merecem todo o respeito, porque as conheço há mais de vinte anos, que a coisa está muito feia. José Sócrates apoderou-se totalmente do aparelho do partido e tem controlado tudo ao seu prazer. De uma forma hostil e até malcriada para quem o critica no interior do partido. Sócrates já chegou a pedir desculpas a quem ofendeu, nomeadamente, a uma grande senhora, seriíssima e com muitos sacrifícios dedicados ao partido.
A lista de deputados para as próximas eleições foi algo de prepotente, formada à base de uma maioria de bajuladores do chefe, a quem tudo pedem e a quem tudo fingem dar. Serão os mesmos que irão tentar apanhar o comboio dos oposicionistas à actual liderança, caso o PS venha a perder as próximas eleições e assim que o partido obrigar Sócrates a demitir-se da liderança. por joãoeduardoseverino no Pau Para Toda A Obra

Ó Portas estás "lixado" vem ai mais um submarino

Segundo o oficioso Diário de Notícias "Portas assume candidatura a 1.º ministro" porque "numa entrevista ao semanário "Sol", o líder do CDS/PP diz que "o PSD tem cometido demasiados erros" e que "Sócrates não vai ganhar as eleições".

Ó Portas "eles" não te perdoam que com Nuno Melo lhes tenhas descoberto a careca no BPN e BPP e principalmente no Banco de Portugal do Constancio...
"eles" não perdoam quereres acabar com os inúteis institutos, ep's e com os salários milionários num país de miséria...
estás lixado...
Sábado chega mais um submarino...
Actualização:
Afinal não vieram os submarinos… chegou a
“Portucale: Portas deverá prestar depoimento por escrito, lê-se no Diário de Notícias 

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Liguei só para dizer: Sócrates é fixe, porreiro, e muito legal!

Todos sabemos que entre nós as televisões com programas ao vivo pagam a figurantes para preencherem a plateia e baterem umas palmas automáticas ao sinal da produção. Ganham-se umas massas e sempre se aparece na televisão. Hoje ficámos a saber que a estratégia chegou também à rádio com a participação no fórum da TSF de uma série de "figurantes", dedicados a entupir os telefones da rádio, proferindo louvores e juras de amor eterno ao grande timoneiro português José Sócrates.
a explicação de Paulo Baldaia é uma treta e só engana imbecis ou idiotas úteis... mas vale a pena ler os comentários que recebeu.
Baldaia esqueceu-se que ainda há gente que não precisa da cabeça dos outros para pensar.

capitão roby foi à tsf

ontem foram os patos...hoje serão os patas!

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Silva Pereira acusa

Silva Pereira, dirigente do Partido Socialista e ainda ministro da Presidência, acusou hoje o presidente do PPD/PSD de "falta de cultura democrática", por alegadamente não querer negociar com o secretário-geral socialista e defendeu que "não é o momento de jogar às cartas".

o capitão roby foi à tvi...

ontem foram os pavões...hoje serão os patos!

terça-feira, 26 de abril de 2011

Teresa Caeiro desafia Portas para se candidatar a primeiro-ministro

O acesso aos cuidados de saúde, as questões de segurança, o combate à pobreza e propostas dirigidas em concreto aos jovens serão as prioridades do CDS-PP na próxima legislatura, adiantou a candidata Teresa Caeiro, cabeça-de-lista do CDS-PP por Lisboa.
Face à existência de «um responsável pela situação deplorável em que Portugal se encontra e a outro candidato que não gera nem confiança nem segurança nos portugueses», Teresa Caeiro, apela para que Paulo Portas se assuma «total e completamente» como candidato a primeiro-ministro.
A candidata considera que o líder do CDS-PP «é certamente o político mais competente e mais preparado para ser primeiro-ministro».

uma proposta aparentemente estranha a que acrescento:
«O PS e o PSD não estão a portar-se à altura das dificuldades do tempo presente. (...) Não têm lideranças que correspondam aos interesses nacionaisJosé Pacheco Pereira, esta noite, na SIC Notícias.
deixo as conclusões aos leitores (sabendo que amanhã os submarinos vêm à tona na imprensa que temos que comer...)

segunda-feira, 25 de abril de 2011

um ex deputado folleiro

“Este deputado é mesmo foleiro."
É alguém "ressabiado" e "zangado" com as questões que emergiram na campanha eleitoral com apelos à "arruaça".


Se você continuar a querer fazer parte da associação dos imbecis e dos idiotas úteis não se esqueça da grande oportunidade que a democracia lhe proporciona no dia 5 de Junho.

amnésia...

O ainda primeiro-ministro demissionário afirmou hoje que há muito tempo que anda a apelar à concertação entre todos os políticos e que Portugal poderia ter evitado muitas situações caso tivesse seguido esse espírito de consenso e de diálogo.
"Reconheço e valorizo todos aqueles que apelam ao consenso, ao diálogo e à concertação entre todos os políticos. Foi isso que fiz já há muito tempo e há muito tempo que tenho vindo a falar nisso. Poderíamos ter evitado muita coisa se tivéssemos esse espírito.” expresso

tolos, imbecis, idiotas úteis e esquecidos profissionais aplaudiram!

«esqueletos no armário» e «gato escondido com rabo de fora»

«Não há qualquer acréscimo de despesas. Não há despesa que estivesse oculta. Não há qualquer esqueleto em qualquer armário», assegurou o secretário de Estado das Obras Públicas.
Paulo Campos, garantiu à Agencia Financeira que não há encargos futuros, nem nada escondido no que toca à revisão em alta do défice em 2010.
mas
Existem mais quatro concessões de estradas (ex-Scut) que, de acordo com as novas regras do Eurostat, podem fazer derrapar o défice em 1900 milhões de euros caso se avance com a introdução de portagens, pode ler-se no Diário de Noticias.
comentários para quê?

sábado, 23 de abril de 2011

A máquina

O país acordou, sobressaltado, com a notícia da recuperação do PS nas sondagens. O incontornável professor Marcelo alertou para o perigo desta aproximação entre o PS e o PSD.Mas eu não vejo motivo para surpresas. Ninguém ainda conseguiu perceber o que é que o PSD realmente propõe. Todos os dias é triturado nos meios de comunicação. Quase sempre ouvimos as críticas do PS antes de ter ouvido as propostas (avulsas) do PSD a que se referem.
O PSD não está à altura de se bater com a fortíssima máquina de propaganda do PS. É precisamente dessa máquina de ilusionismos, paga com os nossos impostos, que eu gostava de me livrar mas nem o PCP+BE nem o PSD+CDS parecem ser capazes de me fazer a vontade.
É a vida.
Publicado por F. Penim Redondo no DOTeCOMe...o Blog

O ser consumidor

Os governos de Sócrates foram sem dúvida os governos mais à direita desde o 25 de Abril de 1974. Não é caso único assistir-se a um governo “socialista” praticar uma governação neoliberal, de direita. O mesmo acontece com Zapatero e Papandréu, como antes acontecera com Blair. A política da Europa uniformizou-se e os partidos europeus da área do poder seguem a mesma política ditada de Bruxelas, pelo que terem uma matriz de esquerda ou de direita pouco significado tem. Existe alternância de poder mas não existe alternância de política. E, a esta política europeia de sentido único – o neoliberalismo, pouco importa que a sua aplicação venha de socialistas, trabalhistas, liberais ou de democratas cristãos. Para eles, a matriz social dos partidos não importa. De há muito que deixou de ter uma perspectiva social da economia e da sociedade. As suas preocupações residem apenas no bom funcionamento da “economia”, das bolsas e dos mercados.
Desde que se assegure “o bom funcionamento dos mercados” qualquer partido lhe serve. Do mais à direita ao mais à esquerda. Tudo a bem do consumidor. Para o neoliberalismo o homem só existe enquanto consumidor. Não existe o ser social mas antes o ser consumidor. Para os neoliberais torna-se portanto necessário reformar a sociedade de alto a baixo. Retirar-lhe todo o conteúdo social que ainda mantém e substitui-lo pelo conteúdo e culto do mercado. Privatize-se tudo para que tudo entre no mercado. Retire-se ao Estado todas as funções de cariz social. São estas as “reformas” que nos esperam. É desta cartilha que serão retiradas. posted by CS no
classepolitica

nem 6,8%, 7,3 ou 8,6%. Afinal já vamos em 9,1%...

A noticia foi dada em Sábado de tolerâcia para mini-férias pelo INE que não as fez!

Diário de Noticias
Troika obriga a subir défice de 2010 para 9,1%
TSF
Défice de 2010 revisto em alta
Publico
Governo: Revisão resulta de “alteração de metodologia”
Correio da Manhã
Défice: Governo justitica-se com “alteração de metologia”
expresso
INE revê défice de 2010 para 9,1% do PIB
Jornal de Noticias
INE sobe défice de 2010 para 9,1% do PIB
jornal i
INE revê défice de 2010 para 9,1% do PIB
sol
INE revê défice de 2010 para 9,1%

curso tipo Novas Oportunidades para "puliticus"

terça-feira, 19 de abril de 2011

tratamento gratuito para os que esqueceram os ultimos seis anos...


um bom trabalho do 31 da Armada.

Mário Soares aplaude e critica

No artigo de opinião, que semanalmente publicou no Diário de Notícias, o antigo Presidente da República critica o «ruído de palavras» dos dois partidos do chamado bloco central, PS e PSD, e é muito muito mais crítico em relação PCP e ao Bloco de Esquerda que «parecem querer voltar a um novo PREC», dizendo não entender porque se auto-excluem do jogo do poder.
Mário Soares elogia o CDS-PP, considerando que o partido de Paulo Portas tem sido o mais «sábio ao manter-se em silêncio».
Ui! Agora é que vão aparecer noticias sobre os submarinos... (atenção ao DN e ao JN!)

...e o único que é certo no Governo é o CDS/PP

HÁ UM ÚNICO partido a ter como garantido que estará a governar daqui a dois meses. Falo, claro, do CDS. Não haverá vencedor único e o que for mais votado terá de se socorrer dele: PS-CDS ou PSD-CDS, pois. E, caso haja dupla PS-PSD, esta vai querer alargar-se, e ficará PS-PSD-CDS.
O partido de Paulo Portas, é disso que essencialmente se trata, está bem artilhado para preencher o papel que o Governo vai ter de cumprir.
Está bem artilhado como? Já o disse, tem Paulo Portas. O homem é de fórmulas, leia-se ideias sintéticas, virtude que lhe vem do seu tempo do jornalismo - hoje já não se fazem títulos como em O Independente.
O essencial da governação, as linhas com que nos coseremos (e cozeremos), ficará a cargo de instituições e técnicos estrangeiros. Mas a aplicação dessas linhas será do tal Governo, aos olhos de todos diminuídos. Será essencial que alguém saiba dizer claramente o que os políticos (e ofícios correlativos) vão apertar de cinto para pedir aos restantes portugueses que façam muito mais.
Já noto sorrisos dubitativos sobre a sinceridade de Portas... Mas eu pergunto: têm políticos sinceros para a troca?
Paulo Portas tem a vantagem das frases claras e curtas, capazes de serem entendidas em Cascais e na feira de Espinho. E se ainda há quem pense que as austeridades populares vão ser aceites sem similares sacrifícios dos governantes não sabe que tempos vêm aí. por Ferreira Fernandes no DN de 18 Abr 11 (via sorumbático)
Um "estranho elogio" que me deu que pensar! Bolas! Ferreira Fernandes é capaz de ter razão! Interessante é também o que o Dr. Mário Soares escreve em artigo de opinião no Diário de Noticias

segunda-feira, 18 de abril de 2011

este tem a eleição assegurada!

Ricardo Rodrigues, vice-presidente da bancada do PS, que no dia 30 de Abril abandonou uma entrevista com os dois jornalistas da revista Sábado levando consigo os dois gravadores que estavam a ser utilizados para registar a conversa, arrisca a moldura penal máxima por furto simples.

ora bem, conhecendo o modo como os tugas, mesmo os açoreanos, votam... está eleito!

domingo, 17 de abril de 2011

Burgessos...

As televisões gostam de dar voz aos “populares”. Principalmente àqueles populares parvos ou que aparentam ter capacidade para emitir uma opinião suficientemente parva que mereça ir para o ar no telejornal. Como foi hoje, mais uma vez, o caso. A propósito da inauguração, numa qualquer aldeia, da iluminação pública com lâmpadas LED, dizia o popular de serviço, ouvido pelo repórter no local, que aquilo era assunto que lhe interessava muito pouco. Isto apesar da nova tecnologia utilizada permitir poupar ao Município lá do sitio cerca de vinte por cento na factura da luz. Porque, argumentava a besta, se fosse na casa dele é que era um coisa catita. Assim, como é na rua e a Câmara é que vai pagar menos, não é que coisa que lhe diga respeito. Acrescentou com o gargalhar idiota muito característico nos populares que expressam opiniões parvas.

Não admira, portanto, que tenhamos chegado até aqui. Não existe consciência entre os populares – nem entre a maioria dos impopulares – que o dinheiro público é de todos e não, ao contrário do que muitos pensam, de ninguém. Tenho muita dificuldade em aceitar que não se perceba que para o dinheiro estar numa Junta de Freguesia, numa Câmara Municipal, nos cofres do Estado ou, até mesmo, na União Europeia, alguém pagou impostos e, por causa disso, ficou com um pouco menos do fruto do seu trabalho no bolso. Mas vá lá fazer perceber isso a certos burgessos. no
Kruzes Kanhoto

sábado, 16 de abril de 2011

Francisco de Assis inova slogan

O ex-líder parlamentar do PS alertou «o projecto que é o da mais liberal das direitas que algum dia apareceu em Portugal. É um projecto muito simples: vamos usar a crise como argumento para destruir o Estado Social».
Assis discursava, hoje, 16 de Abril, em Valongo, no final de um almoço comemorativo do 25 de Abril, promovido pela concelhia local e usou um slogan que já deve ser de campanha: «direita liberal radical» que não significa nada, mas é bonita e pode ser usada por qualquer idiota útil!
Cuidado, Assis, dá azar comemorar os aniversários antes de ocorrerem.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

AINDA O CONGRESSO LENI RIEFENSTAHL DE MATOSINHOS

«Muitos chamaram a atenção para as bandeiras de Portugal no congresso Leni Riefenstahl do PS em Matosinhos. Nas cenas de apoteose de Sócrates, a televisão obteve no pavilhão planos fantásticos, com força plástica, boa encenação, cheios de figurantes agitando bandeiras nacionais. Como imagem política em televisão, é do melhor que se tem visto em construção ideológica, encenação e efeito estético. Há vários anos que venho analisando situações como essa, que juntam a multidão, como símbolo de um colectivo maior, à bandeira, símbolo do que une esse colectivo. Num artigo de 2008 para a revista online Observatório Journal analisei a ligação visual entre a multidão e a bandeira enquanto símbolos nacionais (http://obs.obercom.pt/index.php/obs/article/view/168/137).

Ao substituir as bandeiras partidárias pelas bandeiras nacionais, a central de propaganda de Sócrates deu o passo lógico, final, da ideologia socratista. Primeiro, inculcou a identificação do partido com o seu meneur ou líder. As duas perguntas de Sócrates aos congressistas e figurantes — “Está comigo este Partido Socialista? Vocês estão comigo?” — ficarão para a história política desta época. Depois, sugeriu pelas bandeiras nacionais a identificação do chefe e do partido com a Pátria (com exclusão dos outros). Nunca, desde Salazar, se processara esta identificação do país com o chefe indiscutível. O final frenético do congresso, por entre bandeiras, ruído da multidão e máquinas de filmar, recordou-me as últimas linhas da História de Portugal para Meninos Preguiçosos (1943), de Olavo d’Eça Leal:
“- Paulo Guilherme!, quem vive? E o rapaz, a rir, respondeu:
- PORTUGAL!
- Paulo Guilherme!, quem manda?
E ele, meio surdo com o silvo da máquina, gritou:
- SALAZAR!”

O mito de Salazar “casado com a Pátria” era o corolário desta estratégia de propaganda. O congresso de Sócrates sugeriu visualmente o mesmo casamento. A bandeira nacional acrescenta o símbolo visual à propaganda e à ideologia autoritária encenada em Matosinhos, a mesma que Salazar definiu no discurso de Braga em 1936: “Não discutimos a Pátria e a sua História; não discutimos a autoridade e o seu prestígio”. No congresso de Sócrates também não se discutiu. A bandeira nacional de Matosinhos sugerem o partido como o único que desfralda a bandeira de todos. Nos últimos anos, a publicidade usou-a em anúncios de bancos, telecomunicações, bebidas alcoólicas ou supermercados. Trata-se de propaganda pura, e é isso que se pode esperar de Sócrates até 5 de Junho. Ele não tem nada para propor e muito menos tem passado para invocar. Resta-lhe a desinformação e a propaganda pela propaganda. A desinformação e a propaganda surreal, afastando os eleitores da realidade, são as suas tábuas de salvaçãoEduardo Cintra Torres no Público via portugal dos pequeninos

quinta-feira, 14 de abril de 2011

CONDIÇÕES DA REFORMA FINANCEIRA

Em 27 de Abril de 1928, devido ao falhanço das negociações de um empréstimo de 12 milhões de libras, devido à não aceitação pelo governo português das condições draconianas impostas pela Sociedade das Nações para aprovar o empréstimo, Antonio O. Salazar foi convidado para Ministro das Finanças e disse:

"Não tomaria, apesar de tudo, sobre mim esta pesada tarefa, se não tivesse a certeza de que ao menos poderia ser útil a minha acção, e de que estavam asseguradas as condições dum trabalho eficiente. V. Exa. dá aqui testemunho de que o Conselho de Ministros teve perfeita unanimidade de vistas a este respeito e assentou numa forma de íntima colaboração com o Ministério das Finanças, sacrificando mesmo nalguns casos outros problemas à resolução do problema financeiro, dominante no actual momento.

Esse método de trabalho reduziu-se aos quatro pontos seguintes:

a)que cada Ministério se compromete a limitar e a organizar os seus serviços dentro da verba global que lhes seja atribuída pelo Ministério das Finanças;

b) que as medidas tomadas pelos vários Ministérios, com repercussão directa nas receitas ou despesas do Estado, serão previamente discutidas e ajustadas com o Ministério das Finanças;

c) que o Ministério das Finanças pode opor o seu «veto» a todos os aumentos de despesa corrente ou ordinária, e ás despesas de fomento para que se não realizem as operações de crédito indispensáveis;

d) que o Ministério das Finanças se compromete a colaborar com os diferentes Ministérios nas medidas relativas a reduções de despesas ou arrecadação de receitas, para que se possam organizar, tanto quanto possível, segundo critérios uniformes.

Estes princípios rígidos, que vão orientar o trabalho comum, mostram a vontade decidida de regularizar por uma vez a nossa vida financeira e com ela a vida económica nacional.

...

Sei muito bem o que quero e para onde vou, mas não se me exija que chegue ao fim em poucos meses. No mais, que o País estude, represente, reclame, discuta, mas que obedeça quando se chegar à altura de mandar. A acção do Ministério das Finanças será nestes primeiros tempos quási exclusivamente administrativa, não devendo prestar larga, colaboração ao Diário do Governo. Não se julgue porém que estar calado é o mesmo que estar inactivo."

Em quatro anos as Finanças Públicas foram saneadas mas, mais tarde, em 5 de Julho de 1932 foi nomeado Chefe do Governo, lugar que manteve até 6 de Setembro de 1968...

(dificilmente poderão imaginar quanto me custou relembrar esta peça da nossa história...)

assim como assim...prefiro-as opacas!

"As contas públicas são transparentes".
Foi assim que Pedro Silva Pereira, o ainda ministro da Presidência do Conselho de Ministros reagiu ao documento que o PSD entregou hoje a Pinto de Sousa para que o Governo forneça todas a informações sobre as contas do Estado.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

“gastámos o que não tínhamos e vamos pagar esse preço”

“O ponto a que chegámos está a afectar a imagem do país, das empresas e a credibilidade do país cá fora. Portugal está a ser visto como um país de terceiro mundo. Como portuguesa, estou preocupada”. Estela Barbot (FMI)

terça-feira, 12 de abril de 2011

LEGADOS do ESTADO A QUE ISTO CHEGOU!

Fonte: 1850-1900: Neves (1994); 1900-1973: Mata e Valério (1994), 1974-2009: AMECO
por Alvaro Santos Pereira 2010) no DESMITOS

um sério aviso à Democracia e aos Partidos Portugueses

cheira-me a que vai dar "asneira"!


Porque é que me parece que isto vai dar asneira?
Depois de amanhã teremos o "dito" por "não dito"!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Um exemplo de coerência política

Manuela Ferreira Leite sempre se distanciou politicamente de Pedro Passos Coelhos e dos seus colaboradores, tendo recentemente recusado o convite para encabeçar a lista de deputados por Lisboa. Um exemplo de coerência política. Uma atitude que escasseia nos tempos que correm, onde prepondera a subserviência política e as cedências nos princípios e valores. Na política, tal como na vida, não vale tudo... n' O Inimputável

domingo, 10 de abril de 2011

Correia de Campos acusa

Correia de Campos, acusou hoje o PSD de ser um adversário «imprevisível, inseguro, ignorante, arrogante e infantil», porque «não tem programa nem o quer mostrar».

Campos intervinha no segundo dia do XVII do congresso nacional do PS.

"Há um guião que se repete..."

Manuel Maria Carrilho, no comentário habitual do Jornal Nacional da TVI, diz que os dois primeiros dias do Congresso do PS, em Matosinhos, foram muito repetitivos. «Há a vítima, o culpado interno que é o chumbo do PEC4 e o culpado externo que é o FMI. Temos até o 23 de Março como o dia ou a noite do milagre dos milhões. Porque estava tudo bem e, de repente, Portugal passa a ter 80 mil milhões para pagar», ironizou.
Carrilho diz que foi criada «uma boa história», onde Pinto de Sousa é a vítima. «Eu tenho insistido que ele tem uma excelente história. Os seus conselheiros inventaram uma boa história da vítima que foi rasteirada, no momento em que tinha a solução para Portugal».

Parem as rotativas há um socialista inteligente

Uma epígrafe raposiana, que é por causa das tosses: "O primeiro-ministro que nos levou à bancarrota não tem condições para nos fazer sair dela", Rómulo Machado, militante do PS, (hoje, às 00.42).

MATOSINHOS/PORTO. Neste congresso norte-coreano, todos os oradores dizem o mesmo. Até parece que recebem um script obrigatório logo à entrada da Exponor. Tirando Jaime Gama, nenhum dos tubarões ousou desafiar o script leninista (como é que o PS chegou tão baixo ao nível do debate e do tal pluralismo?). Mas deixemos Jaime Gama para amanhã. Hoje queria apenas homenagear o único socialista que revelou coragem e inteligência (como é óbvio, Almeida "Fidel" Santos agendou a intervenção deste homem para o início da madrugada).
Este bravo socialista dá pelo nome de Rómulo Machado, um indivíduo que devia ser emoldurado. Para começo de conversa, Rómulo Machado disse que "um congresso não é um comício". Ou seja, Rómulo afirmou no palanque aquilo que Ana Gomes só tem coragem de dizer cá fora: é preciso assumir erros, é preciso fazer uma crítica interna. Porque, de facto, este consenso acrítico é sufocante. É uma espécie de unanimismo norte-coreano. Fora de brincadeiras, o "centralismo democrático" do PCP não deve ser muito diferente deste PS socrático, que vive completamente metido na sua bolha mediática e de culto ao líder. Chega a fazer impressão. Depois, Rómulo Machado desmontou a argumentação de José Sócrates. A crise da nossa dívida não foi provocada pela tal crise internacional. Os mercados não obrigaram Portugal a pedir dinheiro emprestado. Foi o governo Sócrates que transformou uma dívida pública de 92 mil milhões (2005) numa dívida de 160 mil milhões (2010). Ou seja, a nossa crise é o resultado de um "endividamento irresponsável" levado a cabo por este governo, levado a cabo por políticas assentes no betão para os amigos construtores. Ora, perante esta conclusão, Rómulo Machado afirmou que o PS precisava de uma nova liderança, porque "o primeiro-ministro que conduziu o país à bancarrota não tem condições para nos fazer sair dela". O coro de assobios que recebeu é o melhor elogio que um português pode receber neste momento. por Henrique Raposo no Expresso

Manuel Alegre acusa

Manuel Alegre, regressado ao PS, acusou Cavaco Silva de uma "magistratura muito passiva" na questão da crise.

Alegre, à saída para a pausa de almoço, declararou aos jornalistas: "Eu não quero comentar muito porque comentei antes e infelizmente algumas das coisas que fui dizendo agora estão a acontecer".

sábado, 9 de abril de 2011

sermão para imbecis...

A Batalha de la Lys, também conhecida como a Quarta Batalha de Ypres ou a Batalha de Estaires, faz parte das ofensivas alemãs na Flandres, a operação "Georgette" projetado pelo General Ludendorff para retomar Ypres, durante a Primeira Guerra Mundial. A Batalha do Lys durou do 9 de Abril de 1918 até ao 29 de Abril de 1918.





A segunda divisão portuguesa, comandada pelo General Gomes da Costa (futuro presidente da República), com cerca de 20 000 homens, perdeu cerca de 300 oficiais e 7 000 homens, mortos, feridos ou presos, ao resistir ao ataque de quatro divisões alemãs, de 50 000 homens, do VI° exército alemão comandado pelo general von QUAST.

congresso em Martesinhos

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Presidente António de Almeida Santos (85) .

Edite Estrela acusa

Edite Estrela criticou hoje o “silêncio” do Presidente da República durante o período de impasse político sobre o Programa de Estabilidade e Crescimento.
Estrela aproveitou ainda para acusar o PSD, embora não nomeando o partido: “Toda a gente sabe por que é que estamos nesta situação. Porque rejeitaram o PEC.

e tudo começou a 4 de Março...

O presidente do BPI, Fernando Ulrich, revelou hoje que percebeu a 4 de Março, numa reunião com o primeiro-ministro e o ministro das Finanças, que Portugal tinha chegado “ao fim da linha” no que ao financiamento diz respeito. publico
e
O presidente do BES, Ricardo Salgado, afirmou hoje que a banca portuguesa está “muito bem” e recusou a principal razão para o recurso à ajuda externa seja a falta de liquidez do sistema financeiro. publico

mais uma "campanha negra" ?

estão sempre a atacar o "coitadinho".
It's an injustice, it is!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

FMI ? Nunca!


O dia de ontem começou com o Governo a negar o "Financial Times" de que já negociava com a UE.

Ao fim da tarde, Teixeira dos Santos revelava a um jornal que Portugal ia recorrer ao resgate. Duas horas depois, o primeiro-ministro falou aos portugueses. "É preciso dar este passo. Não tomar essa decisão acarretaria riscos que o País não deve correr", disse Pinto de Sousa na sua declaração.

Em seu auxilio saiu o líder do PSD, o maior partido da oposição, Passos Coelho: "Este pedido de ajuda faz-se para que os portugueses vivam com menos angústia". Não lhe ficaria melhor ficar calado em vez de entrar para o clube dos idiotas úteis...

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Repto aos Idiotas Úteis

uma pergunta dificil aos idiotas úteis:
porque é que há dois dias era considerado antipatriótico quem tivesse previsto a necessidade de ajuda externa?

FMI: eram 20.40

Teixeira dos Santos acusa


"Deterioração, danos irreparáveis e um sacrifício bem maior são expressões usadas pelo Ministério da Finanças ao analisar os resultados do leilão da dívida de curto prazo desta quarta-feira".

No entanto, o gabinete de Teixeira dos Santos garante que o Estado consegue financiar-se e pode assegurar compromissos financeiros previstos e garante que perante a importância do sistema bancário para assegurar o financiamento e o funcionamento económico, o governo não deixará de tomar todas as medidas para garantir liquidez e o financiamento da economia.


Claro que a culpa é da oposição que reprovou o PEC IV, apesar de à sucapa o governo o estar a aplicar, que nas costas do País e dos seus representantes negociou com os "patrões da Europa". actualização às 18.17

O ministro das Finanças, em declarações ao Jornal de Negócios, entende que Portugal tem de pedir ajuda desde já no «quadro europeu».

Teixeira dos Santos adiantou ainda que este pedido de ajuda se justifica porque o «país foi irremediavelmente empurrado para uma situação muito difícil nos mercados financeiros».

PCP propõe vender e o Governo faz-lhe a vontade.

"Em relação aos juros que vencem no curto prazo, para desapertar a corda em que vivemos, bastaria a venda de 20% de títulos e obrigações que as instituições públicas nacionais têm no estrangeiro para comprar dívida pública portuguesa", afirmou Jerónimo de Sousa que admitiu que esta situação “não resolve definitivamente o problema”. O PCP avalia o valor total dos títulos em 55 mil milhões de euros. E citou casos que podiam ajudar neste factor: os “Fundos da Caixa Geral de Depósitos, de pensões do Banco de Portugal e os fundos de financiamento da Segurança Social.”
ora bem, a noticia hoje é: Depois de os bancos terem dito que não estão em condições de subscreverem novos leilões de dívida, o Estado vai recorrer ao Fundo da Segurança Social para se financiar.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Zé, vai-te embora!

O apego de José Sócrates ao poder constitui, para muitos, um enigma difícil de decifrar. Mesmo não sendo comentador ou analista politico, acredito que serão vários os motivos que levam o alegado engenheiro a não querer deixar o poleiro. Logo porque já anda há tantos anos nestas andanças que terá sérias dificuldades em regressar à vida real. Ou, também, porque um regresso às origens – engenheiro numa autarquia – seria algo, graças a ele, terrivelmente mau e que ninguém deseja nem ao seu pior inimigo.

Outra razão, mas isso sou eu a especular, é que o ainda primeiro-ministro saberá que não estará completamente livre de, um dia que se espera não esteja muito distante, quando deixar o poder poder, vir a ser alvo de perseguições vagamente semelhantes àquelas de que foi vitima um outro português que deteve um cargo igualmente relevante. Vale e Azevedo, acho que é assim que se chama o senhor, mal deixou de dirigir a instituição mais representativa e importante do país foi logo de cana. no Kruzes Kanhoto

Quando é que aparece AQUELE que vai acabar com isto?

Quanto a nomeações de boys&girls e ao encerramento de Fundações, Associações, Institutos e similares redundantes aos Serviços Públicos, os partidos que temos estão mudos!

Falar em auditoria às Contas Públicas silenciou Governo, Presidente e Partidos!

Quanto aos imbecis, adormecidos pelos futebóis, aguentam qual burros-de-carga. Afinal só servem para, no voto, manter a ilusão que isto é uma democracia!


segunda-feira, 4 de abril de 2011

Mendonça acusa


António Mendonça, o ainda ministro dos Transportes e outras coisas, disse hoje que se o Estado não tem dinheiro é por culpa da oposição, que rejeitou o PEC4. “Temos que ter consciência disso. A situação do país era uma antes do chumbo do PEC e é outra depois do chumbo do PEC”.

Ontem soube-se que a administração da Metro do Porto está praticamente sem dinheiro e as empresas de transportes de passageiros têm de pagar 935 milhões de euros de dívidas a curto prazo.

uma nota de cem escudos...

TGV Investimento atinge já cerca de 150 milhões de euros

O presidente executivo da Soares da Costa disse hoje que a concessionária Elos investiu cerca de 150 milhões de euros no troço Poceirão-Caia, mas escusou-se a revelar valores de uma eventual indemnização se o projeto do TGV for cancelado. Entretanto o Metro do Porto está sem dinheiro para funcionar.

então o TGV não era como as SCUT's ? À "borla"!

LAMBISGOIISMO OPINATIVO e ESTRATAGEMAS

LAMBISGOIISMO OPINATIVO
Até Junho, o PS socratista procederá à mais despudorada lavagem de imagem alguma vez vista em Portugal. Será cara? Será. Todos os dias seremos martelados com a irresponsabilidade das oposições e com a sofreguidão do PSD. Untada e bem untada, a imprensa escrita opinativa, radiofónica, televisiva encarniçar-se-á contra Passos Coelho, sob o mesmo tipo de desgaste insidioso de que MFL foi alvo, ainda que somente suspire. Sócrates surge como a suprema hiena a atacar qualquer suspiro coelheano: o programa do PS é sufocar quem quer que denuncie os factos da uma governação criminosa.

ESTRATAGEMAS
Para que a peçonha socratista-socialista nos desgrace e condene ainda mais, é preciso que averbe um resultado impensável e tóxico nas próximas eleições. É por isso que circula a cassete do medo, rumores e chantagem, mensagem viral em qualquer blogue situacionista, nos comentários em jornais online, intervenções nos Fora das rádios e das TVs: basta repetir milhares de vezes que o PSD é um partido sem programa, que o PSD não tem um líder carismático nem um lema nem um rumo nem hostes unidas à sua volta. Assim se manobra Portugal para longe do que está em causa. Assim se degrada tudo ainda mais na verborreia insidiosa. Pelo caos levantado se esconderá o maligno dano causado ao País ao longo de seis anos. São estratagemas. É o socialismo-socratismo na farsa de sempre.



dois avisos de joshua em PALAVROSSAVRVS REX 

Vou votar Islandês…

Passaram 37 anos. Já vivi em “democracia e liberdade” muito mais tempo que em “estado novo”. E, chegado aqui, olho para trás e pergunto-me: O que é que eu ganhei com isto?
Qualquer chavalo com a idade do “estado a que isto chegou” responderá de imediato e politicamente correcto, que acabou o Salazar e a PIDE e, se o puto tiver uma “licenciatura de bolonha”, acrescentará que já não há Guerra, nem prisão em Caxias ou Peniche apesar de não me saber apontar num mapa onde é que elas ficam.
Acontece que não conheci o Botas de São Bento, a licenciatura durou o dobro das de Bolonha – com tese final -, conheci Caxias e a DGS, tive apenas um cheirinho a democracia e liberdade e acabei com uma reforma daquelas que não são afectadas com os impostos dos PEC do Pinto de Sousa e do Passos Coelho.
Porquê?
laro que tenho resposta: Nestes quase quarenta anos votei sempre “certinho” nos PS e PPD/PSD que esqueceram e desprezaram todos quantos, que querendo ser livres, não se quiseram munir do cartão de filiado que, rosa ou laranja foi o substituto "democrático" do outro, verde, da Legião ou da Mocidade portuguesa!
Os novos situacionistas de cartão acabaram, neste Século XXI, por nos levar à miséria social e financeira, à subserviência de uma Europa que substituiu a Britânia oitocentista e, aparentemente, à perda da Independência Nacional. Usaram o meu trabalho e o meu dinheiro como se deles fosse e, mais uma vez, querem que eu vote neles "para resolver a crise", dizem! Querem que eu vote preferentemente no PPD/PSD ou no PS. Isto é, naqueles que retalharam entre si este meu País distribuindo-se Empresas, Institutos, Fundações e Associações Públicas, Municipais e, espanto, Privadas!
Para cúmulo, democrática e livremente, não me querem divulgar o estado das Contas Públicas onde colocaram o contributo fiscal e depois virão falar-me na Tanga do Barroso, pós Guterres, ou no Buraco do sousa-Constâncio, pós Santana e, claro, proceder ao aumento das taxas e impostos para lhes pagar os desvarios de pontes, tgvs, aeroportos e autovias e, o que mais me chateia, os almoços ao custo de ordenado mínimo e popós de luxo ao preço de submarinos…
Não, desta vez quero que eles se lixem!
Desta vez vou votar nas pontas.No BE ou no PP que não têm boys&girls a poluir aquilo que devia ser de todos e gerido pelos melhores.Não, não venham dizer que é proibido votar na ponta esquerda das causas fracturantes porque nunca os vi fracturar nada e o benefício que lhes cabia, acabou nos PS’s de cartão.
Não, não me venham dizer que é proibido votar na ponta direita que é capitalista porque não me parece que sejam eles os motas-engis ou os milénios e dos tais Institutos e Empresas e Fundações só gozam a fama, porque o proveito tem ido todo para os cartonados PSD’s.
Sim. Desta vez votar nas pontas, esquerda e ou direita.
... e talvez sonhar que um dia possamos todos ser islandeses! no reVISÕES

nomeações do governo demissionário

A Juventude Social Democrata justifica o lançamento do site, http://www.opovoequepaga.com "para que todos os portugueses tenham uma clara noção do número de 'jobs for the boys' que José Sócrates se está a encarregar de distribuir, num período marcado pelo queimar dos últimos cartuchos". No site vão estar também disponíveis outros dados, como o nome do nomeado, a data de nomeação, o cargo, quem nomeou e o salário, assim como as adjudicações já realizadas ou a realizar, concursos e compras feitas já depois do pedido de demissão do primeiro-ministro.

Os Métodos Usados para Mantê-lo na Escuridão

O PLANO FALHADO E A ESTRATÉGIA PARA O ÚLTIMO "ROUND"
Na véspera de apresentar o PEC4 aos portugueses, o gabinete do PM tinha gizado à risca um plano para o dia em que a UE ia finalmente decidir a flexibilização do fundo de emergência europeu (FEEF):
Às 9 da manhã, Teixeira dos Santos divulgaria o novo plano de austeridade;
A meio da manhã, Oli Rehn, comissário europeu das finanças, elogiava as medidas do governo português;
No final da cimeira, Barroso e Trichet faziam uma comunicado conjunto na mesma linha.
O plano era quase perfeito. Se a Europa aplaudia o novo PEC, o PSD não tinha alternativa. Foi aqui que tudo correu mal. Aqui e em Belém, porque desprezar Cavaco Silva é um erro.

Sócrates devia saber isso. Assessorado por uma das maiores empresas de relações públicas do mundo*, a Kreab & Gavin Anderson, Sócrates, ao contrário de 2005 e 2009, já não tem programa: a narrativa é construída ao ritmo dos outros, sobretudo dos erros dos outros. É por isso que, na cartilha de Sócrates, as últimas semanas se explicam em quatro frases:
o FMI é mau;
eu estava a fazer tudo para que Portugal não recorresse ao FMI;
a oposição deitou tudo a perder; o FMI vem aí e tudo será pior. no ex-DGEMN

domingo, 3 de abril de 2011

as nomeações já estavam previstasm como é hábito!

Segundo o oficioso Diário de Noticias, após o chumbo do PEC4 no Parlamento, foram publicadas em Diário da República 85 nomeações e 71 promoções, numa média recorde de 12 nomeações diárias, sendo o Ministério da Administração Interna o que contou com o maior número.
Diretores-gerais, adjuntos de gabinetes e diplomatas estão entre os 156 nomeados e promovidos, cujas indicações foram publicadas desde 24 de março, mas o Governo demissionário não teve dúvidas sobre a legitimidade das nomeações e garante que as nomeações já estavam previstas.
Segundo João Tiago Silveira, o ainda secretário de Estado da Presidência, as nomeações publicadas em Diário da República após 23 de Março "foram todas" alvo de despachos assinados antes dessa data e, "como é hábito", foram publicadas semanas depois.

Compensa assinar o Público?


Segundo Rita Brandão Guerra, no Público, "as duas sondagens mais recentes (Intercampus e Eurosondagem), ambas divulgadas após a demissão de José Sócrates, mostram que o PSD entra em queda relativamente aos resultados que obtinha antes do chumbo do PEC IV, por um lado, e ao anúncio da demissão de Sócrates, por outro."

Ora vejamos:
Evolução PSD na Eurosondagem: +0,4
Evolução PSD na Intercampus: +5,4 se compararmos com Janeiro (presencial) e +0,6 se compararmos com Dezembro (telefónica)
Compensa assinar o Público? por Pedro Magalhães no Margens de Erro

não sei se compensa, ou não, assinar o Jornal Público mas sei que alguns leitores, ainda poucos, já começaram a perceber que os "pequenos médios e micro jornalistas" (pmj) existem e estão na "bicha" para um lugarzito de assessor de ministro!
sei que os aturo vai para seis anos (e antes já os adivinhava!) a servir-nos não noticias ou informação, mas propaganda... sabe-se lá se paga!
Já agora, veja como António Larguesa (alarguesa@negocios.pt) manipula a informação no Jornal de Negocios.

sábado, 2 de abril de 2011

Portas recusa entrar em "querela" sobre FMI


"Nunca caí nessa querela relativamente ao FMI. Não faço parte dos que diabolizam o FMI, pela simples razão de que Portugal é membro e não é suposto dizermos mal das organizações a que pertencemos. Mas também nunca fiz parte dos que chamam o FMI, porque vejo Portugal como um Estado Nação e não como um protectorado", afirmou Paulo Portas que hoje almoçou na Feira das Tasquinhas em Rio Maior.

mais importante que a "querela" é de registar o facto de que Portas já está a fazer campanha...nas feiras.

Rui Pereira fez 8 nomeações "antes" da demissão do governo...

O ministro da Administração Interna assinou oito despachos com nomeações precisamente um dia antes do primeiro-ministro anunciar a demissão do Governo.
Contactado pelo jornal "Público", o ministério da Administração Interna referiu que todas as nomeações foram feitas a 22 de Março, data em que o Governo "não estava em gestão".


de certeza que outros, ainda ministros, assinaram, dia 22 de Março, mais uns tachinhos!

será possivel que de entre estes politicos que vão a votos, não saia um politico à séria a dizer BASTA, ou

estão "feitos" uns com os outros na distribuição de tachos e vamos ter que não votar neles?

génios tugas...


Se a direita tiver maioria absoluta, o povo depois não se queixe de que lhe irão privatizar as escolas os hospitais". Clara Ferreira Alves, em o "Eixo do Mal", 26 de Março “Não podemos estar a carpir mágoas sobre a situação actual”. António Mendonça, ministro das Obras Públicas, Transportes e Telecomunicações, no Jornal de Negocios, 31 de Março

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Crise política é “golpe”!


"O Governo sabia antecipadamente o que iria acontecer às contas de 2010 e quis precipitar a crise antes do descalabro final; assim, negociou e ajustou um conjunto de medidas (vulgo PEC-4) apenas e só com os nossos parceiros europeus.

Nesse pacote estava tudo o que o PSD tinha vetado em negociações anteriores (PEC-2 e PEC-3).

Apresentou essas medidas num primeiro momento como inegociáveis.

O PSD, orgulhoso da sua posição disse um «não» também inegociável.

No dia seguinte, o Governo dando o dito por não dito afirmou-se disposto a negociar. Mas o PSD caiu que nem um patinho e o Governo caiu como o próprio queria e planeou" por Luis Campos e Cunha no Publico

Crise política é “golpe”!


O sociólogo António Barreto afirmou que a demissão do Governo foi um “golpe” do ainda primeiro-ministro para provocar eleições, vitimizar-se e que isso aumenta as dificuldades para Portugal se financiar nos mercados.

“Agora estamos em situação praticamente desesperada”, disse ainda o sociólogo, que insistiu na necessidade de realizar uma auditoria às contas públicas.

Se não se realizarem auditorias, há dois problemas. O primeiro é que damos mais um sinal negativo ao exterior, isto é, que temos algo a esconder. Em segundo lugar, perante o eleitorado português, perante os cidadãos, é um factor de deslealdade inadmissível”, concluiu António Barreto.

a culpa é da "coligação negativa"


Portugal apresenta uma das mais baixas taxas de fertilidade na Europa, de apenas 1,32 bebés por mulher, e nos últimos anos registou mesmo uma diminuição, em contraste com a tendência da União Europeia, revela um relatório divulgado hoje em Bruxelas.


O presidente da Sociedade Portuguesa de Ginecologia e Obstetrícia, Luís Graça, defendeu uma penalização para as mulheres que abusam do direito de interromper a gravidez no Serviço Nacional de Saúde (SNS). Mais de 250 mulheres que interromperam a gravidez em 2010 tinham feito três ou mais abortos anteriormente e, destas, quatro já tinham abortado mais de dez vezes. diario digital