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sábado, 9 de março de 2013

inflação galopante


9 de Fevereiro: Defesa dispensa 13 mil pessoas 
 
Em apenas um mês os despedimentos na administração pública passaram de 13 mil pessoas na defesa para 40 mil pessoas em todos os ministérios. A diferença entre as duas notícias são 27 mil pessoas em 26 dias. Mais ou menos 1000 funcionários públicos por dia. A este ritmo chegaremos a Junho com capas de jornal anunciando 123 mil "dispensas" em toda a administração pública. Informo que a primeira notícia foi desmentida no dia seguinte. Pelos vistos não serviu de nada. por Rodrigo Moita de Deus no 31da Armada
 
os pequenos e médios em acção...

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Portugal igual


Trabalhadores do Metropolitano de Lisboa fazem greve amanhã contra os "brutais cortes salariais".

Salário médio dos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa: 2800 €uros

Salário médio dos trabalhadores que ficam sem o serviço público de transporte: 1300 €uros. por Rodrigo Moita de Deus no 31 da Armada

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

e os “jornalistas” falam com estes senhores...

Mas quem é o Presidente da comissão de utentes da saúde?
Aliás, o que é a comissão dos utentes da saúde?
1. O Rodrigo Moita de Deus ajuda na resposta, aqui e aqui.
2. E os jornalistas falam com este senhor como se ele representasse mesmo os utentes da saúde. por Henrique Raposo  no http://Clube das Republicas Mortas 

Liberdade para João Vasconcelos
Francisco Louçã foi ontem a um jantar reclamar com as portagens na via do infante. Tinha ao seu lado o presidente da comissão de utentes, João Vasconcelos. Aquele que apelou à desobediência civil. Louçã conhece bem João Vasconcelos. Vasconcelos é do Bloco de Esquerda e foi candidato pelo partido à câmara municipal de Portimão. Duas vezes. O jantar de ontem foi em Portimão. Para o Vasconcelos poupar nas portagens. Imagino. publicado por Rodrigo Moita de Deus no  31 da Armada 

liberdade para Francisco Almeida
É tempo de dizer basta. É tempo de acabar com a vergonhosa exploração da mão-de-obra que o PCP sistematicamente promove. É tempo de estarmos solidários com os funcionários do PCP que são vítimas inocentes desta política. É tempo de denunciar para proteger o proletariado do Partido.

Francisco Almeida é disto bom exemplo. 52 anos. Natural de Viseu. Professor por vocação. Militante comunista. Foi obrigado a tornar-se porta-voz da comissão de utentes da A25. E da A24. E da A23. Três autoestradas. Três comissões. O mesmo militante para todas. Passa horas a falar para as televisões. E nem sempre dentro do horário de trabalho. Horas extraordinárias que o partido não recompensa. Como nunca recompensou.

Pobre Francisco. E como se não bastasse ainda é obrigado a acumular toda esta trabalheira com a participação noutra comissão de utentes: dos utentes dos serviços públicos de Viseu. Mais. Francisco, o mesmo Francisco, é da direcção do sindicato dos professores da região centro. E membro do secretariado nacional da FENPROF. E promotor de petições públicas em nome da sociedade civil. Um abuso.

A vida de Francisco Almeida no PCP nunca foi fácil. Impuseram-lhe uma candidatura à CM de Viseu em 2001. Foi mandatário autárquico em 2005, e forçado a pedir a repetição das eleições, no mesmo ano foi cabeça de lista nas legislativas. Em 2009 repetiram a maldade para depois ser mandatário em 2011.
Francisco é professor do ensino básico. Tem a paixão do ensino. Mas o partido não o deixa realizar a sua vocação. Como membro da direção do sindicato foi compulsivamente destacado como delegado sindical. É verdade que os contribuintes (todos nós) continuam a pagar-lhe o ordenado. É verdade que continua a ser útil à sociedade na luta contra as portagens, na defesa dos serviços públicos ou como cabeça de lista do PCP. Mas também é verdade que há anos que não entra numa sala de aula.
É tempo de dizer basta à flexibilidade e polivalência que o Partido Comunista impõe aos seus funcionários. É tempo de dizer basta.
Libertem Francisco Almeida! publicado por Rodrigo Moita de Deus no 31 da Armada