
sábado, 12 de junho de 2010
Economia na óptica do utilizador

O governo está em negação. Faz lembrar aqueles pais que continuam a olhar para a filha como a menina inocente e mais pura do bairro mesmo depois desta ter sido namorada do quartel de Bombeiros Voluntários e ainda de algum pessoal socorrista do INEM.
O pior cego é o que não quer ver, está certo, mas este Governo parece o Stevie Wonder a abanar-se feliz em cima do piano enquanto toca o "Happier Than The Morning Sun". Enquanto isso vemos números a afundarem o país ao som da marcha fúnebre de Chopin.
Infelizmente isto já não vai lá com o livro "Economia para totós". Começa a ser um caso para tratamento do foro psiquiátrico. Quando muitos apontam para a possibilidade de nova recessão, com as medidas de austeridade implementadas a ajudarem à festa e precisamente no dia em que o EUROSTAT anunciou nova subida da taxa de desemprego em Abril para os 10,8%, o que previsivelmente irá baixar ainda mais os níveis de consumo travando o crescimento, o que acontece?
O Primeiro-Ministro aparece na televisão com o velho e estafado discurso do "Portugal campeão do crescimento". Surreal.
Este governo confunde discurso positivo e confiante com discurso obtuso e irracional. Encobrir ou menorizar a situação em que estamos não resolve. Só serve para que alguns ganhem tempo enquanto o país perde o tempo que precisa para atacar os problemas. Este Governo não tem solução. E o pior é que não tem soluções.
Enquanto continuarem a assobiar para o ar e a congratularem-se mergulhados na fantasia de números que só existem na cabeça de quem vive numa permanente fuga para a frente, nada se resolve. É que a Economia tem uma coisa tramada: não é muito fácil de enganar. Tiago Mesquita no Expresso de 5 de Junho de 2010
O pior cego é o que não quer ver, está certo, mas este Governo parece o Stevie Wonder a abanar-se feliz em cima do piano enquanto toca o "Happier Than The Morning Sun". Enquanto isso vemos números a afundarem o país ao som da marcha fúnebre de Chopin.
Infelizmente isto já não vai lá com o livro "Economia para totós". Começa a ser um caso para tratamento do foro psiquiátrico. Quando muitos apontam para a possibilidade de nova recessão, com as medidas de austeridade implementadas a ajudarem à festa e precisamente no dia em que o EUROSTAT anunciou nova subida da taxa de desemprego em Abril para os 10,8%, o que previsivelmente irá baixar ainda mais os níveis de consumo travando o crescimento, o que acontece?
O Primeiro-Ministro aparece na televisão com o velho e estafado discurso do "Portugal campeão do crescimento". Surreal.
Este governo confunde discurso positivo e confiante com discurso obtuso e irracional. Encobrir ou menorizar a situação em que estamos não resolve. Só serve para que alguns ganhem tempo enquanto o país perde o tempo que precisa para atacar os problemas. Este Governo não tem solução. E o pior é que não tem soluções.
Enquanto continuarem a assobiar para o ar e a congratularem-se mergulhados na fantasia de números que só existem na cabeça de quem vive numa permanente fuga para a frente, nada se resolve. É que a Economia tem uma coisa tramada: não é muito fácil de enganar. Tiago Mesquita no Expresso de 5 de Junho de 2010
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Universidade Lusíada condenada

Diogo, 22 anos, morreu em 2001, na sequência de agressões durante um ensaio da tuna. A reabertura da audiência do julgamento - ordenada pelos juízes no âmbito do processo cível - servirá para ditar se, durante os rituais fatais, mais que agredi-lo com uma revista também o pisaram. Os juízes consideram que todos, incluindo a universidade, "são solidariamente responsáveis".
Nove anos depois do estudante ter morrido numa praxe violenta, em Famalicão, os tribunais apontam o único responsável que resta numa história bloqueada pelo silêncio dos suspeitos.
O Tribunal da Relação do Porto considera, num acórdão recente que a Universidade Lusíada é responsável - confirmando a decisão do Tribunal de Famalicão, que condenara a universidade, por omissão de acção, a pagar 90 mil euros de indemnização. Em causa está a "omissão de diligência de controlo sobre as actividades dos alunos e das praxes que decorriam nas suas instalações, que determinaram lesões causadoras da morte", referem os desembargadores.
A Lusíada de Famalicão recorreu da decisão da Relação para o Supremo. mais no " i "
Nove anos depois do estudante ter morrido numa praxe violenta, em Famalicão, os tribunais apontam o único responsável que resta numa história bloqueada pelo silêncio dos suspeitos.
O Tribunal da Relação do Porto considera, num acórdão recente que a Universidade Lusíada é responsável - confirmando a decisão do Tribunal de Famalicão, que condenara a universidade, por omissão de acção, a pagar 90 mil euros de indemnização. Em causa está a "omissão de diligência de controlo sobre as actividades dos alunos e das praxes que decorriam nas suas instalações, que determinaram lesões causadoras da morte", referem os desembargadores.
A Lusíada de Famalicão recorreu da decisão da Relação para o Supremo. mais no " i "
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José Costa-Deitado
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades
...
Um antigo combatente não pode nem deve ser tratado de colonialista, fascista, democrata ou revolucionário de acordo com conveniências ou interesses menores. A sua origem, a sua classe social, a sua etnia, as suas crenças ou a sua forma de vínculo às Forças Armadas são, a este propósito, indiferentes: foram, simplesmente, soldados portugueses.
...
As diferenças de opinião e de crença não devem impedir de respeitar todos os que fizeram a guerra, com convicção ou por obediência ao poder político, desde que, evidentemente, o tenham feito sem abuso. Merecem as pensões que lhes são devidas. Merecem atenção e cuidado. Merecem um Dia do Combatente oficialmente estabelecido. Merecem que as suas associações sejam consideradas de utilidade pública. Merecem estar presentes nas cerimónias públicas e oficiais. Mas sobretudo merecem respeito.
...
discurso notável de António Barreto para ler na integra aqui
Um antigo combatente não pode nem deve ser tratado de colonialista, fascista, democrata ou revolucionário de acordo com conveniências ou interesses menores. A sua origem, a sua classe social, a sua etnia, as suas crenças ou a sua forma de vínculo às Forças Armadas são, a este propósito, indiferentes: foram, simplesmente, soldados portugueses.
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As diferenças de opinião e de crença não devem impedir de respeitar todos os que fizeram a guerra, com convicção ou por obediência ao poder político, desde que, evidentemente, o tenham feito sem abuso. Merecem as pensões que lhes são devidas. Merecem atenção e cuidado. Merecem um Dia do Combatente oficialmente estabelecido. Merecem que as suas associações sejam consideradas de utilidade pública. Merecem estar presentes nas cerimónias públicas e oficiais. Mas sobretudo merecem respeito.
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discurso notável de António Barreto para ler na integra aqui
quarta-feira, 9 de junho de 2010
resíduos perigosos numa antiga mina em São Pedro da Cova, Gondomar

“No que me compete, aqui no Parlamento Europeu, não permitirei que uma directiva de protecção do Ambiente - que está a ser violada todos os dias - não deixe de ter cumprimento” diz o eurodeputado Nuno Melo que vai requerer a intervenção da Comissão Europeia no que considera “um crime ambiental”: a deposição de 320 mil toneladas de resíduos perigosos numa antiga mina em São Pedro da Cova, Gondomar.
Em 2009, Nuno Melo teve conhecimento do caso e fez um requerimento pedindo a intervenção do então ministro do Ambiente, Nunes Correia, mas, assegurou hoje, “nada foi feito”.
A nível nacional, adiantou o eurodeputado, o grupo parlamentar do CDS vai “requerer com carácter de urgência, a audição da ministra do Ambiente, Dulce Pássaro, do presidente da Parpública ao tempo, João Plácido Pires, e dos responsáveis pela CCDR do Norte e Administração Regional de Saúde do Norte e da Administração da Região Hidrográfica Norte. PUBLICO.PT
Em 2009, Nuno Melo teve conhecimento do caso e fez um requerimento pedindo a intervenção do então ministro do Ambiente, Nunes Correia, mas, assegurou hoje, “nada foi feito”.
A nível nacional, adiantou o eurodeputado, o grupo parlamentar do CDS vai “requerer com carácter de urgência, a audição da ministra do Ambiente, Dulce Pássaro, do presidente da Parpública ao tempo, João Plácido Pires, e dos responsáveis pela CCDR do Norte e Administração Regional de Saúde do Norte e da Administração da Região Hidrográfica Norte. PUBLICO.PT
e ele «não tem duas palavras»...

«O PSD comprometeu-se a aprovar na AR um conjunto de medidas que vão, por via do aumento de impostos, ajudar à redução défice e que envolvem, também, medidas para cortar na despesa».
Acerca de um apelo feito pelo CDS para que os social-democratas votem contra a retroactividade dos impostos, o presidente do PSD disse que «ninguém pode jurar que não haja alguma retroactividade», mas «foram medidas acordadas com o Governo e nós sabemos que, quer no caso do IRS quer no do IRC isso pode acontecer, mas julgamos que não existe risco maior de inconstitucionalidade». Também frisou que «a solução adoptada não corre o risco de ser inconstitucional e o PSD não interpreta constituições deixando que o Tribunal Constitucional faça esse trabalho».
mais sobre as declarações do ilustre constitucionalista»»
Acerca de um apelo feito pelo CDS para que os social-democratas votem contra a retroactividade dos impostos, o presidente do PSD disse que «ninguém pode jurar que não haja alguma retroactividade», mas «foram medidas acordadas com o Governo e nós sabemos que, quer no caso do IRS quer no do IRC isso pode acontecer, mas julgamos que não existe risco maior de inconstitucionalidade». Também frisou que «a solução adoptada não corre o risco de ser inconstitucional e o PSD não interpreta constituições deixando que o Tribunal Constitucional faça esse trabalho».
mais sobre as declarações do ilustre constitucionalista»»
terça-feira, 8 de junho de 2010
O PSD no seu melhor

Ouve-se, vê-se, mas não se acredita. Segundo o secretário-geral Miguel Relvas, o PSD vai votar contra a iniciativa legislativa do CDS no sentido de impedir a retroactividade do aumento dos impostos, porque questões de constitucionalidade devem ser decididas pelo Tribunal Constitucional e não pela Assembleia da República. Não é exegese minha; Relvas disse mesmo isto, sem dúvidas interpretativas, sem se rir ou corar de vergonha.
...
Confesso que não percebi se esta posição tão candidamente veiculada pelo talentoso Dr. Relvas é uma concepção inovadora de regime constitucional, oficial, do PSD, ou se é só uma desastrada justificação do injustificável - a cumplicidade com o governo no assalto ao bolso de todos nós. Se for a primeira, até tenho medo da famosa proposta de revisão constitucional que aí está para vir. Se for a segunda, é uma artimanha capaz de bater todos os recordes de má-fé politiqueira. post completo aqui»»
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Confesso que não percebi se esta posição tão candidamente veiculada pelo talentoso Dr. Relvas é uma concepção inovadora de regime constitucional, oficial, do PSD, ou se é só uma desastrada justificação do injustificável - a cumplicidade com o governo no assalto ao bolso de todos nós. Se for a primeira, até tenho medo da famosa proposta de revisão constitucional que aí está para vir. Se for a segunda, é uma artimanha capaz de bater todos os recordes de má-fé politiqueira. post completo aqui»»
publicado por Francisco Mendes da Silva no 31 da Armada
Um post notável a somar àqueles que entendem o sarilho em que estamos metidos.
Cada vez somos mais a perceber que não vamos longe com estes politicos "novas oportunidades"... mas, ainda, não os suficientes.
Bem Haja, Francisco Mendes da Silva, por o ter entendido e publicado!
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Impostos retroactivos: PSD admite chumbar proposta do CDS

O CDS-PP propôs no parlamento um aditamento à proposta de lei do governo que aumenta a tributação sobre os rendimentos, visando garantir que a taxa acrescida não tem efeitos retroactivos.
Esta cláusula de salvaguarda determina que "em relação aos rendimentos auferidos entre 1 de Janeiro e a data de entrada em vigor da lei, o valor a pagar não poderá ser superior àquele que seria pago de acordo com a tabela então em vigor".
Porém, o líder da bancada parlamentar do PSD prenuncia um chumbo da iniciativa centrista: "Tenho dúvidas de que aquilo como está possa passar. A proposta do CDS causou-me dúvidas de constitucionalidade e de fiscalidade", disse ao i Miguel Macedo, "e por isso pedi que fossem feitos dois pareceres que ainda não me foram entregues".
Caso a salvaguarda de não retroactividade chumbe, o CDS vai virar-se-á para Cavaco Silva, pressionando o Presidente da República para que peça ao Tribunal Constitucional a fiscalização preventiva da lei. i online
Esta cláusula de salvaguarda determina que "em relação aos rendimentos auferidos entre 1 de Janeiro e a data de entrada em vigor da lei, o valor a pagar não poderá ser superior àquele que seria pago de acordo com a tabela então em vigor".
Porém, o líder da bancada parlamentar do PSD prenuncia um chumbo da iniciativa centrista: "Tenho dúvidas de que aquilo como está possa passar. A proposta do CDS causou-me dúvidas de constitucionalidade e de fiscalidade", disse ao i Miguel Macedo, "e por isso pedi que fossem feitos dois pareceres que ainda não me foram entregues".
Caso a salvaguarda de não retroactividade chumbe, o CDS vai virar-se-á para Cavaco Silva, pressionando o Presidente da República para que peça ao Tribunal Constitucional a fiscalização preventiva da lei. i online
domingo, 6 de junho de 2010
oposição em campanha?
Paulo Portas, presidente do CDS/PP, em conferência de imprensa, na sede nacional do partido, em Lisboa, apelou a todas as forças políticas para que votem favoravelmente a Cláusula de Defesa do Contribuinte que impede a retroactividade do Sistema Fiscal . sol
O líder popular dirigiu-se em especial ao presidente do Partido Social Democrata, pedindo-lhe que não seja «cúmplice de uma ilegalidade».
«O PSD já cometeu o erro económico ao acordar a subida de impostos com o PS, concordar com a retroactividade é ser cúmplice de uma ilegalidade».
Portas aproveitou para informar que O CDS-PP vai entregar no Parlamento um projecto-lei com o objectivo de impedir o acesso ao Rendimento Social de Inserção de pessoas com cadastro, atitude que vem na sequencia de uma operação da PSP de Lisboa que deteve esta semana 13 pessoas suspeitas de traficar armas, a maioria das quais estava a receber o Rendimento Social de Inserção, segundo um responsável policial. sol
Paulo Portas, claro, ainda visitou a 47.ª Feira Nacional da Agricultura / 57.ª Feira do Ribatejo, que se iniciou em Santarém, onde apresentou uma visão negativa da aplicação do Programa de Desenvolvimento Rural. mais no Correio do Minho
O líder popular dirigiu-se em especial ao presidente do Partido Social Democrata, pedindo-lhe que não seja «cúmplice de uma ilegalidade».
«O PSD já cometeu o erro económico ao acordar a subida de impostos com o PS, concordar com a retroactividade é ser cúmplice de uma ilegalidade».
Portas aproveitou para informar que O CDS-PP vai entregar no Parlamento um projecto-lei com o objectivo de impedir o acesso ao Rendimento Social de Inserção de pessoas com cadastro, atitude que vem na sequencia de uma operação da PSP de Lisboa que deteve esta semana 13 pessoas suspeitas de traficar armas, a maioria das quais estava a receber o Rendimento Social de Inserção, segundo um responsável policial. sol
Paulo Portas, claro, ainda visitou a 47.ª Feira Nacional da Agricultura / 57.ª Feira do Ribatejo, que se iniciou em Santarém, onde apresentou uma visão negativa da aplicação do Programa de Desenvolvimento Rural. mais no Correio do Minho
Um país, no mínimo esquisito!
Um país que tem milhões de emigrantes a trabalhar no estrangeiro mas onde algumas ideias xenófobas sobre a imigração têm acolhimento!
Um país que tem trabalhadores no estrangeiro que são louvados por serem dos melhores e dos mais produtivos, quando em Portugal a produtividade é baixa!
Um país que tem emigrantes de segunda geração que criticam a presença na Selecção Nacional de futebol de naturalizados e para o exprimir falam em inglês por não saberem mais de meia dúzia de palavras em português!
No mínimo é um país esquisito e que dá muito que reflectir.... Publicada por João Carvalho Fernandes em A REVOLTA
Um País de mediocres é aquele onde quem trabalha paga mas onde quem não quer trabalhar recebe um subsidio.
Um País de medícores é aquele onde um aluno que vá às aulas, tem de estudar, fazer os trabalhos de casa, os trabalhos de grupo, os testes e os exames mas onde um aluno que falte às aulas,que não estude, não faça os trabalhos de casa e de grupo, nem os testes, faz um teste de recuperação e tudo fica como sempre tivesse ido às aulas.
Um País de mediocres é aquele onde um aluno do Unificado ou do Secundário que vá às aulas, que estude, que faça os trabalhos de casa e de grupo e os testes e tenha excelentes notas, é obrigado a fazer um exame final ao lado dos que fizeram exactamente o oposto.
Um País de medíocres é aquele onde um aluno do 8º ano que vá às aulas, que estude, que faça os trabalhos de casa e de grupo e os testes veja passar-lhe à frente, directamente para o 10º ano, um colega que, não foi às aulas, não estudou, não fez os trabalhos de casa e de grupo, nem os testes.
Não vale a pena viver num País destes. Publicada por Gonçalo Ribeiro da Costa em A REVOLTA
Meus caros Jovens,
Não andava por cá no oitavo e por cá não estarei no nono centenário de Portugal. Mas acreditem que vale a pena viver num País destes, porque é um país esquisito e que dá muito que reflectir...
É exactamente por isso vale a pena lutar, para que meus netos e vossos filhos não tenham que dele desistir.
É por isso que são jovens. É para isso que têm tempo.
Um país que tem trabalhadores no estrangeiro que são louvados por serem dos melhores e dos mais produtivos, quando em Portugal a produtividade é baixa!
Um país que tem emigrantes de segunda geração que criticam a presença na Selecção Nacional de futebol de naturalizados e para o exprimir falam em inglês por não saberem mais de meia dúzia de palavras em português!
No mínimo é um país esquisito e que dá muito que reflectir.... Publicada por João Carvalho Fernandes em A REVOLTA
Um País de mediocres é aquele onde quem trabalha paga mas onde quem não quer trabalhar recebe um subsidio.
Um País de medícores é aquele onde um aluno que vá às aulas, tem de estudar, fazer os trabalhos de casa, os trabalhos de grupo, os testes e os exames mas onde um aluno que falte às aulas,que não estude, não faça os trabalhos de casa e de grupo, nem os testes, faz um teste de recuperação e tudo fica como sempre tivesse ido às aulas.
Um País de mediocres é aquele onde um aluno do Unificado ou do Secundário que vá às aulas, que estude, que faça os trabalhos de casa e de grupo e os testes e tenha excelentes notas, é obrigado a fazer um exame final ao lado dos que fizeram exactamente o oposto.
Um País de medíocres é aquele onde um aluno do 8º ano que vá às aulas, que estude, que faça os trabalhos de casa e de grupo e os testes veja passar-lhe à frente, directamente para o 10º ano, um colega que, não foi às aulas, não estudou, não fez os trabalhos de casa e de grupo, nem os testes.
Não vale a pena viver num País destes. Publicada por Gonçalo Ribeiro da Costa em A REVOLTA
Meus caros Jovens,
Não andava por cá no oitavo e por cá não estarei no nono centenário de Portugal. Mas acreditem que vale a pena viver num País destes, porque é um país esquisito e que dá muito que reflectir...
É exactamente por isso vale a pena lutar, para que meus netos e vossos filhos não tenham que dele desistir.
É por isso que são jovens. É para isso que têm tempo.
Revoltem-se!
A minha geração já o fez e criou esta treta que vos legou. Desculpem!
Espanhóis não querem eleições... nem Zapatero
Os espanhóis não são favoráveis à realização de eleições antecipadas, mas mostram-se muito críticos com o chefe do governo socialista, segundo uma sondagem publicada hoje no "El País". publico
Este es el negro escenario que dibuja la encuesta de Metroscopia para EL PAÍS, en la que ninguna variable mejora para el Gobierno. Pero eso tampoco significa una petición de adelanto electoral. Para eso Mariano Rajoy tendrá que esperar, porque en este panorama pesimista, la opinión mayoritaria es que hay que agotar la legislatura, aunque haya que proceder de inmediato a un cambio profundo en el Gobierno. elpais
O executivo de Zapatero está a governar no fio da navalha depois de, a 27 de Maio, o seu plano de austeridade ter sido aprovada pelos deputados com um único voto de diferença. publico
O dado contraditório é que uma enorme maioria (86 por cento) dos mais de 500 inquiridos dizem ter pouca ou mesmo nenhuma confiança no seu chefe de Governo e na forma com este tem enfrentado a crise económica.
84 por cento consideram que Zapatero “improvisa” e
76 por cento não aprovam a sua gestão.
Entre os eleitores que votaram nos socialistas em 2008 só 41 por cento declararam que voltariam a votar em Zapatero em caso de eleições legislativas.
A subir nas intenções de voto está o Partido Popular que obteria 43 por cento dos votos contra 32,5 para os socialistas se as eleições se realizassem agora.
Uma outra sondagem publicada há uma semana pelo "El Mundo" também dava uma vantagem de 10,5 pontos ao PP. publico
Será por isto que o ex-líder do Partido Popular, José Maria Aznar e antigo chefe do Governo de Espanha tem hoje um jantar privado com Pedro Passos Coelho, presidente doPSD e irá também ser recebido pelo Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva?
Este es el negro escenario que dibuja la encuesta de Metroscopia para EL PAÍS, en la que ninguna variable mejora para el Gobierno. Pero eso tampoco significa una petición de adelanto electoral. Para eso Mariano Rajoy tendrá que esperar, porque en este panorama pesimista, la opinión mayoritaria es que hay que agotar la legislatura, aunque haya que proceder de inmediato a un cambio profundo en el Gobierno. elpais
O executivo de Zapatero está a governar no fio da navalha depois de, a 27 de Maio, o seu plano de austeridade ter sido aprovada pelos deputados com um único voto de diferença. publico
O dado contraditório é que uma enorme maioria (86 por cento) dos mais de 500 inquiridos dizem ter pouca ou mesmo nenhuma confiança no seu chefe de Governo e na forma com este tem enfrentado a crise económica.
84 por cento consideram que Zapatero “improvisa” e
76 por cento não aprovam a sua gestão.
Entre os eleitores que votaram nos socialistas em 2008 só 41 por cento declararam que voltariam a votar em Zapatero em caso de eleições legislativas.
A subir nas intenções de voto está o Partido Popular que obteria 43 por cento dos votos contra 32,5 para os socialistas se as eleições se realizassem agora.
Uma outra sondagem publicada há uma semana pelo "El Mundo" também dava uma vantagem de 10,5 pontos ao PP. publico
Será por isto que o ex-líder do Partido Popular, José Maria Aznar e antigo chefe do Governo de Espanha tem hoje um jantar privado com Pedro Passos Coelho, presidente doPSD e irá também ser recebido pelo Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva?
sábado, 5 de junho de 2010
Los periodistas ¿son maestros de la lengua?
Los siete pecados capitales del periodismo
Isaías Lafuente, de la cadena Ser, rememorando el catecismo, refirió los siete pecados capitales de los periodistas, añadiendo un octavo: la ignorancia. Y aún peor, "la doble ignorancia: ignorar que somos ignorantes".
El pecado de la envidia consiste en copiar algo que nos parece genial y repetirlo sin analizarlo. "Hace seis décadas que el portero 'está bajo los palos', cuando en realidad está bajo un solo palo o bien 'entre los palos'".
El pecado de gula consiste en "comernos los signos de puntuación, emplear un mismo verbo donde antes empleábamos diez (son los verbos comodín, como realizar, apostar, comentar...) y devorar los artículos ('en Moncloa' en lugar de 'en la Moncloa')".
La avaricia es el pecado "contrario al anterior, consistente en acumular palabras innecesarias", creando redundancias y pleonasmos: Hacienda pública, planes de futuro...
Para Lafuente, la lujuria es "coquetear con palabras de otras lenguas" y la soberbia es "creernos infalibles, maestros de la palabra".
Aún la pereza: asumir el lenguaje de ETA y hacerlo propio sin cuestionarlo ('acciones' en lugar de 'atentados', 'lucha armada' en lugar de 'guerra'), y otros eufemismos como 'daños colaterales', 'ingeniería financiera' o 'copago sanitario', que en realidad es un 'sobrepago', porque la sanidad pública también la pagamos los ciudadanos con nuestros impuestos.
Y el séptimo, la ira, que es "lo que provocamos en nuestros lectores cada vez que destrozamos nuestro lenguaje".
textos completos aquí»» e aquí»»
«Los periodistas, maestros del español», seminario internacional de San Millán
Isaías Lafuente, de la cadena Ser, rememorando el catecismo, refirió los siete pecados capitales de los periodistas, añadiendo un octavo: la ignorancia. Y aún peor, "la doble ignorancia: ignorar que somos ignorantes".
El pecado de la envidia consiste en copiar algo que nos parece genial y repetirlo sin analizarlo. "Hace seis décadas que el portero 'está bajo los palos', cuando en realidad está bajo un solo palo o bien 'entre los palos'".
El pecado de gula consiste en "comernos los signos de puntuación, emplear un mismo verbo donde antes empleábamos diez (son los verbos comodín, como realizar, apostar, comentar...) y devorar los artículos ('en Moncloa' en lugar de 'en la Moncloa')".
La avaricia es el pecado "contrario al anterior, consistente en acumular palabras innecesarias", creando redundancias y pleonasmos: Hacienda pública, planes de futuro...
Para Lafuente, la lujuria es "coquetear con palabras de otras lenguas" y la soberbia es "creernos infalibles, maestros de la palabra".
Aún la pereza: asumir el lenguaje de ETA y hacerlo propio sin cuestionarlo ('acciones' en lugar de 'atentados', 'lucha armada' en lugar de 'guerra'), y otros eufemismos como 'daños colaterales', 'ingeniería financiera' o 'copago sanitario', que en realidad es un 'sobrepago', porque la sanidad pública también la pagamos los ciudadanos con nuestros impuestos.
Y el séptimo, la ira, que es "lo que provocamos en nuestros lectores cada vez que destrozamos nuestro lenguaje".
textos completos aquí»» e aquí»»
«Los periodistas, maestros del español», seminario internacional de San Millán
um novo Sistema Numérico ?

ONTEM, na SIC-N, a Senhora Ministra de Educação reconheceu que nos exames havia perguntas muito simples (como "quanto é 5+7" ou "quanto é 8 a dividir por 4" - num exame do 6.º ano) mas informou-nos que isso é propositado, para detectar casos extremos de alunos que chegavam a esse patamar sem saber essas coisas tão simples. Mas não precisa de fazer exames para descobrir isso - basta olhar para os jornais...Além disso, quando as perguntas são escandalosamente simples, as pessoas ficam a pensar se não haverá 'alguma coisa por detrás'. Por exemplo: "quanto é 8 a dividir por 2" tem, de facto, mais duas respostas além do 4: '8 dividido ao alto dá 3', e 'dividido atravessado dá 0'. Afixado por Carlos Medina Ribeiro in sorumbático
A este interessante post só faltou acrescentar a outra descoberta cientifica do eduquês:
o novo “sistema numérico de base 10” (1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 10). Julgo terá influência luló-brasileira.
A este interessante post só faltou acrescentar a outra descoberta cientifica do eduquês:
o novo “sistema numérico de base 10” (1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 10). Julgo terá influência luló-brasileira.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Boas e más notícias no "BLASFÉMIAS"

Primeiro as boas: o Primeiro-Ministro não prometeu não voltar a aumentar impostos (se os voltar a aumentar, ninguém o poderá acusar de ter mentido).
Agora as más: das últimas vezes que o PM prometeu não aumentar impostos, aumentou-os. Imagine-se o que fará, agora, que não prometeu nada sobre o assunto.
O Ministro das Finanças faltou ao debate no parlamento. É certo que o debate é com o Primeiro-Ministro e não com o Governo. Mas tendo aquele o direito de indicar um dos Ministros para responder ou completar uma resposta e considerando que o tema escolhido eram as “políticas económicas”, a ausência de Teixeira dos Santos não deixa de ser estranha. Por onde andará ele? Publicado por Carlos Loureiro no BLASFÉMIAS
um comentário inteligente... coisa rara, a merecer memória futura.
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José Costa-Deitado
Petição pede fim de acumulação de pensões e salários

"É uma injustiça flagrante e ainda mais em tempos de crise!", salientam os peticionários no texto, preconizando: "Quem está no activo e recebe o ordenado correspondente, não deve receber qualquer pensão de reforma ou de aposentação", em particular quando "pensão e vencimento ultrapassem o valor de três salários mínimos". Estas "devem estar reservadas para quem estiver fora do serviço activo, em funções públicas ou privadas, salvo quando o valor da pensão seja inferior ao salário mínimo".
http://www.peticao.com.pt/acumulacao-pensoes-salarios
http://www.peticao.com.pt/acumulacao-pensoes-salarios
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José Costa-Deitado
quinta-feira, 3 de junho de 2010
procuram-se os AAA
«Para que Portugal se possa comprometer, juntamente com os seus parceiros europeus, com a totalidade da sua participação, terá que ser alterado o limite de garantias previsto na Lei do Orçamento do Estado», informa o ministro da finanças.
A participação de Portugal no mega fundo europeu de 440 milhões de euros (participação dos países europeus) está prevista em 11.355 milhões de euros, correspondente à percentagem de participação no Banco Central Europeu, mas poderá atingir os 13.627 milhões de euros, caso se venha a aprovar uma proposta de aumentar para 120 por cento a participação de cada país, com o objectivo de permitir que as obrigações emitidas pelos Estados tenham a melhor notação de risco, ou seja AAA. Sol
A participação de Portugal no mega fundo europeu de 440 milhões de euros (participação dos países europeus) está prevista em 11.355 milhões de euros, correspondente à percentagem de participação no Banco Central Europeu, mas poderá atingir os 13.627 milhões de euros, caso se venha a aprovar uma proposta de aumentar para 120 por cento a participação de cada país, com o objectivo de permitir que as obrigações emitidas pelos Estados tenham a melhor notação de risco, ou seja AAA. Sol
ensandeceu ?
Em resposta à deputada, Assunção Cristas, sobre a posição do Governo e do PS sobre a proposta de alteração para impedir que o aumento das taxas do IRS em 1 ou em 1,5 por cento tenha efeitos retroativos, Teixeira dos Santos afirmou que a proposta de alteração do CDS-PP obrigaria a que os contribuintes e os serviços fizessem duas liquidações de IRS no mesmo ano o que «é impraticável e impensável» e promulgou:
"É por estar em causa a economia, o emprego e o futuro de todos nós que temos que avançar com estas medidas e este é um valor que se sobrepõe ao princípio da retroactividade que é um princípio protegido na Constituição mas não é um princípio absoluto que se sobreponha ao bem público e ao carácter imprescindível e de emergência". mais no Sol
"É por estar em causa a economia, o emprego e o futuro de todos nós que temos que avançar com estas medidas e este é um valor que se sobrepõe ao princípio da retroactividade que é um princípio protegido na Constituição mas não é um princípio absoluto que se sobreponha ao bem público e ao carácter imprescindível e de emergência". mais no Sol
terça-feira, 1 de junho de 2010
cuidado com os ventos da Espanha...
Uma sondagem divulgada domingo pelo "El Mundo" concluiu que, se as legislativas fossem agora, o Partido Popular (PP) venceria com a maioria absoluta (45,6 por cento dos votos) e a mais de dez pontos de vantagem sobre o PSOE.
O estudo acrescenta que mais de metade dos inquiridos (50,6) estão descontentes com o Governo e querem legislativas antecipadas.
O momento decisivo deverá ser, por isso, a discussão do Orçamento para 2011, em Setembro. A CiU anunciou que os socialistas não contarão com o seu voto e avisou Zapatero que deve convocar eleições antecipadas se não conseguir aprovar o diploma - um repto repetido pelo PP. As atenções viram-se, assim, para o PNV. Os bascos foram essenciais para a aprovação das contas de 2010, mas depois de quinta-feira é incerto se repetirão o apoio. PUBLICO.PT
O estudo acrescenta que mais de metade dos inquiridos (50,6) estão descontentes com o Governo e querem legislativas antecipadas.
O momento decisivo deverá ser, por isso, a discussão do Orçamento para 2011, em Setembro. A CiU anunciou que os socialistas não contarão com o seu voto e avisou Zapatero que deve convocar eleições antecipadas se não conseguir aprovar o diploma - um repto repetido pelo PP. As atenções viram-se, assim, para o PNV. Os bascos foram essenciais para a aprovação das contas de 2010, mas depois de quinta-feira é incerto se repetirão o apoio. PUBLICO.PT
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José Costa-Deitado
prohibir por ley el déficit

El presidente del Partido Popular, Mariano Rajoy, ha añadido hoy dos nuevos ingredientes a su receta para salir de la crisis: prohibir por ley el déficit y establecer techos de gasto y de endeudamiento para las Administraciones públicas.
Rajoy ha presentado las propuestas durante la clausura del Congreso de la Empresa Familiar de Madrid, en la que ha criticado al Gobierno por no sacar adelante ya la reforma laboral que negocian patronal y sindicatos desde hace meses.
El líder de la oposición ha desgranado una vez más las propuestas del PP para salir de la crisis con dos grandes novedades. Rajoy ha pedido que se reforme la Ley de Estabilidad Presupuestaria "para prohibir el déficit, como ya han hecho algunos países de la UE". Además, ha asegurado que se deberían establecer para las Administraciones públicas un techo de gasto y otro de endeudamiento. ELPAÍS
Rajoy ha presentado las propuestas durante la clausura del Congreso de la Empresa Familiar de Madrid, en la que ha criticado al Gobierno por no sacar adelante ya la reforma laboral que negocian patronal y sindicatos desde hace meses.
El líder de la oposición ha desgranado una vez más las propuestas del PP para salir de la crisis con dos grandes novedades. Rajoy ha pedido que se reforme la Ley de Estabilidad Presupuestaria "para prohibir el déficit, como ya han hecho algunos países de la UE". Además, ha asegurado que se deberían establecer para las Administraciones públicas un techo de gasto y otro de endeudamiento. ELPAÍS
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José Costa-Deitado
Santa Ignorância

Ao ler a manchete do 'DN' que diz "Gestor público anulou concurso que envolvia o genro" logo pensei que até que enfim temos um gestor sério. A minha santa ignorância levou-me a pensar que o gestor teria anulado o concurso assim que soube que no mesmo participava um genro seu. Qual quê. O título da manchete é a coisa mais enganadora.
O que se passou verdadeiramente é que o presidente do Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana, Nuno Vasconcelos, vai para o olho da rua por ter pressionado o júri a favor do seu genro... Tudo boa gente aí por esses institutos e empresas municipais que há muito já deviam estar encerradas. um post de João Eduardo Severino em PAU PARA TODA A OBRA
O que se passou verdadeiramente é que o presidente do Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana, Nuno Vasconcelos, vai para o olho da rua por ter pressionado o júri a favor do seu genro... Tudo boa gente aí por esses institutos e empresas municipais que há muito já deviam estar encerradas. um post de João Eduardo Severino em PAU PARA TODA A OBRA
Este foi apanhado e os outros?
A necessária revolução não precisa de armada ou pressionada por desmandos rua. Basta que um dia tenhamos tribunais que julguem e condenem todos quantos usaram como seu a res publica.
mais um post notável a exercer mais que um serviço público, um direito cívico que muitos esqueceram: cidadania.
É, pricipalmente, para isto que a blogofera existe. Aqui, nesta minha Torre do Tombo, os irei arquivar para a minha memória futura.
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