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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

GREVE GERAL


 
"Dia de greve geral. A rua está calma. E a imprensa está numa verdadeira agitação." Rui Costa Pinto

quarta-feira, 11 de julho de 2012

fugiu-lhe "a boca" prá verdade?

Os sindicatos dos médicos não avançam números, mas fazem um balanço positivo da greve e realçam que os utentes acolheram o pedido de não dar ao Governo o argumento do transtorno causado. tsf

quarta-feira, 6 de junho de 2012

industria da greve sem crise...na CP

O Sindicato Nacional de Maquinistas (SMAQ) apresentou um pré-aviso de greve ao trabalho extraordinário e aos feriados entre 1 e 30 de Junho.
O Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial e Itinerante (SFRCI), anunciou que avançou para uma greve a todos os feriados, nacionais e municipais, e ao trabalho extraordinário a partir de 7 de junho. Assim:
na quinta-feira, dia 7, no dia 10 e no 13 de junho, a greve deverá ter impacto nos serviços urbanos de Lisboa e nas linhas de Sintra, Cascais e Azambuja,
a 24 de junho, serão afetados os serviços urbanos do Porto e
a 28 de junho, estão previstas perturbações nos serviços urbanos de Lisboa da linha do Sado. tsf.

a CP (207,7 milhões) e a REFER (95,5 milhões de euros) são “campeões” do défice nas empresas públicas.
Isto é, aquele “puto” que acabou de nascer na Alfredo da Costa já deve mais de 30 euros para sustentar os grevistas!

segunda-feira, 26 de março de 2012

Há bufos na extrema-esquerda portuguesa

A tradicional guerra de números após cada greve entre sindicatos e governo faz parte do passado. Esqueçam lá isso! Agora, com o advento dos grupelhos de indignados e afins, e perante a crescente e manifesta falta de adesão popular às suas manifestações, o que está na moda é desviar atenções e atacar a polícia: primeiro através de confrontos físicos, depois através de uma difamação pública persecutória e falaciosa.
Perante a confrangedora falta de mobilização que as várias manifestações tiveram no último dia de greve geral, ao contrário da CGTP (que se recolheu num silêncio envergonhado), os auto-proclamados indignados começaram uma campanha de acusação à PSP. E o processo é sempre o mesmo: começam por acusar os agentes, esses fascistas, de terem começado os confrontos contra os coitadinhos que, inocentes, apenas queriam manifestar-se e, após cabalmente desmentidos pelos factos, refugiam-se na acusação de que haveria agentes infiltrados na multidão com o fim específico de provocar e começar os confrontos.
Mas, por vezes, as coisas correm mal. É que se essa teoria tem, só por si, pés de barro, ela acaba por desfazer-se em pedaços perante certos exemplos que deviam encher de ridículo quem os usa.
Um desses exemplos aconteceu na passada sexta-feira. Como refere esta notícia, a Anonymous Portugal identificou três indivíduos que teriam iniciado os desacatos, sendo depois vistos a conversar animadamente com os agentes da PSP. Conclusão da Anonymous Portugal: os três indivíduos eram agentes da PSP infiltrados na manifestação com ordem para provocar os confrontos. As peças estavam a encaixar-se na perfeição e o puzzle da teoria da conspiração, tão conveniente à Anonymous Portugal, estava quase completo.
Faltou, no entanto, uma: a verdade. E a verdade é que esses três homens, prontamente denunciados pelas fotos da Anonymous Portugal no facebook, eram estivadores de Aveiro e estavam em Lisboa para cumprir o mesmo papel que os restantes: manifestar a sua indignação. Esta situação já foi denunciada no site dos estivadores de Aveiro e no facebook da Anonymous Portugal pela própria advogada dos estivadores.
Sendo certo que esta foi uma tentativa meritória da Anonymous Portugal de contribuir para a construção da realidade maniqueísta, em que o pobre do manifestante é esmagado pela opressão policial, em que os grupelhos seus semelhantes andam empenhados, acabou por ser um enorme tiro – ou petardo, talvez – no pé da organização que, de uma só vez, denuncia comprovadamente companheiros de luta como instigadores da violência e acrescenta mais um argumento à defesa de uma actuação “limpa” da PSP.
Com bufos deste calibre, um indignado já não se pode indignar em paz. Uma maçada.
P.S.: Entretanto, a Anonymous Portugal alterou o nome do álbum em que apareciam as fotos em causa, identificando os protagonistas como estivadores. No entanto, aqui podemos ver a “versão original”.
P.P.S.: Parece que mudar o nome do álbum não era suficiente. Por isso, os administradores da página de facebook da Anonymous Portugal decidiram apaga-lo. Nada de surpreendente para quem está habituado a não dar a cara.
por Tiago Loureiro n’ O Insurgente

domingo, 25 de março de 2012

um insulto à CGTP-Intersindical


um lamentável insulto aos sindicalistas e Central Sindical que não tiveram nem "incidentes" nem "carga" e, ao que se lê, nem jornalistas...

sábado, 24 de março de 2012

greve geral (?) à Inter-Sindical - O retrato de quem viu

As imagens televisivas mostraram o rasto que o confrontos de ontem deixaram na zona do Chiado, na Baixa lisboeta. Quem assistiu de perto aos acontecimentos, porém, falou ao SOL em «provocações constantes» aos agentes da PSP, que acabariam por intervir contra alguns manifestantes.
Os tumultos surgiram no final da Rua Garrett, no cruzamento com a Rua Serpa Pinto, e estenderam-se pela área que rondava a esplanada do famoso café ‘A Brasileira’. 

Recorde aqui o vídeo dos confrontos, e as imagens. 

Ernestro Silva, um dos funcionários do café, desenhou um retrato dos acontecimentos que viu a partir do interior do estabelecimento, que chegou a «refugiar clientes».
«Vi uma série de indivíduos aparentemente a fugir da polícia, enquanto bombardeavam [os agentes] com cadeiras, mesas e garrafas e com tudo o que apanhavam à mão», contou, ao lembrar que a polícia ia «com alguma dificuldade a perseguir os manifestantes», antes de ver a perseguição prosseguir em direcção à Praça Camões.
Ernesto Silva lamentou ainda «a péssima imagem» que os acontecimentos deixaram para os olhos de «turistas e estrangeiros» que se encontravam na zona. Uma imagem que aproximou «ao estilo de Atenas», e que espera ter sido «um caso isolado».
Uns metros mais abaixo, duas funcionárias de uma loja localizada na esquina do cruzamento, que requereram o anonimato, contaram que os desacatos terão sido provocados por um grupo maioritariamente constituído por jovens.
De acordo com as lojistas, o grupo pertenceria à plataforma 15 de Outubro, e que atravessaram a rua «cerca de 15 minutos depois» do ‘pelotão’ geral que integrava os grevistas liderados pela CGTP.
No interior do estabelecimento, e «de portas trancadas», de onde observava o que se passava na rua, uma das lojistas sublinhou as «provocações constantes» dirigidas pelos manifestantes aos agentes policiais que, ao início, se mantiveram «impávidos e serenos».
Para exemplificar tais provocações, a lojista contou que alguns manifestantes chegaram mesmo a «baixar as calças e mostrar os traseiros» à polícia e aos «turistas que estavam a assistir».
 «Manifestantes «só queriam gerar confusão»
Uma das imagens dos distúrbios no Chiado, e quiçá a mais difundida pelos meios de comunicação, mostra Patrícia Melo, uma fotojornalista da agência AFP, a ser agredida com um cassetete por um polícia.
As lojistas contam ainda ter visto um homem que «estava a tirar fotografias a centímetros da cara de um polícia», referindo-se a outro fotojornalista que estaria presente no local, e que contribuiu para a característica que associaram aos manifestantes: «Só queriam gerar confusão».
Já Margarida Amaral, funcionária de uma loja situada em frente ao famoso café, afirmou ter visto «uma senhora, com um bebé num carrinho, no meio da manifestação», antes de lamentar «a violência em demasia contra pessoas que não entraram no protesto». por Diogo Pombo no Sol

sexta-feira, 23 de março de 2012

INCIDENTES NO CHIADO

Na hora de almoço, os telejornais abriram com os acontecimentos ontem registados no Chiado, entre manifestantes a agentes da PSP.
Na hora dos incidentes estava no Bairro Alto, numa reunião na rua do Século, e não testemunhei os incidentes. Mais tarde, jantando com uns amigos que, in loc, assistiram aos acontecimentos, relataram-me as provocações feitas pelos manifestantes ao agredirem os agentes da PSP com os objectos que estavam nas mesas da esplanada da Brasileira (chávenas de café, copos e garrafas).
Este grupo de manifestantes, ao descer a avenida de Almirante Reis, já tinha provocado incidentes (atirando ovos a pessoas que levantavam dinheiro no multibanco instalado no Banco de Portugal), ao chegarem à Assembleia da República, no momento em que discursava o líder da CGTP, tiveram algumas palavras provocatórias que, felizmente, foram ultrapassadas pelos manifestantes da CGTP.
Após a saída dos manifestantes da CGTP, as imagens que foram apresentadas pela SIC N (em directo), do grupo minoritário, eram de desalento.
Este grupo dirigiu-se para a zona do Chiado e os acontecimentos são conhecidos.
A RTP, na hora de almoço, em relação aos restantes canais, foi a que dedicou mais tempo aos incidentes mas, curiosamente, apresentou uma parte da situação.
Ninguém pode defender a violência da parte da PSP para controlar uma situação, mas a verdade é que os incidentes começaram quando os agentes de rotina da PSP foram agredidos. Depois. . . depois; foi a confusão, a chegada da polícia de intervenção rápida e mais tarde o corpo especial da PSP; turistas a fugir, pessoas a afastarem-se do local e os manifestantes atirando objectos.
Como permaneci mais tempo da RTP, considero que o serviço informativo da estação de serviço público, escondeu ou esqueceu-se de uma parte do problema e da génese da confusão. por Eduardo Saraiva n’ O Andarilho

domingo, 18 de março de 2012

fds antes da semi-greve...

a greve geral comunista...
O secretário-geral comunista apelou hoje à participação na greve geral, em que vai ser preciso ir "além do medo", porque "mais vale perder um dia de salário" do que "muitos dias", dado o que o Governo tem "em mente".
Para o secretário-geral comunista, na greve geral convocada pela CGTP-IN para quinta-feira "vai ser preciso ir para além das ameaças, do silenciamento, das atitudes repressivas, para além do medo".
...
Para o líder comunista, esta é uma "greve geral que dá expressão a um forte sentimento de indignação e descontentamento com o atual rumo do país, com as medidas de ataque aos direitos dos trabalhadores e do povo que está em curso, mas também uma exigência de mudança de política e um outro rumo para o país". ...  ACL / Lusa 

ah, se fosse primeiro-ministro...
O secretário-geral do Partido Socialista (PS) disse hoje em Leiria que a proposta de Reforma Administrativa do Poder Local apresentada pelo Governo é "uma 'leizinha' de extinção das freguesias".
António José Seguro sustentou que "o atual Governo e a maioria de direita quiseram passar a ideia de que tinham entregado na Assembleia da República uma proposta de Reforma do Poder Local, mas o que fizeram depois de nove meses foi entregar uma lei de extinção de freguesias".
...
Seguro admite que se fosse primeiro-ministro "também teria que tomar medidas de austeridade", mas criticou "o ritmo e a dose" de sacrifícios impostos pelo Governo liderado por Pedro Passos Coelho.
"Só olha para os números e para o memorando da 'troika', mas a responsabilidade de um político é garantir que não se deixa nenhum português para trás, nos cuidados de saúde, na justiça ou no emprego", enfatizou. ... JYMC. / Lusa

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

indústria da greve

Os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa começam à meia-noite uma greve às horas extra, que se prolongará até 31 de Março, para contestar o "incumprimento" do Acordo de Empresa no que respeita ao pagamento do trabalho extraordinário.

A greve dos maquinistas da CP no dia de Carnaval deverá levar a empresa a realizar apenas os 162  de 841 comboios, definidos como serviços mínimos pelo tribunal arbitral, um número que corresponde a cerca de 19 % da oferta prevista.


quando é que aparece um sindicato a convocar uma greve solidária para com pensionistas e aposentados que recebem mensalmente menos do que estes ferroviários auferem em "horas extra" num só dia?

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

industria da greve sem crise...na CP

O Sindicato Nacional dos Maquinistas (SMAQ) decidiu prolongar até 29 de Fevereiro a greve ao trabalho em horas extraordinárias, dias de descanso semanal e feriados, disse à Lusa o presidente daquela estrutura sindical, António Medeiros. economico

sem duvida um enorme contributo para o "bem comum"... deles, claro!

domingo, 8 de janeiro de 2012

industria da greve sem crise!

Os trabalhadores dos portos de Viana do Castelo, de Aveiro, da Figueira da Foz, de Lisboa, de Setúbal, de Sines e do Caniçal (Madeira) iniciam amanhã uma greve de cinco dias, que causará prejuízos de "dezenas de milhões de euros", segundo os Agentes de Navegação.
A greve terá início à meia-noite de dia 09 e terminará às 08:00 de sábado, dia 14 de Janeiro. 
na “indústria da greve” continua a não haver crise...
excepto para pensionistas e reformados que já não tem forças para protestar!

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

a Industria da Greve nos “cacilheiros”

Os trabalhadores do Grupo Transtejo, responsáveis pelas ligações fluviais entre a Margem Sul e Lisboa, vão realizar plenários na tarde de quinta-feira, o que vai originar a paralisação em todas as carreiras, com inicio às 13h25 no sentido Barreiro/Lisboa, e às 13h50 no sentido inverso, sendo retomadas a partir das 16h20. Sic Noticias

sábado, 31 de dezembro de 2011

a greve pró cabaz

O sindicato convocou uma greve no Casino da Póvoa de Varzim, por não ter sido entregue o cabaz de Natal aos representantes dos funcionários.

Francisco Figueiredo, um nome curtinho, representante do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte, um nome comprido, teve os seus minutos de fama em declarações à TSF, pouquinhos…

A greve tem início às 16:00 de Sábado e dura até às 04:00 de Domingo. Francisco acredita a adesão à greve será apenas dos delegados sindicais.
Chamar a isto "dirigente" e "sindicato" é estar a gozar com os trabalhadores e a ridicularizar as organizações de classe.
Triste!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

CP, pára!

Para além dos dias de greve total, sexta-feira, sábado e domingo e ainda o 1º de Janeiro, todos os dias serão de paralisação parcial, a partir de dia 26 de Dezembro até ao final do mês de Janeiro.
O Sindicato dos Maquinistas protesta contra o facto de terem sido abertos processos disciplinares a cerca de 200 maquinistas, quebrando os acordos assinados, com o anterior governo, em Abril e Junho, com vista a garantir a paz social na empresa.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

greve da função pública custará quase 600 Milhões de euros e empregos...

O governo britânico estimou que a greve do sector público na próxima semana possa custar cerca de 500 milhões de libras (582 milhões de euros) e perda de empregos.
"Se perdermos uma boa parte da produção económica é difícil ver como é que isso não se traduza em perda de empregos", afirmou o secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, Francis Maude. 

nem quero pensar o que se diria cá no burgo se por acaso houvesse uma declaração daquelas... “outros paradigmas” diria o nosso venerando ex-presidente!

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Estamos “lixados”


“Quem saiu do palco foi a Irlanda, agora somos nós que estamos no palco”. Portugal “não tem a mínima hipótese. Já não temos capacidade para ir ao mercado pedir dinheiro em Maio depois da execução orçamental de Março, se as coisas não correrem bem” , afirmou João Duque, economista e presidente do ISEG. publico

John Lipsky, o Vice-director do Fundo Monetário Internacional confirmou que tem havido contactos com Portugal, sem esclarecer qual o seu conteúdo, mas garantiu que o país não pediu ajuda financeira.
publico

A partir de Berlim, Ângela Merkel, que cada vez mais se parece com os desbocados do nosso governo, afirmou que ainda há um risco “excepcionalmente sério” de outros países pedirem ajuda, sem especificar a que países se referia, mas sublinhou que o papel da Alemanha continua a ser “exigir medidas rígidas, mas também dar apoio claro ao euro”.
Merkel veio, assim, reforçar os receios dos mercados, relativamente ao risco de contágio de outros países, perante a crise económica e política na Irlanda, que teve de pedir ajuda financeira.
publico

Pinto de Sousa, qual António de Santa Comba, confirmou que vamos sair “desta” sem precisar de ajuda.
Amanhã há Greve Geral que de comum com a de 88 tem Cavaco Silva no Poder...

terça-feira, 23 de março de 2010

a Indústria da greve continua a crescer...


Os trabalhadores do sector ferroviário iniciaram à meia-noite uma greve de 24 horas. Esperam-se grandes confusões nos centros urbanos.
O congelamento dos salários nas empresas do sector empresarial do Estado, recomendado pelo Governo, está na origem da paralisação que, segundo o sindicato, pode abranger um universo de 10 mil trabalhadores da CP e da Refer.


sexta-feira, 5 de março de 2010

a Industria da Greve em guerra de números


Oitenta por cento para os sindicatos.
Treze por cento, segundo estimativas do Governo.
Os números foram avançados esta tarde pelo Executivo e pela Frente Comum para a adesão à greve nacional da função pública.
Mais uma vez, há disparidade de valores, com as estruturas sindicais a contabilizarem mais de 300 mil funcionários em paralisação, uma contagem reduzida pelos ministérios para 12.600.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Carrosséis

O terceiro dia de protesto dos empresários de carrosséis, montanhas russas, carrinhos de choque e farturas promete congestionar o trânsito na Segunda Circular, junto ao Estádio da Luz, antes do jogo Benfica-Guimarães, marcado para as 19h15. A passagem dos cerca de 80 camiões dos manifestantes pelas principais artérias de Lisboa, já provocou alguns problemas no trânsito durante a tarde.
Os empresários afirmam que estão impedidos de trabalhar desde Dezembro, por recusarem inscrever-se para a inspecção dos equipamentos a realizar pelo Instituto Electrotécnico Português. Luis Fernandes afirma que os equipamentos fabricados até 2004 não estão obrigados a cumprir o novo regulamento, que obriga a profundas modificações, entre as quais novas instalações eléctricas.
CM