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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Instrumentos musicais para Moçambique


A Fundação Calouste Gulbenkian esteve aberta para receber instrumentos musicais destinados às crianças e jovens de Moçambique. Foi a primeira vez que a instituição participou nesta iniciativa da organização Music Fund, com sede na Bélgica. A recolha de instrumentos já existe desde 2005, tendo como destino a República Democrática do Congo e o Médio Oriente, estando previstas, além de Moçambique, acções para Marrocos e Haiti. Depois de registados, os instrumentos são recuperados, caso seja necessário, e os doadores podem acompanhar pela Internet a viagem entre Lisboa e Moçambique.

Com a campanha "Música por uma Causa", a fundação Gulbenkian conseguiu recolher 386 instrumentos musicais para entregar a Moçambique e outros países carenciados.
A organização mundial do evento afirma que Portugal foi o país mais solidário de todos, com o "maior de sempre" de instrumentos recolhidos, apesar de em Madrid, ter sido atingido um número recorde de 400 instrumentos, mas em 2 dias de recolha…
Esperemos que a dádiva chegue a “bom porto” e não encalhe, como outras, na burocracia aduaneira moçambicana.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

trapalhadas na Cultura... agora a culpa é do BE.


A ministra, que saiu do plenário visivelmente irritada com a bancada bloquista (a deputada Catarina Martins aproveitou para questionar Canavilhas sobre os cortes para os contratos já assinados e a ausência de resposta à recomendação do Parlamento para suspender o projecto do novo Museu dos Coches), desvalorizou ainda as alegações dos agentes culturais sobre as consequências das medidas.
“Quero que me provem que reduções deste nível significam despedimentos. Estou absolutamente convencida de que isso não é verdade”, afirmou.
Gabriela Canavilhas afirmou que a redução dos cortes para a cultura não vai apaziguar a contestação dos agentes culturais. “Há um aproveitamento político, muito liderado pelo Bloco de Esquerda”, acusou.

Canavilhas disse ainda que foi por iniciativa do primeiro-ministro que o Ministério da Cultura, em articulação com o Ministério das Finanças, definiu a descativação de 7,5 por cento das verbas do PIDDAC. E informou que o anúncio não foi feito mais cedo porque “o Governo achou que não era conveniente”.


Quem te manda a ti sapateira, tocar rabecão...
ou
esta gente só sabe governar em ditadura, isto é, em democracia de maioria absoluta.