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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Hollande para a rua, já!

O governador do Banco de França informou hoje que o país entrou em recessão.
 
O Dr. António José acha, seguramente, que o senhor Hollande perdeu legitimidade, não foi para isto que ele foi eleito, a sua política impõe sacrifícios inaceitáveis ao povo e compromete a soberania galesa. O Dr. António José compreende que a austeridade é necessária, mas assim não. As medidas de Hollande traduzem-se para António José em cortes cegos, e este caminho neo-liberal está a dar cabo do país. O que é preciso, segundo a segura crença de António José, é «crechimento», e não recessão. O Dr. Soares também acha que Hollande é um traidor e a França nunca esteve pior. Há fome na Camargue ou lá o que é. «Crechimento» é que é preciso, «crechimento» com o dinheiro que aparece sempre. A bancada de António José explica como se creche: António Mendonça defende a construção de uma segunda linha TGV entre Paris e a Côte d`Azur e entre Paris e Bordeaux, a par das antigas, e diz que a não construção seria um erro colossal; Jamé sugere um terceiro grande aeroporto em Paris. Sem «crechimento» Hollande tem que sair. por José Mendonça da Cruz Corta Fitas

domingo, 29 de janeiro de 2012

Comentador Seguro

esta semana e "à margem de qualquer coisa":
Seguro, criticou este o programa de assistência financeira à Madeira, por insistir na "receita de empobrecimento" aplicada no Continente.
Seguro, mostrou-se preocupado com as notícias relativas aos serviços secretos nacionais.
Seguro, desafiou o primeiro-ministro a fazer um esclarecimento sobre as "secretas".
Seguro, defendeu a abertura de um amplo debate no Parlamento sobre transparência na vida pública e política e a eventual importância de se especificarem ligações a obediências maçónicas.
Seguro, reprovou a proposta de reformulação do mapa judiciário, que prevê apenas um tribunal por distrito.
Seguro, considera que as declarações do Presidente da República revelam algum distanciamento em relação ao posicionamento da União Europeia.
Seguro, reputa "fundamental" que o primeiro-ministro tome iniciativas para fazer os outros líderes europeus actuar.

Seguro, não ouve, não vê, nem aprende, mas já deixou a frase batida “se eu fosse primeiro-ministro…”.
Aqui Francisco Assis comenta, replica e propõe. Vale a pena comparar…

domingo, 15 de janeiro de 2012

Comentador Seguro

"Se eu fosse primeiro-ministro de Portugal neste momento teria um relacionamento com a Madeira completamente diferente daquele que o actual primeiro-ministro tem tido até este momento".
«Esta é a quarta vez que, em seis meses, estou na Madeira e isto faz toda a diferença em relação ao primeiro-ministro», afirmou e logo comentou:
«eu sei que a política está cheia de palavras que perdem conteúdo e significado. Por isso, para testemunhar a veracidade desta minha convicção e destas minhas palavras, quero chamar à atenção para o facto de esta ser a terceira vez que estou na Madeira como líder do PS».
Seguro que falava, na sessão de encerramento do Congresso Regional, nas vésperas da assinatura do Programa de Assistência à Região Autónoma sustentou:
"Eu quero dizer, aqui e de uma forma bastante clara, que desejo rapidamente que seja assinado o acordo de assistência financeira à Madeira, não um programa qualquer, mas um programa que tenha como objectivo principal ajudar a recuperar a credibilidade da Madeira, que ajude a Madeira a pagar a divida mas que o faça em condições de exequibilidade, que o faça com sensibilidade social".

AJSeguro continua a repetir, em todos os jantares, presépios e encerramentos, “aqui e de uma forma bastante clara” que “se eu fosse primeiro-ministro de Portugal".
Depois descobrimos que não será “primeiro-ministro”, nem “claro” e muito menos “seguro” enquanto comentador a posteriori porque aquilo que precisamos são soluções a priori...
Será que esta táctica, já usada por Passos Coelho, vai de novo enganar os votantes? Duvido!
Não se entende a referencia “esta é a quarta vez que, em seis meses, estou na Madeira” quando o resultado das três primeiras foi uma descida de quase 15% nos resultados eleitorais, menos 3 deputados e a passagem a 3º partido regional....