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quinta-feira, 25 de novembro de 2021

Cheias 25 de Nembro de 1975

a minha história
era o 25 de Novembro de 1967.
ás seis da tarde quando, na Praça da Figueira (seria Martim Moniz), apanhei, de volta, a “excursão de fim-de-semana” que nos levava ao COM em Mafra. Na altura, sem auto-estradas ou vias rápidas, o trajecto era por Odivelas, Loures e Malveira.
Uma chuva “miudinha” mas intensa à saída de Lisboa, na Calçada de Carriche transformada em “ribeiro”, deu-nos uma terrível sensação que alguma coisa estava errada. Pressentimento que se confirmou à “porta d’armas” quando nos foram dispensados os “cumprimentos da praxe” e nos ordenaram a mudança imediata para a “farda numero 3”. Cumprida a ordem e formados na Parada – a chuva “miudinha mas intensa continuava- seguimos em “bicha pirilau” para as “arrecadações” onde nos foi entregue uma pá ou uma picareta. As camionetas já nos esperavam e seguiram para vários destinos.
Coube ao meu pelotão a zona de Oeiras e por lá andámos 3 ou 4 dias...
O resto é história... 
A minha história!

 

quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

Bloco de Esquerda e do Partido Ecologista Os Verdes, que queriam rever os termos do acordo que já tinha sido assinado. Assim, a empreitada caiu....


A construção da barragem de Girabolhos era um dos trabalhos previstos no projecto da obra hidráulica do Mondego, concebida na segunda metade do século XX para regularizar um rio que era conhecido como “o basófias”. No entanto, nunca chegou a ser instalada entre os concelhos de Gouveia, Mangualde, Nelas e Seia, como estava desenhado, e a Ordem dos Engenheiros vem agora sublinhar a sua importância para a gerir a bacia hidrográfica do Mondego.[.]
Em 2016, quando foi anunciado o cancelamento desta estrutura que integrava o Plano Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hidroelétrico (PNBEPH), o ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, não detalhou o que tinha levado à decisão, referindo apenas que foram tidos em conta critérios jurídicos e financeiros. Contactada pelo PÚBLICO, fonte oficial do Ministério do Ambiente acrescentou apenas que a decisão “surgiu no âmbito da revisão” do PNBEPH. No entanto, a mesma fonte sublinhou a “aposta na continuidade fluvial sem comprometer as metas de produção de energia a partir de fontes alternativas”. [.]
O presidente da Endesa, Nuno Ribeiro da Silva, diz que a obra não avançou em 2016 por “pressão política” do Bloco de Esquerda e do Partido Ecologista Os Verdes, que queriam rever os termos do acordo que já tinha sido assinado. Assim, a empreitada caiu. https://www.publico.pt/2019/12/27/sociedade/noticia/barragem-fundamental-gerir-mondego-cancelada-2016-1898664