Mostrar mensagens com a etiqueta pauloportas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta pauloportas. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 13 de abril de 2021

28 anos depois, ninguém se lembra?


A primeira declaração de intenção para aquisição de novos submarinos é de 1993. O concurso para renovação da capacidade submarina foi lançado em 1998, era Primeiro-Ministro António Guterres. O concurso lançado pelo governo socialista em 1998 previa a aquisição de 3 a 4 submarinos.
O valor estimado, no concurso lançado em 1998, para a aquisição de 3 submarinos aproximava-se dos 2.000 milhões de euros; a Lei de Programação Militar previa recurso ao leasing em cerca de 70% dos valores das várias aquisições.
O Governo PSD/CDS herdou o concurso já na sua fase final (2002). A decisão tomada foi a de reduzir a aquisição para 2 submarinos, baixando o custo de 2.000 M€ para 1.000M€; foi também tomada a decisão de reduzir para 50% o valor da Lei de Programação Militar previsto em leasing, de modo a evitar maiores custos financeiros;
Quando, em 2004, a decisão final é tomada, a dívida pública portuguesa era de 58% do PIB, ou seja, dentro dos limites do Tratado; hoje, depois de 5 anos de governo socialista, essa dívida pública aproxima-se dos 90% do PIB, muito acima do aceitável.
Todos os ministros da Defesa - Veiga Simão, Jaime Gama, Castro Caldas, Rui Pena, Luís Amado e Severiano Teixeira - foram favoráveis à aquisição de submarinos, e inscreveram-na em sucessivas Leis de Programação Militar. O consenso em torno desta capacidade sempre foi estendido ao PS, PSD e CDS (os partidos pró-atlantistas). Na Assembleia da República, a decisão de reduzir para 2 os submarinos a adquirir, foi criticada pelo PS, argumentando que isso colocaria a capacidade submarina de Portugal ao nível da Argélia.
Se Portugal abandonasse a capacidade submarina, seria o único país oceânico da Europa a demitir-se da soberania marítima. Se Portugal o fizesse, todas as responsabilidades marítimas de Portugal seriam imediatamente ocupadas por países vizinhos, em especial pela Espanha (cujo plano de renovação da esquadra, em 1993, entrava em linha de conta com a possibilidade de Portugal perder essa capacidade). jdefesa

28 Anos depois, uns não eram nascidos, outros estão velhos, senão senis. Claro que os “uns”, que sabem ler mas não interpretar, poderiam aprender pesquisando numa internet que “não havia” em 93 e os “outros”, infoexcluidos, regressar aos velhos arquivos em papel…  
De facto há razões para não perceberem!

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

o “conselho naciona” da muleta



Pressionado pelo Conselho Nacional do partido que é tradicionalmente difícil, o líder do CDS-PP, sentiu necessidade de se explicar aos que votaram no CDS nas últimas eleições, assumindo que eles têm razão para protestar e garante que o CDS se vai empenhar a fundo na defesa do Estado Social.
Paulo Portas que recusa o “Estado mínimo” do parceiro de coligação referiu-se ao OE2013 reiterando, e bem, a posição de que o CDS votou favoravelmente o Orçamento para evitar uma crise política, que seria também uma crise financeira.
Esperemos que Portas e a Direcção dos Democratas-Cristãos comecem a ponderar se deixarem de ser a “muleta maltratada” e se redireccionarem em futuras alianças… 

domingo, 28 de outubro de 2012

A metamorfose de Paulo Portas


A liderança de Passos Coelho tem tais características que fez de Paulo Portas um homem de Estado, o único na coligação capaz de dizer que o país deve ser proactivo para com a troika e que o Governo deve procurar entendimentos alargados sobre as saídas da crise.
Que pode fazer a Portugal quem é capaz de dar a Portas espaço para tal metamorfose? por Paulo Pedroso no Banco Corrido

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

a culpa é do Portas…


Merecem voltar à dimensão do táxi
Seja porque integra as “elites(?) disfuncionais” e não tenha ainda interiorizado o que é um país falido, seja pela sua natureza intrínseca que o leva a espetar sempre o ferrão, certo é que a obsessão de Portas passa por se esquivar aos “flocos de neve” da austeridade e minimizar os danos eleitorais.
Este comunicado é a parte II de toda a encenação iniciada com a conferência de imprensa de 16 de Setembro sobre a TSU. O tom é o mesmo, as eternas “razões patrióticas” que o levam a engolir sapos, se dependesse dele jamais haveria tratamentos com dor, ele valida-os porque a força está com os “maus da fita”, mas está contra, que isso fique bem claro.
Acontece que os eleitores não são propriamente uma corja de canastrões ignorantes como a “Corte” sempre os considerou desde os primórdios da revolução “liberal”. A aferir pela amostra das recentes Regionais dos Açores, eles não estarão dispostos a premiar atitudes traiçoeiras ou posturas ubíquas: o CDS foi, de longe, o partido que mais desceu e o seu parceiro de coligação pró-austeridade, o que mais subiu.
Mas o dito comunicado tem algo de positivo, mostra à saciedade a impotência de Portas e do seu partido em criar algo, em corporizar alguma mudança substantiva. Basta ler o seu ponto 3. (bold meu):
Em coerência com o esforço feito dentro do Governo, e em articulação no quadro da maioria, o Grupo Parlamentar do CDS contribuirá para melhorar aspectos do Orçamento de Estado até à conclusão do respectivo processo.
Interessa-lhes a forma e não o conteúdo. Que ninguém se iluda que daquele lado sairá alguma proposta relevante de redução da despesa que vá para além da proibição de gravatas no Verão ou da obrigatoriedade de samarras no Inverno. Portas e o CDS têm todos os vícios do regime e encaram o poder como o instrumento privilegiado para a compra de votos e consolidação de clientelas, algo incompatível com cortes de despesa. Manterão sempre um pé neste governo, mas prontos e disponíveis para integrarem o próximo.
Ainda não entenderam que o mundo mudou e o dinheiro se esgotou. Merecem voltar à dimensão do táxi. por LR  no  Blasfémias 
 
 
Paulo Portas: agarrado ao tacho
O líder do CDS-PP está a desperdiçar a confiança do seu eleitorado ao enveredar por uma aventura cujo desfecho foi antecipado por todos. E não vale a pena vir a terreiro com o paleio estafado do patrioteirismo. Muita ambição com maus conselheiros dá sempre para o torto. Até com um governo que passa a vida a desbaratar a credibilidade de algumas medidas por causa dos amigos e das clientelas. por Rui Costa Pinto  no mais actual 
 
 
Da coligação
1. Primeiro, um reconhecimento: não contava que o CDS fizesse a figura triste que está a fazer e nunca achei que por esta altura fossem divergências entre os dois partidos da coligação que estivessem à beira de lançar o país numa crise política. Sobre as minhas limitações enquanto analista, estamos conversados. Dito isto, permitam-me reafirmar que não temo a crise política, se ela tiver de vir, que venha. Mais ainda: defendi que Passos Coelho devia ter-se demitido, alegando não ter capacidade para seguir o caminho que tinha escolhido para o país, logo após a decisão do Tribunal Constitucional. O meu único receio é que à pala da conversa da crise política, entreguem o poder a um qualquer Monti sem que este tenha de vir a uma campanha eleitoral explicar-me o que pretende fazer.
2. Este texto do Henrique Raposo, secundado pela Maria João Marques, é um bom ponto de partida para discutir o ar que se respira hoje em Portugal. Entendamo-nos, não é o provocar da crise política que tornará o CDS irresponsável, mas antes o facto de não ter uma verdadeira alternativa ao que está a ser feito. Se tem, alguém que me explique qual é. Depois, escreve o Henrique, que este é um «orçamento injusto e que protege o status quo». Em parte terá razão, mas torno a interrogar: que propostas tem o CDS, ou quem quer que queira chumbar o actual orçamento, para o tornar mais justo? Que outros cortes na despesa/aumentos da receita propõe o CDS enquanto partido do Governo e que Vítor Gaspar não tem aceite? O ar está cheio de retórica e politiquice, mas de concreto, nada. Não me peçam para elogiar isso, porque por norma não elogio o vazio. Como pequena nota de rodapé, acrescente-se que o mesmo Henrique que sinaliza a irresponsabilidade das estradas que foram construídas, refere-se ao OE para 2013 como um que defende o status quo, talvez ainda não tenha reparado que a construção de estradas parou e as empresas de construção civil estão quase todas à beira da falência. Um pormenor, certamente. Mas estando numa de elogios e de status quo, permitam-me fazer o elogio do Álvaro e o desprezo da Cristas.
3. Para terminar, quer-me parecer que a história que se desenrola agora tem algumas semelhanças com a que se desenrolou entre Sócrates e Passos Coelho no período 2010-11. Só muda o facto de Passos ter passado a desempenhar o papel que coube a Sócrates e Portas o que era de Passos. Da outra vez, houve um jogo do gato e do rato para apurar quem ficava com a responsabilidade de termos recorrido à troika, quando era certo que a troika, mais cedo ou mais tarde, viria. Agora, andam num jogo do gato e do rato para saber quem fica com a responsabilidade de um «segundo resgate» - perdão de dívida incluído? - quando tal começa a assumir contornos de inevitabilidade. Um jogo que tem, para mim, muito pouco interesse. por Mr. Brown n’ Os Comediantes
 
Miguel Relvas: "Não há espaço para estados de alma"
O ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, deixou nesta quinta-feira, na Assembleia da República, o que pareceu ser um recado às bancadas da maioria e ao ministro Paulo Portas, ao afirmar que não há espaço para "estados de alma" nem para "países imaginários”. por Rita Brandão Guerra no Publico

quarta-feira, 25 de julho de 2012

o nível de impostos já atingiu o seu limite, diz Portas

Paulo Portas, defende na carta aos militantes que os partidos do "arco da governabilidade" devem ter "prudência e responsabilidade" perante o agravamento da "incerteza externa", defendendo "diálogo privilegiado" com o PS, ao qual exige ponderação.
O líder democrata-cristão afirma que "o nível de impostos já atingiu o seu limite" - como foi divulgado pelo Expresso no mês passado -, justifica que "praticamente todas as medidas fiscais tomadas" resultam do "cumprimento de obrigações do acordo externo", defendendo uma "política fiscal seletiva, competitiva e favorável à família, à empresa e ao trabalho" para o período pós ´troika'.
No mesmo sentido, Portas reitera o apelo a que "o Partido Socialista pondere melhor a tentação de fazer oposição a qualquer preço", lembrando que o "triunvirato" sobre o qual os socialistas dirigem a sua oposição "entrou em Portugal pela sua mão". ACL. Lusa 

Paulo Portas reapareceu e, fico preocupado, ainda não emergiram os submarinos.

sábado, 7 de julho de 2012

"Tratamos bem quem trata bem Portugal"

"Dentro de algumas semanas, o Estado português disporá de uma política atractiva, competitiva para aqueles que acreditam em Portugal agora, transferindo capital para o nosso sistema financeiro - o que o vai reforçar -, adquirindo casas ou terrenos em Portugal para activar o mercado imobiliário ou criando postos de trabalho através de investimentos", revelou Paulo Portas.
Quem acreditar em Portugal "neste momento" - em que o país mais precisa - será bem tratado. "Obviamente saberemos dar títulos de residência que são, se comparados com os de outros países, mais favoráveis", afirmou. DM.

Em 2013, assinalam-se 500 anos da chegada de Jorge Álvares à China, uma data que o ministro português não quer que passe em branco: "Não é assim uma coisa muito frequente duas nações conhecerem-se há 500 anos, e Macau é, porventura, o lugar ideal para valorizar culturalmente esse conhecimento". noticias.msn

Embora “tempo” tenha um significado diferente para europeus e orientais esperemos que o “dentro de algumas semanas…” signifique menos que 52 ou 104!
A talhe de foice: A experiencia diz-me que após o trabalho do MEeNE, reconhecido como importante pela China, em breve os jornalistas que temos irão fazer emergir os submarinos…

sexta-feira, 13 de abril de 2012

submarina...

Ex-ministro da Defesa da Grécia detido por corrupção nos submarinos

...
O processo dos submarinos nasceu a partir de duas escutas a conversas de Abel Pinheiro e Paulo Portas no âmbito do caso Portucale, cujo acordão foi conhecido nesta quinta-feira e em que todos os arguidos foram absolvidos.
Por Lurdes Ferreira no Público em 12.04.2012 - 21:04

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

submarinos pr’ atacar Olivenza, JÁ!

O alcaide de Olivenza resolveu festejar a anexação do território há 211 anos. O PS não gostou e tenta impedir a festa. A polémica está aberta entre autarquias dos dois países. Logo os deputados socialistas Maria de Belém Roseira, Alberto Martins, Basílio Horta, Paulo Pisco, Laurentino Dias e Gabriela Canavilhas pediram ao Governo português que impeça o que chamam de mega produção.
Também o Grupo dos Amigos de Olivença exortou hoje o ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, a solicitar a "anulação" da parte de Espanha da "megaprodução hostil" para comemorar a Guerra das Laranjas de 1801, prevista para aquela localidade. 

Haja imaginação:
Seria preferivel, como resposta, nós, por cá, comemorarmos, a 26 de Maio, os 368 anos da Batalha do Montijo, travada perto da Badajoz, onde 7.000 portugueses conseguiram derrotar 8.500 espanhóis, transformando um confronto que inicialmente se revelava desfavorável, numa retumbante vitória.
Ou, no próximo 13 de Janeiro, os 354 da Batalha das Linhas de Elvas onde as forças espanholas derrotadas tiveram cerca de 2,500 mortos, 4,000 prisioneiros, e na fuga abandonaram 15.000 armas e 20 bocas de fogo capturadas, para além de muito outro material militar.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

CDS/PP avança sozinho para a Câmara do Porto?

«Quando chegar a hora das novas eleições e visto que há a questão da limitação dos mandatos, o CDS reserva para si toda a liberdade estratégica para definir qual é a melhor opção a pensar apenas e só no Porto e nos interesses do Porto», afirma Paulo Portas já que,  adianta o acordo de coligação assinado para formar Governo não obriga o CDS a concorrer sempre com o PSD nas próximas autárquicas. Apenas ficou escrito um «dever de consulta».
O líder centrista, afirma o semanário SOL, não descarta de facto a hipótese de avançar com uma candidatura própria à segunda autarquia do país. Seja esta com um candidato do partido, ou apoiando um independente que se perfile para a corrida.
Os bem informados jornalistas David Dinis e Helena Pereira dão um Exemplo:
Rui Moreira, presidente da Associação Comercial do Porto, que nem por acaso esteve nesse encontro da concelhia, precisamente na mesa de Paulo Portas.

e até aparece um comentadeiro a pronunciar-se assim:
jooliveira

18.02.2012 - 15:13
Mas não há cais para os submarinos atracarem, logo não é necessário deslocar pessoal para o Porto para proceder à sua manutenção e limpeza.
Não nos diga que pretende construir um cais para submarinos no Cais de Gaia.
Malucos já temos alguns por cá
pois têm...e votam!

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Governo “transparente” no negócio com chineses

O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, salientou hoje a transparência com que decorreu o processo que levou à compra de parte da  EDP pela China Three Gorges Corporation.
Esta decisão prova que o Governo foi absolutamente transparente. Portugal tem um problema de défi ce e de dívida. A proposta chinesa significava a melhor receita e ajuda no endividamento e, por isso, numa altura em que se pede sacrifícios às pessoas, não faria sentido que aqueles que oferecem melhor preço fossem prejudicados”, afirmou Portas depois da assinatura do contrato de compra de 21,35% do capital da EDP.
Portas quis ainda sublinhar a importância de a primeira das privatizações correr bem ao referir que “era muito importante que a primeira decorresse de acordo com as melhores práticas internacionais. E era bom que os que ganharam e não ganharam saibam reconhecer que o processo foi transparente e todos o fizeram”, referindo-se aos principais concorrentes da Three Gorges: os brasileiros da Cemig e os alemães da E.On.
Também o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, se mostrou satisfeito com o negócio, que, disse-o sucintamente, mostra que Portugal tem a “capacidade de atracção de investimento estrangeiro”.

domingo, 27 de novembro de 2011

Ministro mal informado ?

Paulo Portas (CDS/PP) foi mal informado por José Cesário (PPD/PSD), sobre contas deficitárias do Consulado de Osnabrück afirma Nelson Rodrigues, o coordenador do movimento "Osnabrück não Desiste".
"Fomos obrigados a fazer escolhas" e os postos a serem fechados são "os que têm maiores prejuízos, maior défice", disse José Cesário, esta semana, à agência Lusa.
"Isso é uma mentira escandalosa e não corresponde aos factos". "O vice-consulado de Osnabrück tem uma despesa anual fixa de 42 mil euros e tem entradas superiores aos cem mil euros. É uma das poucas unidades consulares a nível mundial com resultado positivo. Logo, as afirmações do secretário de Estado José Cesário não correspondem a verdade", argumenta Nelson Rodrigues.
Segundo Nelson Rodrigues, o vice-consulado tem três funcionários (mais o vice-cônsul) para atender cerca de 23 mil pessoas da região, "que corresponde 101 mil quilómetros quadrados, o equivalente a 66 por cento do território português." noticias.pt

domingo, 6 de novembro de 2011

há cada vez mais “gregos”…

O Governo grego excluiu a demissão de George Papandreou como primeiro-ministro antes de ser conseguido um acordo entre os partidos para a formação de uma nova equipa governativa.
"Devemos concluir esta noite um acordo para a formação de um Governo de 'cooperação' nacional, é possível se todos demonstrarem a coragem necessária. Também seria útil termos esta noite o nome do primeiro-ministro", afirmou, Ilias Mosialos, o ainda porta-voz do Governo Helénico.

Isto fez-me lembrar o tempo em que o agora desaparecido Paulo Portas sugeriu ao PS que indicasse para primeiro-ministro, um substituto "moderado" e "com os pés assentes na terra". E que, sob essa nova liderança socialista, se celebrasse uma coligação para, nos três anos que restavam até ao final da legislatura em 2013, "tirar Portugal deste atoleiro". Pinto de Sousa fez-lhe o seu melhor sorriso amarelo, avançou com mais um PEC, e celebrou o acordo com os “donos” da UE.
O remédio Portas teria sido uma melhor solução que a que se seguiu, da tróica às eleições e àquilo que temos agora e ninguém aprendeu nada, pois parece que, se nós nos estamos a ver gregos, os helénicos querem parecer-se connosco.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Subscrevo, e os outros?

«A dívida não é boa ou má consoante a cor dos governos. A dívida quando é excessiva é sempre má porque hipoteca o presente e limita a margem de manobra das novas gerações no futuro.» Era bom ver todos os que criticam a política económica de Jardim na Madeira a concordar com isto, quer para não passarem por hipócritas, quer para colocarmos de uma vez por todas a hipótese de estímulos keynesianos à economia portuguesa na gaveta. É que sendo certo que fruto das circunstâncias a possibilidade de um estímulo keynesiano à economia portuguesa está-nos vedada, não é menos certo que há muita gente que continua a sonhar com um como suposta alternativa à austeridade a que estamos submetidos. Estes últimos deviam ter visto na Madeira a concretização do sonho, não o viram, ou a culpa é dos óculos que usam ou deixaram de sonhar. Aceitam-se explicações. por Mr. Brown no Os Comediantes

domingo, 10 de julho de 2011

dava para pagar um submarino...

Há anos que o politico, agora ministro, clamava contra esta burla... mas "alguém" se esqueceu de o referir!
A memória selectiva de alguns é uma coisa extraordinária...

sábado, 28 de maio de 2011

entre o Frize e a Marmeleira

o regresso à “loura da Marmeleira”
Julgo, aliás, estranha esta nova mania de Passos Coelho e seus apoiantes agitarem a lei da rolha como forma de tentar silenciar ou atenuar as críticas à sua estratégia. Eu próprio recebi uma mensagem para ter cuidado com a lei da rolha - que ignorei majestosamente. Felizmente, a um partido de gente sensata, que repugna o totalitarismo de pensamento e acção. Até porque Passos Coelho prometeu revogar a lei da rolha e, até lá, não a aplicar. Então, agora que lhe convém abafar os seus próprios erros, já há gente no PSD que pretende seguir a deriva sovietizante? Seria um mau - um péssimo! - sinal. por João Lemos Esteves expresso
e o partido Frize
O novo estilo centrista de Paulo Portas resulta. E assusta um PSD desnorteado. Prova disso é o anúncio da disponibilidade do outrora liberal Coelho em rever a lei do aborto. Para reagir ao CDS, o novo PSD encontrou o seu lugar: bem à direita de Portas. Mais extremista no combate ao Estado Social, igual em tudo o resto. Não percebe o verde Coelho que é no centro que os votos lhe estão a fugir para o CDS. Passos entusiasmou-se e foi radicalizando o discurso. Portas, camaleão como sempre, adaptou-se e deu ao seu partido um ar um pouco mais social. por Daniel Oliveira expresso

e os submarinos "emergiram"...

 A verdade é que Paulo Portas não é arguido no processo e o DCIAP recusou-se sempre a esclarecer se é suspeito. "Só posso fazer o comentário habitual: quando há eleições os submarinos emergem, quando não há submergem", disse hoje ao Expresso o líder do CDS, durante a campanha para as eleições de 5 de junho.
As respostas, às perguntas enviadas pela PJ e DCIAP que investigam um possível crime de corrupção no processo dos submarinos, chegaram na passada semana e o juiz de instrução do processo, Carlos Alexandre, fez um despacho a prolongar por mais dois anos o segredo de Justiça. "Só podemos supor que as respostas têm matéria sensível para os suspeitos", diz uma fonte judicial próxima do processo.
A noticia, por Rui Gustavo, Luísa Meireles, chegou ao expresso às 19:47 de Sexta feira, 27 de Maio de 2011, dia em que os Democratas-Cristãos voltaram a subir na sondagem publicada pelo semanário.
eu não acredito em bruxas, pero...

sexta-feira, 27 de maio de 2011

o voto dos portugueses é livre, não tem dono e merece-se...

Em campanha em Santarém o Presidente do CDS falou do “incómodo” que o partido está a causar aos adversários à sua esquerda e da capacidade do partido de conquistar esses votos. E ironizou: “Qualquer dia em vez de começar os discursos por minhas amigas e meus amigos, vou ter de começar por companheiros, companheiras ou até por camaradas porque há tanta gente vinda de tanto lado”.
... e num recado directo aos ex-líder dos sociais-democratas que disse “não haver terceira via” nestas eleições, Paulo Portas, afirmou que “O CDS não é a terceira via, é a nova via, uma nova equipa, uma nova esperança”. Momentos antes, o cabeça de lista por aquele distrito, Filipe Lobo de Ávila, também enviou um recado às vozes dos populares-democratas que têm “atacado” o CDS: “Esqueçam as sondagens, esqueçam os Marcelos, esqueçam os Mendes, esqueçam os Veigas desta vida. O voto dos portugueses é livre, não tem dono e merece-se”.
Isto está a ficar interessante!!!

quarta-feira, 25 de maio de 2011

cultura democrática...ou recado aos barões?

O líder do CDS-PP esteve hoje numa "reunião institucional" com o presidente da Câmara do Porto, Rui Rio, enaltecendo o "exemplo positivo" de uma coligação onde cada partido mantém a "identidade" e onde a "despesa está controlada".
"Nesta Câmara Municipal funciona há três mandatos uma coligação entre o PSD e o CDS, uma coligação que respeita a identidade de cada partido, mas em que cada partido contribui para o bem comum", afirmou Paulo Portas aos jornalistas.
À saída de um encontro de quase uma hora na autarquia do Porto, que Portas definiu como uma "reunião institucional", o líder democrata-cristão quis "sublinhar não só a forma como essa cooperação decorre como o trabalho que os vereadores do CDS têm feito".