Mostrar mensagens com a etiqueta bonús. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta bonús. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 25 de março de 2010

gestores públicos sem prémios ou bónus aos até 2011


O Governo decidiu não atribuir quaisquer prémios ou bónus aos gestores públicos em 2010 e 2011, orientação que o Estado também irá também recomendar nas empresas participadas em que esteja em posição minoritária, medida que se insere no Programa de Estabilidade e Crescimento para a contenção da despesa e para a distribuição dos esforços de consolidação orçamental.


curiosidade:
Para os mais "esquecidos" relembro que a proposta do CDS-PP de alteração ao Orçamento do Estado que proíbe a atribuição de bónus aos gestores públicos irá ser aprovada com os votos favoráveis do PSD, BE e PCP, disseram à Lusa fontes destes partidos a 4 de Abril.

sexta-feira, 19 de março de 2010

prendas de Natal


O tipo de presente, os valores e os nomes dos destinatários – classificados de A a F, em função da importância que cada um assumia para Manuel Godinho – constam de centenas de documentos, com datas compreendidas entre 2002 e 2007, que foram apreendidos pela Polícia Judiciária (PJ) nas buscas às empresas e a casa do empresário.
...
Nos documentos apreendidos pela PJ, o nome do primeiro-ministro surge duas vezes: nas listas dos presentes de Natal de 2004 (altura em que Sócrates era já líder do PS) e nas de 2006.
O sucateiro destina-lhe um decantador de cristal com base em prata (no valor de 685 euros) no primeiro ano, e uma caneta Montblanc e um relógio (sem referência ao que custam), no segundo.
A classificação atribuída pelo sucateiro ao líder socialista, num ano e no outro, é AAA – ou seja, tão importante como Armando Vara e Jorge Coelho (outros dirigentes socialista a quem Godinho pretendeu dar presentes de Natal), António Mexia, presidente da EDP, ou a ex-secretária de Estado dos Transportes Ana Paula Vitorino (cujo nome só surge uma vez, em 2006).
Sol

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

La banca británica busca librarse de la tasa de los bonus


... presiona al Gobierno y ofrece 2.000 millones a cambio de que se retire el impuesto
Los bancos británicos no se han resignado a pagar la tasa del 50% de los bonus aprobada por el Gobierno de Gordon Brown. Su respuesta es una combinación del conocido sistema del palo y la zanahoria. La actitud rebelde consiste en negarse a participar en un fondo promovido por el Gobierno para conceder créditos a las pymes.
Público.es

Lá, como cá, este gajos não aprenderam nada e estão a abrir caminho para uma qualquer "democracia popular"...