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segunda-feira, 18 de abril de 2011

este tem a eleição assegurada!

Ricardo Rodrigues, vice-presidente da bancada do PS, que no dia 30 de Abril abandonou uma entrevista com os dois jornalistas da revista Sábado levando consigo os dois gravadores que estavam a ser utilizados para registar a conversa, arrisca a moldura penal máxima por furto simples.

ora bem, conhecendo o modo como os tugas, mesmo os açoreanos, votam... está eleito!

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Gravadores furtados foram restituídos


Os gravadores furtados pelo deputado do PS Ricardo Rodrigues, durante uma entrevista na Assembleia da República, foram esta tarde devolvidos à jornalista da "Sábado".
Esta tarde, no DIAP, Maria Henrique Espada, proprietária dos gravadores, verificou, diante do procurador do Ministério Público, se faltava algum registo áudio, tendo concluído que nada terá sido eliminado.

No DIAP prosseguem as diligências resultantes das queixas apresentadas pela Sábado contra Ricardo Rodrigues: furto, atentado à liberdade de imprensa e liberdade de informação.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Ricardo Rodrigues, um homem transparente


Um jornalista escreveu que Ricardo Rodrigues se envolvera "com um gangue internacional". Um tribunal disse que a acusação tinha sustentação. Outros jornalistas fizeram-lhe perguntas sobre o assunto. Roubou-lhes o gravador.
O jornalista da SIC Estevão Gago da Câmara escreveu no "Açoriano Oriental", quando o agora conhecido deputado integrou as listas do PS para o parlamento nacional, que este se envolvera "com um gangue internacional". A história de Ricardo Rodrigues está
aqui . A verdade é que o deputado a quem os socialistas deram a pasta do combate à corrupção nos debates parlamentares (José Sócrates tem queda para a ironia, o que só prova o seu refinado sentido de humor) recorreu aos tribunais para que o jornalista desse o dito por não dito.
A Justiça deu duas vezes razão a Gago da Câmara. O juiz de instrução concluiu que a acusação de que Ricardo Rodrigues se envolvera "com um gangue internacional" tinha sustentação: "Nesta conformidade, necessário será concluir, como na decisão recorrida, que a imputação feita ao assistente pelo artigo incriminado de se encontrar "envolvido com um gangue internacional" é obviamente insultuosa e indelicada, mas não deixa de estar justificada em factos, que a prova carreada nos autos permite dar, no essencial, como demonstrados." A Relação corroborou a sentença da primeira instância.





Numa entrevista à revista
"Sábado" os jornalistas fizeram o seu trabalho: perguntas sobre o assunto. Não se tratava de uma notícia difamatória (o mesmo não se pode dizer da insinuação final) ou sem direito a contraditório. Eram perguntas para Ricardo Rodrigues ter a oportunidade de se defender. O deputado preferiu não responder. Mas, não apreciando as perguntas, fez mais do que isso: roubou os gravadores dos jornalistas, coisa que ainda não tinha ocorrido a ninguém nesta República das Bananas. Para além de pouco sério, o senhor não parece primar pela inteligência. A entrevista estava a ser gravada em vídeo e para além das suas respostas o furto também ficou registado. Se era para se dedicar ao furto, ao menos que fizesse o serviço completo e levasse a câmara. Mas de uma coisa não pode ser acusado: de esconder aquilo que é.
Para se justificar, Ricardo Rodrigues disse que
foi vítima de uma "violência psicológica insuportável", "construída sobre premissas falsas" . A violência eram perguntas sobre o caso, as premissas falsas era o acórdão de um tribunal. Julgam que pediu desculpa pelo seu acto "irreflectido"? Claro que não. Ainda avançou com uma providência cautelar contra a revista e deu lições de ética aos jornalistas roubados. Diz que se tratou de uma "acção directa", coisa que, lendo o Código Civil , só poderia sair da sua cabeça inventiva.
A revista "Sábado" vai apresentar queixa por furto (o roubo foi no Parlamento) e ofensa à liberdade de imprensa. Mas cheira-me que este senhor não só continuará deputado como ainda irá dizer mais umas coisas na Assembleia sobre ética e corrupção. Uma coisa é certa: José Sócrates escolhe-os a dedo.
Daniel Oliveira no
Expresso.pt

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010


Ricardo Rodrigues, vice-presidente da bancada parlamentar do PS, afirmou que tem muitas dúvidas sobre o projecto de inquérito do Bloco de Esquerda sobre o alegado plano do Governo para controlar a comunicação social e não ver em Portugal qualquer problema com a liberdade de imprensa e de expressão:
«É quase de rir pensar que não temos liberdade de expressão. Todos os jornais e comunicação social podem dizer o que querem e se não houvesse liberdade de expressão essas notícias não saiam».
Rodrigues considerou lamentável que o eurodeputado social-democrata, Paulo Rangel, leve este assunto da liberdade de imprensa à discussão no Parlamento Europeu, sublinhando que está a denegrir a imagem de Portugal lá fora.
tsf

De igual modo, Augusto Santos Silva, sociólogo, dirigente socialista e ministro das forças armadas, considerou que a divulgação de escutas telefónicas efectuadas no processo Face Oculta «põe em causa fundamentos básicos de um Estado de Direito» e desmentiu qualquer intenção do Governo e controlar os media, porque em Democracia, ninguém comanda a comunicação social» e ainda acrescentou:
«Foi mais um passo num processo que, no meu ponto de vista, põe em causa fundamentos básicos de um Estado de Direito. Há matéria sobre a qual já há decisões de autoridades judiciais competentes que não encontraram indício de qualquer ilícito criminal e eu julgo que os amantes do Estado de Direito - entre os quais eu gosto de me encontrar - devem respeitar essas decisões».
tsf

Também numa nota à imprensa os deputados socialistas portugueses informaram sobre este assunto:
«As declarações de hoje do deputado Paulo Rangel no Parlamento Europeu ultrapassam tudo o que julgávamos possível e aceitável no debate político», concluindo que
«Os órgãos de soberania portugueses, únicos responsáveis pela avaliação do bom funcionamento das instituições democráticas não deram qualquer sinal que autorize ou legitime a infâmia proferida pelo dirigente do PSD».
...para mais tarde recordar

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Não sabem governar em democracia ?


Ricardo Rodrigues, vice-presidente da bancada parlamentar do PS alertou hoje, em declarações à Rádio Renascença, para o facto da legislatura socialista correr perigo caso a oposição mantenha o actual comportamento:
“Se a oposição continuar a fazer o que está a fazer, não há forma de aguentar. Porque não estamos a falar de diplomas que não têm influência na governabilidade. (…) Estão a esticar a corda para que o Partido Socialista diga que não pode governar, não temos condições e o povo tem que esclarecer essa situação”.
PUBLICO.PT