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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Os pulhas islandeses presos e o canalha-mor ainda à solta

Enquanto por aqui continuamos a angariar assinaturas para levar socrates á justiça, os Islandeses já meteram alguns dos responsáveis pela crise na prisão.
Nos "media" nada aparece sobre isto, porque será?...
Lá, sim, há democracia. Não há maçonarias a controlar a justiça e a informação. Por alguma razão, há ano e tal que não se diz nem se escreve uma palavra sobre a Islândia.
Bem se vê que os jornalistas são os cães de guarda da escumalha politica que por aqui se instalou. Se não fosse a Internet, nada saberíamos sobre o que por lá se vai passando.

RESPONSÁVEIS PELA CRISE ISLANDESA COMEÇAM A SER PRESOS
Julgamento a sério dos culpados de crimes financeiros contra a Pátria?...
Enfim, a Islândia é outra sociedade, uma democracia a sério. não há cá luxos desses...
Os directores de bancos islandeses que arrastaram o país para a bancarrota em finais de 2009 foram presos por ordem das autoridades, sob a acusação de conduta bancária criminosa e cumplicidade na bancarrota da Islândia.
Os dois arriscam-se a uma pena de pelo menos oito anos de cadeia, bem como à confiscação de todos os bens a favor do Estado e ao pagamento de grandes indemnizações.
A imprensa islandesa avança que estas são as primeiras de uma longa lista de detenções de responsáveis pela ruína do país, na sequência do colapso bancário e financeiro da Islândia.
Na lista de possíveis detenções nos próximos dias e semanas estão mais de 125 personalidades da antiga elite política, bancária e financeira, com destaque para o ex-ministro da Banca, o ex-ministro das Finanças, dois antigos primeiros-ministros e o ex-governador do banco central.
A hipótese de cadeia e confiscação de bens paira também sobre uma dezena de antigos deputados, cerca de 40 gestores e administradores bancários, o antigo director da Banca, os responsáveis pela direcção-geral de Crédito e vários gestores de empresas que facilitaram a fuga de fortunas para o estrangeiro nos dias que antecederam a declaração da bancarrota.
Em Outubro de 2008, o sistema bancário islandês, cujos activos representavam o equivalente a dez vezes o Produto Interno Bruto do país, implodiu, provocando a desvalorização acentuada da moeda e uma crise económica inédita.
Em resultado desta tomada de poder pelas forças representativas da sociedade finlandesa, a isto chama-se DEMOCRACIA, hoje este país está em franca recuperação e é um dos poucos que na Europa apresenta níveis de crescimento positivo. 
Nós, por cá, continuamos a fazer um esforço considerável para ver se pelo menos incomodamos alguns dos coveiros do País.
Vamos agarrar a possibilidade de exigir o julgamento de j.socrates.
Assine a petição e divulgue o máximo possível.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

indignados

Temos o maior respeito e consideração por todos os que se começam a revoltar contra esta gente manhosa e astuta e que continua infiltrada nos mais diversos sectores do Estado, nas empresas publicas e nos diversos grupos politico-pendentes.
Todos estamos revoltados e sentimos que o rumo do País não segue pelo melhor caminho.

É de facto urgente a contestação a este sistema politico.
Mas não haverá solução de forma pacífica.
Se alguém tiver duvidas, engana-se.
Esta gente não cede e sabe que tem a comunicação social controlada para ir passando as mensagens necessárias para desmobilizar uma contestação mais vasta e forte.
É urgente prender alguns dos principais responsáveis pelo colapso do país. Homens como dias loureiro e sócrates, para só citarmos 2, já deviam estar em prisão preventiva. força emergente

e não me venham falar dos brandos costumes.... cada vez mais “nós somos 99%

terça-feira, 22 de março de 2011

Fechem as fronteiras


Não podemos permitir que J. socrates e a sua camarilha possam sair impunes daquilo que o seu desgoverno causou ao País.
Esta gente tem de ser julgada em processo crime.
Não é possível que continuemos a permitir que gente como esta, possa apenas endossar as suas responsabilidades num simples jogo politico.
Não é possível consagrar-se o roubo e o esbulho do património nacional sem quaisquer consequências para os seus autores. É deprimente vermos, por exemplo, como esta classe politica apadrinha o "exílio" temporário de Dias Loureiro para Cabo Verde.
O homem delicia-se nas praias e o País paga as dividas do Banco. Somos nós que diariamente lhe servimos as lagostas enquanto gente boa e séria passa fome.
Isto não pode continuar.
A classe politica tem de ser responsabilizada pelas funções que exerce, tal como qualquer gestor de uma empresa privada, porque nas publicas e por maiores que sejam os prejuízos, "os homens" ainda são gratificados.
Isto é uma vergonha.
Socrates e companhia têm que ser presos e julgados. Não há crime mais grave que destruir o próprio País.
Seja qual for o próximo governo, não poderemos permitir que continue esta impunidade politica.
Amanhã, 4ºa feira, à hora em que forem finalmente escorraçados do governo, deveríamos estar todos á porta de S.Bento com um balde "cheio de merda" para lançar ás trombas de J.socrates. Depois exigimos a S. pereira que limpe o chefe com a língua. Fará certamente esse trabalho com a mesma inteligência e dedicação como qualquer canideo o faria em relação ao seu dono. Colocaremos assim as coisas no seu devido sítio. O esgoto da história. no
Força Emergente

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

A realidade nacional


Este texto de Moisés Espirito Santo merece ser difundido, pois reflecte bem o povo que somos e está adequado ao periodo pós eleitoral.

Dinheiros públicos (e miséria privada)
A grande massa dos portugueses, que vota nos governantes esbanjadores e apoia obras públicas caras e ostentatórias, não tem, no quotidiano, a noção reflectida donde procedem os «dinheiros públicos». Essa massa de ignorantes não pensa nisso; fica-se com a ideia de um cofre inesgotável, dum banco anónimo, dum tesouro mágico. É como se fossem dinheiros alheios ou de «ninguém» que se podem esbanjar e que não carecem de controle popular (nem de prestação de contas).
Será necessário dizer, incessantemente, que os «dinheiros públicos» provêm exclusivamente dos impostos, das licenças, matrículas, multas e outras cobranças, ou extorsões, aos cidadãos. Não são um tesouro mágico. São como a tesouraria duma colectividade. Se os dinheiros partem em auto-estradas, TGVs, aeroportos, submarinos, automóveis de serviço, jantaradas oficiais, compra de bancos falidos, estádios, piscinas, polidesportivos, rotundas e arranjos urbanos para-saloio-ver (isto é, para o currículo dos políticos), e em pensões milionárias (duplicadas e triplicadas) dos gestores públicos e dos políticos, vai faltar dinheiro para os salários, os incentivos ao trabalho e à produção, para os subsídios de desemprego, a saúde, a educação, as pensões, a assistência aos pobres e os abonos de família. Tão verdade como eu estar aqui.
Esta ignorância, irreflexão ou distracção alimenta a corrupção e a fraude.

«Dinheiros públicos» são como dinheiros de «ninguém», como os caminhos de que cada um se pode servir desde que tenha acesso a eles. Podem ser vistos como «dinheiros do Estado». Ora, como a grande massa de gente confunde o Estado com o Governo, e como o Governo se pode assemelhar a uma camarilha de malfeitores, «ladrão que rouba a ladrão tem cem anos de perdão». Fraudar até pode ser uma garantia de reeleição democrática («Ele rouba mas faz», «É esperto...»). Esta tolerância popular com a corrupção e a fraude aumentou com a democracia. Constituiu um traço do parasitismo, uma forte componente da mentalidade portuguesa. lido e recortado do Força Emergente mais aqui

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

O País que não acorda


Por vezes as ausências forçadas deixam-nos tempo para reflectirmos sobre as realidades que se vão processando e que mais directamente nos tocam.
É o caso da Comunicação social versus actividade politica.Talvez melhor dito ou apresentado de outra forma;
Será que a Comunicação social e os políticos, pensam que somos um Povo de gente atrasada ? Incapaz ? Débil ? Mentalmente deficitários ? comprovadamente manipuláveis ? ou pensa o quê ?
...
Face a tudo isto e alimentando a paranóia colectiva, vemos a quase totalidade da comunicação social contemporizar com as mais diversas verborreias dos políticos que mais não fazem que entreter este povo de apalermados e imbecis. Eles se calhar até têm razão. Que me desculpem mas é isto que sinto.Já era tempo de sairmos à rua e "expressarmos" de forma violenta e incontida a nossa indignação !
...
Pela nossa parte estamos disponíveis para tudo o que se refira á defesa de valores fundamentais que visem a obtenção de uma Justiça social e um Sistema Politico que garanta os direitos individuais e responsabilize a classe politica perante o Povo que os elege.Esta impunidade perante o desvario continuo que vamos observando, tem de terminar com o julgamento de todos aqueles que enganaram este País.
Já é tempo de sair à rua. ler o post completo de Carlos Luis no
Força Emergente

sábado, 10 de abril de 2010

Congressos, Papa, Presidenciais: nacionalismos "ocos"


Desde que, durante este governo, as televisões se adaptaram mais à agenda do Primeiro-ministro, as técnicas de adormecimento mediático em Portugal se tornaram mais subtis e eficazes. O objectivo passa, tal como em Itália, por atingir um ponto de saturação tal junto dos espectadores, que estes explodem sempre da mesma maneira: "nestas eleições não vou votar"...!!!

1 medida anunciada pelo Governo = 3 dias de notícias.

Assim que se aproxima o 33º Congresso do PSD, todas as televisões correm a entrevistar o presidente do partido, que, a passos de coelho, lá vai soltando umas palavras comedidas de oposição às políticas do actual governo. Um congresso de 3 dias, um pouco para reforçar o n.º do congresso: o 33.º . Um desfile de "3"'s, talvez em honra do Papa que está para vir, já que 33 é o número de Cristo. Não importa que a localidade onde se realiza tenha um gigantesco esgoto a céu aberto na maior praia da freguesia - Carcavelos - há mais de 20 anos, e que esta freguesia e que o concelho de Cascais sejam do mesmo partido do congressista. Isso são pormenores de "fregueses"...

1 congresso partidário = 1 semana de notícias.

Claro que alguns congressos, triunfam de vontade mais do que outros, mas na verdade, PS e PSD habituaram-nos nos últimos 15 anos a congressos e "estados da nação" de dimensão nacional. Discursos inflamados, gentes congregadas com um objectivo comum, em suma, um quadro bonito de se ver. Depois as declarações formais às televisões e aos jornais, o desfile de viaturas diplomáticas no exterior, os flashes dos jornalistas. Finalmente chega o dia das eleições, são eleitos e... nada. Tudo fica rigorosamente na mesma. Portugal em queda, os ricos mais ricos, os pobres mais pobres, os fundos europeus cada vez mais magros. Sem fundos, as empresas fecham, pois o perfil da empresa portuguesa não é a de criar riqueza, mas a de distribuir e "derreter" fundos estruturais... Ficou-nos este estigma do monarca que lança moedas de ouro ao povo miserável que, assim, vive o duro contraste entre o poder e o não-poder.Talvez por isto, todos os congressos sejam tão parecidos e todos os discursos que neles se fazem contêm as mesmas palavras repetidas vezes sem conta, como martelinhos a baterem sem parar nos nossos cérebros. Técnica muito conhecida da CIA, esta da lavagem cerebral pelo ritmo da repetição ad aeternum... Congresso por congresso, lembro-me deste, que marcou para sempre a história do nacionalismo (socialista) na Europa e no Mundo:

http://www.youtube.com/watch?v=afXnFiNF2iQ&feature=related
Depois vem o Papa alemão, pisar o mesmo solo. E o povo volta a adormecer...

1 Papa em solo Nacional = 1 mês de notícias.

E finalmente as Presidenciais, marcadas estrategicamente para o final do ano.1 eleições presidenciais = 1 ano de notícias.Entre estas notícias e os teatrinhos de problemas comezinhos das novelas portuguesas, o povo tem a liberdade de escolher. Talvez por isto, deixou de poder optar sobre o seu futuro, resignando-se às escolhas que os políticos fazem "por ele", e sempre "contra ele". Decorridos 100 anos de República, os 36 anos em que vivemos a "liberdade" acabaram-se. Eis que mergulhamos novamente na escuridão, na miséria, na pobreza de espírito, na corrupção, na sociedade separada entre ricos-políticos-todo-poderosos e povo-pobre-miserável.Obrigado, Afonso, por te teres zangado com a tua mãe. Ao menos deixas-te-nos acreditar que o sonho português de liberdade seria um dia possível...posto por Pedro Duarte no Força Emergente