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quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Espanha paga os juros mais altos a dez anos




Madrid foi obrigada a conceder a mais alta taxa de juro para um empréstimo a dez anos, que atingiu os 6,044% quando na última emissão, em Abril, as obrigações com igual maturidade foram taxadas a 5,74%.
A Espanha transacionou 611 milhões de obrigações a dez anos, 638 milhões a dois anos e 825 milhões a quatro anos, para um total de 2,1 mil milhões de euros. euronews

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Espanha preocupante!

O Risco da dívida espanhola a 10 anos sobe para o valor mais alto desde a adesão ao euro oje.pt

Quase no final da jornada o risco da dívida espanhola - medido pelo diferencial entre os títulos espanhóis e alemães a 10 anos - atingiu os 529 pontos base, com os juros exigidos pelos investidores para negociarem títulos a 10 anos a ficar acima dos 6,8%, o valor mais elevado desde a entrada no euro. oje.pt   Actualizado às 14.21

segunda-feira, 23 de abril de 2012

não nos “baralhem”

"Não vejo razão alguma para quaisquer mudanças ao programa português", afirmou Christine Lagarde em conferência de imprensa durante a Reunião de Primavera daquela instituição financeira, quando questionada pela Lusa sobre a possibilidade de ajustamentos ao programa de ajuda externa a Portugal. económico

Rob Vos, Director de Análise de Políticas de Desenvolvimento das Nações Unidas, disse à Lusa que Portugal precisa de "políticas inteligentes" de estímulo de curto prazo à economia para quebrar o "ciclo vicioso" da crise económica e financeira. PDF 

Poul Thomsen, responsável do Departamento Europeu do Fundo Monetário Internacional, afirmou que o programa de ajuda externa a Portugal, que dirigiu, e o da Grécia, só terão sucesso se ambos os países resolverem os seus “problemas estruturais profundos”. Lusa 

Para A.J.Seguro, o secretário-geral do PS, “as receitas que têm sido aplicadas para sair da crise estão completamente erradas”, frisando a importância de “encontrar soluções que coloquem o emprego e o crescimento económico como prioridade para a consolidação das contas públicas”.
“As instituições internacionais nestes momentos dizem sempre o que já diziam há dois ou três anos, que os países vão no bom sentido, também diziam isso em relação à Grécia”, afirmou o líder socialista, acrescentando que “a realidade é bem diferente e os resultados da política de excesso de austeridade deste Governo são resultados negativos”. publico

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

As PPP, o roubo de uma geração

Entre 2014 e 2026, nós, portugueses, iremos pagar todos os anos mais de 1.500 milhões de euros em PPP. 1500 milhões é o mínimo, porque a conta pode chegar aos 2500 milhões (entre 2014 e 2018). Até 2038, iremos pagar - no mínimo - 1000 milhões por ano. A conta das PPP só baixará dos 500 milhões por ano em 2040. Ou seja, os meus netos ainda vão ter de pagar a conta deixada por Sócrates. Como já afirmei, a questão não é a reestruturação da dívida (até porque isso nem depende só de nós; estamos numa moeda partilhada). A grande questão passa por reestruturar esta conta com os construtores e concessionárias. por Henrique Raposo no Clube das  Republicas Mortas

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

noticias menos más no leilão dos Bilhetes de Tesouro

Apesar do anúncio das novas medidas de apoio à Grécia, Portugal e Irlanda, a pressão sobre a Itália e a Espanha continua a fazer-se sentir e Chipre começa a surgir como uma economia potencialmente vulnerável.

A taxa de juro das obrigações hoje leiloadas (750 milhões de euros em Bilhetes do Tesouro) que se vencem a 18 de Novembro de 2011, foi de 4,967 por cento, ficou ligeiramente abaixo da da última emissão idêntica que, em 21 de Julho, tinha sido de 4,982 por cento.
A procura foi 2,6 vezes a oferta, acima dos 2,4 verificados naquela data. dn

No próximo dia 17 serão reabertas duas linhas de Bilhetes do Tesouro, a três e seis meses, num montante compreendido entre 750 milhões e 1.250 milhões de euros, com vencimentos a 18 de Novembro deste ano e a 17 de Fevereiro de 2012.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

CONDIÇÕES DA REFORMA FINANCEIRA

Em 27 de Abril de 1928, devido ao falhanço das negociações de um empréstimo de 12 milhões de libras, devido à não aceitação pelo governo português das condições draconianas impostas pela Sociedade das Nações para aprovar o empréstimo, Antonio O. Salazar foi convidado para Ministro das Finanças e disse:

"Não tomaria, apesar de tudo, sobre mim esta pesada tarefa, se não tivesse a certeza de que ao menos poderia ser útil a minha acção, e de que estavam asseguradas as condições dum trabalho eficiente. V. Exa. dá aqui testemunho de que o Conselho de Ministros teve perfeita unanimidade de vistas a este respeito e assentou numa forma de íntima colaboração com o Ministério das Finanças, sacrificando mesmo nalguns casos outros problemas à resolução do problema financeiro, dominante no actual momento.

Esse método de trabalho reduziu-se aos quatro pontos seguintes:

a)que cada Ministério se compromete a limitar e a organizar os seus serviços dentro da verba global que lhes seja atribuída pelo Ministério das Finanças;

b) que as medidas tomadas pelos vários Ministérios, com repercussão directa nas receitas ou despesas do Estado, serão previamente discutidas e ajustadas com o Ministério das Finanças;

c) que o Ministério das Finanças pode opor o seu «veto» a todos os aumentos de despesa corrente ou ordinária, e ás despesas de fomento para que se não realizem as operações de crédito indispensáveis;

d) que o Ministério das Finanças se compromete a colaborar com os diferentes Ministérios nas medidas relativas a reduções de despesas ou arrecadação de receitas, para que se possam organizar, tanto quanto possível, segundo critérios uniformes.

Estes princípios rígidos, que vão orientar o trabalho comum, mostram a vontade decidida de regularizar por uma vez a nossa vida financeira e com ela a vida económica nacional.

...

Sei muito bem o que quero e para onde vou, mas não se me exija que chegue ao fim em poucos meses. No mais, que o País estude, represente, reclame, discuta, mas que obedeça quando se chegar à altura de mandar. A acção do Ministério das Finanças será nestes primeiros tempos quási exclusivamente administrativa, não devendo prestar larga, colaboração ao Diário do Governo. Não se julgue porém que estar calado é o mesmo que estar inactivo."

Em quatro anos as Finanças Públicas foram saneadas mas, mais tarde, em 5 de Julho de 1932 foi nomeado Chefe do Governo, lugar que manteve até 6 de Setembro de 1968...

(dificilmente poderão imaginar quanto me custou relembrar esta peça da nossa história...)

quarta-feira, 13 de abril de 2011

“gastámos o que não tínhamos e vamos pagar esse preço”

“O ponto a que chegámos está a afectar a imagem do país, das empresas e a credibilidade do país cá fora. Portugal está a ser visto como um país de terceiro mundo. Como portuguesa, estou preocupada”. Estela Barbot (FMI)

terça-feira, 12 de abril de 2011

LEGADOS do ESTADO A QUE ISTO CHEGOU!

Fonte: 1850-1900: Neves (1994); 1900-1973: Mata e Valério (1994), 1974-2009: AMECO
por Alvaro Santos Pereira 2010) no DESMITOS

um sério aviso à Democracia e aos Partidos Portugueses

terça-feira, 8 de março de 2011

Dívida portuguesa em máximos antes da cimeira europeia

Os juros cobrados pelos investidores para comprarem dívida soberana de Portugal, no mercado secundário, voltaram ontem a bater novos máximos, depois de a Moody's ter baixado a classificação da dívida grega. A turbulência agrava-se na zona euro em vésperas da cimeira europeia crucial para resolver a crise das dívidas dos Estados. DN
e agora a noticia é
A agência de notação financeira Moody’s anunciou hoje que decidiu baixar em um nível a nota da dívida soberana de Espanha de Aa1 para Aa2. A Moody’s diz que continua a encarar com ceticismo as capacidades do Governo espanhol para melhorar a economia do país e avisa que poderão estar na calha mais cortes do “rating” do país. tv1
ora como o mexilhão somos nós...

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

o importante é passar uma mensagem positiva...


imagem de desespero para mais tarde recordar...
O ministro da Presidência considerou hoje "absolutamente lamentável" as declarações de Passos Coelho em Paris, que afirmou que a liquidez de Portugal tem sido feita à custa de "taxas insustentáveis" que têm um "custo insustentável a médio e longo prazo".

"A instabilidade e os comentários feitos pelos restantes partidos não ajudam o país, é o pior que se pode fazer num momento em que o importante é passar uma mensagem positiva", afirmou Pedro Silva Pereira, no final da reunião do Conselho de Ministros.

Sobre o valor dos juros da dívida, que atingiu esta manhã um novo recorde, o ministro da Presidência lembrou que essa situação não aconteceu isoladamente em Portugal, mas sim em vários países europeus. "Os resultados da execução orçamental foram bastante positivos e, por isso, Portugal tem razões para confiar na sua capacidade de atingir bons resultados".

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

empréstimos a 10 anos a 7,63%

De acordo com a Bloomberg, a 'yield' exigida pelos investidores no mercado secundário para comprar títulos de dívida soberana portuguesa com maturidade a dez anos agravou-se para os 7,63 por cento e a taxa genérica superou os 7,5 por cento, agravando-se para os 7,516 por cento.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Vendeu ou não Vendeu ? Entendam-se!


VENDEU
O ministro dos Negócios Estrangeiros que acompanhou o primeiro-ministro na visita ao Qatar, confirmou ao enviado especial da SIC que o governo português está a tentar vender dívida soberana a países do Médio Oriente, designadamente a investidores do próprio Qatar.
NÃO VENDEU
O primeiro-ministro garantiu ao
Público que a possibilidade de venda da dívida portuguesa ao Qatar, que tem um dos maiores fundos soberanos do mundo, “não foi discutida”.

entendam-se!

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

China disponível para comprar divida portuguesa


«A situação económica e financeira em Portugal tem sido sempre o centro das nossas atenções», disse a vice-ministra dos Negócios Estrangeiras chinesa, Fu Ying, ao ser questionada pela agência Lusa, em Pequim, sobre a possibilidade de a China adquirir parte da dívida portuguesa.
«A Europa tem sido sempre um dos principais mercados para o investimento das reservas da China em divisas».
«Temos vontade para participar nos esforços dos países europeus para recuperar da crise», acrescentou.
As reservas da China em divisas, as maiores do mundo, somavam 1,92 biliões de euros em Setembro passado e o presidente chinês, Hu Jintao, chegará a Lisboa a 6 de Novembro.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

uma boa noticia: Juros da dívida portuguesa estão em queda


Os juros exigidos hoje pelos investidores para comprar títulos de dívida portugueses com maturidade a dez anos era de 5,57 por cento pelas 13:18, um valor que já não era atingido desde Setembro.
O máximo, a dez anos, 6,512 por cento, tinha sido atingido em 28 de Setembro.
DN

Recorde-se que a proposta de Orçamento foi divulgada a 29 e que a subida dos juros nos dias anteriores terá sido uma forma de pressionar governo e partidos.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

mais uma má noticia: Juros voltam a subir

a boa noticia durou apenas 24 horas

Os juros da dívida de Portugal voltou ontem a agravar-se, depois de várias sessões de sucessivas quedas, na sequência de um alerta da agência de notação financeira Moody's. Em declarações à Bloomberg, Anthony Thomas, analista da agência norte-americana, sublinhou que, mesmo que Portugal consiga reduzir o seu défice abaixo de 3% do PIB em 2012, continuará a ser um país altamente endividado.
Face a estas declarações, a yield das obrigações do Tesouro a 10 anos subia ontem para 6,21%, mais 0,14% do que o valor registado no dia anterior.

uma boa noticia... antes das más.

Os juros exigidos pelos investidores no mercado internacional para comprar os títulos de dívida portuguesa a dez anos voltaram hoje a baixar.Hoje, os investidores exigiam um juro de 6,195 por cento pelos títulos de dívida portugueses com maturidade a dez anos, menos 0,014 pontos do que na terça-feira.
Uma boa noticia...