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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

práticas ilícitas na Justiça?

A ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, disse ter encontrado muito maus negócios com sinais de ilicitude, com indícios de crime em parcerias público-privadas na área da Justiça.
Sem nunca falar em gestão danosa, a actual titular da pasta da Justiça apontou o dedo ao anterior Governo pelos contratos lesivos para o Estado e garantiu que a renegociação de contratos nos últimos seis meses já levou a uma poupança de seis milhões de euros.
Teixeira da Cruz confirmou já ter enviado aqueles casos para a Procuradoria-geral da República. tsf  

Alberto Martins, a propósito das declarações da actual ministra, afirma que é importante investigar, mas também ser «sério», a ministra não devia «fazer declarações sem haver consistência em termos conclusivos. Porque «quando há dúvidas de natureza criminal há órgãos competentes para as tirar e, portanto, ninguém tem o direito de se pronunciar antes dessas conclusões» e ninguém deve esconder-se «atrás da demagogia» para «justificar as suas fragilidades»...

O "Correio da Manhã" escrevia, em 14 de Junho de 2011, que a Polícia Judiciária executara um mandato de busca no Ministério da Justiça, onde foram apreendidos diversos documentos, no processo onde Alberto Martins, na altura ministro da Justiça, é suspeito de ter favorecido a mulher. Ainda não há arguidos no processo, tanto mais que Alberto Martins goza de imunidade parlamentar, e a mulher, por ser magistrada do Ministério Público, também beneficia de um foro especial para poder ser investigada.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

a justiça que temos...

O Tribunal de Famalicão condenou a Universidade Lusíada a pagar 91.350 euros de indemnização, por danos morais, à mãe de Diogo Macedo, estudante do 4.º ano de Arquitectura que morreu em Outubro de 2001 depois de ter sido submetido a uma praxe nas instalações da universidade, em Famalicão. 

Há dois anos, o tribunal já tinha dado como provado que a morte de Diogo, na altura com 22 anos, se deveu a lesões provocadas durante uma praxe violenta nas instalações da tuna académica. Condenada a pagar, nessa altura, cerca de 90 mil euros à família da vítima (que avançou em 2007 com um pedido de indemnização), a Universidade recorreu para a Relação do Porto, que anulou o julgamento e determinou que fosse realizada uma segunda audiência. 

A Fundação Minerva (proprietária da Universidade) adiantou, ao Semanário Sol, que mais uma vez voltou a recorrer desta decisão, argumentando que «tem sempre pautado a sua conduta no sentido de assegurar o bem-estar e segurança de todos os seus alunos, declinando toda e qualquer responsabilidade» por estes factos. 

Passaram 10 anos e irão passar outros dez até que tudo prescreva! Isto é “ou morre o rei ou morre o burro ou morro eu"!
É a justiça que temos!

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Angola, avante! Revolução, pelo Poder Popular!

Casimiro Carbono, um dos principais organizadores da manifestação, foi um dos cinco condenados a três meses de prisão efectiva.
A sentença lida pelo juiz ditou ainda a absolvição de três arguidos, entre os quais, Ermelinda Freitas, a única mulher do grupo, pertencente ao Bloco Democrático.
Em declarações à Agência Lusa, William Tonet, um dos advogados, classificou o julgamento como uma "tragicomédia", frisando que "muito do que foi tomado pelo juiz não foi da sua própria consciência".
Adiantou que "houve muita pressão política sobre o juiz", considerando que "esta sentença é resultado dessa forte pressão sobre o juiz, que teve de cumprir orientações politicas".
O advogado referiu ainda que a defesa pediu que a sentença fosse convertida em multa, mas o juiz não aceitou.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Centro de Estudos Judiciários: duas visões

a professora:
E JUSTIÇA COMEÇA NO CENTRO DE ESTUDOS JUDICIÁRIOS!....
Fui professora durante muitos anos. Tantos que cheguei a uma justa reforma que achei que iria ser o prémio do esforço feito e que me surge agora como um pesadelo ao pensar por quanto tempo a minha pensão me vai sustentar...
Mas não é sobre isso que quero aqui deixar a minha opinião. Ao longo desse tempo vi copiar, deixei copiar e pratiquei justiça castigando os que o tinham feito e valorizando os Honestos. Era uma atitude oposta à de outra forma de justiça que, por interesses obscuros, nivela todos e foi praticada às escancaras por quem deveria exactamente evitar as injustiças. Refiro-me à decisão dos iluminados do centro de Estudos Judiciários que, depois de terem a prova provada de que uma turma de futuros juízes tinha copiado o exame a castigou "duramente" com uma passagem colectiva com 10 valores justificando a atitude com a impossibilidade de datas para repetir as provas. Quem quer que foi que tomou esta decisão fê-lo para lavar as mãos e não arranjar inimigos. Sim, porque um dia poderiam vir a ter de ser julgados pelos pequenos justiçados de uma forma de vingança "dolorosa". Tenho pena dos que estudaram e não copiaram. Foram postos no mesmo molhe de lixo. Mas o que mais me assusta é que os sentenciados a tão dura pena um dia me podem aparecer num júri e aplicarem-me a imagem que têm deles próprios. Com estes justiceiros como vamos acreditar na justiça?. por Gaivota Maria no Sermões da Provincia

o advogado:
O Sindicato dos Magistrados do Ministério Público tornou pública uma posição ética sobre o copianço no CEJ
É uma vergonha a situação de copianço no CEJ e mais incompreensível a posição da Direcção do CEJ.
Já a do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público é ética, censurando e exigindo responsabilidades.
Nem venham dizer que isto é um ataque a magistrados.
Trata-se é de dar o nome verdadeiro a uma fraude no CEJ.
Os alunos do CEJ envolvidos não terão credibilidade.
Num momento em que a Justiça é considerada um cancro passar uma esponja pelo caso é prejudicar o bom nome de Portugal.
Devem pois ser considerados todos inaptos e aberto novo concurso.
Esta é a única solução credível, razoável para o caso que mancha a ideia de magistratura.
A direcção do CEJ agiu mal e dessa forma só contribui para retirar credibilidade à magistratura, além de que deverá ser aberto processo crime para investigar o que se passou.
por Jose Maria Martins

quarta-feira, 15 de junho de 2011

futuros magistrados!

Um copianço generalizado num teste do curso de auditores de Justiça do Centro de Estudos Judiciários levou à anulação do teste.
Apesar do incidente, a direcção decidiu atribuir nota positiva a todos os futuros magistrados.
O “episódio” evidencia «pouca atenção aos deveres éticos» por parte dos candidatos a futuros juízes e procuradores que a Associação Sindical dos Juízes Portugueses «não pode deixar de condenar» e e espera que haja uma «futura clarificação interna dos deveres dos auditores e da natureza estritamente individual dos testes de avaliação».
O certo é que esta gente irá em breve administrar justiça e serão, em muitos casos, um orgão de soberania...

terça-feira, 14 de junho de 2011

o registo criminal “não chegou a tempo”...

Um empresário de Ponte de Lima pôs à porta do tribunal uma rotativa onde imprime dois jornais locais, em protesto contra “o estado da Justiça”. Uma outra rotativa foi roubada e os assaltantes detidos. Contudo, o tribunal libertou--os porque o registo criminal de um dos suspeitos “não chegou a tempo”.
“Foram notificados para virem a tribunal a 16 de Junho, mas não acredito que voltem a pôr cá os pés”, criticou o empresário.página1 
Ridiculo...

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

foi libertado... claro!

O homem que, na tarde de domingo, conduzia o automóvel que abalroou e matou um rapaz de 13 anos, em Fafe, fugindo de seguida, entregou-se na GNR no dia seguinte. Tinha saído da cadeia há pouco tempo, não tem carta e o carro estava ilegal. Foi libertado. jn

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Não faz muito sentido


Vemos muita gente clamar uma vitória estrondosa pelo facto da Justiça não ter acusado Sócrates de nada. Vemos também alguns opinion makers (aqui e aqui) a defender que Sócrates merece um pedido de desculpas. Ambos acrescentam depois que a Justiça em Portugal funciona muito mal… Há qualquer coisa neste argumentário que não faz muito sentido, pois não? Aplaude-se e usa-se como fundamentação uma decisão judicial e depois acrescenta-se que a Justiça funciona mal?

Pode-se sempre esclarecer que, quando se critica o mau funcionamento da Justiça, aponta-se apenas a morosidade inacreditável dos processos e as cirúrgicas fugas de informação. Ou seja, criticam-se tais aspectos, mas confia-se no entanto na capacidade do sistema produzir Justiça. Humm… Mas esta não é mesma justiça que ilibou Isaltinos, Fátimas Felgueiras, Domingos Névoas e outros que tais?

Moral da história: como é evidente, pode-se e deve-se acreditar na inocência de Sócrates. Não haja dúvidas a este respeito. E é normal que o facto de não ter sido acusado de nada sirva para reforçar seriamente tal convicção. Mas utilizar como tira teimas uma decisão da Justiça portuguesa não é a melhor das estratégias.
Publicada por João Ricardo Vasconcelos no Activismo de Sofá

terça-feira, 29 de junho de 2010

somos os primeiros...


«A Justiça não está bem, mas não está tão mal como isso. Se corrermos a Europa, não encontramos Justiça melhor do que a portuguesa», o que se passa é que os portugueses têm mais dificuldade em encarar os seus próprios problemas: «Não encontro povo que lide pior com ele próprio. É uma espécie de destino do fado, uma espécie de autodestruição», afirmou hoje Pinto Monteiro, em cerimónia pública, considerando ainda que esta atitude se estende a todas as áreas, da Justiça à Educação e à Saúde. tsf
também
Está em marcha em Portugal a edificação «da rede mais moderna, inteligente e integrada em todo o mundo» para abastecimento dos veículos eléctricos disse o ainda primeiro-ministro na sessão de lançamento do primeiro posto de abastecimento de combustíveis, no Parque das Nações, acrescentado que as exportações nacionais de electricidade ultrapassaram pela primeira vez as importações.
Após a cerimónia, JSPinto de Sousa, admitiu que poderá comprar um carro eléctrico «quando deixar de ser primeiro-ministro».
sol

quinta-feira, 13 de maio de 2010

E que tal uma lei que proibisse o excesso de demagogia?



Tiago Silveira, SE da PCM, veio ontem protagonizar mais um daqueles anúncios de programas tão ao gosto do governo. Desta feita anunciou o SIMPLEGIS, um programa de simplificação da legislação que, segundo o governante, permitirá poupar ao País 200 milhões de euros por ano. E já traçou um objectivo: revogar 300 leis desnecessárias, considerando que "são leis que baralham e só complicam, representam custos para as empresas e não trazem transparência nem segurança".
Não deixa de ser extraordinário que depois do SIMPLEX o governo apareça a publicitar que existem leis inúteis! O SIMPLEGIS é assim o sucessor condenatório do SIMPLEX, esse outro programa anunciado com enorme pompa e circunstância em seminários, conferências, roadshows e repastos que nos prometia, entre outras maravilhas, a avaliação do custo/benefício dos actos a praticar no âmbito da actividade legiferante do governo.
Confesso que apesar de vacinado ainda me choca a insistência nestes excessos de demagogia, que em vez de credibilizar o Estado - como decerto pensa o voluntarioso secretário de estado - só contribuem para depauperar a cada vez menor confiança que os cidadãos depositam nas instituições. Como é óbvio, nenhum estudo credível pode suportar a afirmação de que se poupam 200 milhões ou outro qualquer valor. E se o governo tem a certeza que existem 300 leis que são lixo, então revogue-as, não anuncie que as vai revogar.
O sucesso destes programas propagandísticos afere-se bem pelo defunto PRACE que tanta tinta fez correr, tantos milhões consumiu para os magros resultados da reforma da Administração que continua por fazer. Em boa verdade, o único programa que teve plena concretização foi o PRAGA - Programa de Recolocação dos Amigos Gestores Amestrados. Esse sim, tem sido um êxito e continua de vento na popa.
posted by JM Ferreira de Almeida in
4R - Quarta República

por causa das outras demagogias esta passou-me ao lado...

terça-feira, 11 de maio de 2010

condenado: "a dor de alma é, sem receios de exageros, incomensurável"


O Supremo Tribunal de Justiça confirmou a condenação do pai de uma aluna da Escola Secundária Anselmo de Andrade, em Almada, a pagar uma indemnização de 10 mil euros a uma professora, por injúrias.
Os factos remontam a 7 de Março de 2001, quando, numa reunião naquela escola,
o encarregado de educação apelidou a professora de História da Arte e Oficina de Artes de "mentirosa", "bandalho", "aberração para o ensino" e "incompetente".
A reunião fora solicitada pelo encarregado de educação, alegadamente para obter esclarecimentos acerca das muitas faltas da professora. Num trimestre, a docente faltara onze vezes por ter fracturado uma perna.
Além daqueles insultos, o pai acusou ainda a professora de falta de profissionalismo, de "mandar bocas" à filha, de terminar as aulas "10 minutos antes do toque e pedir aos alunos para dizerem aos funcionários que estavam a sair de um teste" e de na véspera dos testes dizer aos alunos "ipsis verbis" a matéria que iria sair.
Aconselhou ainda a professora a procurar tratamento psiquiátrico "urgente".
A professora, com 20 anos de profissão, pôs uma queixa-crime em tribunal, acabando o encarregado de educação por ser condenado pelo crime de injúria agravada.
A docente avançou também com uma acção cível, pedindo uma indemnização de quase 19 mil euros por danos patrimoniais e de 15 mil por danos não patrimoniais.
O tribunal decidiu fixar a indemnização em 10 mil euros, mas o arguido recorreu, alegando que as expressões foram proferidas por "um pai preocupado e protector", num contexto de "nervosismo e tensão".
Alegou ainda que "não era previsível que as suas palavras desencadeassem um processo contínuo de sofrimento, stress e tristeza além do sentimento de desvalorização pessoal e da dignidade e reputação" da professora.
Defendeu igualmente que as consequências das suas palavras para a professora "devem mais ser consideradas como incómodos ou contrariedades do que verdadeiros danos".
Mas o tribunal manteve a condenação ao pagamento de 10 mil euros, considerando que a professora, face às "graves ofensas" de que foi alvo, ficou afectada na sua dignidade e reputação, o que lhe veio a causar um "rol de enfermidades", dele resultando "um quadro clínico de acidente vascular cerebral, acompanhado de síndrome depressivo grave, com oclusão da vista esquerda, com risco de cegueira".

O STJ considera mesmo que a indemnização de 10 mil euros "é um nada", já que "a dor de alma é, sem receios de exageros, incomensurável".

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Face Oculta em risco

A destruição das escutas telefónicas que tinham como interlocutores Vara e Sócrates podem determinar a nulidade do caso ‘Face Oculta’.
O alerta foi dado pelo próprio Ministério Público e corroborado por Ricardo Sá Fernandes, que defende Paulo Penedos. O causídico poderá avançar agora com um recurso para a Relação do Porto, alegando que os seus direitos de defesa foram violados. Em último caso, o Constitucional poderá dar-lhe razão, tanto mais que existe uma decisão jurídica nesse sentido.
A questão foi inicialmente colocada por Ricardo Sá Fernandes, no primeiro interrogatório. Nessa altura, e num momento em que já era conhecida a existência de escutas telefónicas envolvendo José Sócrates e Armando Vara, o advogado de Paulo Penedos alegou que as mesmas não podiam ser destruídas sem que fossem facultadas à Defesa. A obrigação decorre do Código de Processo Penal, e Ricardo Sá Fernandes invocou que tinha de as conhecer para depois decidir se as mesmas eram ou não irrelevantes.
O Ministério Público de Aveiro defendeu o mesmo entendimento.
A ordem de destruição executada por Aveiro na manhã de sexta-feira foi cumprida antes de Sá Fernandes receber a resposta de Noronha Nascimento. O presidente do Supremo disse que o advogado não tinha razão por três motivos: a sua decisão já tinha transitado em julgado, as conversas eram irrelevantes e a ordem de destruição foi dada antes de Penedos ser arguido.
CM

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Juízes querem explicações


Num editorial hoje divulgado, a ASJP refere que a opinião pública recebeu «com indignação e incompreensão» os últimos factos divulgados sobre as certidões do processo Face Oculta, extraídas para apurar se terá havido pressões sobre a comunicação social.
«O silêncio, ou os escassos esclarecimentos, a que se remeteram de novo as autoridades judiciárias que fizeram a avaliação final dos indícios não contribuiu, em nada, para a credibilidade da Justiça», criticam os juízes.
Segundo a ASJP, os cidadãos «não compreendem as razões que levaram aquelas autoridades judiciárias a desvalorizar os indícios recolhidos no inquérito», sendo benéfico que expliquem «de forma cabal e definitiva, para que, de uma vez por todas, não fique qualquer dúvida sobre os seus procedimentos e decisões».
Os juízes consideram «indispensável que a confiança na independência dos tribunais não resulte minimamente comprometida aos olhos dos cidadãos».
Por isso, «apelam ao Procurador-Geral da República e ao presidente do Supremo Tribunal de Justiça para que assegurem aos portugueses que têm razões para confiar na autonomia do Ministério Público e na independência do poder judicial».
Na sexta-feira, o SOL transcreveu extractos do despacho do juiz de Aveiro responsável pelo caso Face Oculta em que este considera haver «indícios muito fortes da existência de um plano», envolvendo o primeiro-ministro, José Sócrates, para controlar a TVI.
Do despacho constam transcrições de escutas telefónicas envolvendo Armando Vara, então administrador do BCP, Paulo Penedos, assessor jurídico da PT, e Rui Pedro Soares, administrador executivo da PT.
O processo Face Oculta investiga alegados casos de corrupção e outros crimes económicos relacionados com empresas do sector empresarial do Estado e empresas privadas.
No âmbito deste processo, foram constituídos 18 arguidos, incluindo Armando Vara, José Penedos, presidente da REN - Redes Eléctricas Nacionais, suspenso de funções pelo tribunal, e o seu filho Paulo Penedos
.
Sol

O primeiro-ministro mantém "tudo o que disse no Parlamento" sobre o desconhecimento do Governo da intenção da Portugal Telecom (PT) em comprar uma posição na TVI.
"Mantenho tudo o que disse no Parlamento e todos aqueles que referem uma ligação entre o Governo e a PT (no negócio da TVI) estão a faltar à verdade", afirmou.
economico


importante ler o Editorial de Editorial de Henrique Monteiro no Expresso Sócrates, os 'crimes' e a verdade

domingo, 7 de fevereiro de 2010

A face visível da Justiça



"As notícias publicadas afectam claramente a imagem de Pinto Monteiro e Noronha Nascimento, e consequentemente a imagem das instituições que presidem. Pelo que conheço dos dois, não será isto que os levará a sair dos cargos que ocupam. Vão, acredito, remeter-se ao silêncio. Mal, do meu ponto de vista." - Guilherme da Fonseca, juiz-conselheiro jubilado, percursor do sindicato do Ministério Público, de que foi magistrado durante a maior parte do seu tempo profissional. Ligado à esquerda e eleito para o Trib. Constitucional por indicação dessa área política. Declarações prestadas ao "i" de hoje. mais em portadaloja: A face visível da Justiça

domingo, 10 de janeiro de 2010

irregularidades nas contas da Justiça

O instituto que gere o dinheiro do Ministério agora liderado por Alberto Martins, passou nove cheques que não chegaram aos destinatários.
De acordo com a edição deste domingo do Diário de Notícias (DN) que teve acesso a este relatório, alguém interceptou e falsificou o montante e levantou os cheques na CGD.
Ao todo, o Instituto de Gestão Financeira e de Infra-Estruturas da Justiça terá sido burlado em quase 800 mil euros.
Noutro caso, que suscitou uma auditoria, a inspecção detectou a existência de 12 contas bancárias ilegais na CGD, num total de 859 milhões de euros.
Segundo o DN, há pagamentos bancários sem explicação e outros dos quais não existem documentos que os justifiquem.
Por tudo isto, o ministro da Justiça substituiu a equipa dirigente do Instituto de Gestão Financeira e de Infra-Estruturas da Justiça e impôs 60 dias aos novos gestores para rectificarem estas irregularidades.
Escreve ainda o DN, que este relatório foi entregue ao antigo titular da pasta da Justiça, Alberto Costa, em Setembro, que não tomou qualquer medida. Nuno Amaral-
TSF

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

o que é que resultou da "averiguação" preventiva aos "contentores de Alcantara?

O Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa suspeita que as condições da prorrogação do contrato de exploração do Terminal de Contentores de Alcântara tenham sido desenhadas à medida das necessidades da Liscont, empresa do Grupo Mota Engil, que é presidido pelo socialista Jorge Coelho desde Maio de 2008. Os investigadores têm vindo a ouvir decisores e técnicos ligados ao processo e já recolheram muita documentação.
...
A averiguação preventiva, iniciada em Julho, será concluída até ao final do ano... e foi?
ver o post de 24 outubro de 2009
aqui
claro que o assunto que não é fracturante perdeu o interesse...talvez lá para Dezembro se saiba alguma coisa.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

conhecimento antecipado de acórdão

Três juízes do Tribunal da Relação do Porto que participaram no acórdão que absolveu a empresa O2 - Tratamento e Limpezas Ambientais, SA de pagar 105 mil euros à Refer - Rede Ferroviária Nacional estranham que Manuel José Godinho, preso preventivamente no âmbito da operação Face Oculta, tenha sido apanhado numa escuta telefónica com Armando Vara a dizer que ganhou o caso, quatro dias antes da decisão ter sido assina-da por aqueles juízes. E não conseguem explicar a eventual fuga de informação. mais»»

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

caso do abate de sobreiros foi reaberto...


Em 2001, um despacho de José Sócrates, como ministro do Ambiente, e de Capulas Santos, da Agricultura, permitiu o abate de sobreiros para uma urbanização. O caso está em investigação há seis anos sem resultados objectivos, mas com muitas peripécias pelo meio. Já foi arquivado, mas o director do DIAP de Évora mandou reabri-lo em 2008
Até Agosto de 2008, a investigação prosseguiu aos solavancos, com pequenas descobertas a nível local, como transferências de dinheiro feitas por Emídio Catum, um dos sócios da empresa Pluripar que estava no centro do negócio, para Mata-Cáceres, antigo presidente da Câmara de Setúbal.
De fora ficou qualquer diligência para se apurar se houve, por exemplo, tráfico de influências, para o despacho de Outubro de 2001 de José Sócrates e Capoulas Santos que permitiu o abate de sobreiros.
Um procurador do DIAP de Évora decidiu arquivar o caso. Mas o director do DIAP não concordou com a decisão, ordenando a sua reabertura, dizendo que "a investigação não realizou todas as diligências que se impunham para confirmar ou dissipar as suspeitas".
O caso mantém-se em aberto.
DN

terça-feira, 22 de setembro de 2009

mais uma história mal contada...


"O Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) informou esta segunda-feira que, quanto ao incidente de recusa dos magistrados do caso Freeport, decorre ainda o prazo para resposta dos visados, uma vez que estes tiveram de se deslocar a Londres."
...
A equipa de investigação do caso Freeport esteve em Londres a proceder a diligências de recolha de provas no âmbito do inquérito em curso ao licenciamento do centro comercial de Alcochete.
...
O processo relativo ao Freeport envolve alegadas suspeitas de corrupção e tráfico de influências no licenciamento daquele centro comercial, em 2002, quando o actual primeiro-ministro, José Sócrates, era ministro do Ambiente.
TSF