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domingo, 7 de abril de 2013

O primeiro tempo de antena de Sócrates na RTP


Sócrates acaba de dizer na RTP1, no tempo de antena que o senhor da Ponte lhe arranjou, que o primeiro-ministro na declaração que hoje prestou, encarou o tribunal Constitucional como um inimigo político e que tal constitui um erro porque o tribunal até "foi muito tolerante" para com o governo.
 
Só isto basta para dizer que este inenarrável nada mudou. Dizer que o tribunal "foi muito tolerante com o governo" é uma patacoada de tal ordem que desqualifica este indivíduo para comentar seja o que for.
 
Sócrates volta ao assunto da licenciatura...para se demarcar do caso Relvas. Para dizer que fez a sua licenciatura sem carecer de qualquer equivalência...e conclui que a sua licenciatura foi investigada pelo Ministério Público e que não lhe detectou qualquer irregularidade. Este aldrabão ( neste caso é mesmo disso que se trata) nem percebeu que o MP não investigou estritamente a tal regularidade da licenciatura ( tal poderia ser feito pelo tribunal administrativo se o seu ministro Gago tivesse feito o que o ministro Crato fez em relação a Relvas, mas não fez porque o processo ficou logo encerrado e fechado a sete chaves com o encerramento da universidade, numa jogada adequada a tal efeito). O que o MP investigou foi a ocorrência de eventual crime. Ora nem tal se apurou porque nem foi devidamente investigada a falsificação de documento e uso de documento falso ocorrido na AR com a ficha biográfica do então deputado José Sócrates. Sobre isso que tem Sócrates a dizer? Que não se lembra?
 
"Qualquer comparação ofende-me", acaba por dizer este Inenarrável.
 
Comentário: o professor Rui Verde deveria ser entrevistado a seguir para aquela coisa que os jornalistas conhecem: fact checking. Do you understand miss Esteves?
 
No. You don´t.  no Porta da Loja

sexta-feira, 5 de abril de 2013

um tratamento exemplar


A forma como Nuno Crato tratou este dossier é exemplar. E não me recordo de um precedente semelhante na história da democracia portuguesa. Conheço Nuno Crato há quase 40 anos, trabalhei com ele na juventude e somos amigos, por isso nunca duvidei que ele actuaria de forma totalmente séria. Mas como Portugal é o que é - e em Portugal inquéritos como este, quando existem, acabam geralmente sem conclusões. Não aconteceu desta vez. Um ministro foi obrigado a demitir-se porque um outro ministro realizou um inquérito, levou-o até ao fim e não teve medo das conclusões. Mais: o primeiro-ministro não deu ordem de veto de gaveta, permitiu que o processo fosse até ao fim. É bom recordar que ainda há poucos anos se considerava uma cabala levantar dúvidas sobre a validade de cadeiras terminadas a um domingo ou resolvidas através de provas mais amanhadas. Foi com Sócrates e o ministro de então nem sequer abriu um inquérito. Aproveitou foi para fechar essa universidade e por uma pedra em cima do assunto. É bom ter memória e é bom saber que, no meu país, nem tudo continua igual ao que sempre foi. Obrigado amigo Crato.  José Manuel Fernandes no Facebook

sábado, 7 de julho de 2012

Miguel Relvas

Miguel Relvas anunciou a extinção da Frente Tejo e extinguiu; anunciou a reforma do mapa das Freguesias (e, goste - se, ou não) e cumpriu; Miguel Relvas anunciou poupanças, rescisões e privatizações de um dos canais da RTP e está a cumprir; Miguel Relvas anunciou a fusão do Instituto Português e do Instituto da Juventude (para poupar nos dirigentes e a outros níveis) e cumpriu.
Sim, Miguel Relvas irritou - se com uma jornalista (e pediu desculpa). Quantas vezes o anterior Primeiro - Ministro se zangou com jornalistas? Pediram a demissão por isso?
Sim, Miguel Relvas recebeu um email de Silva Carvalho e não respondeu. E encontrou - o numa festa de aniversário de cem pessoas, numa reunião entre as administrações de duas empresas.
Sim, Miguel Relvas aproveitou uma oportunidade dada pela lei (mal) e aprovada por uma Universidade (nos dados que tenho até agora, certamente também nos termos exigidos pelas normas em vigor).

Errado que se permitam licenciaturas assim? Em minha opinião, sim! Mas já alguém perguntou quem fez essas normas?

É óbvio que querem afastar Miguel Relvas. Por várias razões! Há um Amigo meu que diz que o melhor é ir para o Governo e não se incomodar ninguém. Se se quiser continuar Ministro...
Como alguém lembrava, Lula da Silva é que fez bem: tinha a 4.ª classe e nunca se incomodou com isso. Tinha e terá pena de não ter estudado mais... Mas seguiu em frente.

Há-de - de compreender que desconfie quando vejo perseguir alguém deste modo... Às vezes Relvas "põe - se a jeito" no que diz e na maneira como diz? Sem dúvida! Mas a questão não é o que diz por dizer. É o que faz e o que diz que vai fazer. E faz tudo bem? Não, claro. Concordo com tudo o que anuncia? Também não. Mas que faz e que tem coragem, não se pode negar. O próprio Presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, o tem reconhecido.

Não se deve proteger membros do Governo sem ética, mesmo que não violem a lei. Seja por actos no exercício das suas funções, seja antes. Mas do que Miguel Relvas tem sido acusado, não extraio a ilação de que actue sem ética. Com isto digo que subscrevo algumas das suas atitudes ou que eu as tomaria? Não! Mas, daí a acusá-lo de falta de ética, vai uma distância que não deve ser percorrida. Postado por Pedro Santana Lopes

quinta-feira, 5 de julho de 2012

ainda faltam muitos e isto "ou comem todos, ou...!"

Mais na Lusófona, menos na Lusiada, mas tudo legal!
Quantos politicos e de que partidos?

Quem foi que "lançou" a lei AVL, quem foi?

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Loop

Não é uma pesquisa exaustiva, até porque sei que encontraria muitas outras referências em datas diferentes, mas acho que esta é suficientemente esclarecedora:




Num pais de gente com fraca memória é o jornalismo que merecemos.

por Mr. Brown no Os Comediantes

sábado, 26 de maio de 2012

Já temos um bocadinho mais de informação

O Público já divulgou qual foi a ameaça que Relvas terá feito. Num telefonema para Leonete Botelho ameaçou divulgar na net que Maria José Oliveira teria uma relação com um político da oposição. A visada nem sequer ouviu a ameaça. A ameaça envolve uma revelação de mais uma relação estreita entre política e jornalismo, pelo que nem sequer é bem vida privada. E a informação é falsa, segundo o Público de hoje e nem sequer foi considerada ameaçadora pela direcção do Público ou pelo seu advogado. Se a direcção do Público tivesse divulgado tudo isto desde o início os níveis de indignação seriam bem mais moderados, mas não seria a mesma coisa, pois não? Ninguém se sente um poucochinho aldrabado com esta história? por Joao Miranda no Blasfemias

terça-feira, 15 de maio de 2012

Vendem-se favores, trocam-se votos


Quando, há um ano, Pedro Passos Coelho ganhou as eleições, foram muitos os que aconselharam o actual Primeiro-ministro a evitar problemas mais do que previsíveis e a deixar de fora do seu Governo dois dos seus mais próximos no partido, que - adivinhava-se - viriam a trazer problemas num Executivo que não teria tempo para trapalhadas.
Apesar de, segundo garantem alguns, Passos Coelho ter dito que ia deixar de fora Miguel Relvas e Marco António Costa, a prática de pagar favores políticos falou mais alto e os dois acabaram por ir para o Governo.
O resultado está à vista, nem um ano depois. É certo que o envolvimento de Relvas e Marco António no processo das secretas está ainda por provar, mas a verdade é que os indícios e as cumplicidades entre os dois membros do governo e o ex-chefe das secretas, acusado de corrupção e violação de segredo de Estado, constituem um currículo negro para o Primeiro-ministro carregar às costas.
A nossa democracia tem vindo ao longo dos anos a corrigir muitas das suas imperfeições, mas está difícil corrigir aquela que é talvez a mais corrosiva para o sistema: a ideia de que o poder só se ganha através da acção de figuras que nos partidos negoceiam favores e interesses em troca de votos. Raquel Abecasis no Página 1

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Comentador Relvas

Miguel Relvas, de Angola, comentou que os "desafios" que Portugal tem pela frente "são desafios do país no seu todo. Não são desafios do governo, são de todos os portugueses. Ao Governo cabe traçar directrizes e é muito positivo um governo que sabe ouvir e que sabe decidir".  publico.pt

sempre atento...mesmo quando em "altos negócios"

domingo, 15 de janeiro de 2012

Comentador Relvas

A resposta às agências de 'rating', que cortaram na sexta-feira a nota de Portugal para um nível já considerado lixo ('junk'), precisa de ser dada pela União Europeia, comentou Relvas... em Luanda:
"A resposta já não é uma resposta que tenha que ser dada por Portugal. É uma resposta que tem de ser dada por todos os países da União Europeia. E o que se passou ontem (sexta-feira) tem também a dimensão de ter condicionado a posição em relação a países com importância na Europa, como a França".
"Portugal já há 6 meses, Espanha e a Itália agora, estão no caminho certo com políticas de contenção da despesa publica, de reequilíbrios dos orçamentos. O que se passa com as agências de 'rating' tem também muito a ver, não só com uma visão financeira, mas também com a circunstância e o modelo em relação à Europa", acrescentou com brilhantismo...de lider de governo!

domingo, 8 de janeiro de 2012

Comentador Relvas

Miguel Relvas, defende que Portugal deve "olhar para outros mundos" e menos para a Europa e valorizou a existência de uma nova emigração protagonizada por uma "juventude bem preparada".
"Se nós olharmos para a nossa história, sabemos que sempre que nos encostaram ao oceano foram os momentos de maior glória da nossa história" e "a verdade é que nos últimos 20 anos estivemos demasiado preocupados com a Europa". comentou.

no comments ou, melhor, isto será uma aproximação a uma possivel saida da "europa"? Ou só do Euro?

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Comentador Seguro

Seguro, hoje em Lardosa, garantiu hoje que o Partido Socialista vai estar "muito atento" à privatização da EDP, considerando ser "muito importante" que a empresa "mantenha a capacidade estratégica no nosso país".
Analisou a saída da CGTP da reunião da Concertação Social considerando que aquela foi o resultado "da inabilidade e falta de convicção que este Governo tem no relacionamento com os parceiros sociais" e comentou a notícia do Semanário SOL segundo o qual o défice público admitido pelo governo para 2012 é de 5,2 por cento e as condições de financiamento externo poderão ser aligeiradas.
Aproveitou os jornalistas presentes para afirmar que está "muito preocupado com o que têm sido notícias sucessivas em relação ao défice e ao relacionamento com a troika" e reafirmou que "Portugal precisa de mais um ano para fazer a consolidação.
Seguro continua a comentar a posteriori as notícias que são veiculadas pelo jornalismo que temos sem qualquer ideia nova e, muito menos, inovadora…
Desta vez o jornalista de serviço escreveu “à margem de uma visita” como noutras havia escrito “à margem de um Jantar, ou “à margem de etc.”. Isto é, comenta “à margem”!
Convenhamos que até o “comentador” Miranda Relvas faz melhor!

Que falta nos faz ouvir Francisco de Assis que nunca comentava "à margem...".

sábado, 3 de dezembro de 2011

Miguel “тройка” Relvas vaiado pelos Presidentes de Junta

"Vamos ser claros. Esta reforma da Administração Local é uma exigência geracional e o Governo está determinado na sua concretização". A reforma "decorre do memorando de entendimento assinado pelo anterior Governo, num momento particularmente difícil, provocado pelo facto de não termos sido capazes de mudar no momento certo", disse Relvas referindo o que foi negociado pelo governo de minoria PS com a тройка.

As vaias a Miguel Relvas começaram assim que o ministro entrou no espaço do congresso, com muitos dos 1300 delegados presentes a manifestarem de viva voz o seu desagrado pela reforma administrativa que o Governo pretende fazer e cerca de 300 delegados a saírem da sala, recusando-se a ouvi-lo.
Várias vezes interrompido por vaias e palavras de ordem de contestação, o ministro da Presidência afirmou que a reforma proposta pelo Governo no Documento Verde "será feita com os autarcas e não contra os autarcas" e que a redução de freguesias não significará o fim da tradição municipalista.

… a culpa é da тройка! Relvas é um simples funcionário do “memorando”!

sábado, 8 de outubro de 2011

hoje Relvas disse

próximo OE vai ser semelhante ao de 2007
O ministro Miguel Relvas reconheceu que o país tem um caminho «difícil» pela frente, mas disse que o Orçamento de Estado (OE) para o próximo ano vai regressar aos números de 2007. tsf

"Não há vacas sagradas na democracia portuguesa"
O ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, disse hoje, em Coimbra, a propósito da reforma administrativa, que não há vacas sagradas na democracia portuguesa e que há reformas que têm de ser feitas. ionline

rejeita criação de novo banco
O ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, rejeitou hoje, em Coimbra, a possibilidade de Portugal criar uma instituição bancária para aliviar os bancos das dívidas do Estado e "injetar liquidez na economia" do país. expresso

domingo, 2 de outubro de 2011

hoje Relvas disse

garante défice de 5,9% o2
Apesar da dívida pública da Madeira e do défice orçamental do primeiro semestre, Portugal cumprirá este ano o défice de 5,9% acordado com a troika, garantiu. cm

sábado, 1 de outubro de 2011

hoje Relvas disse

plano de reestruturação da RTP vai emagrecer “claramente” a empresa
O ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, disse hoje, em Vila Nova de Poiares, que o plano de reestruturação da RTP vai emagrecer “claramente” a empresa, que gasta mais de um milhão de euros por dia. ionline

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

em quem confiar?

Ao fim de três meses de Governo, uma coisa é já certa: este é um Governo que funciona a duas velocidades - a dos políticos e a dos técnicos.
Como a situação é grave, para o cidadão comum, vale mais a pena ouvir o que têm dizer os técnicos do que os políticos, porque, em última análise, serão os técnicos a ditar as regras.

O pingue-pongue de declarações deste fim-de-semana diz tudo. Vítor Gaspar, o ministro que nos habituámos a ouvir com más notícias, disse este fim-de-semana que “o pior em Portugal ainda está para vir”.

Miguel Relvas, o ministro que, dizendo-se politico, tem como função manter o povo animado, veio, logo a seguir, dizer que não se devem ler à letra as palavras do ministro. Para Relvas, o que Gaspar quis dizer foi que “existem muitas reformas pela frente e só com essas reformas é que o país consegue criar emprego e crescer”.

Segue o conselho para quem tiver dúvidas: o melhor é fazer mais fé nas palavras do ministro Gaspar do que nas do ministro Relvas. Diz o ditado que “homem prevenido vale por dois”.
Pois bem, se quer estar prevenido, não há que hesitar: a razão está do lado do ministro das Finanças. Raquel Abecasis