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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Gato escaldado…


A entrada no Banif de 1.100 milhões de euros de dinheiro do Estado suscitou uma inquietação: vamos ter um novo BPN? A resposta é “não”.
...
 
O Banif é outra história. O dinheiro que o Estado lá coloca vem da parte do dinheiro da troika, expressamente destinada à recapitalização dos bancos. O BPI e o BCP já receberam fundos dessa fonte.
O objectivo é dar tempo ao Banif para se capitalizar com fundos privados. Até lá (2017), o Banif paga juros de 9 a 10% ao Estado – um bom negócio para os contribuintes. E aplica parte do dinheiro recebido na compra de dívida pública.
Esta “nacionalização” temporária do Banif parece, assim, blindada contra imprevistos.
Mas percebe-se o receio: gato escaldado de água fria tem medo.  por Francisco Sarsfi eld Cabral no Página 1

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

portugal não percebe nada de chinesices


A salvação da economia de Portugal e de outros países europeus poderia estar na China. Poderia, mas não está, por enquanto. Expliquemo-nos porque o caso é muito sério e grave. Os bancos estão a precisar de dinheiro como pão para a boca. O governo podia ver a luz ao fundo do túnel se os bancos pudessem começar a conceder créditos para as mais diversas solicitações, incluindo para as grandes obras públicas. Estamos a falar numa grandeza de valores na ordem de milhares de milhões de euros. Qualquer banco português está a pagar através das agências de rating americanas entre 4,5 e 6,5 por cento. Ora, os americanos estão a conseguir esse mesmo dinheiro na China a uma percentagem entre 1,5 e 3 por cento. Vejam só o lucro que os americanos obtêm quando emprestam a 5,5 depois de adquirirem a 2,5. Para vos dar um exemplo, há bancos portugueses que, se pudessem, contraíam emprésrtimos imediatamente na ordem de 250 mil milhões de euros, se um qualquer banco da China emprestasse directamente mesmo a 3,5 por cento.
Neste sentido, temos assistido à maior burrice jamais levada a efeito nas relações entre Portugal e a China. Como Macau não ensinou nada a esta gente, porque simplesmente estiveram preocupados em sacar a qualquer preço, tem-se assistido à tentativa"oficial" de pedir quase de joelhos às autoridades chinesas que estas concedam luz verde aos empréstimos directos. Bancos chineses como o 'Bank of China' ou o 'Bank of Communications' têm os seus cofres a abarrotar e poderiam ser os "salvadores" de Portugal, Espanha e outros países europeus. Contudo, enquanto outros países têm sabido fazer o trabalho de casa e estão quase a conseguir obter êxito nas pretensões de financiamento, Portugal só faz asneiras. Primeiramente foi o ministro Vieira da Silva que se deslocou a Xangai, com o pretexto de visitar a Expo, depois foi o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, que apareceu em Macau sem se explicar ao que ia. Dois governantes que foram pedir por tudo às autoridades chinesas que concedessem os tais empréstimos que representariam o pão para a boca.
Com a presença do Presidente da RPC, Hu Jintao, em Portugal, os governantes lá irão mais uma vez pedir a tal luz verde e não contentes com a "asneira", o primeiro-ministro José Sócrates segue no dia 13 para Macau na tentativa, em desespero de causa, de conseguir o que há meses não se vislumbra. E onde está a asneira? No procedimento. Haja quem ensine os nossos governantes que tudo se consegue dos chineses mas... por portas e travessas. Há os canais próprios para estes assuntos. Nunca podem ser os políticos a realizar as abordagens em assuntos desta natureza. Os Estados apenas têm de dar o aval às transacções de grande envergadura, mas os emissários do assunto têm de ser sempre os "civis" e nunca os "militares"... por joão eduardo severino no
Pau Para Toda A Obra (com os meus sublinhados)

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

invejoso!


Depois de ontem terem estado reunidos com PPC, a "analisar" a actual situação económica do país, os banqueiros do costume estão hoje com Teixeira dos Santos. DN
isto está mal...

quinta-feira, 13 de maio de 2010

bancos de Wall Street suspeitos de enganar investidores


Procuradores federais e a Securities and Exchange Commission (SEC) dos Estados Unidos estão a colaborar em investigações preliminares para averiguar se alguns dos principais bancos de Wall Street enganaram investidores.
Em causa está o papel do J.P. Morgan Chase, do Citigroup, do Deutsche Bank e da UBS na venda de obrigações hipotecárias aos investidores, segundo noticia hoje o diário “The Wall Street Journal”.
Dois bancos são acusados de terem criado e vendido, de forma imprópria, obrigações que tinham como base crédito hipotecário de má qualidade (subprime), aquele que desencadeou a crise financeira.
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sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

La banca británica busca librarse de la tasa de los bonus


... presiona al Gobierno y ofrece 2.000 millones a cambio de que se retire el impuesto
Los bancos británicos no se han resignado a pagar la tasa del 50% de los bonus aprobada por el Gobierno de Gordon Brown. Su respuesta es una combinación del conocido sistema del palo y la zanahoria. La actitud rebelde consiste en negarse a participar en un fondo promovido por el Gobierno para conceder créditos a las pymes.
Público.es

Lá, como cá, este gajos não aprenderam nada e estão a abrir caminho para uma qualquer "democracia popular"...

quarta-feira, 13 de maio de 2009

'bad banks' alemães...

"Alemanha aprova projecto-lei para a criação de 'bad banks'
O governo alemão aprovou hoje um projecto-lei que permite aos bancos privados libertarem-se de activos tóxicos (títulos extremamente desvalorizados), com garantias estatais, através da criação dos chamados "bad banks", para melhorar a liquidez e estimular os negócios.O diploma, que ainda terá de ser submetido ao parlamento, dá hipótese aos bancos privados de criar sociedades para depositar temporariamente os seus activos tóxicos, e destina-se a repôr a confiança nos negócios interbancários. Pars os bancos públicos, estão também a ser estudada uma solução semelhante, indicou o ministério das Finanças. Para substituir os títulos desvalorizados, os bancos que recorrerem a este sistema receberão títulos com garantias do Estado, que não terão de cobrir com capitais próprios. O valor da garantia do Estado será, no máximo, igual ao valor dos activos tóxicos antes de se terem desvalorizado, mas com uma dedução de 10 por cento. Em troca deste apoio, os bancos terão de pagar ao Estado uma taxa "correspondente às condições actuais do mercado", explicou o ministro das Finanças, Peer Steinbrueck. Os bancos terão também de assumir as perdas dos títulos depositados nos seus "band banks" durante os próximos 20 anos. Além disso, só poderão ser colocados nos "bad banks" activos tóxicos adquiridos antes de 2009, e só estão autorizados a recorrer ao sistema bancos que tenham sede na Alemanha também antes de 2009. Durante a vigência dos seus "bad banks", as instituições financeiras não poderão pagar dividendos aos seus accionistas, e terão de entregar os lucros ao Soffin, o fundo estatal de garantias bancárias, até cobrirem por completo os prejuízos com os activos tóxicos. O governo apresentará também uma proposta semelhante de criação de "bad banks" exclusivamente destinada aos bancos públicos, nas próximas semanas, depois de concluir conversações com os representantes dos 16 estados federados. Segundo cálculos do ministério das finanças, os activos tóxicos dos bancos alemães elevam-se a mais de 200 mil milhões de Euros. Especialistas na matéria garantem, porém, que esta verba poderá mesmo ultrapassar os 800 mil milhões de Euros, porque a desvalorização dos activos tóxicos é muito superior ao cálculo que os próprios bancos incluíram nos seus balancetes. Lusa" 13.05.2009 - 10h55
eventualmente chegará a Portugal antes das eleições legislativas...e a tempo de atribuir aos "gestores" os prémios que eles estarão a reclamar