domingo, 30 de agosto de 2009

TRESANDA A PEIXE ESTRAGADO

Graças a Deus, há mais PS para lá de Sócrates cuja usura da paciência geral superou todos os limites. Todos os apoios de que beneficia logo se dissiparão quando averbar 17% ou 18% ou 19% ou 20% nas próximas legislativas.
Nessa altura se compreenderá que o Oceano de Assessores do Governo-PS de nada serve contra a autópsia operada pela bloga livre e cívica e por todos os que souberam conservar-se independentes e lúcidos.
E se verá que essa treta de "progresso" e "modernidade" sôfregos, em registo feirante para enganar papalvos, não passaria da última pazada para cima de um País já agonizante.
Refinado coveiro que tresanda a peixe estragado.
Quatro anos e meio de marreta progressesca e moderneira com retrocessos violentos na Verdade e na Fiabilidade, na Justiça e na Liberdade.
Um líder sem escrúpulos capaz de todas as entorces e violentações sobre pessoas e consciências apenas para ostentar índices melhorados e a pompa de aparentar.
Grande pregador batido e coçado, rei do anedotário em Língua Portuguesa, excelentíssimo Quase-Passado, quase Nunca-Mais!:

Tribunal manda deter 11... em democracia?

Um tribunal de Caracas acedeu a um pedido do Ministério Público da Venezuela e ordenou a detenção de 11 manifestantes opositores do regime do presidente Hugo Chávez.
Segundo um comunicado da Procuradoria-Geral da República, os detidos são acusados de alterar a ordem pública, provocar lesões a um polícia, "resistência à autoridade" e "atentado contra a segurança na via pública" e estão detidos na prisão de La Planta, El Paraíso, a oeste de Caracas.
A detenção foi descrita pelo advogado dos manifestantes como uma "grosseria judicial" já que "não há declarações de testemunhas" nem nenhuma vítima concreta."Não há uma vítima particular, apenas os funcionários policiais com dupla função: a de polícia e a de vítima", disse.
Os manifestantes foram detidos a 26 de Agosto, quando protestavam contra uma nova lei municipal que, segundo consideram, levará ao despedimento de seis mil trabalhadores da Câmara ao reduzir em mais de 90 por cento as receitas daquela entidade.
O protesto foi reprimido pela polícia com bombas de gás lacrimogéneo e balas de borracha.
JN

sábado, 29 de agosto de 2009

limitação de bónus a gestores da banca


A chanceler Angela Merkel e o presidente francês Nicolas Sarkozy reúnem-se na segunda-feira, em Berlim, para preparar a Cimeira do G-20, em fins de Setembro, em Pittsburgh, destinada a tomar medidas contra nova crise económica e financeira.
Em comunicado publicado pela chancelaria federal refere-se que "Os sistemas de remuneração podem contribuir para elevar os riscos sistémicos que emanam de um banco e a Alemanha já tomou uma série de medidas para evitar excessos nas remunerações de gestores"
Merkel, em entrevista, afirmou que "é irritante que neste domínio alguns bancos continuem a fazer quase o que já faziam" e "não é possível que os bónus sejam muito superiores aos salários-base", "Sobretudo é importante que os bónus não sejam pagos de imediato, mas só após um determinado prazo, quando já se souber se a gestão teve sucesso sustentável, ou se o sucesso foi apenas efémero".
Sarkozy anunciou, por seu turno, que pretende celebrar com Berlim e com Londres um compromisso para haver uma iniciativa comum dos três grandes da União Europeia quanto à limitação dos bónus dos gestores,
Alistair Darling, ministro das Finanças britânico, também já admitiu também a possibilidade de legislar contra o pagamento de bónus excessivos a gestores.

a tentar aguentar os "tachos" e porque se julgam génios insubstituiveis, estão contra:
Bruce Forster, presidente da South Beach Capital Markets de Miami, considerou os planos de Sarkozy "ameaçadores" e disse recear que o presidente Barack Obama "se deixe influenciar pelos sussurros" do chefe de Estado francês na Cimeira do G-20 porque "Obama já anteriormente mostrou simpatia por este género de propostas".
Alguns analistas e gestores não esconderam o seu desagrado. "Trata-se de uma medida demagógica", disse ao jornal económico alemão Handelsblatt Michael Holland, do Brokerhaus Holland & Co.
Bancos ingleses já advertiram para o risco de um êxodo em massa da 'city' londrina, a praça financeira mais importante da Europa, se o Estado cortar radicalmente os bónus.
baseado em noticia do semanário "i"

pós-férias causa irritabilidade e problemas de concentração

Segundo um documento de recomendações que a Sociedade Espanhola de Medicina da Família e Comunitária (SEMFC) publica anualmente por esta altura, todas as pessoas sofrem desta síndrome, quando depois de um período de descontracção se vêem obrigadas a regressar à rotina laboral, que normalmente está associada a uma série de outras rotinas, o que «desencadeia um estado de ansiedade».
Para Madalena Lobo, psicóloga clínica especializada em perturbações de ansiedade, esta síndrome, é, no fundo, uma «versão mais alargada da sensação que as pessoas sentem Domingo à noite, de ter que voltar ao trabalho, que nos deixa a todos um pouco 'em baixo'».
A adaptação do organismo à nova realidade de ter de regressar ao trabalho é tanto mais complicada, quanto maior for o período de descanso: «Voltar à rotina depois das férias quer dizer que o organismo tem de adaptar-se a um novo horário de deitar, levantar e à hora limitada de refeição no trabalho, etc.».
As pessoas, explica, são confrontadas com "uma necessidade de mobilização a todos os níveis que induz uma reacção de stress" muito grande: «Esta adaptação súbita e brutal, que o organismo tem de fazer para passar de um ritmo de aceleração para outro completamente diferente faz com que as pessoas se sintam mal» e apresentem alguns dos sintomas acima referidos.
Já Telmo Baptista, presidente da comissão instaladora da Ordem dos Psicólogos, explica que o que as pessoas sentem no regresso ao trabalho é «apenas um processo de readaptação», considerando «exagerado falar-se em depressão pós-férias».
«A pessoa vai estar de novo sujeita a horários apertados e a um ritmo mais acelerado, após um período em que normalmente dispomos das coisas, não estamos dependentes de horários e somos muito mais senhores de nós próprios», refere.
Segundo este especialista, quem vai uma semana de férias, «se calhar nem teve tempo de desacelerar o ritmo de trabalho e não terá sequer manifestações de stress pós-férias».
Madalena Lobo precisa que o stress «tem a ver com uma pressão que é exercida sobre o organismo, seja esta boa ou má», salientando que também «há pessoas que quando entram de férias adoecem, porque o seu organismo demora a adaptar-se ao novo ritmo fisiológico».
Segundo a psicoterapeuta, para tornar o regresso ao trabalho «menos penoso», o melhor que as pessoas têm a fazer é «um 'fade out' das férias, ou seja, reservar dois a três dias para, progressivamente, começarem a reajustar os seus ritmos para voltar a encontrar o seu ritmo biológico».
Isto quer dizer, «de uma forma gradual, começar a levantar-se perto da hora que vão ter que levantar-se, deitar-se mais cedo, começar a modificar hábitos alimentares, reorganizar algumas coisas para a reentrada e estruturar mentalmente as rotinas», precisa. in Lusa/
Sol

bem sei que isto é "silly season" mas estou de acordo...após um mês de férias qualquer tuga que se preze deve ter direito a igual periodo de repouso. Óbviamente pago.

um Programa “clarificador” e “divisor de águas”

Pina Moura, ex-ministro das Finanças do Governo PS de António Guterres, considera o programa eleitoral do PSD “mais duro e mais focado” do que o do PS.
Para o ex-ministro, o PSD apresentou um documento “clarificador” e “divisor de águas” e que tem como base a “assunção de que os recursos são escassos”.
Pina Moura defende que não se pode continuar a deixar crescer a despesa pública:
Por muito que o PS tenha feito nas políticas sociais, e fê-lo desde 1995, com os governos de António Guterres, há um limite que decorre da escassez de recursos disponíveis que torna incomportável a continuação do crescimento da despesa pública”.
PUBLICO.PT
jámé contrapõe:
"Não é com a paralisação, com o rasgar, com a suspensão de projectos estruturantes para o nosso desenvolvimento, não é sem ambição e sem chama, sem orgulho nacional, sem confiança e sem determinação que conseguiremos construir um futuro para Portugal", leu Mário Lino numa alusão à intenção do PSD de suspender a construção do TGV caso venha a formar Governo na sequência das legislativas de 27 de Setembro. i

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

...vai ficar de fora

"O primeiro-ministro, José Sócrates, não fará parte do processo Freeport como arguido"
é o que se pode ler no oficioso DN

Zapatero admite aumentar impostos


"José Luis Rodriguez Zapatero explicou que o Executivo espanhol poderá aprovar «aumentos de impostos», mas garantiu que serão sempre «limitados e temporários».
Considerando que a pressão fiscal espanhola está sete pontos abaixo da média europeia e recordando que o seu Governo já baixou impostos, como o das sociedades comerciais ou sobre os rendimentos, Zapatero argumentou que «a política fiscal deve responder à situação económica». Qualquer medida neste campo, sustentou, será sempre aprovada para «preservar e manter a moderação fiscal» no que toca às empresas, e em especial relativa à política fiscal associada ao trabalho, o que pode ajudar a estimular a criação de emprego. Neste sentido, o chefe do Executivo espanhol explicou que o Orçamento do Estado para 2010 terá como principal objectivo a recuperação económica, ainda que se sustente numa redução dos gastos públicos e no início do controlo do défice. O primeiro-ministro frisou que o objectivo é conseguir que o défice público espanhol esteja abaixo dos 3 por cento do PIB em 2012, cumprindo assim as exigências do Pacto de Crescimento."
TSF

...para não humilhar Indonésia


"O ex-primeiro-ministro de Timor-Leste revelou , em declarações à agência Lusa, que o sim à independência foi muito mais expressivo do que o resultado apresentado na altura pelas Nações Unidas.
«Soubemos que tinha havido uma negociação no sentido de reduzir a vantagem do voto pela independência, de 90 por cento para 70 e tal, para não humilhar demasiado a Indonésia», disse Mari Alkatiri, que, em 30 de Agosto de 1999, se encontrava em Maputo, capital de Moçambique.
«A diplomacia é assim mesmo. A solução politica não é como uma solução armada. Tem de se encontrar portas de saída capazes de agradar a todos», justificou.
O secretário-geral da Fretilin, maior partido timorense embora actualmente na oposição, escusou-se a revelar quem protagonizou a negociação, limitando-se a dizer que esta decorreu em Jacarta e envolveu timorenses."
TSF

«boas notícias para Portugal», diz o primeiro-ministro

"Esta manhã, o INE divulgou o Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores, abarcando o sentimento económico na Indústria, Construção, Comércio e Serviços.
O indicador de clima económico «voltou a aumentar em Agosto, regressando a um nível próximo do que apresentou em Novembro de 2008», refere o INE. Durante este mês, «os indicadores de confiança apresentaram um andamento positivo em todos os sectores, com excepção da Construção e Obras Públicas, em que se observou um agravamento ligeiro», diz o INE. O Indicador de Clima Económico, que junta a Indústria, Construção, Comércio e Serviços, mantém o movimento de recuperação, estando em -1,2 em Agosto, recuperando dos -1,6 em Julho, e depois de ter atingido o mínimo em Abril, com -3 pontos."
TSF
A economia internacional está melhor, mas os governos não podem abrandar os seus esforços para assegurar a retoma económica, afirmou hoje o porta-voz do Fundo Monetário Internacional. "Este não é o momento de os governos se mostrarem satisfeitos".É mais uma frase vinda das instituições multilaterais internacionais no sentido de que as economias estão de volta à fase de crescimento. Público

"Dentro de quatro anos, ter-se-á saído da crise económica, mas ficar-se-á ao nível que se teria atingido caso se tivesse prosseguido uma via estável em vez de enceredar pela via da especulação", declarou Stiglitz numa entrevista dada à revista francesa Challenges, a publicar amanhã.
"A economia mundial continua fundamentalmente fraca", afirmou.
Na sua opinião, a quebra brutal dos stoks das empresas provocada pela crise está a atenuar-se, o que "dá a ilusão de uma melhoria" da conjuntura, mas a crrise ainda não acabou. "Na verdade, caímos numa recessão normal".
O antigo conselheiro do presidente norte-americano Blill Clinton, recusa a ideia de que o regresso ao crescimento económico em certos países, como Japão, França, Alemanha, etc., significa o fim da recessão. "É falso".
Para a maioria das pessoas, há recessão quando se verifica uma elevada taxa de desemprego e quando é difícil encontrar um emprego.
Para as empresas, há recessão quando possuem capacidades excedentárias", explica o economista. Público

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Polícia cercou bairro no Seixal. Onde é que está o Rui?

"A PSP cercou o bairro Quinta da Princesa, no Seixal, distrito de Setúbal, após uma noite de violência, com troca de tiros entre os moradores. Houve ainda veículos e caixotes do lixo incendiados. Há uma detenção confirmada.
...
Uma primeira patrulha chegou ao local pouco depois das 02:30h, hora em que foi dado um alerta sobre um incêndio em duas viaturas, e foi recebida "com pedradas e um cocktail molotov" na Praceta 25 de Abril.
Os desordeiros fugiram para dentro do bairro, tendo "disparado tiros e atirado cocktails molotov em número indeterminado" contra os agentes presentes. "
A troca de tiros entre a PSP e moradores da Quinta da Princesa, no Seixal, foi na noite de 24, segunda-feira, o mote para violentos confrontos ocorridos entre jovens do bairro
A SIC adiantou que pelo menos duas viaturas foram incendiadas por 'cocktails Molotov'.
Uma moradora afirmou que os confrontos foram causados por uma intervenção feita pela PSP na noite do passado domingo, onde “vários moradores foram agredidos”.
A PSP explicou que as autoridades foram chamadas a intervir numa zona perto daquele bairro social e que lá foram recebidos à pedrada. Os jovens responsáveis por essas agressões à polícia continuaram os confrontos no bairro da Quinta da Princesa, onde houve uma troca de tiros entre moradores e agentes da autoridade.
CM

Antes, em 16 de Agosto, no bairro da Bela Vista, os PSP foram apedrejados por um grupo de moradores, depois de ter sido dado uma ordem para parar uma mota. O condutor da tentou fugir e acabou detido pela polícia. Foi o suficiente para que várias dezenas de moradores tenham tentado cercar os agentes, atirando-lhes pedras e garrafas.
A PSP confirma: "Os moradores continuaram a arremessar pedras e um indivíduo efectuou dois disparos, o que levou os elementos a recorrerem à arma de fogo".
DE

E em Maio passado
'Toninho Tchibone’ era muito conhecido na Bela Vista, em Setúbal. Família e amigos revoltaram-se no sábado quando se soube que o jovem, de 23 anos, tinha morrido no Hospital de São José, em Lisboa, dois dias depois de a GNR o ter baleado na cabeça no Algarve. Foi impossível conter a raiva por o corpo só ter sido libertado para o funeral anteontem, cinco dias após a morte.
Depois de ‘Toninho’ ter sido sepultado em Algeruz, cerca de 200 pessoas regressaram ao bairro para homenagear o falecido. As explicações para os distúrbios que se seguiram divergem:.
“Passámos em romaria junto à casa dos pais, em frente à PSP', disse Mónica Moreira, prima de ‘Toninho’. “A PSP disparou quatro tiros de shotgun para o ar durante a homenagem. A Bela Vista está revoltada com as várias mortes. As pessoas cometeram erros, mas a PSP não tem direito de tirar a vida das pessoas que têm família e filhos”.

A PSP assegura ter actuado só após apedrejamentos à esquadra e posterior tentativa de invasão. Cerca de 70 agentes rodearam as instalações policiais, perante os insultos e arremesso de pedras da multidão, naquela altura já com mais de 300 pessoas. Automobilistas e motards tentaram intimidar a PSP, passando a alta velocidade.
Mónica Moreira desmente.
CM

continuo a não entender porque é que muitos dos nossos pmj continuam a chamar “jovens” aos delinquentes e aos desordeiros.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

diminuição do insucesso escolar


Dados avançados hoje pelo Ministério da Educação mostram que a taxa de reprovação no ensino secundário no último ano lectivo situou-se em 18 por cento, menos quatro pontos percentuais do que os 22 por cento registados em 2007/2008, enquanto no ensino básico foi de 7,7 por cento, menos 0,6 pontos percentuais do que ano lectivo anterior.

A Federação Nacional dos Professores considera positiva a diminuição da taxa de insucesso escolar nos ensinos secundário e básico, hoje anunciada pelo Governo, mas considera que tal não corresponde a melhorias na aprendizagem.
"É positivo que haja uma diminuição dos números de insucesso. Era desejável que não houvesse insucesso pelo menos ao nível do básico, mas oxalá estes números correspondessem de facto a melhorias efectivas nas aprendizagens dos alunos, o que do nosso ponto de vista não acontece", disse Manuela Mendonça, dirigente da Fenprof, acrecescentando "mais importante que um discurso laudatório sobre os avanços que se conseguiram é ter consciência do muito que falta fazer, do investimento que é preciso fazer na escola pública para que todos alunos tenham o sucesso educativo a que têm direito".
A dirigente sindical atribui ainda a diminuição das taxas de reprovação ao aumento do número de alunos a frequentar os cursos profissionais no ensino secundário, sem necessidade de realizar os exames do 12º ano.
O mesmo se passa no ensino básico, com os cursos de educação e formação, que dispensam os exames do 9º ano, nomeadamente para quem não quer continuar os estudos.
PUBLICO.PT

para o primeiro-ministro
«Esta é uma excelente notícia no que diz respeito à qualificação do país e todos sabem como estávamos precisados dessa melhoria nas qualificações». Uma situação que se deve ao trabalho feito pelo Executivo socialista.
TSF

a ministra
exaltou que as taxas de abandono e insucesso escolares diminuiram no último ano lectivo para metade, em relação aos últimos 12 anos, afirmando que «este ano, como nos anos anteriores, o que temos são melhores resultados e mais alunos e as escolas e os professores fizeram esse esforço de recuperação desses alunos, que na maior parte dos casos vão prosseguir estudos ao nível do 12º ano».
TSF

comentários para quê? artistas portugueses da estatistica...

El fracaso escolar, ¿cuestión de sexo?

"El fracaso escolar, ¿cuestión de sexo?
El elevado descalabro educativo español (30,8%) es un asunto masculino - Las alumnas obtienen un rendimiento superior"
"Tenemos un problema muy serio con los chicos", resume el profesor Antonio Matamala, tras descomponer, para el periodista, la fórmula en la que se sustenta nuestro modelo educativo:
"Dos medidas de comprensión lectora, dos de atención en clase y dos de esfuerzo personal".
A juicio de este pedagogo, director de Bachillerato del colegio Liceo Europeo de Madrid, el problema es que buena parte de los alumnos varones se muestran incapaces de cumplir con esas exigencias mínimas.
Se mire como se mire: por cursos y ciclos académicos, por autonomías o redes de titularidad pública o privada, resulta ya innegable que las alumnas obtienen un rendimiento sustancialmente superior al de los chicos a lo largo de todo el sistema educativo.
Es una noticia incómoda, incluso, excéntrica, pero tan persistente que ha acabado por romper el pudoroso corsé de la corrección política.
Reconozcámoslo abiertamente: el desastre del elevado fracaso educativo español (30,8% en 2006) y el abandono escolar temprano son un asunto esencialmente masculino.
Sin la abultada contribución de los varones a ese descalabro, en el que la inmigración contribuye sólo en una porción mínima, las alumnas españolas no estarían muy por debajo de la media educativa de los países de la Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económicos (OCDE), establecida en el Informe PISA.
Y lo que tenemos, en la antesala de la sociedad del conocimiento, es que más del 36% de los muchachos y el 25% de las chicas salen del sistema escolar sin ni siquiera haber cubierto la Enseñanza Secundaria Obligatoria (ESO); jóvenes con una formación académica mínima y ni oficio, ni beneficio.
El objetivo comunitario de reducir el fracaso escolar al 15,5% en 2010 se ha convertido para España en una amarga quimera.
...
¿Qué está pasando para que este fenómeno, generalizado dentro del mundo desarrollado, se produzca en nuestro país de forma bastante más acusada? Aceptado que el nivel de inteligencia es igual entre los sexos y que la escuela tiene vocación igualitaria (a diferencia en, muchos casos, de la familia y del mercado de trabajo) las explicaciones se centran, sobre todo, en la más temprana maduración psíquica y física de las mujeres. "No se puede generalizar, pero a ciertas edades, las chicas son más espabiladas", sostiene Dolores Villalba, directora de un colegio público de Primaria en Vallecas (Madrid). "Maduran antes, son más constantes y estudiosas", apunta, a su vez, Juan José Nieto, director de un instituto de Secundaria.
...
Pese a todo, su propuesta escandaliza a buena parte de la comunidad educativa. "La coeducación es, en sí misma, un valor que facilita la convivencia en igualdad. Hay que tener en cuenta que la educación no es solo la transmisión de conocimientos", destaca Carmen Vieites, de UGT y promotora del proyecto Sindicadas. Educando en Igualdad. "No creo que separar a los alumnos por sexo resuelva las cosas", comenta Ana María Savaté, directora de la Oficina de Igualdad de Género de la Complutense de Madrid. Tampoco a Matamala le parece una buena idea. Al igual que otros especialistas, opina que los políticos, los padres y el conjunto de la sociedad debe tomarse en serio que la educación es una tarea de todos y que hay que combatir el modelo de sociedad consumista que alimenta el deseo y, por lo mismo, la frustración.
Piensa que los palos que bloquean la rueda del sistema educativo son también el bombardeo televisivo de la violencia, el abandono de valores como el esfuerzo y el machismo todavía latente en tantos hogares españoles. La pregunta sigue siendo: "¿Qué hacer?". Pero la única respuesta unánime es que habrá que hacer lo imposible para reducir la calamidad del desastre escolar -esa grieta de género-, y para que nuestro país no pierda pie en el camino hacia la sociedad del conocimiento.

ler o artigo completo em
El fracaso escolar, ¿cuestión de sexo? · ELPAÍS.com

domingo, 23 de agosto de 2009

desemprego vai entupir centros de emprego ?

"Subida do desemprego vai entupir centros de emprego?"
Não há empregos. Procura-se e não se encontra. Para os jovens, sucedem-se os contratos a prazo que nunca se transformam em mais. Os adultos vivem entre um emprego barato e a reforma ainda longe. "Velho demais para trabalhar, mas novo demais para a reforma", repete-se aos desempregados com mais de 40 anos.
...
O fim de um emprego não se transformou noutro. Foi o desemprego que começou a subir rapidamente. Desde Junho de 2008 que os centros de emprego começaram a senti-lo com uma entrada cada vez intensa de novos desempregados. Mas a verdadeira enchente surgiu a partir de Setembro passado, quando se desfez o efeito sazonal do emprego de Verão. Nos onze meses que se seguiram tem havido uma média mensal de 60 mil novos desempregados.
...
O desemprego ameaça subir ainda nos próximos dois anos. A "história" dos números revela que esse é o período de tempo entre o início da inversão da recessão e a absorção do desemprego. E, se assim é, os centros de emprego deveriam ter um papel mais activo na antecipação dessa realidade. Mas estarão preparados?
João Ramos de Almeida in ECONOMIA - PUBLICO.PT

Por vezes, cada vez menos vezes, aparece um jornalista que torna claro um tema difícil. É o caso deste: Para mais tarde recordar e, agora, não perder.

PORTAS, FARPAS E ESTOCADAS

PORTAS, FARPAS E ESTOCADAS
Continuo a achar democraticamente horrendo que não haja debates a dois envolvendo os demais partidos entre si. É uma perda não ocorrer um frente-a-frente Portas-Sócrates, Portas-Manuela, Louçã-Sócrates, Jerónimo-Manuela, Louçã-Portas, Jerónimo-Portas, Jerónimo-Sócrates. Muitas das estocadas e farpas democráticas de que a ganadaria Este-PS precisa acomodar no lombo só podem ser dadas olhos nos olhos, cara a cara. A democracia deveria impor friamente debates amplos e vivos e nunca deixar ao critério todo-poderoso do Ainda-PM ditar as regras do jogo. Isso é somente a confirmação da farsa democrática portuguesa e do peso bruto paquidérmico e, sim, crasso, do Ainda-Governo, coisa torta e brutal. Só de pensar na inutilidade e dependência governamental da ERC ou mesmo da Autoridade da Concorrência, compreendo de que pluralismo nulo e lógicas estragulatórias se vive em Portugal: «
“Nunca se tinha visto na nossa democracia um primeiro-ministro tão desconhecedor da realidade, tão insensível às dificuldades e tão inconsciente dos factos da vida como eles realmente são”, disse Paulo Portas em Aveiro, no comício de ‘reentré’ política do CDS/PP. [...] questionou, referindo-se ao que chefe do executivo, se já nasceu um primeiro-ministro com responsabilidades no aumento de “todos” os impostos, nos crescentes números do desemprego e falências de empresas, na desmotivação dos professores, empobrecimento do país, entre outros “erros”.»

Este PALAVROSSAUROS REX, pela coerência de ideias que mantém é um blog que merece uma visita diária. Limpa-nos a alma!

dois ""posts a considerar no MAIS ACTUAL

"O mesmo padrão"
"Não é só mais uma declaração delirante. Muito pelo contrário, confirma um padrão de actuação. Face à crescente denúncia da Oposição em relação às quebras das receitas fiscais, em cerca de 20%, ao aumento do défice para o triplo do valor de 2008, José Sócrates fez uma declaração a reafirmar que o governo colocou em ordem as contas públicas, nomeadamente as da segurança social. É tão repetitivo que só acredita nesta propaganda quem quer ou é tolo."
e
"Quem trava este Portas? "
O líder do CDS/PP está num crescendo de afirmação política, apresentando propostas concretas que vão ao encontro dos reais problemas do país. Em Aveiro, na abertura do novo ano político, colocou o dedo na ferida, assumindo a posição de garante de uma solução governativa e de travão de novas maiorias absolutas.
P.S. Um discurso de 45 minutos parece um pouco albanês.
MAIS ACTUAL

sábado, 22 de agosto de 2009

até nos Açores "há uns mais iguais que outros"

O Bloco de Esquerda acusou hoje o Governo Regional dos Açores de 'apoiar uma ilegalidade' ao participar numa escalada à Montanha do Pico que envolve 400 pessoas, quando apenas são permitidos 160 visitantes em simultâneo.
"O governo regional, por um lado, regulamenta e, por outro, é o cúmplice do seu incumprimento", considera o BE/Açores, referindo-se à participação de um membro do executivo regional no Festival de Actividades promovido pela empresa privada Epicentro, que inclui uma escalada ao ponto mais alto de Portugal.

A agenda oficial do governo, distribuída aos órgãos de comunicação social ao final da tarde de sexta-feira, indica que "o secretário regional da Saúde participa nas actividades que decorrem na ilha do Pico, organizadas pelo Epicentro, nas quais está incluída uma escalada à montanha". JN

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

gasolina sube el 33% en España desde enero, frente al 23% en la zona euro

La gasolina de 95 octanos se ha encarecido en lo que va de año en España el 33,2%, en tanto que en la zona euro el precio medio de este combustible ha subido el 23%, según datos del Boletín Petrolero de la Unión Europea.
Esta disparidad ha provocado que se haya recortado sensiblemente la distancia entre el coste en surtidor del litro de gasolina en España y el precio medio al que se vende en los dieciséis países que comparten el euro.
Así, si en enero este carburante era el 20% más barato en España, ahora la diferencia con la zona euro es del 14%, seis puntos inferior.
En la actualidad, el litro de gasolina de 95 octanos, la más popular, se vende en España a una media de 1,099 euros, cuando en enero costaba 0,825 euros. En la zona euro, el precio en enero era de 1,033 euros y ahora cuesta 1,277 euros.
En el caso del gasóleo de automoción, el precio medio del litro ha aumentado en España el 16% desde comienzos de año, mientras que en la zona euro ha subido el 10,8%.
Esto ha provocado igualmente que se reduzca la diferencia con la zona euro, de manera que mientras en enero el diésel era el 12% más barato en España, ahora lo es un 7,8%.
El litro de gasóleo cuesta actualmente en las estaciones de servicio españolas una media de 0,970 euros (en enero se vendía a 0,836 euros). En la zona euro, el precio ha pasado de 0,950 euros a 1,053 euros, según el Boletín de la UE.
En el conjunto de la UE, el precio medio del litro de gasolina ha aumentado en lo que va de año el 26%, hasta 1,236 euros, en tanto que el gasóleo se ha encarecido el 11,45% y cuesta ahora 1,056 euros.
En la última semana, los precios de la gasolina y del gasóleo se ha mantenido estables y, aunque se encuentran en máximos anuales, siguen alejados de los máximos históricos que alcanzaron el año pasado en julio, cuando el barril de petróleo Brent marcó su precio récord en 147,5 dólares, frente a los 74 dólares a los que cotiza hoy.

...mesmo assim mais baixa que em Portugal

Gripados

contágios terciários
O CDS-PP pretende que o grupo de trabalho sobre a gripe A, criado na Comissão Parlamentar de Saúde, se reúna. À TSF, a deputada Teresa Caeiro lembrou que já foram ultrapassados os 1500 casos de gripe A e que já muitos contágios terciários.
TSF
note-se que o MS deixou de referir os contágios secundários e terciários

sem máscaras
Confrontado com este problema de escassez, fonte do Ministério da Saúde explicou ao Correio da Manhã que «o material é reposto nas unidades de saúde conforme as necessidades e só entra em ruptura se os produtores não conseguirem assegurar esse fornecimento».
Também o director-geral de saúde, Francisco George, que não está preocupado com a situação.
Porém, os enfermeiros que falaram ao jornal são claros: «Fomos usando as máscaras por cada utente suspeito de infecção de gripe A. Agora temos muito pouco material armazenado, poucas máscaras e não sabemos quando o Ministério fornece mais. Se, a partir de agora, surgirem muitos casos suspeitos já não teremos material em quantidade suficiente. Vamos ficar sem protecção».
SOL

relevância política
A presidente da Comissão Parlamentar de Saúde assinalou a importância de acompanhar o funcionamento da Linha Saúde 24. À TSF, Maria de Belém Roseira disse que as falhas assinaladas nesta linha telefónica assumem mesmo relevância política.
TSF

denuncie-se o contrato
O PCP exigiu hoje que o Governo denuncie o contrato com a empresa responsável pela Linha Saúde 24, considerando que este é um serviço público que deve ser assegurado pelo Estado.
O dirigente comunista afirmou que «apenas um terço das 10 mil chamadas previstas estão a ser atendidas» pela Linha Saúde 24, mas salientou que esta situação «já se previa», depois de, há alguns meses, funcionários da linha de atendimento terem alertado para a existência de problemas laborais, «com consequências na qualidade do serviço» e recordou, que o director-geral de Saúde, admitiu não renovar o contrato com a empresa, mas «algumas semanas depois, o Governo utilizou uma prerrogativa do contrato para alargar mais um ano, sem concurso».
«Não venha agora a ministra procurar desresponsabilizar o Governo», até porque «quem controla a empresa é quem fez o contrato».
Sol

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Polícias agredidos notificados para pagar custas judiciais


esta noticia, lida em TSF, que transcrevo na integra mostra o "Estado" a que isto chegou:

"Polícias agredidos notificados para pagar custas judiciais"

Dois polícias agredidos em 2004 foram notificados para pagar as custas judiciais num processo em que os seus agressores foram condenados.
Segundo o Diário de Notícias, o problema começou quando os agentes da PSP, que foram agredidos numa rua da Amadora em 2004, decidiram pedir uma indemnização.
Depois de ter sido deduzida uma acusação de crimes contra a autoridade contra os agressores, so agentes pediram uma indemnização de três mil euros por danos físicos, patrimoniais e morais, tendo-se constituído assistentes no processo.
Condenados a pagar uma multa, os agressores apresentaram um atestado de pobreza que fez com que acabassem por não pagar a indemnização pedida.
Cinco anos depois da agressão, os polícias receberam uma notificação do tribunal que os obriga a pagar as custas do processo, ou seja, cerca de 400 euros cada um.
Ao DN, a direcção nacional da PSP explicou que tiodos os polícias têm direito a patrocínio judiciário, excepto quando se colocam ao lado do Ministério Público e se constitui assistente do processo, ficando nestes casos sob sua conta e risco.
Reagindo a este caso, uma fonte sindical da PSP, em declarações ao DN, disse que «para a próxima é melhor levar e calar».

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Presidência da República teme estar a ser vigiada

O clima psicológico que se vive no Palácio de Belém é de consternação e a dúvida que se instalou foi a de saber se os serviços da Presidência da República estão sob escuta e se os assessores de Cavaco Silva estão a ser vigiados, confessou ao PÚBLICO um membro da Casa Civil do Presidente.Este clima instalou-se depois de a perplexidade ter atingido aqueles que trabalham com o Presidente da República, quando tomaram conhecimento das declarações, ao PÚBLICO, dos dirigentes do PS José Junqueiro e Vitalino Canas denunciando que havia assessores de Cavaco Silva a participarem na elaboração do programa do PSD.O mesmo membro da Casa Civil da Presidência da República questiona-se sobre estas declarações e afirma: "Como é que os dirigentes do PS sabem o que fazem ou não fazem os assessores do Presidente? Será que estão a ser observados, vigiados? Estamos sob escuta ou há alguém na Presidência a passar informações? Será que Belém está sob vigilância?".

Em declarações à Rádio Renascença, o dirigente socialista Vitalino Canas afirmou que não costuma “comentar nem fantasmas nem declarações sob anonimato”, apontando mesmo que tem “dúvidas” de que as afirmações tenham sido “emitidas, de facto, por alguma fonte oficial e credível”.

contudo,
No âmbito da crise entre a Presidência da República e o Governo provocada pela não recondução de João Lobo Antunes no Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida, Vitalino Canas foi um dos socialistas (ou outro foi José Junqueiro) que apontou o dedo a fugas de informação e desafiou Belém a acabar com a “especulação”. in Presidência da República teme estar a ser vigiada - PUBLICO.PT
Estranho?
JAM que nos habituou a textos brilhantes escreve sobre o assunto para uns quantos que ainda sabem ler nas entrelinhas em Na esquina de Belém com a Junqueira, espiões à solta e Medina à Carreira no Sobre o tempo que passa
o inefável Junqueiro, talvez depois ouvir o Querido Lider, vem "emendar a mão"
José Junqueiro garantiu, terça-feira 18, em declarações à TSF, que não há problemas nas relações entre Belém e São Bento. O dirigente do PS disse ainda acreditar que Cavaco Silva nada teve a ver com a polémica em torno das denúncias da existência de assessores da Presidência a participarem na elaboração do programa do PSD. «As boas relações entre a Presidência e o primeiro-ministro são por demais evidentes», tendo em conta que «já aprovaram mais de 100 diplomas», disse o socialista. TSF
José Junqueiro e Vitalino Canas denunciaram que «havia assessores de Cavaco Silva a participarem na elaboração do programa do PSD». Na sequência, segundo o Público que citou declarações de um não identificado membro da Casa Civil, “instalou-se um clima de consternação e dúvida na Presidência da República com a hipótese de Belém estar sob escuta”.
Por qualquer curiosa razão lembrei-me da BD “la zizanie” e do personagem “detritus”.
Junqueiro vem agora “emendar a mão”…
com amigos destes Pinto de Sousa não precisa de inimigos.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

“como não era acusado de pedofilia não teve ninguém do PS a recebe-lo” JLJ

O antigo presidente da Câmara de Cascais pelo PS, José Luís Judas, acusa o ex-secretário-geral Ferro Rodrigues de total falta de solidariedade.
Judas é hoje um homem amargurado. Com jornalistas, empresários e políticos, a começar pela direcção do PS de Ferro Rodrigues. Acusado, nunca chegou a ir a julgamento, com o processo a ser arquivado por falta de provas.

Como não era acusado de pedofilia não tive ninguém do PS a receber-me é uma entrevista, no “i”, a não perder e, já agora, um livro para ler aqui... devagarinho. Torna-se mais fácil entender a "evolução" daquilo.

emprego: estranha coincindência...ou talvez não!

"O CDS-PP e a CGTP manifestaram-se, esta segunda-feira, no final de um encontro sobre desemprego, em total sintonia, considerando que há temas que precisam de ser debatidos e políticas melhoradas e ainda que os portugueses têm de ser uma prioridade.
«Nalgumas matérias é possível convergir», como por exemplo «do ponto de vista social e das alterações às regras do subsídio de desemprego», disse Pedro Mota Soares que lamentou o número de desempregados em Portugal e reconheceu que é preciso fazer muito mais, como por exemplo «estimular as micro, pequenas e medias empresas», que são responsáveis por dois milhões de postos de trabalho em Portugal.

Carvalho da Silva, secretário-geral da CGTP, sublinhou que a campanha eleitoral que se aproxima não se deve ficar pelos números, mas por questões concretas, como a criação de emprego e acrescentou que «algumas das nossas propostas», entre questões fundamentais, «são acolhidas também pelo CDS-PP para uma discussão com a sociedade portuguesa» e frisou que é necessário não só criar emprego, mas também não deixar os trabalhadores desprotegidos. "
TSF

boas, menos boas e más noticias

"A balança comercial dos 16 países da zona euro com o resto do mundo apresentou um excedente 4,6 mil milhões de euros, quando um anos antes tinha tido um saldo nulo, revelou hoje uma estimativa do Eurostat. No mesmo mês, os 27 Estados-membros da UE tiveram um défice de 4,3 mil milhões de euros, face a -19,3 mil milhões um ano antes.
...
O défice energético da UE reduziu-se fortemente nos primeiros cinco meses do ano para -92,9 mil milhões de euros face a -147,9 mil milhões de Janeiro a Maio de 2008. Os excedentes de maquinaria e veículos e do sector químico também caíram.Esta evolução deu-se no entanto num contexto de queda dramática quer das exportações (-23% no semestre) quer das importações (-24%). O facto de as importações terem caído mais do que as exportações permitiu a melhoria da balança externa. Em Junho, as exportações apresentaram uma descida homóloga de 22 por cento e as importações de 26 por cento.
...
O défice comercial português, de acordo com dados ainda apenas até Maio, foi de 6,8 mil milhões de euros nos primeiros cinco meses do ano, face a um défice de 9,5 mil milhões de Janeiro a Maio de 2008. No entanto, quer as exportações quer as importações caíram a taxas idênticas, de -27%."
PUBLICO.PT

As taxas Euribor desceram, esta segunda-feira, em todos os prazos. A taxa a três meses caiu para os 0,861 por cento, a taxa a seis meses para os 1,114 por cento, ao passo que a taxa a 12 meses desceu para os 1,335 por cento. TSF

domingo, 16 de agosto de 2009

Se o medo pode dar votos, tenham medo.

Não se percebe como pessoas inteligentes alinham na táctica do desespero e na ideia de que o caos virá se não formos para o poder. Votem PS ou virá o caos. Votem PS ou virá a barbárie a rodos, queimarão Garcia d'Orta em efígie e irão perseguir -- pela rua fora, empunhando o látego da moral -- os adúlteros e o sexo antes do casamento. Votem em Sócrates ou Portugal regressará a Alfarrobeira, virá a forca com os apaniguados de D. Miguel, os rios deixarão de desaguar no Atlântico e as criancinhas deixarão de saber manejar os Magalhães. Votem Sócrates ou Portugal voltará a albardar-se no pronto a vestir da Saville Road de Sta. Comba Dão, trajando de colete e lenço tabaqueiro e de xaile negro na cabeça. Ou Sócrates é eleito ou eles virão para destruir os livros das bibliotecas. Ou nós somos chamados à unção, ou desaparecerão os restaurantes civilizados, os carros eléctricos e os bares do Bairro Alto abertos até às três. E vós, que votais à nossa esquerda, pensai bem se quereis a Pátria a resfolegar de insegurança ou, pelo contrário, a dar vivas ao cartão único (símbolo máximo de civilização e de modernidade), ao inglês técnico, aos losangos desenhados a computador, aos PIN e ao teleponto. A qualidade da liamba piorará a olhos vistos. Ressuscitará o Verde Gaio. O Algarve será entregue aos marroquinos e vai passar a ensinar-se o criacionismo nas escolas. Vai ser um tempo terrível e desenhar-se-á o caminho do exílio. Iremos para Londres, como os emigrados de oitocentos, defender a Carta. Tende medo. Mas o que deu a esta gente? in a Origem das Espécies
Francisco José Viegas continua a brindar-nos com a sua notável escrita e as suas ideias claras.

o sobe e desce da Gripe A


Confrontos na Cova da Moura - Amadora

Os confrontos voltaram este fim-de-semana ao bairro da Cova da Moura, na Amadora. As forças da PSP no bairro foram apedrejadas, sábado à noite, por um grupo de moradores, depois de ter sido dado uma ordem para parar uma mota vermelha.
O incidente aconteceu quando os agentes tentaram deter um individuo dentro do bairro. Para evitar a detenção, os moradores apedrejaram os agentes policiais.
A situação foi resolvida através de disparos de “shot-gun”, com balas de borracha que dispersaram os moradores.
O indivíduo acabou por ser detido pela polícia, sendo que não houve feridos ou danos materiais.
Esta é a primeira ocorrência significativa na Cova da Moura desde que, há pouco mais de um mês, dois polícias foram baleados.
TSF

Los protagonistas de la crisis

Los protagonistas de la crisis
Varios rostros de la hecatombe financiera han pasado a un segundo plano
Más de dos años después de que el estallido de la crisis de las hipotecas basura en Estados Unidos sentara las bases de la mayor recesión en 70 años, muchos nombres clave de esa hecatombe financiera han pasado a un discreto segundo plano.
Sólo alguno de ellos, como
Bernard Madoff, autor de la mayor estafa individual de la historia, ha acabado en la cárcel. Otros, muy pocos, están a la espera de juicio. Y hay quienes permanecen todavía en sus cargos de entonces. En clave doméstica, casi todos los empresarios españoles que medraron al calor del boom inmobiliario están hoy en la retaguardia.
La primera potencia económica del mundo fue el epicentro de una recesión que no tardó en convertirse en global y concentra a buena parte de los protagonistas de esta crisis.

Alan Greenspan
Ex presidente de la Fed, 83 años
Fue responsable de la política monetaria de Estados Unidos con cuatro presidentes: Rea-gan, Bush, padre e hijo, y Clinton. Antes de la actual crisis, se le consideraba un mago de la economía. Ahora, se le reprocha su agresiva política de tipos de interés a la baja a partir de 2001, tras el pinchazo de la burbuja tecnológica, que propició el apalancamiento excesivo y el colapso subprime. Greenspan fue el brazo ejecutor de la política de desregulación y del llamado Consenso de Washington, que guió la fiebre ultraliberal de los noventa. En octubre pasado reconoció que su renuncia a regular los productos derivados fue "parcialmente" errónea. "Estoy en estado de shock", confesó. Ahora se dedica a dar conferencias y a tratar de limpiar su reputación.

Christopher Cox
Ex presidente de la SEC, 57 años
Junto a Greenspan y Phil Gramm, ex presidente de la comisión de banca del Senado que se negó a regular los productos derivados, Cox, formaba el llamado trío de la desregulación. Republicano a ultranza, durante su mandato (desde 2005 hasta enero pasado), no intuyó el desastre que se avecinaba, consintió el discutible sistema de retribuciones de Wall Street y no se enteró de la colosal estafa de Madoff. Como escribió Los Angeles Times, fue "el presidente equivocado en el momento equivocado".

Richard Fuld
Ex presidente de Lehman Brothers, 63 años
Un superviviente de Wall Street hasta que el voraz apetito por el riesgo de Lehman llevó a la quiebra al decano de la banca de inversión en septiembre de 2008. En 14 años de mandato, Fuld, que entró en Lehman como becario en 1969, se embolsó unos 500 millones de dólares en sueldo, primas y otras compensaciones. Ahora, retirado,se enfrenta a un proceso legal por fraude (le reclaman, al menos, 118 millones de dólares). En noviembre pasado, vendió a su mujer la casa familiar por 100 dólares, cifra bastante alejada de los 13,5 millones que pagaron por ella en 2004. Tuvo el dudoso honor de liderar el ranking al "peor ejecutivo de la historia de Estados Unidos" que elaboró la cadena CNBC.

James Cayne
Ex consejero delegado de Bear Sterns, 75 años
Cuarto en el ranking de ejecutivos ineptos de la CNBC, se dedicó a jugar al bridge, su especialidad (ha ganado 13 torneos nacionales), mientras Bear Sterns, una de las principales hipotecarias del país, se hundía por el colapso de los fondos de alto riesgo. Ahora está retirado, tras embolsarse 61 millones de dólares por la venta de las acciones de la compañía que dirigió entre 1993 y 2008, pese a no haber conseguido sacarse un título universitario.

Joe Cassano
Ex jefe del área de productos financieros de AIG, 54 años
Metió a AIG en el negocio de los credit-default swaps, cuyo colapso forzó el colosal rescate público (182.500 millones de dólares) de la aseguradora. Instalado en Londres y al frente de una pequeña firma de inversión, Cassano tiene un importante colchón financiero: los cerca de 300 millones de dólares que ganó en sus siete años en la cúpula de AIG. EEUU estudia imputarle por fraude criminal.

Martin J. Sullivan
Ex presidente de AIG, 55 años
Pese a que la compañía que presidió recibiría ayudas públicas por importe superior al PIB chileno, Sullivan, británico al frente de AIG desde 1997 hasta 2008, se embolsó tras su salida 25,4 millones de dólares y repartió 165 millones para sus altos directivos. Sin ocupación conocida en la actualidad y también bajo la amenaza de los tribunales, figura en el puesto 15 del ranking de la CNBC.

Stanley O’Neal
Ex presidente de Merrill Lynch, 57 años
El primer jefe de Wall Street en caer (noviembre de 2007), encontró rápido acomodo como consejero de la multinacional Alcoa. De origen humilde y con un carácter implacable, se le acusa de la desastrosa apuesta de Merrill por los productos tóxicos. El banco acabaría en manos de Bank of America.

John Thain
Ex presidente de Merrill Lynch, 55 años
Antes de que Merrill fuera engullido por Bank of America (con 20.000 millones de dólares de ayudas públicas), Thain se gastó 1,2 millones en redecorar la planta noble de la entidad y aceleró el pago de unos 5.000 millones entre su cúpula. Se consideraba el "salvador" de Merrill e intentó cobrar, sin éxito, un bonus de 10 millones de dólares antes de irse.

Bernard Madoff
Estafador, 71 años
Al calor de la desregulación, el también ex presidente de la bolsa tecnológica Nasdaq montó un sistema de estafa a escala mundial, que se cree alcanzó los 50.000 millones de dólares. Pasará el resto de su vida en la cárcel. Se ha declarado arrepentido y sorprendido de que no le descubrieran antes.

Kathleen Corbet
Ex consejera delegada de Standard & Poors, 49 años
Durante una década, se dedicó a dar la máxima calificación de confianza a productos de alto riesgo cuyo funcionamiento, en realidad, casi nadie entendía. A pesar de ello, desde el pasado 20 de febrero es asesora de Rapid Ratings, otra agencia similar.
Como sus rivales de EEUU, bancos europeos como Fortis, RBS y Lloyds también jugaron con el fuego de los activos tóxicos y se quemaron.

Jérôme Kerviel
Ex bróker de SG, 32 años
Como operador de Société Générale (SG), apostó grandes sumas a que ciertas acciones subirían o bajarían y se equivocó. Cuando el banco se dio cuenta de las operaciones e intentó deshacerlas, ya era tarde: la crisis financiera había hecho el resto y SG perdió 4.900 millones de euros. Kerviel, un bróker del montón, con un sueldo anual de 100.000 euros, pasó dos días en la cárcel y está en libertad a la espera de juicio. El francés, que asegura que sus superiores conocían sus operaciones y que los beneficios de éstas iban directos a la cuenta de resultados del banco, trabaja en Lemaire Consultants & Associates, una empresa de seguridad informática.
Sir
Fred Goodwin
Ex presidente de RBS,49 años
Durante su mandato (2001-2008), embarcó a Royal Bank of Scotland (RBS) en una acelerada carrera de compras (la última, la de ABN Amro, con Santander y Barclays como socios) que cuadruplicaron el tamaño de la entidad. Pero algo debió de hacer mal: RBS acabó nacionalizado y Goodwin, que mañana cumplirá 50 años, fue obligado a dimitir, con una pensión vitalicia de 700.000 euros al año bajo el brazo, que ha accedido a rebajarse a 300.000 euros anuales.
La crisis ha castigado con dureza a España, que tenía su propia burbuja, la inmobiliaria, y que lidera el paro en la UE.

Juan Pedro Hernández Moltó
Ex presidente de Caja Castilla La Mancha, 57 años
Dirigió la entidad manchega, primera y, de momento, única en ser intervenida en España en la actual crisis, desde 1999 hasta finales de marzo pasado, cuando el Banco de España tomó el control. Ejemplo de político metido a gestor, bajo su mandato Caja Castilla La Mancha asumió importantes riesgos en el sector inmobiliario y los pagó caros. Sin ocupación conocida en la actualidad, la Fiscalía Anticorrupción investiga una denuncia presentada contra él por el grupo ultraderechista Manos Limpias.

Enrique Bañuelos
Ex presidente de Astroc, 43 años
El fundador de Astroc (hoy Afirma) sacó la inmobiliaria a bolsa y, al calor del boom, las acciones llegaron a multiplicar su precio por once. Pero en abril de 2007 se desvelaron varias operaciones de compraventa de edificios entre Astroc y otras sociedades de Bañuelos que habían inflado el valor de los activos de la promotora y ésta se desplomó. Su caída arrastró al resto del sector y dio comienzo al batacazo bursátil del ladrillo. Ahora, intenta repetir la jugada en Brasil.

Luis Portillo
*
Ex presidente de Colonial, 47 años
El sevillano quiso crear un imperio inmobiliario haciendo que el pez chico, Inmocaral, comprara al grande, Colonial, entonces filial de La Caixa. Luego adquirió la empresa de centros comerciales Riofisa y el 15% de la constructora FCC. Despilfarró 7.200 millones. Su mayor error fue comprar gran parte de sus acciones en Colonial con créditos que garantizaba con los propios títulos. En 2008, la banca acreedorale quitó gran parte de las acciones y forzó su dimisión.
Fernando Martín
Presidente de Martinsa Fadesa, 62 años
El ex presidente del Real Madrid simboliza la mala gestión inmobiliaria tras llevar a Martinsa Fadesa a la mayor suspensión de pagos de la historia española en julio del año pasado. Era, a través de su empresa Martinsa, uno de los mayores propietarios de suelo de Madrid y quería crecer a toda costa. En 2007, compró Fadesa al gallego Manuel Jove por 4.000 millones, una gran operación que se le atragantó.

Luis del Rivero
Presidente de Sacyr, 62 años
Este ingeniero ha convertido a Sacyr en la quinta constructora española a costa de un endeudamiento límite. Fue el último en entrar en una energética, emulando a sus rivales, y es el único que no ha salido de la aventura con plusvalías. Sacyr pagó 6.526 millones por el 20% de Repsol y disparó su deuda a casi 20.000 millones. Su situación llegó al punto que intentó vender la participación y casi cae en manos de la rusa Lukoil.

Manuel Conthe
Ex presidente de la CNMV, 55 años
Durante su mandato (2004-2007) en el regulador, intentó reforzar el buen gobierno en las empresas cotizadas. Se quedó a medias. Su sucesor, Julio Segura, ha intentado reforzar los controles sobre las compras a corto plazo causantes de fuertes variaciones bursátiles. Conthe, que llegó a reprochar a la prensa su retraso en materia deontológica y que dimitió tras acusar al Gobierno de intervenir en las opas sobre Endesa, trabaja actualmente en el consejo editorial del diario Expansión.

Jean-Claude Trichet
Presidente del BCE, 66 años
"Le oigo, pero no le escucho", solía decir el predecesor de Trichet, el desaparecido Wim Duisenberg, a los líderes políticos que trataban de inducirle a bajar los tipos de interés cuando el holandés presidía el Banco Central Europeo (BCE). Algo parecido le ocurrió a Trichet, que no tomó esa decisión hasta octubre de 2008, más de un año después del comienzo de las turbulencias financieras. Desde algunos sectores, se acusó al francés de haberse resistido en demasía a abaratar el precio del dinero en las fases iniciales de la crisis, en contraste con la política de la Fed estadounidense, lo que habría contribuido a agravar la recesión.

Bruno Figueras
Presidente de Habitat, 54 años
"Volvería a comprar Ferrovial Inmobiliaria", dijo hace poco más de un año sobre esa adquisición, cerrada en 2006 por 2.200 millones y que, con el crash inmobiliario, llevó a su compañía a suspender pagos. Empresario del ladrillo con inquietudes artísticas (además de tener una sólida formación económica, es graduado en Solfeo y Armonía), Figueras sigue al frente de Habitat, con cuyos acreedores espera llegar a un acuerdo tras el verano.

sábado, 15 de agosto de 2009

Jerónimo de Sousa não é "grilo"

"O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa aludiu ontem a figura do grilo falante, personagem da fábula de Pinóquio, dizendo que os comunistas “não vão dar conselhos ao Pinóquio enquanto ele faz tropelias”. PUBLICO.PT
mas afinal quem este "pinóquio" de quem toda a gente fala?

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

fiscalização preventiva para mais um!

O Presidente da República requereu ao Tribunal Constitucional a fiscalização preventiva de uma norma do diploma que aprova o novo Código de Execução das Penas:
"ao permitir a colocação do recluso em regime aberto no exterior, mediante simples decisão administrativa do Director-Geral dos Serviços Prisionais, suscitou ao Presidente da República dúvidas quanto à sua constitucionalidade, em face dos princípios da reserva de jurisdição e do imperativo do respeito pelo caso julgado por parte dos órgãos da Administração".

O deputado socialista Ricardo Rodrigues afirmou hoje, quinta-feira, que a colocação do recluso em regime aberto no exterior, cuja constitucionalidade o Presidente da República pretende que seja fiscalizada, passe a ser sujeita a verificação da legalidade.
O PS, aprovou sozinho o novo diploma no Parlamento a 23 de Julho.
JN

A Associação Sindical dos Juízes Portugueses considera "perfeitamente compreensível" a decisão do Presidente da República de requerer a fiscalização da norma relativa à colocação do recluso em regime aberto no exterior, no âmbito do novo Código de Execução das Penas.
O presidente da Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP), António Martins, disse à Lusa que a norma em causa - norma do artigo 14º, nº 6, alínea b), do Decreto nº 366/X, da Assembleia da República - suscita reservas ao atribuir a decisão da colocação de um recluso em regime aberto no exterior a um "funcionário administrativo dependente do Executivo".
JN

O BE "também tem dúvidas" sobre a norma do novo Código de Execução de Penas que o Presidente da República enviou hoje para o Tribunal Constitucional, lembrando que "tinha votado contra" a mesma na Assembleia da República.
JN

"Esta decisão vem de encontro à posição do CDS, de início sozinho aquando da discusão na generalidade do diploma, e dos apelos feitos pelo presidente do partido, Paulo Portas, ao sr. Presidente da República para que, no mínimo, remetesse para fiscalização preventiva uma lei que é injusta, perigosa, errada e ainda para mais inconstitucional", afirmou o porta-voz do CDS-PP; Nuno Magalhães, em declarações à Agência Lusa.
JN

ainda existem alguns deputados "á séria"!


"O deputado comunista Agostinho Lopes denunciou o que qualifica como 'o escândalo do valor dos prémios de gestão atribuídos a 3 gestores da PARPÚBLICA, Empresa Pública que gere as participações do Estado num conjunto de importantes empresas - EDP, GALP, PT, Companhia das Lezírias, SAGESTAMO, etc. - no valor global de 176,5 mil euros '.
Em pergunta enviada ao Ministério das Finanças, o deputado comunista lembra que estes prémios são " referentes a 7 meses de 2007 e remuneram em 55 mil euros cada gestor". Os comunistas consideram ainda tratar- -se de um duplo escândalo pelo facto de o Governo pela voz do ministro de Estado e das Finanças ter referido que " tal era o resultado dos contratos assinados entre o Estado e os gestores".
Lembra igualmente a contradição entre as medidas de um executivo que "impôs uma drástica contenção salarial, nomeadamente na função pública" ,quando para alguns poucos gestores, "para lá de vultuosos salários ( entre 107 e 134 mil euros) e outras benesses (carros e combustível,seguros) ainda paga prémios de gestão.
Refere que face a este escândalo se comprova que " a notícia vinda a público, sobre uma actualização significativa dos vencimentos do Conselho de Administração do Banco de Portugal, e que só foi travada pelo clamor público de protesto que de imediato suscitou, não era um caso isolado".
Questiona , ainda, "as condições remuneratórias dos gestores nomeados pelo Estado para outras empresas e entidades, incluindo as entidades reguladoras, onde o Estado tem titulares na administração", bem,como " a situação das remunerações e outras condições laborais, incluindo reformas e indemnizações, dos órgãos de administração do BP".
DN

como é que podemos acabar com isto?

estamos a sair da crise!

«Dado que se trata de uma estimativa rápida, não conhecemos que componentes levaram a este crescimento positivo no segundo trimestre, mas suspeitamos que as exportações e o consumo público tenham estado na base dos indicadores divulgados» e prossegue dizendo que «Apesar da evolução da economia portuguesa no segundo trimestre ser semelhante à registada na Alemanha e França, não nos parece provável que possa continuar a acompanhar o ritmo de recuperação destas» acrescentando que «Portugal não é uma economia líder nos ciclos económicos, pelo contrário, e há ainda que ter em conta a grande exposição da economia portuguesa à congénere espanhola» FMI - INE

«Confirmam o acerto da política que temos seguido no que diz respeito às famílias, ao apoio às empresas e à promoção de investimento público, condição essencial para melhorar as condições da nossa economia e dar mais oportunidades de emprego», acrescentou.
Confirmam o acerto da política que temos seguido no que diz respeito às famílias, ao apoio às empresas e à promoção de investimento público, condição essencial para melhorar as condições da nossa economia e dar mais oportunidades de emprego», acrescentou.
TSF

O secretário-geral da UGT, João Proença, considerou hoje como "sinais positivos" o facto da economia portuguesa ter crescido 0,3 por cento no segundo trimestre, uma evolução que refere ser "normal" por razões conjunturais.
Lusa

A CGTP considera "estranho" que a economia melhore no segundo trimestre quando o desemprego está a crescer "de forma substancial" e continuam as situações de falências de empresas, afirmou hoje Maria do Carmo Tavares, da Comissão Executiva. Público

A crise em Portugal “já bateu no fundo” e os dados de crescimento do PIB são um sintoma de “melhoria ligeira”, mas o início da recuperação económica está dependente da procura induzida nos mercados externos e é urgente “passar a bola” do investimento público para o investimento privado, considera João Duque, especialista em Finanças e docente do Instituto Superior de Economia e Gestão.
Público
A economia portuguesa saiu da recessão no segundo trimestre do ano, ao crescer 0,3 por cento no segundo trimestre do ano em relação aos três meses anteriores, segundo a estimativa rápida das contas nacionais trimestrais, que o Instituto Nacional de Estatística hoje divulgou. O produto interno bruto caiu 3,7 por cento em comparação com o segundo trimestre de 2008.
Sol

O comunista José Lourenço entende que Portugal se mantém em recessão, isto apesar de o PIB português ter crescido 0,3 por cento no segundo trimestre de 2009, e que é um mau sinal falar neste momento em recuperação.
A deputada do Bloco da Esquerda Helena Pinto considera também que estes números não mostram que Portugal saiu da crise e que por isso é necessária mais seriedade e objectividade na análise destes dados.
TSF

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

processo-crime à DREN ?


A Federação Concelhia de Associações de Pais do Porto (FECAP) e a Associação de Pais da Escola Secundária António Nobre querem instaurar um processo-crime à Direcção Regional de Educação do Norte (DREN) por "autoritarismo" e "jogo de interesses".
Ler toda a noticia
AQUI

claro que isto não deve passar de uma tentativa para obter os 15 minutos de fama, mas se fosse a sério ia-nos dar muito gozo ver a Margarida Elisa sentar o seu enorme rabo no banquito dos réus...

A cinquenta metros da Câmara há uma esquadra...


"O vice-presidente da Câmara de Lisboa, Manuel Salgado, afirmou hoje que a substituição da bandeira municipal pela bandeira monárquica nos Paços do Concelho constituiu uma 'demonstração da insegurança' do centro da cidade...
O que acho mais extraordinário é o que isto demonstra: a insegurança na cidade de Lisboa. Os Paços do Concelho estão localizados 'ao lado' do Ministério da Justiça, do Ministério da Administração Interna ou do Banco de Portugal. O que aconteceu poderia ter acontecido noutros edifícios, é uma situação insustentável"


o Rui está de férias... dia santo na loja!

Gripe Á portuguesa…

A ministra da Saúde disse hoje ter tomado conhecimento de casos de mães de crianças infectadas com gripe A que recorrem às urgências em vez de ligar para a linha Saúde 24 "com o objectivo expresso de contagiar outras crianças".
Segundo Ana Jorge, há casos de adultos que não respeitam as recomendações dos profissionais de saúde e se recusam a colocar máscara quando são suspeitos de estar contaminados com gripe A.
A ministra falou também de mães que dizem recorrer a locais onde estão crianças e outros adultos, como hospitais, "com o objectivo expresso de contagiar outras crianças".
"Tem havido casos graves em que o nosso dever é fazer todos os possíveis para que a disseminação não se faça ou se faça o mais lentamente possível", disse a ministra.
"Não podemos ser polícias. Não podemos prender as pessoas. Aquilo que estou aqui a fazer é tentar sensibilizar toda a sociedade portuguesa para que nos ajude a conter o problema", acrescentou.
DN

Rogério Alves, ouvido pela TSF, disse que espalhar a doença pode levar a uma pena de prisão até oito anos.
De acordo com a lei portuguesa, «propagar uma doença contagiosa é crime», logo, «se alguém que está doente ou que tem acesso a algum elemento ou produto que pode espalhar uma doença contagiosa o faz está a praticar um crime» e explicou que se uma pessoa espalhar a doença de forma propositada, poderá incorrer numa pena até oito anos de prisão, mas «se o fizer "sem querer" a pena será menor», tratando-se de uma «prática do crime por negligência», acrescentou.
TSF

Posteriormente a ministra da Saúde esclareceu que não deve ser o ministério a fazer as denúncias de casos de incumprimento das normas de controlo da gripe A por parte de doentes com gripe A, porque «não compete à ministra nem ao ministério fazer esse tipo de denúncia» e explicou que as declarações que fez tinham um «objectivo pedagógico» e acrescentou que «devem ser os próprios serviços onde ocorram essas situações menos adequadas a fornecer informação ao Ministério Público»,.
TSF

Pinto Monteiro, Procurador Geral, em declarações à agência Lusa, afirmou que pode estar em causa um crime público, pelo que admite investigar os casos denunciados por Ana Jorge e garantiu que o Ministério Público "investigará todas as denúncias que forem apresentadas" e afirma-se que "todos os que exercem funções públicas (nos hospitais, centros de saúde, etc...) estão obrigados por lei a denunciar factos de que tenham conhecimento relacionados com a propagação de doença contagiosa".
DN

João Palma, presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, defende que Ana Jorge deve fazer uma participação criminal dos casos de pessoas que alegadamente se recusam a cumprir as medidas de controlo da gripe A ou tiveram intenção de propagar a doença.
TSF

António Martins, presidente da ASJP, avisou que antes de mais é preciso verificar se estas atitudes configuram a prática de um crime, isto é, «se houver prova por declarações da pessoa que pretende determinado tipo de resultado» e que «a questão que se coloca é saber se estamos perante comportamentos meramente anti-sociais ou algo mais, nomeadamente se a pessoa pretende com esse objectivo que alguém tenha uma doença e com isso possa morrer».
TSF

Falta ainda considerar o que vai juridicamente acontecer aos técnicos de ambulância de emergência que admitem apresentar, em Setembro, um pré-aviso de greve e deixar de transportar os doentes com gripe A, caso Governo não avançar com a carreira de técnico de emergência pré-hospitalar.
TSF

terça-feira, 11 de agosto de 2009

quem não o conhecer... que o compre!


O secretário-geral do PS, em artigo de opinião no JN, centra a sua crítica na direita, que considera «herdeira de um certo espírito do salazarismo», apelando a que «não haja ilusões: para Portugal, a alternativa real é entre o PS ser chamado de novo a formar Governo ou regressar a um Governo de direita. Por isso, os que querem um PS fraco e vencido, digam o que disserem, preferem de facto a direita no poder». Sol

«Falta muita legitimidade política ao engenheiro José Sócrates para falar quer no investimento público, quer no reforço das políticas sociais»
«O saldo destes quatro anos e meio de governação fala por si próprio e José Sócrates ignora completamente esse saldo político», Helena Pinto, Bloco da Esquerda, à TSF.
Agostinho Lopes, PCP, considerou que os caminhos apontados por José Sócrates no artigo não vão ajudar o país a sair da crise e rejeitou também a ideia de que a luta eleitoral se limite ao PS e PSD, defendendo que ambos os partidos fazem partem da direita.
TSF.

«Quem não conhecer o engenheiro José Sócrates que o compre. Este é o primeiro-ministro mais arrogante que nós tivemos nos últimos anos», considerou Pedro Mota Soares, CDS/PP em total acordo com Paulo Portas que rejeitou em absoluto a tese do primeiro-ministro:
«Quem não o conhecer que o compre. Vem-me falar em atitude na governação, mas há político mais arrogante que este, que não ouve nada do que se lhe diz e não responde a nada do que se lhe pergunta?». Sócrates «zangou-se com toda a gente» e o «país ficou exangue de conflitos sociais» porque o Governo «esticou a corda com todas as classes profissionais».
«José Sócrates achará que as pessoas não sabem que ele pôs os pensionistas com 400 e poucos euros por mês a pagar IRS» com aumentos das pensões abaixo do poder de compra «durante três anos?» - questionou Paulo Portas.
Sol

Manuela Ferreira Leite, PSD, afirmou «Não respondo. Tudo aquilo que é ataque político em vésperas de eleições deixarei ao sentimento e à consciência dos portugueses como devem resolver», «são os portugueses que vão decidir se é importante para o país levar a política de investimentos do engenheiro Sócrates a cabo, que vai arruinar o país e vai endividar ainda mais o que está e é verdadeiramente um desastre para o futuro de Portugal, ou se aquilo que deve ser feito é uma política a pensar no presente», centrada em problemas como o emprego e o endividamento.
IOL

Economia russa contraiu 10,9%


«É bastante pior do que o mercado esperava», disse Chris Weafer, economista-chefe do banco de investimento Uralsib, em Moscovo, citado pela agência noticiosa France Press.
A estimativa média dos analistas era de uma queda de 10,2 por cento, acrescentou Chris Weafer.
O Produto Interno Bruto (PIB) da Rússia tinha já registado no primeiro trimestre uma queda de 9,8 por cento em base anual e 23 por cento comparada com o trimestre anterior.
O Governo russo prevê, para o conjunto do ano, uma contracção da economia 8,5 por cento.
Sol

Região de Lisboa recebeu 52% do total disponível até 2013


A região de Lisboa aplicou cerca de 159 milhões de euros, mais de 51 por cento do total de fundos disponíveis no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) para aquela zona, em cerca de um ano.
Os dados foram divulgados hoje pelo presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT), António Fonseca Ferreira, durante a cerimónia de assinaturas de contratos para a aplicação de 23 milhões de euros em escolas, qualificação ambiental e a reabilitação de centros históricos de cidades daquela região.
No entanto, o presidente da CCDR-LVT afirmou estar preocupado com a "certificação financeira das obras", até porque "existe um desfasamento entre a execução física da obra e a certificação financeira. Para bem de todos era positivo se encurtássemos este circuito". Fonseca Ferreira acrescentou, em declarações à Agência Lusa, que "o processo entre o início da obra e o pagamento dela deveria ser encurtado, porque injectando o dinheiro na economia real seria vantajoso para produzir mais obra, gerar mais emprego. Nesse sentido, os fundos estão a ser insuficientemente aproveitados".
PUBLICO.PT