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domingo, 3 de junho de 2012

os que ainda fazem “greves”

De acordo com um relatório divulgado pela Direcção-Geral do Tesouro e Finanças, os prejuízos das empresas públicas praticamente duplicaram no primeiro trimestre de 2012, atingindo 240 milhões de euros. Este valor comparado com os 126,7 milhões registados entre Janeiro e Março do ano passado, revela uma subida homologa de 89,4%.
Se se tiver em conta os resultados da Parpública e da Estradas de Portugal, que não são incluídas no perímetro desta primeira análise, e dos hospitais públicos, as perdas sobem para 316,4 milhões de euros - mais 105% do que os 154 milhões registados um ano antes.

O agravamento das contas do Sector Empresarial do Estado é explicado, em grande parte, pela subida nos custos de financiamento, que provocaram uma forte derrapagem nos resultados financeiros.
Entre Janeiro e Março deste ano, este indicador atingiu prejuízos de 335,8 milhões de euros, quando se tinha ficado por perdas de 198,6 milhões no mesmo período de 2011. 
Por outro lado, a evolução global das receitas (incluindo todas as empresas e hospitais do Estado) foi negativa, com o volume de negócios a cair 8% para cerca de 1,8 mil milhões de euros. E a redução de
custos fixou-se em 4,7%.
economia 

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Reféns da clientela


O populismo é geralmente mau conselheiro em momentos de crise. E o ataque cerrado a todos os que ganham mais, como se aí estivesse a origem de todas as desgraças, é apenas um dos seus mais generalizados sintomas.
Contudo, a aliança entre PS e PSD contra qualquer iniciativa parlamentar para introduzir limites de razoabilidade à remuneração de gestores públicos não pode ser vista como saudável recusa liminar do populismo. É, tão só, o refl exo de como os dois partidos do “centrão” estão literalmente reféns da sua rede clientelar.
Argumentar com a necessidade de “atrair os melhores num mercado concorrencial” quando se trata, sobretudo e/ou quase sempre, de remunerar boys recrutados para gerir empresas que agem em monopólio (ou quase!) ou, simplesmente, se afundam em prejuízos não é mais do que tentar tapar o sol com a peneira.
E se o argumento vale para as empresas, como não aplicá-lo a gestores da própria administração, todos eles forçados a cortes radicais dos respectivos salários?
Se dúvidas existissem sobre a bondade da argumentação, ela fi cou, ontem, bem à vista, em mais um exemplo do descalabro de gestão do sector empresarial do Estado. Ficámos a saber pela Comunicação Social que na Rede Eléctrica Nacional, uma das tais empresas públicas a reclamar excelência de gestão, foram, nos últimos tempos, “contratados” oito novos directores. Alguns já este mês e com remuneração superior à do Presidente da República. Pagos com os nossos impostos. Ao mesmo tempo que os trabalhadores, que denunciavam a situação, reduziram os seus salários.
Os mercados também sabem estas pequenas histórias e sabem que, neste momento, o que se impunha era uma solução à espanhola, com uma drástica redução dos quadros dirigentes do sector público e respectivas remunerações.
Graça Franco no
Pagina 1

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

o Governo não «baixa os braços», o Desemprego aumenta.


«As estatísticas do emprego relativas ao quarto trimestre de 2010 indicam que não poderemos baixar os braços e ainda não fomos capazes de inverter a tendência», declarou a ministra no dia em que se ficou a saber que a taxa atingiu os 11,1% no último trimestre de 2010.
Helena André afirmou que «cada novo desempregado é uma fonte de preocupação», mas também «o reforço do ânimo» para o Executivo continuar «a trabalhar no sentido de relançar o crescimento da economia, com uma forte aposta nas exportações».

Claro que percebemos a Srª ministra, em especial, no dia seguinte ao CDS ter divulgado que o Ministério do Trabalho, em Dezembro e sem concurso, nomeou 41 directores distritais da Segurança Social ligados ao Partido Socialista e que, em 2010, «
aumentou os prémios para as chefias ao mesmo tempo que retirava os prémios aos trabalhadores»...
Estas medidas, por certo, serão as boas ajudas a este governo que não quer "baixar os braços" a que a ainda ministra se referia...

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

como é gasto o seu dinheiro...


Desde ajudas ao arrendamento de 55 mil euros ao aluguer de carros por 40 mil euros, há gastos para todos os gostos.
Mais de
7,5 milhões de euros para salários de 46 gestores

Leia alguns exemplos
AQUI