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domingo, 28 de outubro de 2012

A metamorfose de Paulo Portas


A liderança de Passos Coelho tem tais características que fez de Paulo Portas um homem de Estado, o único na coligação capaz de dizer que o país deve ser proactivo para com a troika e que o Governo deve procurar entendimentos alargados sobre as saídas da crise.
Que pode fazer a Portugal quem é capaz de dar a Portas espaço para tal metamorfose? por Paulo Pedroso no Banco Corrido

domingo, 21 de outubro de 2012

a baderna das escutas

As fugas de informação do nosso maravilhoso sistema judicial voltaram à tona. Para colmatar a ineficácia de um sistema putrefacto, só mesmo a insídia vitriólica que atinge tudo e todos, sem poupar ninguém. Não sei o que Passos Coelho disse ou deixou de dizer, o que sei, e não é pouco, é que a suspeição generalizada, efectuada através do sempiterno mecanismo totalitário das escutas, serve amiúde interesses políticos inconfessáveis. por João Pinto Bastos no Estado Sentido

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Protesto assusta filha do primeiro-ministro

Um grupo de populares que contesta a introdução de portagens na Via do Infante tentou, este domingo à tarde, abordar o primeiro-ministro quando este se dirigia para a praia, acompanhado pela mulher e pela filha, assustando a criança, que começou a chorar.
A GNR montou um cordão policial para impedir a aproximação dos manifestantes e gerou-se alguma confusão junto à praia, com alguns populares a condenar o comportamento dos organizadores do protesto, devido à presença da criança de cinco anos.
O JN apurou que um elemento do corpo de segurança pessoal do primeiro-ministro tirou o telemóvel de um dos manifestantes para apagar um vídeo que este tinha feito e onde aparecia a filha de Passos Coelho. O telefone foi depois devolvido. publicado em 2012-08-12 por Telma Roque no jornal de noticias

parabéns ao JN e à Jornalista Telma Roque os únicos que publicaram a “verdade” daquilo a que outros jornais e tv’s chamaram manifestação! Claro que a jornalista não tem obrigação de conhecer os manifestantes que eram apenas a comissão distrital algarvia do Bloco da Esquerda. Populares desconhecidos eram seguramente aqueles que protestaram contra a acção. Existem vídeos da desastrosa acção em que se pode ver a filha do primeiro-ministro cheia de medo agarrada às pernas do pai.

O que é que os piscicologos da nossa praça, que passam o tempo a dar palpites, têm a dizer a isto?

quinta-feira, 5 de julho de 2012

ainda faltam muitos e isto "ou comem todos, ou...!"

Mais na Lusófona, menos na Lusiada, mas tudo legal!
Quantos politicos e de que partidos?

Quem foi que "lançou" a lei AVL, quem foi?

segunda-feira, 21 de maio de 2012

conselho de finanças públicas e as previsões optimistas...

Conselho de Finanças Públicas aprova estratégia do Governo mas alerta para previsões "excessivamente optimistas". Eva Gaspar Jornal de Negócios 
Conselho das Finanças Públicas considera previsões do governo no DEO "excessivamente optimistas". Paula Véran rtp 
Conselho das Finanças Públicas diz que previsões do Governo são "excessivamente optimistas". Lusa / sic noticias 
Previsões do Governo são «excessivamente optimistas». Vanessa Cruz tvi

O Governo vê no primeiro relatório do Conselho das Finanças Públicas um incentivo à estratégia orçamental seguida, disse hoje o primeiro-ministro, desvalorizando que o organismo independente considere demasiado optimistas as previsões macroeconómicas oficiais.
...
"O Conselho considera que o governo português tem agido de forma adequada e muito bem-sucedida na consolidação de finanças públicas", afirma o primeiro-ministro. PDF. Lusa 

Para o Partido Socialista, isto é, para o deputado João Galamba: «O Conselho de Finanças Públicas fala dos vários riscos orçamentais e faz uma critica ao Governo, que me parece bastante pertinente, a ideia de que não há uma tentativa de perceber a correlação entre os riscos, ou seja, em que medida por exemplo é que o desemprego pode afectar a solvabilidade das famílias, levando a um aumento de falências».
«Ou seja, riscos cruzados. Portanto, nós devemos ver todos os riscos para a execução orçamental de forma integrada. E esse parece-me uma critica que o Governo devia ter em conta». tsf.

domingo, 15 de abril de 2012

neste dia, outro ano...


Sexta-feira, 15 de Abril de 2011
9,5 mil milhões de euros para pagar durante os quatro anos de mandato do próximo Governo, entre 2011 e 2015, são os encargos para o Estado com as Parcerias Público-Privadas que Passos Coelho apelidou «esqueletos no armário». Só as sete vias SCUT - 6,5 mil milhões de euros - construídas durante o último Governo de António Guterres e as nove concessões rodoviárias lançadas desde que Pinto de Sousa ao poder, em 2005, são responsáveis por estes dois terços daqueles encargos financeiras. O próximo Executivo apenas poderá contar com cerca de 900 milhões de euros das receitas das portagens nas SCUT, de acordo com as estimativas do Ministério das Obras Públicas, isto é, com menos de um décimo do que há para pagar.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

vírus e vícios do poder

O actual Governo ainda está longe de completar um ano de mandato e já está envolvido em todas as polémicas com que tentou derrubar José Sócrates.
Em campanha, Passos Coelho jurava isenção nas nomeações e chegou mesmo a propor uma espécie de senado para avalizar a competência dos escolhidos.
Seis meses depois, da ideia do senado nunca mais se ouviu falar e os suspeitos do costume lá estão nomeados, para a EDP, para as administrações hospitalares, para a Caixa Geral de Depósitos, etc. Razão invocada: o currículo insuspeito dos ditos nomeados.
Já quanto à tentação de mandar na comunicação social, poderíamos fazer um daqueles concursos de descubra as diferenças com os socialistas. A verdade é que assim que chegou ao poder, o PSD esqueceu-se rapidamente da chamada “asfi xia democrática”, para começar a querer armar-se em editor de programas de propaganda e censor dos críticos.
Perguntado no Parlamento sobre este e outros temas, o primeiro-ministro responde com o mesmo cinismo e falta de rigor a que já estamos habituados nos seus antecessores, mostrando, assim, que clientelismo e abuso de poder continuam a ser a doença crónica que pouco a pouco descredibiliza a nossa democracia. Raquel Abecasis no  Pagina 1

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

o Governo está a meter água...



Perdoe-me o Dr. Medina Carreira (que só o aguenta dois minutos) mas eu só o aguentei 1 minuto e 28 segundos...

domingo, 25 de dezembro de 2011

Democratização da Economia no sapatinho...

Passos Coelho, aproveitou o espaço televisivo da mensagem de Natal para garantir que “2012 será um ano de grandes mudanças e transformações”, as quais “incidirão com profundidade nas nossas estruturas económicas”, com o objectivo de conseguir o que entende pela “democratização” economia. público 

Lá que ele falou muito bem, falou! Eu é que não percebi nada!
Que raio é isso de “democratização da economia”?

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Electricidade von Portugal

De acordo com o semanário “Der Spiegel” a alemã E.ON fez uma oferta vinculativa de 8,5 mil milhões de euros para compra da participação do Estado português na EDP, com promessas de investimentos nas energias renováveis.
O Governo alemão está a apoiar a E.ON na privatização da Energias de Portugal, sendo que Angela Merkel manteve recentemente uma conversa com o primeiro-ministro de Portugal, onde terá destacado os benefícios da oferta da empresa alemã. As outras concorrentes são a chinesa Three Gorges e as brasileiras Eletrobras e Cemig.
Simultaneamente com a oferta pela electrica nacional, a E.ON, vai dispensar 11 mil dos seus 80 mil funcionários a nível mundial, confirmou hoje um porta-voz da empresa.
Só na Alemanha, prescindirá de seis mil trabalhadores, cerca de três mil através da pré-reforma, noticia o jornal “Rheinische Post”.

domingo, 4 de setembro de 2011

acabou a CRISE...

actualize-se! o nosso primeiro crismou a crise e agora
começou a
EMERGENCIA NACIONAL!

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

el billete de salida de la crisis!



...foi isto que encontrei ao regressar e cada vez me sinto mais enganado!



domingo, 14 de agosto de 2011

Orçamento para 2012

1. Passaram dois meses, mas já começo a ficar farto deste governo. Não, não vi cortes na despesa a sério. Bem sei que não está fácil, que a casa parecia um bordel socialista. Sei isso tudo, mas há limites. Não estou a ver cojones, tomates, coragem. Na apresentação do OE 2012, este governo tem de mostrar uma coragem histórica no corte da despesa. Há 14 mil instituições atreladas ao Orçamento. 14 mil. Querem um desenho? O país vai perceber esses cortes e o encerramento de milhares dessas instituições. Não vai é perceber mais impostos e taxas e o caraças (isto sou eu na minha versão mais educada).
2. Dr. Passos, não se atreva a pagar tudo ao dr. Jorge Coelho e afins. Aquelas PPP têm de ser renegociadas a sério. Em nome do "interesse nacional". Se pagar tudo ao dr. Coelho, V. Exa. passará a ser igual ao indivíduo que ocupou o seu lugar até Junho passado. Sabe o que isso significa? Que a malta vai deixar de ser bem educada.
3. Dr. Passos, das duas uma: ou mete a Madeira na ordem, ou alguma coisa feia vai acontecer ao seu partido. Já chega. Portugal Continental já não tem saco para as manias da Madeira. Ai, coitadinhos, que já vivem acima da média nacional. O meu Alentejo é que precisava da ajuda que é enviada para a Madeira. Já chega, porra (isto já sou eu a ficar menos bem educado). por Henrique Raposo  no Clube das Republicas Mortas

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Passos esclarece imposto extraordinário

Pedro Passos Coelho esclareceu esta tarde que o imposto extraordinário que anunciou na Assembleia da República não terá de se aplicar necessariamente sobre o subsídio de Natal. "Eu não disse que seria 50% do subsídio de Natal, disse que seria o equivalente em termos financeiros. Por isso reservei o detalhe da medida para as duas semanas que se aproximam", explicou o primeiro-ministro, questionado pela oposição sobre os contornos precisos do imposto extraordinário. Ou seja, o imposto extra poderá ser aplicado sobre os salários, de forma faseada, até ao final do ano.
E clarificou que o imposto recairá apenas sobre o valor que exceda o salário mínimo nacional, ou seja, o que fique acima de 485 euros. O valor apontado, disse Passos, equivale a "50% do subsídio de Natal, no que representa o excedente do salário mínimo nacional".

já percebeu? Eu ainda não!

melões

Com este anúncio, o executivo de Passos Coelho não deu nem esperança nem exemplo, como as vacuidades ontem afirmadas em matéria de redução de despesa são representativas. No que realmente interessa, Passos Coelho começa mal. E com mais duas ou três destas perderá a rua…e sem rua perderá o País.
Para concluir, tenho três observações específicas a fazer. Primeiro, para afirmar que os dados do INE não foram assim tão surpreendentes quanto isso. É que, como o Primeiro-Ministro ontem afirmou e muito bem, a despesa primária do Estado vinha a ser reduzida aquém do previsto, por isso, incluindo o Estado Paralelo – hoje, o verdadeiro cancro da nossa sociedade – seria de esperar que existissem surpresas negativas. E não seria preciso qualquer dom de adivinhação; bastaria consultar as diferenças que os diferentes métodos do INE e da DGO têm produzido ao longo dos anos. Ou seja, a argumentação justificativa do imposto extraordinário não colhe a minha simpatia, to say the least. Segunda observação: ao Ministro das Finanças, não obstante a sua boa intervenção parlamentar de ontem, exigir-se-ia a apresentação imediata de um plano de racionalização do Estado Paralelo e da Administração Pública que, presume-se, o gabinete de estudos liderado por Carlos Moedas já teve mais do que tempo para preparar. Aliás, pegue-se no livro de Álvaro Santos Pereira, publicado em Abril, e leia-se o extenso capítulo dedicado, em exclusivo e em detalhe, a este assunto e que conta com três assinaturas: o agora ministro da Economia, Carlos Moedas e Alexandre Patrício Gouveia. Sendo certo que o Ministro das Finanças, Vítor Gaspar, poderá não concordar com tudo o que lá está, presumo que a maioria das sugestões merecerá a sua concordância. Por fim, como terceira observação, como é da praxe em Portugal, e pela enésima vez, o manifesto eleitoral, sufragado e aprovado pelo povo nas legislativas, foi adulterado a posteriori. Nem PSD nem CDS estipulavam a introdução de um imposto extraordinário desta natureza. Ora, num país decente, este seria motivo para impeachment, pois, por mais transparência e frontalidade no discurso – de louvar, diga-se –, a verdade é que o povo não estava à espera disto. Enfim, é por estas e por outras que urge instituir no nosso País uma cultura de shadow government, já que sem isso nunca saberemos se os novos governos serão como os melões de Almeirim ou como os melões de outro sítio qualquerpor Ricardo Arroja n’ O Insurgente

sábado, 25 de junho de 2011

Assim espero

Pedro Passos Coelho passa a viajar em classe económica dentro da Europa. Chegará ao mesmo tempo que chegaria se viajasse em executiva, mas poupa dinheiro aos contribuintes. À esquerda, grita-se demagogia. À direita, pouca dignidade para o cargo.
Eu aplaudo o exemplo. Exemplo para a esquerda que sempre usou a demagogia para gastar mais dinheiro. Exemplo para a direita (ou parte dela), que tende a dar demasiada importância a pormenores bacocos. Os homens não se medem pelos fatos Armani que vestem, pelos concertos no S. Luís a que chegam atrasados, pelas férias de luxo que passam no Quénia.
No essencial, PPC passou a mensagem: o tempo é de poupança e o exemplo virá de cima. por João Moreira Pinto no 31 da Armada

Acontece que os “membros do governo” viajam sem custos para o erário público e, por tal, a única vantagem é a TAP poder vender os lugares em executiva…
Mas é “bonito” e marca alguma diferença!
 

sábado, 28 de maio de 2011

entre o Frize e a Marmeleira

o regresso à “loura da Marmeleira”
Julgo, aliás, estranha esta nova mania de Passos Coelho e seus apoiantes agitarem a lei da rolha como forma de tentar silenciar ou atenuar as críticas à sua estratégia. Eu próprio recebi uma mensagem para ter cuidado com a lei da rolha - que ignorei majestosamente. Felizmente, a um partido de gente sensata, que repugna o totalitarismo de pensamento e acção. Até porque Passos Coelho prometeu revogar a lei da rolha e, até lá, não a aplicar. Então, agora que lhe convém abafar os seus próprios erros, já há gente no PSD que pretende seguir a deriva sovietizante? Seria um mau - um péssimo! - sinal. por João Lemos Esteves expresso
e o partido Frize
O novo estilo centrista de Paulo Portas resulta. E assusta um PSD desnorteado. Prova disso é o anúncio da disponibilidade do outrora liberal Coelho em rever a lei do aborto. Para reagir ao CDS, o novo PSD encontrou o seu lugar: bem à direita de Portas. Mais extremista no combate ao Estado Social, igual em tudo o resto. Não percebe o verde Coelho que é no centro que os votos lhe estão a fugir para o CDS. Passos entusiasmou-se e foi radicalizando o discurso. Portas, camaleão como sempre, adaptou-se e deu ao seu partido um ar um pouco mais social. por Daniel Oliveira expresso

domingo, 22 de maio de 2011

Semanada

Esta foi a semana do debate entre Sócrates e Pedro Passos Coelho que a direita portuguesa tratou como se fosse um combate de boxe em doze assaltos para o título de primeiro-ministro, apresentando o líder do PSD como o Rookie que iria disputar o título com um campeão em título já fortemente cansado. Como era de esperar a direita assumiu o papel de júri do combate de boxe e deliciou-se a atribuir pontos a Passos Coelho, assalto a assalto, até o Paulo Portas que nem assistiu ao combate veio dar os parabéns ao vencedor. Até na internet Passos Coelho venceu, foi a TVI que o demonstrou ao ler blogues como “O Portugal dos Pequeninos” ou o “31 da Armada”.Para a direita tudo o que não fosse um ko no primeiro assalto seria uma vitória, reagiu como o anúncio televisivo de uma companhia de seguros onde uma personagem liga ao marido “querido, o airbag funcionou na perfeição”, por tanto são haviam motivos de regozijo.
Eufórico com a vitória Pedro Passos Coelho partiu para a campanha e logo no dia seguinte se esqueceu do guião e insistiu sobre Passos Coelho (?) para clarificar se faria uma coligação com o PSD. Isto, é o discurso de vitória foi questionar Paulo Portas no pressuposto de que pediria as eleições. E os mesmos jornalistas que só viram Sócrates a ser golpeado foram perguntar a Passos Coelho se em caso de derrota ficaria na liderança do PSD! Enfim, uma verdadeira vaga de fundo, diria mesmo um tsunami provocado pelo terramoto resultante das quedas de Sócrates dentro do ringue.
A direita anda tapo entusiasmada que estamos assistindo a uma verdadeira orgia, cada um propõe a medida mais dura possível, o senhor Saraiva da CIP pede mais horas de trabalho pelo mesmo vencimento e Passos Coelho até já propõe a redução de feriados, talvez juntando o Natal à Páscoa as empresas portuguesas se tornem mais competitivas. Um dia destes a CIP ainda vai descobrir que o esclavagismo seria a solução mais eficaz para os problemas da economia portuguesa. não assinado n' O JUMENTO
Os erros de digitação e trocas de nomes são os que constam no original.

O blog "O Jumento" pensa-se de esquerda e por isso não entendeu que, no tempo presente, ser de direita já não tem o significado que foi dado no PREC de 1975.
Cada vez mais e cada vez mais novos afirmam-se orgulhosamente "de direita" talvez porque para comparação apenas tem "os de esquerda" que nos desgovernaram.
"O Jumento" é um blog que aconselho e leio diáriamente e com o qual concordo na maioria das vezes... eu, que, pouco a pouco, caminhei até "à direita" (mas ainda não cheguei aos populares-democratas!)