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segunda-feira, 11 de junho de 2012

operação stop

A Direcção Geral de Finanças e a PSP fizeram um acordo para que as dívidas ao fisco possam ser cobradas quando o destino parar um qualquer condutor nas estradas. Mais, o fisco, já agora, aproveita para pedir à polícia que registe os automóveis acima de 50 mil euros para que possam ser considerados como sinais exteriores de riqueza e, em caso de necessidade, essa informação seja usada.
A polícia ganha assim estatuto de polícia fiscal, tal como os funcionários da EMEL, em Lisboa, tinham já ganho o estatuto de polícias, e o cidadão comum vê, por esta via, reduzido o seu estatuto de cidadão de um Estado de direito, em que há separação de poderes e direitos constitucionais.
Como sempre, esta nova invenção do Estado para cobrar mais dinheiro a quem já nenhum tem para pagar vai recair sobre a classe que um dia foi média, mas é, cada vez mais, baixa. São estes os cidadãos que se vão ver completamente desprotegidos diante da prepotência de um Estado que usa meios ilegítimos para fazer as suas cobranças, já que não vão ser seguramente as operações stop que vão cobrar os milhões de euros que, anualmente, deixam de ser pagos em verdadeiras operações profissionais de fuga ao fisco.
Dá vontade de apelar à fuga generalizada à Operação Stop ao Estado de Direito. Raquel Abecasis no PAGINA 1

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Governo discorda de Constâncio ?

«É uma opinião do doutor Vítor Constâncio, não é uma opinião que o Governo subscreva.
Julgo que o Governo deu já, no Orçamento para 2010, um sinal bem claro daquilo que entende serem os instrumentos necessários para repor Portugal numa trajectória daquilo que vinha seguindo».
Sol

Portas ironiza alertas de Vítor Constâncio


Vítor Constâncio «recebe 17 mil euros por mês de salário e que tudo o surpreende».
«Fica surpreendido com o BPP, fica surpreendido com o BCP, fica surpreendido com o BPN, fica surpreendido com o valor do défice, fica surpreendido com o valor do endividamento, tudo o surpreende», ironizou Paulo Portas.
«A única coisa que não é surpreendente para os portugueses é o dr. Vítor Constâncio a defender aumentos de impostos. Sempre os defendeu e é por isso que sempre esteve errado nessa matéria»
TSF


depois disto vamos ter mais uma semana de "negócio de submarinos" porque quem se mete com o ps... leva!

Constâncio admite aumento de impostos indirectos - Bolsa - DN


O governador do Banco de Portugal afirmou hoje que vão ser necessárias novas medidas para reduzir o défice, perspectivando mesmo que poderá ser preciso aumentar os impostos indirectos.
"A redução do défice orçamental implicará novas e difíceis medidas de contenção da despesa e presumo eu, nos próximos anos, alguns aumentos de impostos indirectos".
"Seria mais grave um aumento dos impostos direitos (...). Não podemos esperar tudo da evolução da economia. Tem de haver novas medidas, contenção da despesa e ao mesmo tempo, mas como digo, depende da escolha que o Governo fizer, podemos esperar algum aumento dos impostos indirectos".
DN