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segunda-feira, 11 de junho de 2012

operação stop

A Direcção Geral de Finanças e a PSP fizeram um acordo para que as dívidas ao fisco possam ser cobradas quando o destino parar um qualquer condutor nas estradas. Mais, o fisco, já agora, aproveita para pedir à polícia que registe os automóveis acima de 50 mil euros para que possam ser considerados como sinais exteriores de riqueza e, em caso de necessidade, essa informação seja usada.
A polícia ganha assim estatuto de polícia fiscal, tal como os funcionários da EMEL, em Lisboa, tinham já ganho o estatuto de polícias, e o cidadão comum vê, por esta via, reduzido o seu estatuto de cidadão de um Estado de direito, em que há separação de poderes e direitos constitucionais.
Como sempre, esta nova invenção do Estado para cobrar mais dinheiro a quem já nenhum tem para pagar vai recair sobre a classe que um dia foi média, mas é, cada vez mais, baixa. São estes os cidadãos que se vão ver completamente desprotegidos diante da prepotência de um Estado que usa meios ilegítimos para fazer as suas cobranças, já que não vão ser seguramente as operações stop que vão cobrar os milhões de euros que, anualmente, deixam de ser pagos em verdadeiras operações profissionais de fuga ao fisco.
Dá vontade de apelar à fuga generalizada à Operação Stop ao Estado de Direito. Raquel Abecasis no PAGINA 1

segunda-feira, 26 de março de 2012

Há bufos na extrema-esquerda portuguesa

A tradicional guerra de números após cada greve entre sindicatos e governo faz parte do passado. Esqueçam lá isso! Agora, com o advento dos grupelhos de indignados e afins, e perante a crescente e manifesta falta de adesão popular às suas manifestações, o que está na moda é desviar atenções e atacar a polícia: primeiro através de confrontos físicos, depois através de uma difamação pública persecutória e falaciosa.
Perante a confrangedora falta de mobilização que as várias manifestações tiveram no último dia de greve geral, ao contrário da CGTP (que se recolheu num silêncio envergonhado), os auto-proclamados indignados começaram uma campanha de acusação à PSP. E o processo é sempre o mesmo: começam por acusar os agentes, esses fascistas, de terem começado os confrontos contra os coitadinhos que, inocentes, apenas queriam manifestar-se e, após cabalmente desmentidos pelos factos, refugiam-se na acusação de que haveria agentes infiltrados na multidão com o fim específico de provocar e começar os confrontos.
Mas, por vezes, as coisas correm mal. É que se essa teoria tem, só por si, pés de barro, ela acaba por desfazer-se em pedaços perante certos exemplos que deviam encher de ridículo quem os usa.
Um desses exemplos aconteceu na passada sexta-feira. Como refere esta notícia, a Anonymous Portugal identificou três indivíduos que teriam iniciado os desacatos, sendo depois vistos a conversar animadamente com os agentes da PSP. Conclusão da Anonymous Portugal: os três indivíduos eram agentes da PSP infiltrados na manifestação com ordem para provocar os confrontos. As peças estavam a encaixar-se na perfeição e o puzzle da teoria da conspiração, tão conveniente à Anonymous Portugal, estava quase completo.
Faltou, no entanto, uma: a verdade. E a verdade é que esses três homens, prontamente denunciados pelas fotos da Anonymous Portugal no facebook, eram estivadores de Aveiro e estavam em Lisboa para cumprir o mesmo papel que os restantes: manifestar a sua indignação. Esta situação já foi denunciada no site dos estivadores de Aveiro e no facebook da Anonymous Portugal pela própria advogada dos estivadores.
Sendo certo que esta foi uma tentativa meritória da Anonymous Portugal de contribuir para a construção da realidade maniqueísta, em que o pobre do manifestante é esmagado pela opressão policial, em que os grupelhos seus semelhantes andam empenhados, acabou por ser um enorme tiro – ou petardo, talvez – no pé da organização que, de uma só vez, denuncia comprovadamente companheiros de luta como instigadores da violência e acrescenta mais um argumento à defesa de uma actuação “limpa” da PSP.
Com bufos deste calibre, um indignado já não se pode indignar em paz. Uma maçada.
P.S.: Entretanto, a Anonymous Portugal alterou o nome do álbum em que apareciam as fotos em causa, identificando os protagonistas como estivadores. No entanto, aqui podemos ver a “versão original”.
P.P.S.: Parece que mudar o nome do álbum não era suficiente. Por isso, os administradores da página de facebook da Anonymous Portugal decidiram apaga-lo. Nada de surpreendente para quem está habituado a não dar a cara.
por Tiago Loureiro n’ O Insurgente

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

rescaldo do Verão Quente de 75?


A PSP recolheu no antigo Centro Cultural de Setúbal, onde decorrem trabalhos de reabilitação do edifício, granadas e munições datadas de 1974 que estavam "no interior de três pequenas bolsas dissimuladas no forro do telhado".

poucos se lembrarão da "muralha de aço", mas era interessante que alguém investigasse a relação da "muralha" com o material recolhido.

nos dias de hoje uma investigação será politicamente incorrecta, mas amanhã... quem sabe?

sábado, 15 de janeiro de 2011

príncipe árabe "passa a perna" à policia


Segundo o Expresso apurou a providência cautelar a apresentar pela empesa Milícia para travar a rescisão do contrato dos carros blindados da PSP será entregue na próxima segunda-feira.
No entanto, as razões invocadas pela firma adjudicatária para o atraso na entrega dos veículos - que seriam o mau tempo em Dezembro e as alterações técnicas aos veículos pedidas pela PSP - não fazem sentido para um responsável ligado ao processo, que referiu ao Expresso que o atraso deve-se ao facto de a Milícia ter feito uma pré-reserva dos blindados no Canadá.
Só que um príncipe árabe com dinheiro comprou esse equipamento. E ficaram descalços. post no ex-DGEMN

quinta-feira, 18 de março de 2010

A obediência consentida

Temos assistido, na nossa sociedade, a um permanente ataque a todos os atributos, instrumentos e manifestações da Autoridade.
Apoucam-se os símbolos nacionais, degrada-se a função política, defende-se a irrelevância das Forças Armadas, desprestigia-se a Justiça, desrespeita-se sistematicamente a polícia, ignora-se a relevância da missão formadora e socializadora da família, destroi-se a tarefa educadora dos professores.
Em alguns casos têm sido os próprios agentes dessas funções públicas a contribuir para a presente situação negativa.
O resultado de tudo isto é a degradação funcional dos instrumentos da Autoridade, a qual é já bem visível nas instituições políticas do Estado, nos tribunais, nos estabelecimentos de ensino e na própria acção policial.
...
Vem isto a propósito do trágico falecimento recente de um automobilista que foi mandado parar também numa operação Stop, mas que não obedeceu à ordem policial, optando por fugir e só sendo imobilizado alguns quilómetros depois.
Claro que a sua morte é lamentável e estou certo que o polícia que desferiu os tiros (creio que primeiro dois para o ar e só depois um para o veículo em fuga) estará profundamente consternado com o desfecho do caso.
Mas a verdade é que não compreendo, não posso compreender como é que um condutor, à ordem policial de paragem, não obedece e se põe em fuga.
Que razões ponderosas o levaram a fugir à polícia, perguntar-se-á sempre qualquer agente minimamente zeloso? Será um assassino? Um terrorista? Um ladrão? Um raptor? Um violador? Ou um qualquer outro criminoso não subsumível nas referidas categorias?
Não esqueçamos que, ainda ontem,
um agente da polícia foi morto por um terrorista da ETA que levantara suspeitas por conduzir em excesso de velocidade…
Os cidadãos têm pois de perceber que, quando fogem à polícia numa operação Stop, se colocam à margem da lei, sendo lícitas todas as suspeitas sobre o seu comportamento.
Obedecer às ordens policias não significa apenas respeito pela Autoridade. É também um pressuposto do salutar convívio numa sociedade livre e democrática, como é o nosso caso.
Daí que o que aconteceu, sendo obviamente de lamentar, deve, no entanto, servir de aviso para todos aqueles que, não sendo lobos, tenham a tentação de lhe querer vestir a pele…
por Rui Crull Tabosa em
A obediência consentida no Corta-fitas

sábado, 17 de outubro de 2009

Carros da Polícia incendiados

Foram incendiados dois carros da PSP, hoje, às 4h20 da manhã, estacionados a 10 metros da 3ª esquadra, na travessa das mercês (bairro alto), em Lisboa
O carro civil estacionado entre as viaturas da polícia não foi atacado
Uma testemunha do incidente afirmou ter visto duas pessoas a atirarem cocktails molotovs contra as viaturas, mas a polícia não confirmou esta hipótese. ler mais e ver o video em
Sol

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Polícia cercou bairro no Seixal. Onde é que está o Rui?

"A PSP cercou o bairro Quinta da Princesa, no Seixal, distrito de Setúbal, após uma noite de violência, com troca de tiros entre os moradores. Houve ainda veículos e caixotes do lixo incendiados. Há uma detenção confirmada.
...
Uma primeira patrulha chegou ao local pouco depois das 02:30h, hora em que foi dado um alerta sobre um incêndio em duas viaturas, e foi recebida "com pedradas e um cocktail molotov" na Praceta 25 de Abril.
Os desordeiros fugiram para dentro do bairro, tendo "disparado tiros e atirado cocktails molotov em número indeterminado" contra os agentes presentes. "
A troca de tiros entre a PSP e moradores da Quinta da Princesa, no Seixal, foi na noite de 24, segunda-feira, o mote para violentos confrontos ocorridos entre jovens do bairro
A SIC adiantou que pelo menos duas viaturas foram incendiadas por 'cocktails Molotov'.
Uma moradora afirmou que os confrontos foram causados por uma intervenção feita pela PSP na noite do passado domingo, onde “vários moradores foram agredidos”.
A PSP explicou que as autoridades foram chamadas a intervir numa zona perto daquele bairro social e que lá foram recebidos à pedrada. Os jovens responsáveis por essas agressões à polícia continuaram os confrontos no bairro da Quinta da Princesa, onde houve uma troca de tiros entre moradores e agentes da autoridade.
CM

Antes, em 16 de Agosto, no bairro da Bela Vista, os PSP foram apedrejados por um grupo de moradores, depois de ter sido dado uma ordem para parar uma mota. O condutor da tentou fugir e acabou detido pela polícia. Foi o suficiente para que várias dezenas de moradores tenham tentado cercar os agentes, atirando-lhes pedras e garrafas.
A PSP confirma: "Os moradores continuaram a arremessar pedras e um indivíduo efectuou dois disparos, o que levou os elementos a recorrerem à arma de fogo".
DE

E em Maio passado
'Toninho Tchibone’ era muito conhecido na Bela Vista, em Setúbal. Família e amigos revoltaram-se no sábado quando se soube que o jovem, de 23 anos, tinha morrido no Hospital de São José, em Lisboa, dois dias depois de a GNR o ter baleado na cabeça no Algarve. Foi impossível conter a raiva por o corpo só ter sido libertado para o funeral anteontem, cinco dias após a morte.
Depois de ‘Toninho’ ter sido sepultado em Algeruz, cerca de 200 pessoas regressaram ao bairro para homenagear o falecido. As explicações para os distúrbios que se seguiram divergem:.
“Passámos em romaria junto à casa dos pais, em frente à PSP', disse Mónica Moreira, prima de ‘Toninho’. “A PSP disparou quatro tiros de shotgun para o ar durante a homenagem. A Bela Vista está revoltada com as várias mortes. As pessoas cometeram erros, mas a PSP não tem direito de tirar a vida das pessoas que têm família e filhos”.

A PSP assegura ter actuado só após apedrejamentos à esquadra e posterior tentativa de invasão. Cerca de 70 agentes rodearam as instalações policiais, perante os insultos e arremesso de pedras da multidão, naquela altura já com mais de 300 pessoas. Automobilistas e motards tentaram intimidar a PSP, passando a alta velocidade.
Mónica Moreira desmente.
CM

continuo a não entender porque é que muitos dos nossos pmj continuam a chamar “jovens” aos delinquentes e aos desordeiros.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Polícias agredidos notificados para pagar custas judiciais


esta noticia, lida em TSF, que transcrevo na integra mostra o "Estado" a que isto chegou:

"Polícias agredidos notificados para pagar custas judiciais"

Dois polícias agredidos em 2004 foram notificados para pagar as custas judiciais num processo em que os seus agressores foram condenados.
Segundo o Diário de Notícias, o problema começou quando os agentes da PSP, que foram agredidos numa rua da Amadora em 2004, decidiram pedir uma indemnização.
Depois de ter sido deduzida uma acusação de crimes contra a autoridade contra os agressores, so agentes pediram uma indemnização de três mil euros por danos físicos, patrimoniais e morais, tendo-se constituído assistentes no processo.
Condenados a pagar uma multa, os agressores apresentaram um atestado de pobreza que fez com que acabassem por não pagar a indemnização pedida.
Cinco anos depois da agressão, os polícias receberam uma notificação do tribunal que os obriga a pagar as custas do processo, ou seja, cerca de 400 euros cada um.
Ao DN, a direcção nacional da PSP explicou que tiodos os polícias têm direito a patrocínio judiciário, excepto quando se colocam ao lado do Ministério Público e se constitui assistente do processo, ficando nestes casos sob sua conta e risco.
Reagindo a este caso, uma fonte sindical da PSP, em declarações ao DN, disse que «para a próxima é melhor levar e calar».

domingo, 16 de agosto de 2009

Confrontos na Cova da Moura - Amadora

Os confrontos voltaram este fim-de-semana ao bairro da Cova da Moura, na Amadora. As forças da PSP no bairro foram apedrejadas, sábado à noite, por um grupo de moradores, depois de ter sido dado uma ordem para parar uma mota vermelha.
O incidente aconteceu quando os agentes tentaram deter um individuo dentro do bairro. Para evitar a detenção, os moradores apedrejaram os agentes policiais.
A situação foi resolvida através de disparos de “shot-gun”, com balas de borracha que dispersaram os moradores.
O indivíduo acabou por ser detido pela polícia, sendo que não houve feridos ou danos materiais.
Esta é a primeira ocorrência significativa na Cova da Moura desde que, há pouco mais de um mês, dois polícias foram baleados.
TSF