Mostrar mensagens com a etiqueta joaoduque. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta joaoduque. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Estamos “lixados”


“Quem saiu do palco foi a Irlanda, agora somos nós que estamos no palco”. Portugal “não tem a mínima hipótese. Já não temos capacidade para ir ao mercado pedir dinheiro em Maio depois da execução orçamental de Março, se as coisas não correrem bem” , afirmou João Duque, economista e presidente do ISEG. publico

John Lipsky, o Vice-director do Fundo Monetário Internacional confirmou que tem havido contactos com Portugal, sem esclarecer qual o seu conteúdo, mas garantiu que o país não pediu ajuda financeira.
publico

A partir de Berlim, Ângela Merkel, que cada vez mais se parece com os desbocados do nosso governo, afirmou que ainda há um risco “excepcionalmente sério” de outros países pedirem ajuda, sem especificar a que países se referia, mas sublinhou que o papel da Alemanha continua a ser “exigir medidas rígidas, mas também dar apoio claro ao euro”.
Merkel veio, assim, reforçar os receios dos mercados, relativamente ao risco de contágio de outros países, perante a crise económica e política na Irlanda, que teve de pedir ajuda financeira.
publico

Pinto de Sousa, qual António de Santa Comba, confirmou que vamos sair “desta” sem precisar de ajuda.
Amanhã há Greve Geral que de comum com a de 88 tem Cavaco Silva no Poder...

domingo, 31 de outubro de 2010

500M€: uma "brincadeira de mau gosto" ...


João Duque afirma ser uma "brincadeira de mau gosto" o facto de o ministro das Finanças não saber onde recuperar os 500 milhões de euros tendo em conta um orçamento total de 75 mil milhões.
"Se os consumos intermédios não tivessem disparado absurdamente 15,8 por cento de 2009 para 2010 estávamos a falar numa poupança na ordem dos 557 milhões de euros. Façam o trabalho de casa e ponham a administração pública a viver como vivia em 2009. Não façam disto um drama. Não há nenhum administrador público que diga que não possa viver com menos cinco ou seis por cento de gastos intermédios" e sugeriu cortes entre "cinco a seis" por cento nos consumos intermédios do Estado, como forma de recuperar os cerca de 500 milhões de euros que vai custar o acordo entre Governo

"Mas se não quiserem ir por aí apliquem a lei das transferências para as autarquias e regiões autónomas e só nas regiões autónomas vão tirar mais de 100 milhões de euros", exemplificou.
E deixa um apelo aos gestores públicos: "É altura de as pessoas com responsabilidade de gestão intermédia ou mais baixa na administração pública, com responsabilidades orçamentais, ajudarem o ministro".
publico.pt

Os Consumos Intermédios (onde não são incluídos Pessoal, Segurança Social, Juros e Subsídios) tinham previsto para 2010, 7,8 mil milhões de euros, que resvalaram para 9,0 mil milhões, isto é, este ano serão, ou já foram, gastos mais 1,2 milhões.
Se o Orçamento para 2011, que prevê 8,638 mil milhões, regressa-se aos valores de 2010, poupavam-se 800 milhões de euros, sem dúvida suficientes para cobrir os medos de Teixeira dos Santos.

sábado, 9 de outubro de 2010

À tesourada


Do Orçamento do Estado dependem 13.740 instituições que compõem as administrações públicas. Só primos mais afastados, dependem do "grande irmão" 639 fundações, 343 empresas municipais, 1182 empresas públicas, 356 institutos públicos, 485 associações sem fins lucrativos, e ainda 166 outras instituições de classificação indefinida.
(e mais) 5271 instituições que compõe a administração central, 5094 a local e 204 que completam a regional. … E as PPP, e as SCUT… adaptado de João Duque no
Expresso