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sábado, 19 de junho de 2010

relatório alternativo ?



"Sim, houve participação governamental (em particular com origem no primeiro-ministro e executada por quadros do PS colocados em posições cimeiras em empresas em que o Estado tem qualquer forma de participação directa ou indirecta) numa tentativa de, em ano eleitoral, controlar vários órgãos de comunicação social, nomeadamente a TVI",

"Sim, o primeiro-ministro sabia, foi informado pessoalmente do que se passava e, por via indirecta, conhecemos indicações suas sobre o modo como os executantes deviam proceder. E, por isso, mentiu ao Parlamento. Ele não queria ter a fama (de controlar a comunicação social), sem ter o proveito (de a controlar de facto) e procedeu e permitiu que procedessem em consequência, conforme as suas intenções publicamente anunciadas no congresso do PS."

O tempo se encarregará de o demonstrar...

quarta-feira, 7 de abril de 2010

com o tempo se irá sabendo...


O ex-presidente da Media Capital afirmou que a TVI funcionou como plataforma para derrubar o Governo liderado por Pedro Santana Lopes apesar de ter chamado a atenção da direcção de José Eduardo Moniz.

"Houve efectivamente um período em que a TVI tomou um conjunto de posições que se desviaram da linha de isenção e de credibilidade que eram apanágio da estação", referiu Miguel Pais do Amaral à margem da audição na comissão parlamentar de Ética, Sociedade e Cultura.
Segundo referiu aos jornalistas, isso aconteceu "durante o Governo de Santana Lopes", tendo "a TVI funcionado como plataforma para derrube desse Governo".
Pais do Amaral adiantou que, nessa altura, teve "várias vezes de chamar a atenção do director-geral e director de informação dizendo-lhe que uma televisão não existe para derrubar governos, existe para informar o público".
Questionado sobre se a campanha para derrubar o Governo de Santana Lopes estaria a ser liderada por José Eduardo Moniz, Pais do Amaral respondeu "não ter dúvidas" sobre isso
. Sol

terça-feira, 23 de março de 2010

PS requer audição de Ferreira Leite

O Partido Socialista, deputado Ricardo Rodrigues, requereu a audição da líder do PSD, Manuela Ferreira Leite, na comissão de inquérito do negócio PT/TVI para que fundamente porque acha que José Sócrates mentiu.

quinta-feira, 18 de março de 2010

comissão de inquérito parlamentar ao negócio PT-TVI

O PS está a preparar estratégias para responder à grande ofensiva da oposição na comissão de inquérito sobre o negócio da tentativa de compra da TVI pela PT.
O primeiro indício de que o PS pretende enfrentar tudo e todos reside na escolha dos deputados que vão integrar a comissão, todos figuras de primeira linha da bancada:
Ricardo Rodrigues, que irá coordenar os trabalhos, Ana Catarina Mendes, Manuel Seabra, Sónia Fertuzinhos, Miguel Laranjeiro, Vitalino Canas e Osvaldo de Castro. Os quatro primeiros são vice-presidentes do grupo parlamentar; Laranjeiro, ex-jornalista, pertence à Comissão de Ética; Canas foi porta-voz do PS; e Osvaldo é presidente da Comissão de Assuntos Constitucionais.
O PSD além de Mota Amaral, que presidirá, apresenta Pedro Duarte que será o coordenador de um grupo composto por Pacheco Pereira, Agostinho Branquinho, Francisca Almeida e Carla Rodrigues.
O PCP será representado por João Almeida (Bernardino Soares, líder da bancada, será suplente) e o BE por João Semedo (José Manuel Pureza, presidente da bancada, será também suplente).
O CDS, por ora, revelou apenas um dos dois nomes: Cecília Meireles. PUBLICO.PT

terça-feira, 16 de março de 2010

GAMA INDEPENDENTE


O presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, decidiu a favor da oposição e tirou um deputado ao PS na comissão de inquérito para saber se o primeiro-ministro mentiu no negócio da compra da TVI pela PT.

A questão foi levantada por uma carta do presidente da comissão de inquérito, Mota Amaral, do PSD, que fez contas e descobriu que os socialistas fariam maioria com qualquer partido da oposição, mesmo os mais pequenos, como o PCP e o Bloco. E não respeitava o princípio do paralelismo com a representatividade dos grupos parlamentares. Era o que argumentava Mota Amaral numa carta enviada a Gama.

A discussão foi longa na conferência de líderes de hoje. O PS opôs-se a esta mudança, lembrando que já há uma comissão de inquérito em funcionamento (a da fundação dos “Magalhães”) e que nenhum dos partidos da oposição se manifestou contra. O que levou a deputada Ana Catarina Mendes, do PS, a questionar o critério da oposição, que, assim, dependeria do objecto do inquérito.

Com a composição inicialmente prevista, o PS poderia servir para aprovar um relatório ou as conclusões do inquérito e não apenas com o PSD e CDS-PP.

Depois de ouvir os partidos, Jaime Gama decidiu a favor dos partidos da oposição, sob protestos dos socialistas. Assim, o PS ficou com sete deputados, “perdeu” um para o CDS, que passa a ter dois. O PSD fica com seis e Bloco e PCP com um cada. joão eduardo severino em o Pau Para Toda A Obra

Jaime Gama "independente" ou Jaime Gama para "presidente"?

quinta-feira, 11 de março de 2010

TVI: comissão de inquérito toma posse dia 18 de Março


A comissão de inquérito sobre a actuação do Governo no negócio da TVI terá a duração de 60 dias e será constituída por 17 deputados: 8 do PS, 6 do PSD, 1 do CDS-PP e 1 do BE e 1 do PCP.
A comissão de inquérito foi criada por iniciativa do PSD e do BE e terá por objecto “apurar se o Governo, directa ou indirectamente, interveio na operação conducente à compra da TVI e, se o fez, de que modo e com que objectivos” e “apurar se o senhor primeiro-ministro faltou à verdade ao Parlamento, na sessão plenária de 24 de Junho de 2009”, quando disse desconhecer este negócio.
PUBLICO.PT

Sobre o "caso", Cavaco Silva, na entrevista á RTP, deixou claro que, da sua experiência como primeiro-ministro, considera que uma tal operação não podia acontecer “sem o conhecimento prévio do Governo”.
publico.pt

quarta-feira, 3 de março de 2010

plano para enfraquecer privados...


"É minha convicção que a PT não avançaria sem conhecimento do primeiro ministro", disse, acrescentando, no entanto, que José Sócrates afirmou não ter tido conhecimento e que, "neste momento, não temos provas do contrário", disse Pinto Balsemão ouvido pela comissão parlamentar sobre um alegado plano do Governo para controlar a comunicação social, nomeadamente através da compra da TVI pela Portugal Telecom a fim de afastar José Eduardo Moniz e Manuela Moura Guedes, tidos como contrários ao Governo.

"Penso que houve [um plano] por parte deste Governo para enfraquecer os [grupos] privados", disse Francisco Pinto Balsemão, que está a ser ouvido na comissão parlamentar de Ética, Sociedade e Cultura sobre liberdade de expressão.
O plano começou "com a produção de legislação com vista a determinados efeitos", referiu, defendendo que existem alguns meios que podem combater a situação.
Desde logo, afirmou, é preciso "saber quem são os proprietários dos media" porque "é muito importante a transparência".
"Quantos projectos editoriais conhecemos que não têm possibilidade de sobrevivência e que são mantidos por investidores que, eventualmente, têm objectivos de exercer influência para ganharem dinheiro noutros mercados", questionou.
"Outro instrumento muito importante são os conselhos de redacção", defendeu, explicando que, quando nomeia um director editorial, "interessa-me ter um conselho de redacção" até porque "se vir que aquela redacção, não quer aquele director, ele não conseguirá dirigir".
Também "os códigos de conduta jornalística são muito importantes" porque "é algo que está publicado e que os nossos leitores, espectadores e leitores online podem brandir contra nós".
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