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quarta-feira, 28 de março de 2012

Incompetência

A notícia que deu início a este fim-de-semana demonstra bem que, esteja quem estiver no poder, a falta de vergonha e pudor é a mesma e só pode ter explicação em entendimentos ou acordos ocultos que levam quem está no poder a dar recompensas chorudas aos que mais criticaram no passado.
A tentativa de colocar Teixeira dos Santos na administração da PT, como representante da Caixa Geral de Depósitos, com o acordo do ministro das Finanças e do governador do Banco de Portugal, escandaliza qualquer cidadão de bom senso.
Ao achar que esta é a uma solução aceitável, o Governo diz muito de si próprio e da forma como tenciona manter tudo como está na coisa pública.
Aparentemente, foi graças à coligação e à visão política de Paulo Portas que esta nomeação não se verificou, não que sem antes se tenha sublinhado que não estava em causa a competência técnica do ex-ministro das Finanças.
Mas é precisamente de incompetência que se trata: um ministro das Finanças que conduziu o país a uma situação de bancarrota como aquela em que nos encontramos no mínimo é incompetente.
O cancro da nossa elite política é, justamente, ser incapaz de dar o nome às coisas, na hora da verdade.
Façam o que fizerem, os ex-membros do Governo são sempre grandes técnicos, o que justifica uma entrada directa para a administração de grandes empresas. Naturalmente, com grandes contratos com o Estado.Raquel Abecasis

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

A TEIMOSIA DE JOSÉ SÓCRATES PAGA-SE CARA!


O antigo Presidente da República Mário Soares disse que José Sócrates acabou por ceder "à evidência" de ter de pedir ajuda externa, depois de com ele ter tido uma "gravíssima" discussão.
A revelação foi feita ontem, na Figueira da Foz, numa sessão de apresentação do seu livro "Um Político Assume-se".
"Tive uma discussão com ele gravíssima, porque queria que ele pedisse o apoio e ele não queria. Falei muito com ele durante muito tempo, duas horas ou três, discutimos brutalmente mas amigavelmente, eu a convencê-lo e ele a não estar convencido", afirmou Mário Soares, na sessão promovida pelo Casino da Figueira da Foz.
Acrescentou que também o então ministro das Finanças, Teixeira dos Santos contribuiu para a decisão do Governo liderado por José Sócrates de pedir a intervenção do FMI em Portugal.
"Depois o ministro das Finanças também interveio mais tarde e ele [José Sócrates] acabou por ter de ceder, perante a evidência das coisas", lembrou Mário Soares.

A revelação de Mário Soares veio confirmar a teimosia [conhecida] de José Sócrates e, urge perguntar:
- Se o pedido tivesse sido feito mais cedo os portugueses estariam hoje, como estão, a passar com estas medidas de austeridade ou as medidas podiam ser mais suaves?

Gostava de saber a opinião de António José Seguro, novo líder do PS, pois durante os Governos de José Sócrates nunca ouvi qualquer discordância do deputado José Seguro.
Há silêncios comprometedores e, por isso, nos dias de hoje, não há força moral e política para falar em "alternativas" ou em "outros caminhos".

A teimosia socrática está a ficar muito cara aos portugueses. por Eduardo Saraiva n’ O Andarilho

quinta-feira, 7 de abril de 2011

FMI ? Nunca!


O dia de ontem começou com o Governo a negar o "Financial Times" de que já negociava com a UE.

Ao fim da tarde, Teixeira dos Santos revelava a um jornal que Portugal ia recorrer ao resgate. Duas horas depois, o primeiro-ministro falou aos portugueses. "É preciso dar este passo. Não tomar essa decisão acarretaria riscos que o País não deve correr", disse Pinto de Sousa na sua declaração.

Em seu auxilio saiu o líder do PSD, o maior partido da oposição, Passos Coelho: "Este pedido de ajuda faz-se para que os portugueses vivam com menos angústia". Não lhe ficaria melhor ficar calado em vez de entrar para o clube dos idiotas úteis...

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Teixeira dos Santos acusa


"Deterioração, danos irreparáveis e um sacrifício bem maior são expressões usadas pelo Ministério da Finanças ao analisar os resultados do leilão da dívida de curto prazo desta quarta-feira".

No entanto, o gabinete de Teixeira dos Santos garante que o Estado consegue financiar-se e pode assegurar compromissos financeiros previstos e garante que perante a importância do sistema bancário para assegurar o financiamento e o funcionamento económico, o governo não deixará de tomar todas as medidas para garantir liquidez e o financiamento da economia.


Claro que a culpa é da oposição que reprovou o PEC IV, apesar de à sucapa o governo o estar a aplicar, que nas costas do País e dos seus representantes negociou com os "patrões da Europa". actualização às 18.17

O ministro das Finanças, em declarações ao Jornal de Negócios, entende que Portugal tem de pedir ajuda desde já no «quadro europeu».

Teixeira dos Santos adiantou ainda que este pedido de ajuda se justifica porque o «país foi irremediavelmente empurrado para uma situação muito difícil nos mercados financeiros».

sábado, 12 de março de 2011

um buraco nas finanças públicas

Teixeira Santos não quis comentar, alegando desconhecer a informação, o que revelou a edição alemã do jornal “Financial Times” de hoje, que a Comissão Europeia e o Banco Central Europeu descobriram um buraco nas finanças públicas portuguesas, durante a deslocação que os auditores fizeram a Lisboa há duas semanas.

Supõe-se que é por causa daquele buraco que o Governo vai congelar as pensões e aplicar uma “contribuição especial” para as reformas acima de 1.500 euros a partir de 2012.
Os cortes serão entre 5% e 10% e de acordo com Teixeira dos Santos, a actualização das pensões fica congelada, pois a lei fica suspensa.
A medida, mais uma vez, insere-se no objectivo do Governo de reduzir a despesa em 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB) e aumentar a receita em 1,3%, em 2012 e 2013, de modo a atingir as metas do défice algo em que o parecer dos técnicos da UE e do BEI não acreditou na auditoria que efectuara.

O ainda primeiro-ministro considerou que “O que importa é convencer toda a gente (leia-se Merkel e UE) que este ano nós faremos aquilo que anunciámos e, por isso, no prosseguimento das políticas que temos seguido, nas empresas públicas e nas despesas de fundos e serviços autónomos e noutros organismos do Estado, decidimos tomar medidas de maior contenção da despesa, ainda este ano de 2011”.

Jorge Lacão, ministro dos Assuntos Parlamentares, afirma que o Governo vai privilegiar a negociação com o PSD para viabilizar o novo pacote de medidas de austeridade.
... e tudo leva crer que o PSD irá viabilizar o PEC IV!
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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

mais um "submarino" pró BPN


O CDS-PP insiste na necessidade de vários intervenientes serem ouvidos.
A deputada Assunção Cristas lamentou ainda a atitude do ministro das Finanças «quando lhe são exigidas explicações».
Segundo a democrata-cristã, até agora o ministro não mostrou disponibilidade de agenda para prestar esclarecimentos, manifestando inclusive «desinteresse», o que é «lamentável do ponto de vista do relacionamento institucional»,
sobretudo quando fontes do Ministério vão dando informações sobre o assunto aos jornais.
Para além de querer ouvir vários intervenientes sobre o BPN, o CDS-PP entregou à tutela 12 perguntas, por escrito, que ainda não obtiveram resposta.

Também o BE quer discutir com Teixeira dos Santos e «com todos os outros envolvidos» se «este caminho de permanente aumento da factura com o BPN vai continuar a ser trilhado pelos responsáveis políticos do Governo».
O deputado José Gusmão justificou esta iniciativa afirmando que os bloquistas estão fartos de factos consumados e sublinhando o peso para os cofres públicos da factura do BPN.
«O ministro das Finanças tem dito sempre sobre este processo que as decisões não estão tomadas até ao momento em que estão tomadas e são irreversíveis. Queremos discutir com o ministro das Finanças qual o melhor rumo a dar à situação do BPN», referiu Gusmão.
Parece que apenas os partidos "das pontas" estão a merecer os termos eleito e o que lhes pagamos!
Onde raio é que pára o PPD/PSD/PPC?

Mas também alguém tem que explicar a este desgoverno que não é dono, é apenas gestor do dinheiro dos nossos impostos e que, se em vez contribuintes fossemos accionistas, "eles" em vez de governo fossem administradores e o Estado fosse uma empresa "à séria"- não uma eléctrica ou telefónica - há muito que teriam sido despedidos com justa causa.
Mas antes teremos que leccionar aos contribuendos aquela disciplina "fascista", a que chamávamos OPAN, onde aprendíamos para que se destinavam os impostos...

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

depois de Timor... o Brasil


O ministro das Finanças, confirmou durante a visita a Brasília, que o governo brasileiro poderá ajudar Portugal por meio da compra de títulos da dívida pública portuguesa.
Teixeira dos Santos admitiu que não chegou a discutir com o Ministro Brasileiro os valores para uma eventual operação desta natureza e Guido Mantega escusou-se a fazer qualquer comentário sobre a reunião que tiveram.
JN

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

O brilharete do 16º lugar (em 19)


Há meio século, numa das suas visitas às Nações Unidas, o então líder soviético, Khrushchev, desafiou o presidente dos EUA, John Kennedy, para uma corrida de 100 metros. Naturalmente que Kennedy venceu aquela corrida a dois, o que não impediu o Pravda do dia seguinte de escrever: “Khrushchev com brilhante segundo lugar numa corrida em que Kennedy foi penúltimo”.

Lembrei-me desta velha anedota ao ler (e ouvir) as notícias sobre a avaliação do Financial Times a 19 ministros das Finanças da União Europeia. Para uns, Teixeira dos Santos estava a subir na classificação, para outros estava entre os melhores. Tudo para alegria dos abrantes. Vá lá que, desta vez, o Público soube ir ler à fonte e titulou como devia titular: Teixeira dos Santos relegado quase para o final do “ranking” do “Financial Times”.

Ou seja, temos os Pravda que merecemos. Por jmf1957 em o « BLASFÉMIAS

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Dificuldades dos britânicos em traduzir Inglês Técnico ?


Numa Entrevista ao Financial Times, Teixeira dos Santos, admite que é elevada a possibilidade de Portugal ter de recorrer a uma assistência internacional de emergência, por causa dos crescentes riscos de contágio nos mercados internacionais. tsf

Depois o ainda ministro das Finanças desdobrou-se hoje em várias entrevistas com órgãos de comunicação internacionais e nacionais, numa tentativa de corrigir e clarificar a sua posição sobre o problema da Irlanda e o de Portugal e as ameaças que pairam sobre as duas economias:
Declarações ao Financial Times
“O risco [de recorrer ao apoio financeiro da UE e FMI] é elevado porque não estamos a enfrentar um problema nacional ou de um país isolado. São os problemas da Grécia, Portugal e Irlanda. Este não é um problema apenas deste país”.“Isto tem a ver com a zona euro e a estabilidade da zona euro, e é por isso que o contágio nesta conjuntura é mais provável. Não é porque os mercados considerem que temos situações idênticas. São apenas semelhantes no que preocupa os mercados, mas como eu disse, as situações são diferentes”, acrescentou.
Declarações ao Dow Jones
A Irlanda "vai tomar a decisão mais adequada para si e para o euro". “Não quero dar lições ao governo irlandês sobre essa matéria”. “Mas quero acreditar que [as autoridades irlandesas] vão tomar a decisão mais adequada para a Irlanda e para o euro. Creio que eles têm a visão necessária para tomar a decisão correcta".
Teixeira dos Santos, citado pelo Jornal de Negócios, admitiu que os receios em torno da solvabilidade irlandesa geraram um “contágio” em Portugal
Declarações à Reuters
"Não há contactos formais ou informais" para que recorrer à assistência financeira da UE, afirmou o ministro, sublinhando que o pedido de ajuda "não está iminente”, que a situação económica portuguesa é "muito diferente" da irlandesa e que o país tem condições para responder à subida das taxas de juro.

Declarações ao Jornal de Negócios
“As declarações que fiz ao Financial Times em nada admitem” o recurso ao fundo de ajuda europeu, afirma ainda Fernando Teixeira dos Santos, clarificando as interpretações que estão a ser feitas das suas palavras nessa entrevista dada hoje.
“A probabilidade de a Irlanda recorrer ao fundo aumentaria a pressão dos mercados sobre Portugal”, acrescenta Fernando Teixeira dos Santos que está em viagem para Bruxelas onde vai participar na reunião dos ministros das Finanças da União Europeia. Ou seja, esclarece, “se a situação irlandesa se deteriorar” Portugal enfrentará maior pressão.
Declarações à Lusa
Teixeira dos Santos afirmou não haver “nenhum contacto com as autoridades em Bruxelas, nem formal nem informal, tendo em vista o recurso à ajuda europeia”, acrescentando que “é um rumor e especulação” que não compreende “porque não tem qualquer fundamento”. “Portugal está a financiar-se no mercado e a aposta é continuar a financiar-se no mercado”, disse.
publico
Porque eles não nos entendem, é altura de oferecer aos britanicos um Curso de Inglês Tecnico...

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

O Bom Aluno




O ministro das Finanças diz que as medidas de apoio às famílias e empresas afectadas pela crise, que constam do Orçamento do Estado para 2009, vão custar aos cofres do Estado mais de mil milhões de euros.
«As medidas representam no seu conjunto, ora por impostos que não são cobrados, ora por apoios que são criados, um esforço orçamental da ordem dos mil e cem milhões de euros»,disse Fernando Teixeira dos Santos, esta manhã na comissão parlamentar de Orçamento e Finanças, que está a decorrer na Assembleia da República.
O ministro acrescentou ainda que as medidas anunciadas «visam dar um estímulo às famílias e às empresas para continuarem a resistir à conjuntura negativa».
publicada no reVisões em 22 de Outubro de 2008

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

invejoso!


Depois de ontem terem estado reunidos com PPC, a "analisar" a actual situação económica do país, os banqueiros do costume estão hoje com Teixeira dos Santos. DN
isto está mal...

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

ANDA POR AÍ


O ministro das Finanças proferiu, ontem na AR, a frase mais vergonhosa da semana. A propósito da compra de um submarino, cuja aquisição foi assumida pelo governo português há muito, Teixeira dos Santos assim a modos "que chatice ainda temos a porcaria do submarino que vai encarecer o défice", virou-se para os deputados e lamentou a existência do "Tridente" recentemente entregue a Portugal, com o dislate: "esse submarino que já anda por aí...".Lamentável. por joãoeduardoseverino em PAU PARA TODA A OBRA

quinta-feira, 3 de junho de 2010

procuram-se os AAA

«Para que Portugal se possa comprometer, juntamente com os seus parceiros europeus, com a totalidade da sua participação, terá que ser alterado o limite de garantias previsto na Lei do Orçamento do Estado», informa o ministro da finanças.
A participação de Portugal no mega fundo europeu de 440 milhões de euros (participação dos países europeus) está prevista em 11.355 milhões de euros, correspondente à percentagem de participação no Banco Central Europeu, mas poderá atingir os 13.627 milhões de euros, caso se venha a aprovar uma proposta de aumentar para 120 por cento a participação de cada país, com o objectivo de permitir que as obrigações emitidas pelos Estados tenham a melhor notação de risco, ou seja AAA.
Sol

ensandeceu ?

Em resposta à deputada, Assunção Cristas, sobre a posição do Governo e do PS sobre a proposta de alteração para impedir que o aumento das taxas do IRS em 1 ou em 1,5 por cento tenha efeitos retroativos, Teixeira dos Santos afirmou que a proposta de alteração do CDS-PP obrigaria a que os contribuintes e os serviços fizessem duas liquidações de IRS no mesmo ano o que «é impraticável e impensável» e promulgou:
"É por estar em causa a economia, o emprego e o futuro de todos nós que temos que avançar com estas medidas e este é um valor que se sobrepõe ao princípio da retroactividade que é um princípio protegido na Constituição mas não é um princípio absoluto que se sobreponha ao bem público e ao carácter imprescindível e de emergência".
mais no Sol

quarta-feira, 12 de maio de 2010

sacrifícios repartidos


"Aquilo que está a ser apresentado como medida em Espanha dá uma ideia aos portugueses da situação em que nós estamos também. Não quero, nesta altura, fixar uma meta para o sacrifício que vai ter de ser feito, mas não há dúvida que nós vamos ter de fazer sacrifícios", considerou Passos Coelho no final de uma reunião com o grupo parlamentar do PSD, no Parlamento. DN

"Vamos enfrentar a tensão social", disse hoje Fernando Teixeira dos Santos em entrevista à agência internacional de informação financeira Bloomberg, acrescentando que Portugal tem "de tomar medidas para cortar na despesa e aumentar a receita".
"Os sindicatos vão protestar e vão existir outras expressões de descontentamento em relação a estas medidas, mas não prevejo casos de violência, como vimos na Grécia".
dn

quinta-feira, 11 de março de 2010

"money for the boys" incendeia plenário


Na discussão e votação do Orçamento do Estado de 2010, hoje no Parlamento, Teixeira dos Santos, ministro das Finanças, decidiu-se por um comentário ao debate em torno de uma proposta do PCP (artº 35 e 35ª) que prevê um aumento em 5 milhões de euros das transferências do Orçamento do Estado para as Juntas de Freguesia.
O argumento dos comunistas era o de que algumas Juntas de Freguesia nem dinheiro têm para pagar as senhas de presença aos presidentes eleitos.

Porém, numa curta intervenção, Teixeira dos Santos comentou: "Isto é money for the boys".
E o plenário incendiou-se. Expresso

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

É normal que ministros não gostem?

"É normal que de vez em quando os ministros não gostem das decisões da Assembleia da República". Foi apenas esta frase que o Presidente da República, Cavaco Silva, proferiu quando questionado sobre o discurso de Teixeira dos Santos a propósito da questão das Finanças Regionais. CM
vá lá... pior que isto só o "gato por lebre" e o "bolo rei"

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

lei das finanças regionais: O carnaval de Jardim


Teixeira dos Santos em conferência de imprensa, sem direito a perguntas dos jornalistas, considerou que a proposta do CDS-PP aprovada pela oposição em comissão parlamentar «não é de nenhum modo aceitável» e prometeu evitar a sua entrada em vigor através de «todos os meios legais» e lançou um ultimato à oposição declarando que a aprovação da Lei de Finanças Regionais «terá graves implicações para as contas públicas e para a credibilidade externa do país». tsf

Para Paulo Portas, o Governo não tem razão para «falar em crise política» a «pretexto» da Lei das Finanças Regionais. «O sentido de responsabilidade está em quem procurou estas soluções e conseguiu que elas fossem aprovadas. Recusar estas soluções é não ter sentido de responsabilidade. Todos contribuíram para resolver um problema muito sério. Quando não se tem razão para criar uma crise então só se podem ter pretextos. Mas nós em pretextos não alinhamos. Fizemos o nosso dever e teremos sentido construtivo e patriotismo».
Sol