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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

as “falhas de previsão da troika”

O eurodeputado Nuno Melo questionou a Comissão Europeia e o Banco Central Europeu sobre o relatório onde o Fundo Monetário Internacional reconhece erros nas previsões sobre Portugal. Nuno Melo, que elogia a atitude do FMI, quer agora saber o que vão fazer a Comissão Europeia e o BCE e de que forma isso poderá levar a alterações no memorando de entendimento.
Tendo em conta que se tratam de falhas em previsões feitas pelo lado dos credores e sendo que Portugal tem sido impecável e verdadeiro no cumprimento do acordado para tentar atingir objectivos pré-determinados, então saber se essas falhas de previsões da troika não poderão redundar, independentemente da vontade de Portugal cumprir, a impossibilidade real de se atingirem objectivos desse memorando”, afirmou o eurodeputado centrista.
 
parece que Melo foi o unico deputado português a levantar a questão que tanto nos interessa...
o que é que,por lá, andam os outros a fazer?
 

quarta-feira, 9 de junho de 2010

resíduos perigosos numa antiga mina em São Pedro da Cova, Gondomar


“No que me compete, aqui no Parlamento Europeu, não permitirei que uma directiva de protecção do Ambiente - que está a ser violada todos os dias - não deixe de ter cumprimento” diz o eurodeputado Nuno Melo que vai requerer a intervenção da Comissão Europeia no que considera “um crime ambiental”: a deposição de 320 mil toneladas de resíduos perigosos numa antiga mina em São Pedro da Cova, Gondomar.
Em 2009, Nuno Melo teve conhecimento do caso e fez um requerimento pedindo a intervenção do então ministro do Ambiente, Nunes Correia, mas, assegurou hoje, “nada foi feito”.

A nível nacional, adiantou o eurodeputado, o grupo parlamentar do CDS vai “requerer com carácter de urgência, a audição da ministra do Ambiente, Dulce Pássaro, do presidente da Parpública ao tempo, João Plácido Pires, e dos responsáveis pela CCDR do Norte e Administração Regional de Saúde do Norte e da Administração da Região Hidrográfica Norte.
PUBLICO.PT

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Nuno Melo volta a "atacar"


De acordo com um despacho publicado terça-feira em Diário da República, o Banco Português de Negócios já se pode financiar até mil milhões de euros com recurso à emissão de papel comercial, com garantia do Estado.

Nuno Melo exigiu hoje ao ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, que clarifique quanto é que a nacionalização do BPN já custou aos contribuintes:
«Quanto é que o BPN já custou? Na dança de valores é importante que se saiba. Em segundo lugar quanto vale hoje o BPN, quanto é que já foi injectado pela Caixa Geral de Depósitos e em terceiro lugar o que vai acontecer ao BPN, se vai ser incorporado, se vai ser privatizado e por que valor».
...
«antes da nacionalização acontecer, há um parecer do Banco de Portugal que refere pouco mais de 400 milhões de euros de custo para os contribuintes».
«Depois disso, na defesa da nacionalização, o ministro Teixeira dos Santos garantiu que seriam 700 milhões. O governador do banco de Portugal na Assembleia da República garantiu que seriam menos de mil milhões. (…) A verdade é que para efeitos de aval do Estado já vamos em 3 mil milhões».
Sol

...parece que, o agora deputado europeu, não se esqueceu o porquê dos muitos votos que recebeu.
É bom saber que na politica ainda há alguns com memória.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

CDS vai questionar Sócrates...

"O deputado Nuno Melo (CDS/PP) disse hoje que vai 'questionar' o primeiro-ministro sobre a permanência do magistrado Lopes da Mota na Eurojust uma vez que o ministro da Justiça não deu 'nenhuma resposta' no Parlamento e 'tem de haver responsabilidades' neste caso ligado ao Freeport.
Falando aos jornalistas à saída da Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, onde Alberto Costa foi ouvido no âmbito de um requerimento potestativo do CDS/PP, Nuno Melo considerou que o ministro da Justiça não respondeu às questões dos deputados, 'refugiando-se em argumentos jurídicos formais para não assumir as responsabilidades políticas, de dizer aquilo que o país esperava'.
O deputado referiu que não é 'normal' que o ministro aceite que uma investigação criminal em Portugal passe a ter 'menor eficácia' porque deixou de contar com a colaboração da Eurojust, numa altura em que o presidente deste organismo de cooperação judiciária é alvo de um processo disciplinar, sem que daí sejam retiradas quaisquer 'consequências', contrariando assim aquilo que havia sido prometido por Alberto Costa em anterior audição parlamentar.
Nuno Melo criticou ainda que o ministro considere 'normal' que o presidente da Eurojust diga que a colaboração deste organismo no 'caso Freeport' terminou a 23 de Abril, contrariando um comunicado do procurador-geral da República sobre a data dessa colaboração.
'São questões relevantíssimas e de bom senso às quais o ministro da Justiça disse nada', acusou Nuno Melo, criticando o ministro por, perante 'todas as evidências"