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domingo, 11 de novembro de 2012

Ich bin anderer Meinung


Percebe-se a raiva que os adeptos das doutrinas marxistas manifestam em relação à chanceler Merkel. Foi afinal na Alemanha da segunda metade do séc. XX que estiveram em confronto os dois modelos antagónicos de organização política, económica e social. A queda do muro de Berlim tornou evidente a todo o mundo e sobretudo aos alemães os resultados da aplicação dos dois sistemas: De um lado, um povo livre e dos mais prósperos e desenvolvidos do mundo; do outro – o da doutrina dos “louçãs” - milhões de pessoas oprimidas pela tirania comunista e a viver na miséria.
O sucesso da Alemanha livre foi de tal ordem, que os seus excedentes, conjugados com a determinação e o esforço colectivos permitiram, em apenas duas décadas, reintegrar os martirizados irmãos do leste e trazê-los ao alto nível de desenvolvimento humano que hoje se observa neste grande país. Foi uma obra formidável.
Congratulo-me, pois, com a visita da chanceler da República Federal da Alemanha - Estado amigo de Portugal e nosso parceiro na União Europeia – com cujo contributo contamos para nos ajudar a sair da enorme crise em que resolvemos entrar de motu proprio.
Hertzlich willkommen, Frau Bundeskanzlerin!
por João Ferreira do Amaral no 31 da Armada

sábado, 18 de dezembro de 2010

Governo e PSD falham grupo para reavaliar obras públicas

A rejeição de nomes, de parte a parte, para presidir ao grupo de trabalho acordado entre Governo e PSD para reavaliar as grandes obras públicas tem sido um obstáculo à criação da equipa, um mês e meio depois dessa condição ter sido estabelecida no acordo que permitiu viabilizar o Orçamento do Estado para 2011, apurou o Jornal PÚBLICO.
O Governo propôs para presidente do grupo João Confraria, economista e defensor das obras públicas do Governo, nome que foi recusado pelo PSD.
Foi depois proposto o bastonário da Ordem dos Engenheiros, Carlos Matias Ramos, o que também seria recusado pelos sociais-democratas, com o argumento de que se trata de um representante de uma corporação.
O PSD, por seu turno, propôs para o mesmo cargo os nomes de Freitas do Amaral (ex-ministro PS e especialista em Direito Administrativo) e de João Ferreira do Amaral, professor catedrático do ISEG. E ouviu um "não" do Governo.
O protocolo de entendimento entre Governo e PSD, assinado a 29 de Outubro, congelou os novos contratos de parcerias público-privados e determinou a reavaliação das grandes obras "ainda não iniciadas ou na fase inicial de construção". Uma análise que exigia "celeridade".
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