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quarta-feira, 6 de julho de 2011

Pura incompetência

Porto e Vigo distam cerca de 120 km. A CP «consegue» ter um serviço de automotoras que liga as duas cidades em 3 horas, uma média de 40 km por hora. No final do século XIX, com locomotivas a vapor a viagem conseguia-se fazer por metade do tempo.
Ainda assim, todos os dias uma média de 13 passageiros paga 12,5 euros de bilhete para essa viagem.
Agora e depois de ser incapaz de proporcionar um serviço decente ligando duas regiões com 5 milhões de habitantes, a Administração da CP vai fechar o serviço por motivos de dar prejuízo: 19.600 euros por mês. Até é pouco atendendo a tudo o que a CP faz para que aquilo dê prejuízo.
Ora, sem em vez de 13 passageiros diários, a CP fizesse o mínimo esforço de ter ter 26, já seria uma linha rentável.
São números absolutamente ridículos de passageiros que tornariam uma linha rentável. A incompetência de quem administra aquilo é notória e deveriam ser imediatamente dispensados com justa causa, sem indemnização. por Gabriel Silva no Blasfemias

domingo, 3 de julho de 2011

fim da ligação à Galiza

A transportadora ferroviária pública CP admite que a "racionalização de custos" esteve na origem da decisão de acabar, a partir do próximo domingo, com a ligação internacional até Vigo. Trata-se de um serviço com duas ligações diárias entre Porto e Vigo que irá passar a terminar em Valença.
"Entre os motivos na origem desta decisão está uma racionalização de custos que a CP tem que fazer, face à conjuntura financeira atual", explicou fonte da empresa à Lusa.
Espera-se que a CP continue a racionalizar os seus custos reduzindo nos seus 5 (cinco) administradores: José Benoliel, Alfredo Pereira, Nuno Moreira, Cristina Dias e Madalena Sousa, em vez de racionalizar nas linhas....


domingo, 25 de julho de 2010

Día da Patria Galega


Miles de persoas reivindicaron hoxe nas rúas de Santiago de Compostela "orgullo de ser unha nación", durante a manifestación convocada pola BNG con motivo do Día da Patria Galega.

Baixo o lema "Fai valer a súa forza, o modelo non é o sector bancario: unha nova economía e atender a poboación de Galicia", a marcha, que comezou pouco despois das 12:15 da Alameda de Compostela, foi presidida polo portavoz nacional do BNG, Guillén Vázquez, que, xunto con outros líderes nacionalistas, que se realizou a bandeira co slogan curto.

Durante o paseo, os manifestantes de 20 000 segundo a organización, e entre 10.000 e 15.000 segundo a Policía ", proclamou frases como" En Galicia, ',' galego nós, galego, español galego nunca pasa. "

A marcha rematou na Praza de la Quintana, onde unha manifestación realizouse durante o cal intervieram o deputado se Teresa Guillerme Taboada e Vázquez.

Vázquez, que expresou o seu desexo de que a rexión se fará un "país seco, sen apelido" atacar o estado centralista ", que foi dado o historial de" problemas "da Comunidade Autónoma.
Galicia dixo que "só ten futuro" se obtén a real capacidade "para gobernar a si mesmos", engadindo que a rexión autónoma son "cumprirá" cando "decidir comportarse como unha nación."

O portavoz nacional do BNG acusou o presidente da Xunta, Alberto Núñez Feijoo, se o "problema" para atopar unha solución xusta "para a crise económica e que" o país pode camiñar para unha situación institucional que merece. "
No que se refire ao Estatuto de Cataluña, Vázquez congratula-se com a reacción do "pobo de Cataluña", para mostrar só despois de o Tribunal Constitucional, que declarou varias disposicións da norma e dixo que "a dignidade, a nación, autogoberno é igual ao benestar."

Na reunión tamén participaron o portavoz parlamentario do BNG, Carlos Aymerich, representante no Congreso Francisco Jorquera, e máis de 20 delegacións nacionais e internacionais de diversas organizacións políticas e representacións diplomáticas do parlamentaria Taboada Teresa agradeceu a súa presenza. traducido de la vanguardia

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

greve pelo galego


A greve foi convocada pela plataforma Queremos Galego para o dia 21 deste mês para tentar impedir a mais forte agressão contra o idioma próprio da Galiza em toda a vida democrática de Espanha.Se para os galegos é tão importante envolver todas as pessoas com sensibilidade pela sua cultura, é importante que saibamos ser solidários com eles contra este decreto que não tem o apoio das famílias, nem dos professores, nem dos alunos.
O decreto ofensivo da Língua galega foi apresentado a meio das férias do Natal pela Junta da Galiza sob a capa da aprendizagem do inglês, prejudicando nitidamente o galego, numa acção que os linguistas da Galiza consideram uma burla tremenda porque se vende um suposto ‘trilinguismo’ — castelhano, inglês e Galego — que é impossível aplicar em quase toda a Galiza.Com falácias sobre o inglês o que tentam é confundir a opinião pública e camuflar esta navallada contra o galego — acusam os promotores da greve geral.