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domingo, 17 de julho de 2011

História de Portugal "novas oportunidades"…

É aí, já com os olhos a habituarem-se à escuridão…que somos apresentados aos Carmelitas Descalços. Calcula-se que o último tenha deixado o Buçaco em 1855 (poucas décadas depois de Joaquim António de Aguiar, o Ministro da Justiça do Marquês de Pombal, ter extinguido as ordens religiosas). por Joana Fillol em “rodeados de pirilampos” no Sete, Visão nº 958

Ora bem, Sebastião José de Carvalho e Melo morreu em 1782 e Joaquim António de Aguiar nasceu, dez anos depois, em 1792.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Merkel humilha povo português e Sócrates baixa as calças

Os que acusavam Salazar e Caetano fazem exactamente o mesmo, decidem nas costas do povo. É preciso um novo Abril já!

No artigo que saiu na Visão desta semana Soares tem razão, hoje mais do que nunca o governo português, concertado ou não com o governo espanhol, deve falar duro na Europa e, principalmente com a Sra Merkel e o Sr Sarkozy se não quer perder o pouco da dignidade que o povo português merece e, Sócrates, bem ou mal, representa na UE.

No entanto e depois deste despudor com que Sócrates é tratado por Merkel, chamado a Berlim, e não me parece que seja uma força de expressão usada pela comunicação social portuguesa este "chamado", como se de um criado se tratasse para ouvir as ordens sobre como deve comportar-se nas reuniões de Março da UE, é o povo português que está a ser desconsiderado por uma senhora que, deste modo arrogante e digno da sua educação marxista de alemã do leste comunista e hegemónico, não merece o menor respeito de nenhum português que prese a sua independência e a sua voz numa Europa que lhe deve o mundo!

Não será altura de, ao invés de andarmos a discutir políticas de emprego, desenvolvimento, dívidas soberanas, taxas de juros, etc., exigirmos que seja feito um referendo sobre a nossa continuação na UE? Para que então depois decidamos do nosso futuro e da forma como o podemos construir em equidade e igual distribuição da riqueza criada, anulando o fosso cada vez mais fundo da desigualdade social e da pobreza de cada vez um maior número de portugueses, pobreza que não tem paralelo nem com os anos duros do que muitos ainda chamam "fascismo", do Estado Novo de Salazar e Caetano?

É que estamos a ser humilhados numa Europa para a qual nem sequer fomos consultados se era isso que queríamos!

Mário Soares, Mota Pinto, Freitas do Amaral e companhia resolveram e, nas costas do povo português, ataram-nos a uma União que apenas nos tem sugado até ao tutano e que agora, depois de nos tornar quase indigentes, nos humilha!

É tempo de levantar a cabeça e enfrentar esta classe política, herdeira directa da anterior nos vícios e no despudor com que se "arranja" à custa do erário público, que tanto acusava Salazar e Caetano de agirem nas costas do povo mas que repete o mesmo e, nisto, parece-me, ser a mão dada à palmatória o que Mário Soares tenta no artigo esta semana publicado na Visão!

É que ficar na história como o herdeiro do Estado Novo, criando um arremedo de democracia, orgânica, mas mantendo tudo na mesma depois que atirou com os militares de volta para os quartéis, não deve ser o que mais lhe agradará, mas é onde neste momento está, fiel seguidor do evolucionismo na continuidade de Marcelo Caetano e que, arguto como é já percebeu que só inflectindo e evitando males maiores o seu lugar ficará resguardado no pós 25 de abril junto com o dos militares cuja coragem devolveu a esperança aos portugueses durantes dois anos!

Abril foi-se é preciso um novo Abril já! por JCC55 publicado na
Visao

sábado, 5 de fevereiro de 2011

medidas de choque na Espanha ?


O Governo e Parceiros Sociais da Espanha concertaram medidas e acordaram:
· Os desempregados de longa duração, que recebiam 426 euros mensais e cuja prestação terminaria em Fevereiro, continuarão a receber 400 ouros, durante mais seis meses, se tiverem familiares a cargo e entrarem num programa de requalificação.
· A partir de Junho, cada empresa deverá ter um fundo de capitalização para trabalhadores, que se accionará em caso de despedimento, mobilidade geográfico, reforma ou financiamento de formação.
· Reduções nos descontos para a Segurança Social, das empresas que façam novos contratos, mesmo que a tempo parcial. A medida, que se aplica aos contratos sem termo ou de, pelo menos, seis meses, durará um ano e será reavaliada ao fim de 180 dias. Abrange apenas os jovens até aos 30 anos.
· Diminuição dos descontos da Segurança Social nas empresas que mudem contratos temporários para definitivos.
· A idade da reforma passará de 65 para 67 anos, ao ritmo de um mês por ano até 2018 e dois meses entre 2019 e 2027 Cada trabalhador terá de descontar 38 anos e seis meses. Actualmente, são 35 anos. Quem prolongar a actividade profissional para lá dos 67 anos, receberá uma pensão mais elevada.
in Visão 935

Será que, por cá, os “nossos” irão aprender alguma coisa ou vão esperar que se atinjam os 20% ?