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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

…dizer mal do meu sucessor!


“Ele realmente teve a ideia de falar e teve a ideia peregrina de ir falar a um hotel de luxo, também não é o sítio onde deve falar, afirmou Mário Soares, em Lisboa, durante uma apresentação do seu livro “Crónica de um tempo difícil”.
“Eu não posso falar do Presidente da República, porque me fica mal falar de uma pessoa que me sucedeu. Portanto, é muito desagradável, quando uma pessoa começa a dizer mal do seu sucessor parece que tem ciúmes dele e não é o caso, nunca tive”, começou por dizer o Soares.
“O Presidente da República, enfim, tem estado muito calado. Tem havido jornais que dizem “perdeu a fala o senhor Presidente da República”. Há jornais que dizem isso, eu vi um artigo de fundo num jornal que diz isso e achei graça”, lê-se no copy/paste do Público à notícia da Lusa.
 
 

domingo, 22 de julho de 2012

Take Another Plane!

O Presidente da República revelou hoje ter pedido ao presidente da TAP que lhe explicasse os motivos do fim dos voos da transportadora portuguesa para Joanesburgo,
Questionado sobre a suspensão dos voos TAP entre Lisboa e Joanesburgo (rota com 49 anos de existência), uma medida que criou mal-estar e incómodos à comunidade portuguesa, Cavaco Silva respondeu que, adivinhando que a questão lhe iria ser colocada, pediu ao Fernando Pinto uma explicação sobre as razões que levaram à decisão, em meados do ano passado, referindo que aceitou a justificação, sem que isso signifique ter ficado totalmente convencido…

O Presidente da República, regressou a Lisboa num voo da holandesa KLM, com escala em Amesterdão. AP. Lusa

sexta-feira, 9 de março de 2012

ficará registada na história?

O director do “Expresso”, Ricardo Costa, comenta a afirmação do Presidente da República, Cavaco Silva, que diz que o ex-primeiro-ministro José Sócrates dissimulou informação sobre a crise.




Tratou-se de uma falta de lealdade institucional que ficará registada na história da nossa democracia.  Cavaco Silva Prefácio do Livro Roteiros 

politicamente blogando...

... incorrecto
Falar claro
Há precisamente um ano Cavaco Silva tomava posse como Presidente da República para um segundo mandato. Reeleito à primeira volta, o Presidente proferiu na altura um notável discurso sobre o "estado da nação". No prefácio ao sexto volume dos Roteiros, Cavaco retoma o registo eminentemente político da sua magistratura. Faz bem. É para isso que elegemos o Chefe de Estado, desde 1976, por sufrágio directo, universal e secreto. Apesar de algumas infelicidades circunstanciais neste primeiro ano do novo mandato, Cavaco Silva estará sempre acima da tagarelice e do frenesim dos fazedores de opinião fácil. Intuiu o fundamental, como se viu nas eleições de 5 de Junho de 2011, e a vida pública nacional precisa, mais do que nunca, de um PR "político" que fale claro. Parabéns. por João Gonçalves no Portugal dos Pequeninos
... correcto
É uma tentação
E poucos são aqueles que têm sabido resistir-lhe: ajustar contas com o passado (ou com os adversários) escrevendo autobiografias que só servem para alimentar o ego e relatar episódios que, em princípio, são desconhecidos do grande público.
Há também esta moda dos presidentes compilarem discursos e, moda mais recente, de tentarem fazer um balanço autobiográfico das suas viagens, passeios ou "roteiros". Aquilo que deveria ser o tronco essencial das "memórias" reparte-se assim por vários volumes, de consulta e efeito rápidos.
O caso de Cavaco Silva torna-se mais grave, pois decidiu-se a "fazer história" num prefácio de duvidosa oportunidade. Para quem acompanhou o "casamento" entre o actual Presidente e o anterior Primeiro-Ministro, o azedume vindo agora a lume não faz sentido e só pode indiciar que Cavaco Silva se prepara para fazer política dura, ele que se se diz pouco talhado para a política. Aguardemos pelos próximos capítulos dos roteiros de Cavaco Silva onde ficaremos a conhecer melhor os contornos desta coabitação com Passos Coelho. E Espera-se que o Volume 7 de Roteiros não tenha prefácio. Para bém de todos nós. por João Espinho no Forte Apache

... neutro
José Sócrates num parágrafo
"O anúncio do “PEC IV” apanhou-me de surpresa. O Primeiro-Ministro não me deu conhecimento prévio do programa, nem me tinha dado conta das medidas de austeridade orçamental que o Governo estava a preparar e da sua imprescindibilidade para atingir as metas do défice público previstas para 2011, 2012 e 2013. Pelo contrário, a informação que me era fornecida referia uma situação muito positiva relativamente à execução orçamental nos primeiros meses do ano. O Primeiro-Ministro não informou previamente o Presidente da República da apresentação do Programa de Estabilidade e Crescimento às instituições comunitárias. Tratou-se de uma falta de lealdade institucional que ficará registada na história da nossa democracia. O Presidente da República, nos termos constitucionais, deve ser informado acerca de assuntos respeitantes à condução da política interna e externa do País."
Cavaco Silva, que assim deixa às próximas gerações a nota de rodapé com que Sócrates será lembrado nos livros de História de Portugal. por Paulo Pinto Mascarenhas no abc do PPM

domingo, 29 de janeiro de 2012

A praga das fontes anónimas e o jornalismo de vão de escada ou CAVAQUISTAS PASSARAM À HISTÓRIA


Será difícil aos cavaquistas perceberem de uma vez por todas que o seu tempo político já passou à história. Já tiveram os seus "cinco" minutos de fama quando andaram a construir auto-estradas por tudo o que era montes e vales para ficar mais dispendioso. Será que os cavaquistas ainda não se convenceram que o BPN, o maior cancro do país, é obra sua? O povo foi a eleições e escolheu Passos Coelho. Nas próximas eleições, se o governo for mau, logo levam com o castigo respectivo, mas andar a aturar os cavaquistas com uma guerra subversiva é que parece fobia de macaco por banana. por João E. Severino no pau para toda a obra



QUANDO os jornais se questionam por que razão têm cada vez menos leitores, talvez fosse boa ideia deixarem de fazer artigos como este, onde fontes anónimas dizem o que lhes apetece e criticam quem querem, como se no jornalismo sério as fontes não identificadas pudessem ter opinião…por António Granado no Ponto Media

domingo, 8 de janeiro de 2012

democracia à alemã...do leste

Uma recente investigação divulgada pelo 'Wall Street Journal", que entrevistou dezenas de políticos e consultou grande número de documentos, revela que Agela Merkel,  "disse ao Presidente Italiano, Giorgio Napolitano,  86 anos, que os esforços para reduzir o défice por parte de Itália eram 'apreciados', mas que a Europa queria realmente ver reformas mais agressivas para relançar o crescimento. E disse que estava preocupada com o facto de Berlusconi não ser suficientemente forte para o fazer". baseado em notícia do DN
Após as indicações da chancelerina, o idoso Napolitano, ex-PCI, iniciou as “consultas” com politicos e partidos com assento parlamentar, porventura para os informar da “conversa” com a alemã. Berlusconi acaba por perder, de forma humilhante, no dia 8 de Novembro, a maioria absoluta que detinha no Parlamento, tendo-se demitido, pouco tempo depois.
Foi assim que o Governo, mal ou bem, mas democraticamente eleito, de Berlusconni, foi substituído pela equipa "tecnocrata" de Mario Monti, um ex-Goldmam Sachs e ex-comissário Europeu, que já anunciou um violento plano de austeridade para Itália.
Curiosamente a chamada esquerda italiana, com pouca expressão no Parlamento Italiano aplaudiu!
Afinal é uma nova “democracia à Merkel” que pretende dar outra forma à conhecida expressão de Churchill: "A democracia é a pior forma de governo, salvo todas as demais formas que têm sido experimentadas de tempos em tempos"...
Este novo formato de democracia à alemã, com nomeações sem eleições, eventualmente, também foi aplicado à Republica Helénica com a equipa Papademos, um ex-Goldman Sachs, tecnocratas e extrema-direita, que tem conseguido ainda piores resultados que os de Monti em Itália .
Neste caso a com a direita e a esquerda, minoritárias no Parlamento, a aplaudir e a extrema-direita aliada a Papademos...
Não se sabe se a Angela Merlkel já falou com Cavaco Silva mas a manutenção da campanha eleitoral pelas esquerdas pode augurarar-nos proximamente um Primeiro-Ministro ex-Goldman Sachs...

domingo, 1 de janeiro de 2012

"Portugal é maior do que a crise que vivemos"

Cavaco Silva anteviu 2012 como um ano em que "se irão exigir grandes sacrifícios ao comum dos portugueses", em que "as dificuldades se farão sentir de forma mais acentuada no dia-a-dia", mas manifestou-se confiante na resposta dos portugueses: "Será igualmente um ano em que a fibra do nosso povo virá ao de cima".
"Portugal é maior do que a crise que vivemos", afirmou, na mensagem de Ano Novo, o Presidente da Republica, pedindo uma "união de esforços" para o país aproveitar esta "crise" para "mudar de vida e construir uma economia saudável". lusa 
José Luís Carneiro, do secretariado nacional do PS, que comentou a Mensagem do Presidente afirmando que "é cada vez mais notório que o governo está isolado nesta sua insensibilidade para ouvir os sectores mais dinâmicos e mais activos da sociedade portuguesa", afirma que "o essencial da mensagem de Ano Novo do Presidente da República é partilhado pelo Partido Socialista. dn 
Jorge Pires, da Comissão Política do Partido Comunista Português, entende que Cavaco Silva "é um homem que se colocou claramente ao lado do pacto de agressão e não dos trabalhadores do País, quando referiu a inevitabilidade relativamente ao acordo que foi negociado com a "troika" internacional". dn 
Carvalho da Silva, o secretário geral da CGTP, qualificou hoje de "inaceitável" a ausência de referências ao mercado laboral no discurso do Presidente da República, deixando ainda mais algumas críticas à mensagem do Ano Novo; "O Presidente abordou alguns conceitos e conteúdos que têm coerência, mas que depois são contrariados no resto do discurso. A coesão social é importante. O respeito por todos os portugueses e o combate à resignação também. Mas Cavaco Silva não pode resumir o diálogo social ao desafio da competitividade", comentou o sindicalista. i online 
Fernando Rosas, dirigente do Bloco de Esquerda, disse à Agência Lusa que "O Presidente salientou, e bem como o BE tem feito, que a crise internacional caiu em cima de uma crise que já cá estava, quando disse que a economia tinha vulnerabilidades e há oito anos que está a afastar-se do desenvolvimento dos seus parceiros europeus". expresso
mas
Jorge Costa, o deputado, afirma que "Cavaco Silva é um dos políticos no activo com responsabilidades de governo há 30 anos e não é aceitável que se refira aos políticos como se não fosse um deles". esquerda

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

uma frase mortífera…


O Presidente da República prometeu hoje cooperação leal à Assembleia da República em tudo que esteja relacionado com "a defesa do superior interesse nacional", desejando um ano de 2012 "tão próspero quanto possível" aos deputados.

Uma frase mortífera… dentro e fora do contexto.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

"Este é o tempo da Assembleia da República"

Cavaco Silva afirmou hoje que a retirada dos subsídios de férias e de Natal aos funcionários públicos e pensionistas constitui uma "violação básica da equidade fiscal" e reiterou que os limites para os sacrifícios que se podem exigir aos cidadãos já poderá ter sido ultrapassado.
"Pelas situações dramáticas que chegam à Presidência da República, receio que em alguns casos, como no dos pensionistas, esse limite pode já ter sido ultrapassado", afirmou.
O Presidente considera - tal como os livros ensinam - que "a redução de vencimentos ou pensões a grupos específicos é um imposto".
Cavaco Silva espera que na Assembleia da República decorra um "debate aprofundado" sobre as propostas do orçamento e que "os deputados dêem um contributo para a melhoria das propostas". "Este é o tempo da Assembleia da República", considerou, recusando-se as comentar se haveria soluções melhores para o orçamento. "Os economistas têm sempre alternativas", disse.  expresso

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

POIS


O nosso Marinheiro do Detalhe pergunta-me se o Presidente abdicou do vencimento ou teve de abdicar!!!!Parece que não teve , mas teria, i.e. , a partir de 9 de Março inicia novo mandato, nova missão, pelo que então entra na lei que impossibilita a acumulação de vencimentos de Estado e pensões, também de Estado.
Então, diz o nosso Marinheiro, prescindir do salário agora, 2 meses, foi show off!!!!
Pois não sei, digo eu! Publicada por Manel em NRP CACINE

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

O PS e a campanha presidencial


Depois de todos os episódios dos últimos três anos com a escolha do candidato presidencial do PS, dificilmente se anteciparia o que está a suceder nesta campanha eleitoral.
Perante a clara dificuldade de afirmação e mobilização de Manuel Alegre, o PS decidiu contornar este problema e estilhaçar a campanha.
Lançou Defensor de Moura com o tema dp BPN e a sua recorrente obcessão em denegrir Cavaco Silva. É hoje claro que este deputado do PS faz o papel do idiota útil que se dispõe a sujar as mãos e a fazer o frete ao chefe.
De seguida, através do Presidente do Governo Regional do Açores, deu palco a José Manuel Coelho, que desde esse dia se dedica a relatar de forma caluniosa episódios da vida passada de Cavaco Silva.
Hoje, perante algumas afirmações - contidas - de Cavaco Silva que o distanciam de forma clara do Governo e da actual situação do país, o PS vem armar-se em vítima e invocar o interesse nacional para calar o Presidente da República.
O PS encontou para esta campanha três candidatos - Manuel Alegre, Defensor de Moura e José Manuel Coelho. As coincidências entre as suas agendas de campanha e discursos é tão grande, que até somos levados a pensar que alguém as coordena... e se calhar também as paga.
Agora, lança o seu último candidato - a rolha do interesse nacional para tentar calar Cavaco Silva.
Para o PS esta campanha eleitoral resume-se hoje a um único objectivo: reduzir a dimensão da vitória de Cavaco Silva para o condicionar no exercício do próximo mandato presidencial.
É triste, mas é o beco a que chegou a actual direcção do PS. posted by Vítor Reis no
4R - Quarta República

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

O eco invertido



Quando, por razões naturais ou por dispositivos montados para o efeito, o eco sofre reverberações várias, inverte-se e torna-se indistinguível o som original.
Na Campanha em curso, Alegre decidiu utilizar por sistema o efeito eco invertido. E programou o seu potente aparelho fonador para, de forma automática e imediata, perturbar o sentido e o eco do que Cavaco diz. Forma preguiçosa e fácil de não ter que pensar e de alimentar uma triste caminhada.
Se Cavaco diz sim, logo o aparelho fonador de Alegre diz não. E se Cavaco diz não, o mesmo aparelho logo se apressa a reproduzir o sim.
Se Cavaco salvaguarda o Estado Social, logo o aparelho fonador alegrista reproduz que o quer destruir.
Se Cavaco diz que será o Presidente de todos os portugueses, logo o aparelho fonador alegrista reproduz que Cavaco não tem passado anti-fascista é um perigo para o 25 de Abril. Exclusivo do generoso povo de esquerda.
Se Cavaco diz que a excessiva dívida pública põe em causa a nossa soberania, logo o aparelho fonador alegrista reproduz que Cavaco está ao lado dos grandes especuladores internacionais. E apela à luta contra os homens sem rosto do grande capital financeiro.
Se Cavaco diz que é preciso falar verdade aos portugueses, logo Alegre reproduz que Cavaco quer interferir na política do Governo. Com a qual até Alegre diz que não concorda.
Se Cavaco fala da óbvia crise por que passamos, logo o aparelho fonador alegrista reproduz que o que Cavaco quer é dissolver o Parlamento e convocar novas eleições.
Forma preguiçosa e fácil, esta, de fazer campanha eleitoral. Alegre deixou de pensar. Apenas se limita a reproduzir o contrário do que Cavaco diz. Transformou-se num eco invertido. posted by Pinho Cardão no 4R - Quarta República

mais que uma notável análise, este post, para ter em atenção, é uma lição de e para a Comunicação (ou de como ela não deve ser feita!)

terça-feira, 5 de outubro de 2010

União e Transparencia


Cavaco Silva e José Sócrates comemoraram o 5 de Outubro separados.
Em Belém, o
presidente da República pediu união e transparência na vida pública.
Na Câmara de Lisboa, o
primeiro-ministro afirmou que é naquele local que prefere assinalar a implantação da República. TSF
Ridiculo.
...a seguir virão os dois, mão na mão, pedir aos Partidos da Oposição para, unidos e transparentes viabilizarem o Governo minoritário que se perfila!ainda mais ridiculo.

publicado no
reVISÕES em 05 de Outubro de 2009

domingo, 6 de junho de 2010

Espanhóis não querem eleições... nem Zapatero

Os espanhóis não são favoráveis à realização de eleições antecipadas, mas mostram-se muito críticos com o chefe do governo socialista, segundo uma sondagem publicada hoje no "El País". publico
Este es el negro escenario que dibuja la encuesta de Metroscopia para EL PAÍS, en la que ninguna variable mejora para el Gobierno. Pero eso tampoco significa una petición de adelanto electoral. Para eso Mariano Rajoy tendrá que esperar, porque en este panorama pesimista, la opinión mayoritaria es que hay que agotar la legislatura, aunque haya que proceder de inmediato a un cambio profundo en el Gobierno.
elpais
O executivo de Zapatero está a governar no fio da navalha depois de, a 27 de Maio, o seu plano de austeridade ter sido aprovada pelos deputados com um único voto de diferença.
publico
O dado contraditório é que uma enorme maioria (86 por cento) dos mais de 500 inquiridos dizem ter pouca ou mesmo nenhuma confiança no seu chefe de Governo e na forma com este tem enfrentado a crise económica.
84 por cento consideram que Zapatero “improvisa” e
76 por cento não aprovam a sua gestão.
Entre os eleitores que votaram nos socialistas em 2008 só 41 por cento declararam que voltariam a votar em Zapatero em caso de eleições legislativas.
A subir nas intenções de voto está o Partido Popular que obteria 43 por cento dos votos contra 32,5 para os socialistas se as eleições se realizassem agora.
Uma outra sondagem publicada há uma semana pelo "El Mundo" também dava uma vantagem de 10,5 pontos ao PP.
publico
Será por isto que o ex-líder do Partido Popular, José Maria Aznar e antigo chefe do Governo de Espanha tem hoje um jantar privado com Pedro Passos Coelho, presidente doPSD e irá também ser recebido pelo Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva?

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Se Cavaco vetasse casamento homosexual «ganhava as eleições»

D. Jose Policarpo admitiu não ter ficado convencido com a justificação dada pelo PR, para não vetar a lei: «O discurso levava a uma conclusão que depois não aconteceu. Temos muita dificuldade em ver como é que um veto político vinha prejudicar a crise económica; aquela relação lógica causa-efeito a mim não me convenceu».
Para o Cardeal Patriarca, «o argumento principal não era o da eficácia política, era um gesto dele como pessoa, como Presidente que foi eleito pelos portugueses e pela maioria dos votos dos católicos portugueses, que se distanciasse pessoalmente: quando assinasse era mesmo porque tinha de ser e naquela altura não tinha de ser».
Sol

quarta-feira, 19 de maio de 2010

mais dois incendiários ?

Ricardo Salgado apontou para algumas medidas tomadas recentemente pela Alemanha para proteger a praça accionista e o mercado dos credit default swaps (CDS) dos ataques especulativos, considerando que “só um país vai ser difícil controlar a fera”.
“O mundo está desorganizado nesta matéria e deixa espaço para os especuladores”, acusou, anunciando que é “defensor do fim do naked short selling”.
“A crise iniciada em Junho de 2007 gerou uma recessão total. O incêndio propagou-se da Europa do Sul para todo o continente. É um ciclo infernal que continua a gerar instabilidade”. Naquele mês, o banco de investimento Bear Sterns, dos EUA, pediu 3200 milhões de dólares em empréstimos para financiar hedge funds que estavam em colapso devido à crise das hipotecas subprime.
publico
Portugal necessita de “um novo modelo de crescimento económico”, segundo Faria de Oliveira, o qual implica “um novo papel da banca, com novas exigências, que se deverão centrar no apoio à capitalização e recapitalização das empresas”.
“Temos que mudar radicalmente de vida. O nosso nível de vida vai baixar por uns tempos”, disse o presidente da CGD.
publico
Com Ulrich já são três. talvez um destes dias façam uma visita a Belém... mas duvido que o pior primeiro ministro do século XX os perceba.

domingo, 2 de maio de 2010

"Síndroma do bitate" no Politikae


Questionado sobre a questão das obras públicas:
“
Eu entendo que faz sentido reponderar todos aqueles investimentos, públicos ou privados, na área dos bens não transaccionáveis, que tenham uma grande componente importada, isto é, que utilizem pouca produção nacional e que sejam capital intensivo, ou seja, que utilizem pouca mão-de-obra portuguesa.” Cavaco Silva

Eis que veio Manuel Alegre dizer:
“
Não me parece correcto que, em período de crise, perante o ataque especulativo contra Portugal e o Governo, o senhor Presidente da República faça afirmações que podem ser interpretadas como uma interferência nas escolhas do Executivo e como uma oposição ao investimento público.”
À medida que se vão aproximando as presidenciais agudiza-se o síndroma do bitaite em Alegre. Cavaco vai a um lugar, abre a boca, passadas umas horas Manuel Alegre monta tenda e manda o bitaite. Desta vez, defende a solidariedade institucional, finge falar de Portugal, e escarrapacha uma qualquer “verdade” de Keynes.

Manuel Alegre o candidato da “grande esquerda”, com um toque da mesma política de sempre.

domingo, 18 de abril de 2010

Cavaco sai de Praga de automóvel


Cavaco Silva decidiu abandonar a República Checa de automóvel sob escolta, devendo chegar amanhã à noite a Barcelona onde, se o espaço aéreo permanecer aberto, embarcará num avião Falcon para Lisboa. Apenas dois ou três automóveis integram a comitiva presidencial terrestre, onde seguirão os dois membros do governo, chefe da Casa Civil, ajudante de campo, seguranças. O resto do contigente de Belém que acompanhou Cavaco Silva na visita de Estado à República Checa sairá de Praga rumo a Barcelona em três autopullmans fretados, onde seguirão também os empresários e os jornalistas.
Se o aeroporto de Barcelona estiver aberto, um C-130 transportará para Lisboa esta tripulação. A noção de que o espaço aéreo europeu continuará impossível de atravessar nos próximos dias levou os responsáveis da Presidência a decidir chegar a Barcelona por terra. Caso seja impossível levantar voo em Barcelona, encerrado até ás 19.00, Presidente, membros do governo, empresários e jornalistas chegarão a Lisboa por terra.
Esta noite, o Presidente da República pernoita em Estrasburgo.
Cavaco Silva será escoltado pela segurança checa até à fronteira, seguindo-se batedores alemães, franceses e espanhóis.