Mostrar mensagens com a etiqueta barackobama. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta barackobama. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
sábado, 16 de julho de 2011
Embaixadores traduzem Presidente
O embaixador dos Estados Unidos em Portugal, Allan Katz, sublinhou hoje que o governo norte-americano "aplaude as medidas" que estão a ser tomadas pelo governo português face a uma "situação difícil".
O embaixador traduziu para português a declaração de Barack Hussein Obama, a propósito da dívida americana, de que os Estados Unidos “Contrary to what some folks say, we are not Greece. we are not Portugal”. O mesmo foi feito pelo embaixador americano na Grécia.
O que é que se passa com o “americanês” de Barack?
Posted by
José Costa-Deitado
Labels:
a crise do PSD vista pelos jovens Jornalistas,
allan katz,
barackobama,
EUA,
grecia,
Portugal
domingo, 27 de fevereiro de 2011
o verdadeiro artista

Como já se temia, Barack Obama não é apenas uma fraude na política interna dos EUA, mas também o é na condução da política internacional do país a que infelizmente preside. Na crise dos países islâmicos do Norte de África, Obama não poderia ter um comportamento mais execrável do que tem tido. Fez figura de valentaço no Egipto, onde os «padrões da decência humana» estiveram longe de ser maltratados como o estão a ser agora na Líbia, e meteu o dito cujo entre as pernas neste último país, perante os continuados massacres de milhares de pessoas às mãos de um psicopata. Na Líbia, onde, ao contrário do Egipto, os mortos não param de cair, Obama não se atreveu sequer a pedir a demissão de Kadhafi. Limitou-se a anunciar «sanções»: o encerramento da embaixada americana em Tripoli, por agora. Quanto ao resto, escuda-se atrás da comunidade internacional e da ONU, a quem exigiu «responsabilidades partilhadas» no fim da selvajaria. Entretanto, os cadáveres continuam a amontoar-se e Kadhafi permanece no poder. Parabéns ao artista. escrito por rui a. no BLASFÉMIAS
sábado, 16 de janeiro de 2010
A l’appel d’Obama, Bush rejoint Clinton pour aider Haïti

Le président Barack Obama a reçu samedi à la Maison Blanche ses prédécesseurs George W. Bush et Bill Clinton, qu’il a chargés de collecter des fonds pour les victimes du séisme. Les ex-présidents ont accepté de diriger le “Fonds Clinton-Bush pour Haïti “. Leur présence “envoyait un message fort aux Haïtiens et dans le monde entier : dans ces moments difficiles, l’Amérique est unie”.
“A l’heure actuelle, nous menons l’une des plus grandes opérations de secours de notre histoire, pour sauver des vies et apporter une aide qui évitera une catastrophe encore plus importante”, a insisté le président américain, qui a néanmoins averti que la distribution de l’aide en Haïti représentait un “défi énorme” pour les sauveteurs et que l’assistance au petit Etat des Caraïbes allait devoir être évaluée à long terme.
“Je sais que beaucoup de gens veulent envoyer des couvertures ou de l’eau. N’envoyez simplement de l’argent”, a déclaré l’ancien président George W. Bush. “L’une des choses que le président (Clinton) et moi-même allons faire, est de nous assurer qu’il sera dépensé judicieusement”. Les Haïtiens “peuvent construire un meilleur avenir si nous faisons ce que nous devons” faire, a assuré son prédécesseur à la Maison Blanche. LeMonde.fr avec AFP
“A l’heure actuelle, nous menons l’une des plus grandes opérations de secours de notre histoire, pour sauver des vies et apporter une aide qui évitera une catastrophe encore plus importante”, a insisté le président américain, qui a néanmoins averti que la distribution de l’aide en Haïti représentait un “défi énorme” pour les sauveteurs et que l’assistance au petit Etat des Caraïbes allait devoir être évaluée à long terme.
“Je sais que beaucoup de gens veulent envoyer des couvertures ou de l’eau. N’envoyez simplement de l’argent”, a déclaré l’ancien président George W. Bush. “L’une des choses que le président (Clinton) et moi-même allons faire, est de nous assurer qu’il sera dépensé judicieusement”. Les Haïtiens “peuvent construire un meilleur avenir si nous faisons ce que nous devons” faire, a assuré son prédécesseur à la Maison Blanche. LeMonde.fr avec AFP
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
terça-feira, 2 de junho de 2009
60% ficam nas mãos dos contribuintes
A General Motors, símbolo histórico da iniciativa privada durante mais de um século, declarou falência, ficando em 60% nas mãos dos contribuintes, foi vista durante muitos anos como o grande motor do dinamismo da economia norte-americana, em especial do Estado de Michigan.A declaração de falência vai agora permitir fazer a reestruturação, á semelhança da Chrysler, que passa por um plano governamental que implica um investimento no sector automóvel superior a 25 mil milhões de euros.
“A falência nos Estados Unidos não tem exactamente o mesmo significado da falência em Portugal.
A falência em Portugal significa fechar a empresa, pagar depois aos credores e a outras pessoas a quem são devidas verbas, e acabar com a empresa. Lá, a falência permite salvar dos credores a empresa e permite manter algumas unidades que possam ser viáveis. Agora, a General Motors já foi a maior empresa mundial de automóveis, hoje já não é, é a Toyota. Já foi o maior empregador dos Estados Unidos, hoje também já não é, mas de facto atrasou-se, passou a fabricar carros que gastam muito e nesta altura não se adaptou às novas tecnologias. Os japoneses fazem melhores carros e, portanto, mais devagar ou mais depressa a General Motors vai desaparecer.” Sarsfield Cabral no Pagina UM
sexta-feira, 15 de maio de 2009
julgamentos militares em Guantánamo
Pela segunda vez esta semana, o Presidente norte-americano Barack Obama voltou atrás numa decisão de suspender as políticas do seu antecessor.
O Presidente Barack Obama voltou atrás na decisão de suspender os julgamentos militares para alguns dos detidos da prisão de Guantánamo, meses depois de ter declarado, durante a campanha eleitoral, que os processos judiciais eram «um erro enorme».
A reviravolta na política de Obama foi anunciada esta sexta-feira, com o chefe de Estado a garantir no entanto que os detidos terão mais direitos legais.
Há neste momento 240 suspeitos de terrorismo presos naquela base militar norte-americana no sul de Cuba, que Obama prometeu encerrar até Janeiro de 2010.
A suspensão dos julgamentos de Guantánamo foi uma das primeiras ordens assinadas pelo ex-senador do Illinois assim que chegou à Casa Branca, em Janeiro. O regresso à prática está a ser duramente criticado por grupos de defesa dos direitos humanos.
Esta semana, Obama voltou também atrás na decisão de permitir a divulgação de imagens dos abusos cometidos sobre os suspeitos de terrorismo às mãos dos militares norte-americanos e dos operacionais da CIA. lido no Sol
A reviravolta na política de Obama foi anunciada esta sexta-feira, com o chefe de Estado a garantir no entanto que os detidos terão mais direitos legais.
Há neste momento 240 suspeitos de terrorismo presos naquela base militar norte-americana no sul de Cuba, que Obama prometeu encerrar até Janeiro de 2010.
A suspensão dos julgamentos de Guantánamo foi uma das primeiras ordens assinadas pelo ex-senador do Illinois assim que chegou à Casa Branca, em Janeiro. O regresso à prática está a ser duramente criticado por grupos de defesa dos direitos humanos.
Esta semana, Obama voltou também atrás na decisão de permitir a divulgação de imagens dos abusos cometidos sobre os suspeitos de terrorismo às mãos dos militares norte-americanos e dos operacionais da CIA. lido no Sol
Subscrever:
Mensagens (Atom)

