Mostrar mensagens com a etiqueta indignados. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta indignados. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 26 de março de 2012

Há bufos na extrema-esquerda portuguesa

A tradicional guerra de números após cada greve entre sindicatos e governo faz parte do passado. Esqueçam lá isso! Agora, com o advento dos grupelhos de indignados e afins, e perante a crescente e manifesta falta de adesão popular às suas manifestações, o que está na moda é desviar atenções e atacar a polícia: primeiro através de confrontos físicos, depois através de uma difamação pública persecutória e falaciosa.
Perante a confrangedora falta de mobilização que as várias manifestações tiveram no último dia de greve geral, ao contrário da CGTP (que se recolheu num silêncio envergonhado), os auto-proclamados indignados começaram uma campanha de acusação à PSP. E o processo é sempre o mesmo: começam por acusar os agentes, esses fascistas, de terem começado os confrontos contra os coitadinhos que, inocentes, apenas queriam manifestar-se e, após cabalmente desmentidos pelos factos, refugiam-se na acusação de que haveria agentes infiltrados na multidão com o fim específico de provocar e começar os confrontos.
Mas, por vezes, as coisas correm mal. É que se essa teoria tem, só por si, pés de barro, ela acaba por desfazer-se em pedaços perante certos exemplos que deviam encher de ridículo quem os usa.
Um desses exemplos aconteceu na passada sexta-feira. Como refere esta notícia, a Anonymous Portugal identificou três indivíduos que teriam iniciado os desacatos, sendo depois vistos a conversar animadamente com os agentes da PSP. Conclusão da Anonymous Portugal: os três indivíduos eram agentes da PSP infiltrados na manifestação com ordem para provocar os confrontos. As peças estavam a encaixar-se na perfeição e o puzzle da teoria da conspiração, tão conveniente à Anonymous Portugal, estava quase completo.
Faltou, no entanto, uma: a verdade. E a verdade é que esses três homens, prontamente denunciados pelas fotos da Anonymous Portugal no facebook, eram estivadores de Aveiro e estavam em Lisboa para cumprir o mesmo papel que os restantes: manifestar a sua indignação. Esta situação já foi denunciada no site dos estivadores de Aveiro e no facebook da Anonymous Portugal pela própria advogada dos estivadores.
Sendo certo que esta foi uma tentativa meritória da Anonymous Portugal de contribuir para a construção da realidade maniqueísta, em que o pobre do manifestante é esmagado pela opressão policial, em que os grupelhos seus semelhantes andam empenhados, acabou por ser um enorme tiro – ou petardo, talvez – no pé da organização que, de uma só vez, denuncia comprovadamente companheiros de luta como instigadores da violência e acrescenta mais um argumento à defesa de uma actuação “limpa” da PSP.
Com bufos deste calibre, um indignado já não se pode indignar em paz. Uma maçada.
P.S.: Entretanto, a Anonymous Portugal alterou o nome do álbum em que apareciam as fotos em causa, identificando os protagonistas como estivadores. No entanto, aqui podemos ver a “versão original”.
P.P.S.: Parece que mudar o nome do álbum não era suficiente. Por isso, os administradores da página de facebook da Anonymous Portugal decidiram apaga-lo. Nada de surpreendente para quem está habituado a não dar a cara.
por Tiago Loureiro n’ O Insurgente

sábado, 24 de março de 2012

greve geral (?) à Inter-Sindical - O retrato de quem viu

As imagens televisivas mostraram o rasto que o confrontos de ontem deixaram na zona do Chiado, na Baixa lisboeta. Quem assistiu de perto aos acontecimentos, porém, falou ao SOL em «provocações constantes» aos agentes da PSP, que acabariam por intervir contra alguns manifestantes.
Os tumultos surgiram no final da Rua Garrett, no cruzamento com a Rua Serpa Pinto, e estenderam-se pela área que rondava a esplanada do famoso café ‘A Brasileira’. 

Recorde aqui o vídeo dos confrontos, e as imagens

Ernestro Silva, um dos funcionários do café, desenhou um retrato dos acontecimentos que viu a partir do interior do estabelecimento, que chegou a «refugiar clientes».
«Vi uma série de indivíduos aparentemente a fugir da polícia, enquanto bombardeavam [os agentes] com cadeiras, mesas e garrafas e com tudo o que apanhavam à mão», contou, ao lembrar que a polícia ia «com alguma dificuldade a perseguir os manifestantes», antes de ver a perseguição prosseguir em direcção à Praça Camões.
Ernesto Silva lamentou ainda «a péssima imagem» que os acontecimentos deixaram para os olhos de «turistas e estrangeiros» que se encontravam na zona. Uma imagem que aproximou «ao estilo de Atenas», e que espera ter sido «um caso isolado».
Uns metros mais abaixo, duas funcionárias de uma loja localizada na esquina do cruzamento, que requereram o anonimato, contaram que os desacatos terão sido provocados por um grupo maioritariamente constituído por jovens.
De acordo com as lojistas, o grupo pertenceria à plataforma 15 de Outubro, e que atravessaram a rua «cerca de 15 minutos depois» do ‘pelotão’ geral que integrava os grevistas liderados pela CGTP.
No interior do estabelecimento, e «de portas trancadas», de onde observava o que se passava na rua, uma das lojistas sublinhou as «provocações constantes» dirigidas pelos manifestantes aos agentes policiais que, ao início, se mantiveram «impávidos e serenos».
Para exemplificar tais provocações, a lojista contou que alguns manifestantes chegaram mesmo a «baixar as calças e mostrar os traseiros» à polícia e aos «turistas que estavam a assistir».
 «Manifestantes «só queriam gerar confusão»
Uma das imagens dos distúrbios no Chiado, e quiçá a mais difundida pelos meios de comunicação, mostra Patrícia Melo, uma fotojornalista da agência AFP, a ser agredida com um cassetete por um polícia.
As lojistas contam ainda ter visto um homem que «estava a tirar fotografias a centímetros da cara de um polícia», referindo-se a outro fotojornalista que estaria presente no local, e que contribuiu para a característica que associaram aos manifestantes: «Só queriam gerar confusão».
Já Margarida Amaral, funcionária de uma loja situada em frente ao famoso café, afirmou ter visto «uma senhora, com um bebé num carrinho, no meio da manifestação», antes de lamentar «a violência em demasia contra pessoas que não entraram no protesto». por Diogo Pombo no Sol

terça-feira, 18 de outubro de 2011

indignados

Temos o maior respeito e consideração por todos os que se começam a revoltar contra esta gente manhosa e astuta e que continua infiltrada nos mais diversos sectores do Estado, nas empresas publicas e nos diversos grupos politico-pendentes.
Todos estamos revoltados e sentimos que o rumo do País não segue pelo melhor caminho.

É de facto urgente a contestação a este sistema politico.
Mas não haverá solução de forma pacífica.
Se alguém tiver duvidas, engana-se.
Esta gente não cede e sabe que tem a comunicação social controlada para ir passando as mensagens necessárias para desmobilizar uma contestação mais vasta e forte.
É urgente prender alguns dos principais responsáveis pelo colapso do país. Homens como dias loureiro e sócrates, para só citarmos 2, já deviam estar em prisão preventiva. força emergente

e não me venham falar dos brandos costumes.... cada vez mais “nós somos 99%

domingo, 16 de outubro de 2011

100 pessoas 100 hora para acabar?

A Assembleia Popular dos 'indignados' continua reunida em frente do Parlamento, neste momento a votar várias propostas feitas pelos presentes, não havendo qualquer hora prevista para a iniciativa terminar.
Por volta das 22:45, ainda se encontravam reunidas cerca de 100 pessoas no final da Rua de São Bento, em frente à Assembleia da República, apesar de já ser visível alguma desmobilização. noticias.pt 

como uma boa ideia acaba em ridiculo!