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sábado, 2 de abril de 2011

Rui Pereira fez 8 nomeações "antes" da demissão do governo...

O ministro da Administração Interna assinou oito despachos com nomeações precisamente um dia antes do primeiro-ministro anunciar a demissão do Governo.
Contactado pelo jornal "Público", o ministério da Administração Interna referiu que todas as nomeações foram feitas a 22 de Março, data em que o Governo "não estava em gestão".


de certeza que outros, ainda ministros, assinaram, dia 22 de Março, mais uns tachinhos!

será possivel que de entre estes politicos que vão a votos, não saia um politico à séria a dizer BASTA, ou

estão "feitos" uns com os outros na distribuição de tachos e vamos ter que não votar neles?

sexta-feira, 24 de julho de 2009

NA GNR HÁ COLUNA VERTEBRAL


O comandante-geral da GNR, general Nelson dos Santos, não é militar de aviário e muito menos de capoeira. Personalidade forte que sabe o que quer para a sua instituição tendo sempre aceitado os limites do razoável quanto ao orçamento possível para gerir os destinos da GNR que o Governo lhe dispensa.
No entanto, a reestruturação da GNR tem dado água pela barba quando o comando daquela força militar enfrenta um ministro que mais parece um candidato a Hugo Chávez.
O ministro da Administração Interna entende que a GNR terá que passar a existir como uma qualquer direcção de serviços burocráticos onde o mais importante terá de ser o horário de trabalho.
Rui Pereira chega a ser tão mesquinho que esqueceu-se depressa dos mais de mil funcionários civis prometidos para a GNR a fim de libertar os militares para fins operacionais.
Rui Pereira inventou uns Contratos de Segurança e tem deixado a GNR a falar sozinha.
Rui Pereira tem assobiado para o lado quando a GNR o informa que para as promoções dos militares tem de haver dinheiro.
A extinção da Brigada de Trânsito ainda ontem levou toda a oposição na Assembleia da República a contestar medida tão "inteligente".
Resumindo:
Temos uma GNR farta de ser maltratada e abusada na sua entrega e funcionalidade em prol das populações.
Farta de aguardar pelas promessas.
Farta de arriscar a vida sem ter condições para andar no meio dos gangues aos tiros, já que nem orçamento existe para a aquisição de munições para os militares frequentarem a carreira de tiro. Farta de governos que mudam de ministros como se muda de camisa.
Em face de um panorama tão hostil entre Governo e uma instituição da máxima importância no que respeita à segurança do País, é natural que os homens de comando decidam ir-se embora.
Que fiquem os incompetentes ministeriais a gerir uma casa que sempre entendeu a sua existência por um lema sério que respeita acima de tudo a "lei" e a "grei".
É possível que o general Nelson dos Santos e outros oficiais façam as malas.
O ministro pode esfregar as mãos de contente, mas a população já tem na mão o veredicto para este tipo de governantes que não respeitam nada nem ninguém. in pauparatodaaobra

quarta-feira, 29 de abril de 2009

"auto-regulação" ao noticiar crimes...

Rui Pereira defende "auto-regulação" de jornalistas ao noticiar crimes
O ministro da Administração Interna, Rui Pereira, defendeu hoje a "auto-regulação" da comunicação social ao noticiar notícias sobre crimes, conjugando o direito a informar com outros direitos fundamentais que estejam em jogo.Num seminário sobre "Comunicação Social em Contexto de Risco Público" realizado no Instituto de Ciências Policiais, em Lisboa, Rui Pereira defendeu uma "cooperação estratégica" entre comunicação social e forças de segurança como forma de conjugar interesses por vezes discordantes.
"Os interesses de uns e de outros não são sempre os mesmos", disse Rui Pereira, que frisou, no entanto, que "o regime de liberdade de imprensa que hoje existe é superior a qualquer forma de exame prévio ou censura".
Da parte da comunicação, deve haver "auto-regulação", defendeu, exemplificando com a atitude dos meios de comunicação relativamente à exibição de imagens de execução de reféns no Iraque.
"Isso poria em causa os direitos das pessoas, feriria gravemente os sentimentos das famílias e cheguei a temer que as imagens fossem transmitidas, mas a comunicação social auto-limitou-se, não as transmitiu", referiu.
Salientou, no entanto, que a transmissão de notícias sobre crimes pode "ajudar a reforçar o sentimento de segurança".O critério para os jornalistas deve ser "a conciliação de vários outros direitos fundamentais com o direito a informar".
"Se a comunicação social quer informar cada vez mais e mais rápido, as forças de segurança também têm interesse em que a comunidade seja informada com segurança e protecção", disse o ministro. 29.04.2009 - 21h03 Lusa
PUBLICO.PT