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terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Engenheiro de lata


As autarquias têm as cantinas escolares abertas nas férias de Natal para darem uma refeição quente a muitas crianças.

O Banco Alimentar contra a Fome já não tem mãos a medir para apoiar instituições que dão de comer a novos e velhos. O número de pobres não pára de aumentar e o flagelo vai agravar-se em 2011, com mais desempregados e gente que não recebe qualquer subsídio do Estado. É evidente que a rapaziada de esquerda odeia falar desta realidade. À falta de uma censura forte e eficaz, insultam quem põe o dedo na ferida e não se cala. Agora foi a vez de Cavaco Silva ser atacado pelo vendedor de ilusões e pacotes vazios a Bruxelas, o senhor que anda sempre com a boca cheia de Estado Social. Um artista, um verdadeiro engenheiro relativo feito de muita lata. por António Ribeiro Ferreira no
Correio da Manhã

segunda-feira, 19 de abril de 2010

As vozes dos burros


A visita do Papa a Portugal já está a dar resultados. Um deles é ter feito saltar do armário umas tantas almas que revelaram publicamente uma qualidade que ninguém lhes conhecia ou reconhecia. Um enorme amor ao trabalho.
É verdade. Os seres mostram-se indignados com as tolerâncias de ponto decretadas, e muito bem, pelo Governo do senhor engenheiro relativo. Estes seres, que gozam como perdidos os feriados religiosos e as tolerâncias de ponto na Páscoa e no Natal, dizem que as horas perdidas pelos funcionários públicos custam uns tantos milhões. Como se o Estado contribuísse com algo de relevante para a riqueza nacional. Neste caso, nem é preciso pedir a Deus que os perdoe porque não sabem o que dizem. É que as vozes de burros ainda não chegam ao Céu. António Ribeiro Ferreira, Jornalista, in
Opinião no Correio da Manhã

quinta-feira, 8 de abril de 2010

A confissão da derrota

O ministro da Economia admitiu finalmente em público o que já tinha afirmado em privado na reunião do Governo do senhor engenheiro relativo que aprovou o famigerado PEC. Vieira da Silva confessa que o PEC faz mal à economia. Pois faz.
Basta ler o documento para se perceber que o País e os seus súbditos vão ficar mais pobres, irreversivelmente mais pobres. Não há saída. Desolado, de braços caídos, com um discurso típico dos derrotados, reconhece que não há alternativas para pôr na ordem as contas públicas. Pois não. É um problema da esquerda e das suas desastrosas receitas. Mais investimento público e mais impostos para alimentar um Estado social sem solução, em agonia, um monstro insaciável que vai atirar o País para níveis impensáveis de pobreza. António Ribeiro Ferreira, Jornalista em
Opinião no Correio da Manhã