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domingo, 30 de novembro de 2025

Uma tragédia socialista em 10 actos


(por 
Mario Díaz, Director-Adjunto do El Español)
Desconheço se a tragédia grega protagonizada pelo PSOE e por Pedro Sánchez chegará aos 21 actos para se converter numa “forma maior” teatral, ou se ficará nas 14 estações da Via Sacra; mas tenho claro que, em qualquer caso, lhes vai doer. 
Contudo, por agora, ficamos em apenas em 10 passos:
1. No domingo passado, Jorge Calabrés publicou uma exclusiva tão demolidora para Sánchez como reveladora para o resto dos espanhóis. O actual presidente do Governo encontrou-se numa reunião secreta com Arnaldo Otegi num caserío do País Basco para negociar o seu apoio à moção de censura contra Mariano Rajoy. À reunião também compareceu Santos Cerdán. Curiosamente, a pessoa que os conduziu até lá foi Koldo García, num Toyota Rav4 branco pertencente ao Partido Socialista.
2. Otegi reuniu-se noutras duas ocasiões com Santos Cerdán e com o seu sócio em Servinabar, Antxon Alonso, vizinho de Elorrio e conterrâneo de Otegi. Estes encontros foram chave para fechar o apoio de Bildu e, sobretudo, para — tal como conta Calabrés — terminar de convencer o PNV a trocar a sua abstenção pelo sim, após uma tensa reunião num hotel de Madrid e uma chamada de Pedro Sánchez para Andoni Ortuzar.
3. Como se fossem os três “nãos” de São Pedro — e nunca melhor dito — primeiro foi Óscar López quem, sem argumento algum, se apressou a desmentir a informação de EL ESPAÑOL. A partir de Luanda -  Angola, na reunião do G20, o próprio Sánchez negou pela segunda vez: “Isso é mentira”. Assim mesmo, como quem tira de cima um mosquito incómodo. E a terceira negação chegou do próprio Otegi. Pena que Koldo García, um dos actores secundários daquela reunião, o tenha confirmado de viva voz: “É verdade o que foi publicado por EL ESPAÑOL, eu não posso desmenti-lo sob nenhum conceito”. Primeira confirmação. Xeque.
4. O quarto passo chega pela mão da UCO noutra exclusiva do jornal. Acontece que o telemóvel de Koldo, apreendido pela Guarda Civil, contém mensagens relativas à reunião do caserío. Segundo fontes conhecedoras da investigação, o telemóvel contém conversas via WhatsApp com José Luis Ábalos, Santos Cerdán e o construtor Antxon Alonso sobre as reuniões com Otegi e Bildu em Maio de 2018. Segunda confirmação. Xeque.
5. A bomba chegou na terça-feira no Congresso dos Deputados. Não foi um discurso. Apenas um murmúrio de fundo, cochichos e cotoveladas entre as suas senhorias. José Luis Ábalos tinha publicado um tweet no qual confirmava que a reunião efectivamente existiu, tal como lhe tinham contado “fontes presenciais”. Seria Koldo? Seria o próprio Sánchez? Terceira confirmação. E xeque-mate.
6. Acabávamos de passar o meio da semana e, como a um cão magro tudo são pulgas, pois… O nosso companheiro Íñigo Zulet revelou em exclusiva como Santos Cerdán foi o encarregado, durante anos, de negociar com Bildu a transferência de presos para o País Basco, até chegar àquela constante de cinco por semana que Marlaska tanto negou — “Não é uma troca” — e que, no entanto, Otegi reconheceu tacitamente: “Se para tirar 200 presos é preciso votar os Orçamentos, vota-se”.
7. Como se a corrupção não fosse suficiente, a aritmética parlamentar caiu das mãos de Sánchez e há muito que dois e dois deixaram de somar quatro. Assim, esta quarta-feira o Junts fez efectiva a sua ameaça, votou “não” ao trajecto de défice e deixa o Governo sem possibilidade de aprovar os Orçamentos. Já o dissera o próprio Sánchez sobre Mariano Rajoy: “Um Governo sem orçamentos é tão útil como um carro sem gasolina”. Mas não aplica a mesma receita a si próprio. Deve ter mudado de opinião.
8. Inevitàvelmente, a cabra puxa ao monte e ao PSOE abrem-se outros cenários e outras corruptelas várias. A primeira na Audiência Nacional, onde o juiz Ismael Moreno, instrutor do “caso Koldo”, já exigiu ao partido a relação dos pagamentos efectuados em numerário entre 2017 e 2024 e os documentos que os justificam. Uma decisão sustentada no escrito da Anticorrupção que argumenta como, na evolução das investigações, “foram reveladas condutas que podem constituir ilícitos penais, desde branqueamento de capitais, passando por possível desfalque contra o PSOE, além de outras eventuais irregularidades” em referência ao financiamento do PSOE.
9. E como não há duas sem três, no julgamento de Leire Díez, mais conhecida como a “canalizadora” (fontanera) do PSOE, o juiz Arturo Zamarriego citou como testemunhas tanto Santos Cerdán como Antonio Hernando, hoje secretário de Estado das Telecomunicações e Infra-estruturas Digitais. Já sabemos que alguns entram como testemunhas e saem arguidos, e Hernando poderá ter bilhete. Se bem que as perguntas rondarão as reuniões em Ferraz com a fontanera e Pérez Dolset sobre os áudios de Villarejo que falavam das saunas do sogro de Sánchez, Hernando é apontado directamente por ter tentado obter esses áudios previamente — ¡para atacar o próprio Sánchez!
10. Toda a obra deve ter um final explosivo, embora neste caso pareça apenas um intervalo. Mas há que reconhecer: Ábalos a disparar contra o Governo, e Yolanda Díaz a deixar no ar tudo o que poderá vir a soltar daquela boquinha enquanto um furgão da Benemérita a leva a caminho de Soto del Real, é uma fantasia. E um aviso para que ninguém abandone a plateia: vêm aí mais actos.
(por Mario Díaz, Director-Adjunto do El Español)

quarta-feira, 3 de junho de 2020

a Espanha preocupa-nos !


Esta na altura de começarmos a pensar nas medidas para conter a propagação do virus da extrema esquerda das Unidas com o Partido Socialista dos Trabalhadores Espanhóis


quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

proibidas as comparações...

Felipe González comparó a los ex-presidentes del Gobierno con un jarrón chino: muy valiosos, pero nadie sabe dónde ponerlos. Con los años, tanto el líder de la generación de políticos socialistas que gobernó entre 1982 y 1996 como sus principales colaboradores han encontrado acomodo en los más altos estantes del poder económico. Están en los consejos de administración de las grandes corporaciones, han creado sus propias empresas y dirigen grupos de presión. Algunos trabajan para más de una decena de empresas y obtienen ingresos que superan el millón de euros anual. La receta de su éxito tiene dos ingredientes: eran grandes profesionales de sus respectivas carreras, a lo que sumaron las influencias cosechadas durante su etapa de gobierno. Son pocos los que no han sucumbido a las grandes ofertas del poder económico: también ellos han sido reflejados en este libro.

El autor ha investigado uno por uno a las principales figuras de esta generación clave en la historia de España, con la condición de que ya no estén en política.
Un trabajo periodístico sin apriorismos ni juicios de valor en el que, además, se ha dado voz a los protagonistas. El objetivo, responder con rigor y veracidad a una serie de preguntas:
· ¿Cuánto cobran?
· ¿Para quién trabajan?
· ¿Cuáles son sus patrimonios?
· ¿Qué gestiones han hecho en la sombra?
· ¿Cómo han entrelazado socialismo y capitalismo?

Las páginas de este libro están repletas de informaciones inéditas sobre la vida y actividades de Felipe y sus hombres, que, sin duda, sorprenderán al lector. Solchaga, Boyer, Serra, Barrionuevo, Corcuera, Solana, Asunción, Gómez-Navarro, Rodríguez Ibarra, Leguina…
Todos ellos, al descubierto.


domingo, 22 de maio de 2011

El PP arrolla al PSOE en toda España

La situación para los socialistas es tan grave que el presidente José Luis Rodríguez Zapatero ha comparecido en la sede de la calle de Ferraz, en Madrid, poco antes de la medianoche. "Los resultados indican que el PSOE ha perdido claramente las elecciones en el día de hoy", ha reconocido el presidente. Zapatero ha hecho una alusión al escenario económico y ha asegurado que, todos los Gobiernos municipales y autonómicos que salgan de las elecciones van a tener que afrontar "juntos" la crisis.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

uma cambalhota socialista!


Os socialistas espanhóis protagonizaram ontem, no Parlamento, uma cambalhota sobre medidas fiscais sobre os rendimentos mais elevados. Em seis horas, o jogo para conseguir a aprovação do Orçamento de Estado de 2010 fez com que os grupo parlamentar socialista desse o dito por não dito e acabasse com a emenda que tinha o apoio da esquerda.
Como relata o site do jornal “ABC”, o grupo parlamentar do PSOE e da esquerda unida (IU-ICV) anunciaram o acordo alcançado: agravamento dos rendimentos mais elevados, dos rendimentos dos futebolistas estrangeiros de elite (de 24 para 42 por cento) e aplicar progressividade ao subsídio de 400 euros e ao “cheque bebé”.
Mas às 18h30, seis horas mais tarde, o porta-voz do grupo parlamentar socialista José Antonio Alonzo, negou qualquer pacto. Nas suas palavras não se tinha “acordado nada” e que apenas se tinha apresentado uma alteração de substituição condicionada ao apoio do limite de despesa. Alonzo argumentou que não se pode apoiar uma iniciativa que condicionará as receitas se não existem garantias de apoio ao limite de despesa. Era uma questão de “coerência elementar”.
Alonzo explicou ainda que o deputado da esquerda unida defendera, por troca do apoio do PSOE à emenda sugerida pela IU-ICV, se absteriam na votação sobre o limite da despesa a votar amanhã. Ora, a abstenção não serve ao PSOE que necessita de um apoio inequívoco.
aqui