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terça-feira, 22 de novembro de 2011

encontro em Paris

Parece que Rodriguez Zapatero (Arte Contemporânea) vai para Paris ao encontro de Pinto de Sousa (Filosofia) e eventualmente à procura da “luz” que dizem existir naquela cidade.
A “má-língua” acrescenta que irão à espera de Pampadreou e Berlusconi.
um “alerta” d’O Andarilho que ainda nos presenteia com este post

domingo, 6 de junho de 2010

Espanhóis não querem eleições... nem Zapatero

Os espanhóis não são favoráveis à realização de eleições antecipadas, mas mostram-se muito críticos com o chefe do governo socialista, segundo uma sondagem publicada hoje no "El País". publico
Este es el negro escenario que dibuja la encuesta de Metroscopia para EL PAÍS, en la que ninguna variable mejora para el Gobierno. Pero eso tampoco significa una petición de adelanto electoral. Para eso Mariano Rajoy tendrá que esperar, porque en este panorama pesimista, la opinión mayoritaria es que hay que agotar la legislatura, aunque haya que proceder de inmediato a un cambio profundo en el Gobierno.
elpais
O executivo de Zapatero está a governar no fio da navalha depois de, a 27 de Maio, o seu plano de austeridade ter sido aprovada pelos deputados com um único voto de diferença.
publico
O dado contraditório é que uma enorme maioria (86 por cento) dos mais de 500 inquiridos dizem ter pouca ou mesmo nenhuma confiança no seu chefe de Governo e na forma com este tem enfrentado a crise económica.
84 por cento consideram que Zapatero “improvisa” e
76 por cento não aprovam a sua gestão.
Entre os eleitores que votaram nos socialistas em 2008 só 41 por cento declararam que voltariam a votar em Zapatero em caso de eleições legislativas.
A subir nas intenções de voto está o Partido Popular que obteria 43 por cento dos votos contra 32,5 para os socialistas se as eleições se realizassem agora.
Uma outra sondagem publicada há uma semana pelo "El Mundo" também dava uma vantagem de 10,5 pontos ao PP.
publico
Será por isto que o ex-líder do Partido Popular, José Maria Aznar e antigo chefe do Governo de Espanha tem hoje um jantar privado com Pedro Passos Coelho, presidente doPSD e irá também ser recebido pelo Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva?

terça-feira, 1 de junho de 2010

cuidado com os ventos da Espanha...

Uma sondagem divulgada domingo pelo "El Mundo" concluiu que, se as legislativas fossem agora, o Partido Popular (PP) venceria com a maioria absoluta (45,6 por cento dos votos) e a mais de dez pontos de vantagem sobre o PSOE.
O estudo acrescenta que mais de metade dos inquiridos (50,6) estão descontentes com o Governo e querem legislativas antecipadas.
O momento decisivo deverá ser, por isso, a discussão do Orçamento para 2011, em Setembro. A CiU anunciou que os socialistas não contarão com o seu voto e avisou Zapatero que deve convocar eleições antecipadas se não conseguir aprovar o diploma - um repto repetido pelo PP. As atenções viram-se, assim, para o PNV. Os bascos foram essenciais para a aprovação das contas de 2010, mas depois de quinta-feira é incerto se repetirão o apoio.
PUBLICO.PT

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Rajoy optó por el 'no' pese a la presión de varios banqueros


Rajoy se guardó la decisión hasta el miércoles. Hasta el último minuto, según confirman diversas fuentes de la dirección, recibió todo tipo de presiones de banqueros y empresarios. Le pedían que al menos se abstuviese, lo que garantizaba la aprobación. Que no votase en contra y pusiese en peligro un recorte apoyado por la Unión Europea, el FMI, la OCDE y hasta EE UU, y pensado sobre todo para aliviar la presión de los mercados sobre España.
El líder del PP lo dejó clarísimo en el debate. "Este decreto ley simboliza el fracaso de toda su política y no solo la económica, y desde luego, mi grupo parlamentario no va a contribuir con su voto a que el principal problema de la economía española, usted, siga ahí. Si otros lo hacen será su responsabilidad".
El líder del PP lo dejó clarísimo en el debate. "Este decreto ley simboliza el fracaso de toda su política y no solo la económica, y desde luego, mi grupo parlamentario no va a contribuir con su voto a que el principal problema de la economía española, usted, siga ahí. Si otros lo hacen será su responsabilidad".
ELPAÍS.com

domingo, 16 de maio de 2010

¿Quién confía en Zapatero?


El nuevo batacazo con el que la Bolsa despidió a esta semana confirma los temores de quienes sospechan, antipatriotas ellos, que para salir de la crisis no vale con el tijeretazo a los funcionarios, la congelación a los jubilados, el fin del cheque bebé, el frenazo a la dependencia y el resto de las drásticas medidas ofrecidas por nuestro presidente del Gobierno a quienes le exigían, allende nuestras fronteras, que se dejara de vislumbrar falsos brotes verdes para ponerse de una vez a la tarea de controlar el déficit en el que incurrió a base de tirar de la chequera para capear el temporal a la espera de tiempos mejores.

Tampoco bastará, ese es el miedo, con que Zapatero continúe con las tijeras en la mano subiendo impuestos por aquí, cortando gastos por allá, que es a lo que parece abocado después de que los mercados hayan considerado insuficientes sus medidas iniciales. No por considerarlas escasas, sino por otro factor más decisivo aún: la falta de confianza en que el mismo hombre que ha llegado a poner en riesgo el futuro del euro, se ha engañado y/o ha engañado a sus ciudadanos tanto y cree tan poco en lo que ahora tiene que hacer sea capaz de emprender siquiera esa tarea.
La próxima vez que Obama le llame, quizás le explique lo que le ocurre citando la famosa frase de su ilustre predecesor Abraham Lincoln: «Puedes engañar a todo el mundo algún tiempo: Puedes engañar a algunos todo el tiempo. Pero no puedes engañar a todos todo el tiempo». Y entonces puede que Zapatero comprenda por qué ahora no puede conseguir lo que más necesita: generar la confianza necesaria para que los inversores, los dirigentes europeos, la mayoría de los españoles y hasta los supuestamente malvados especuladores se fíen de él.
CURRI VALENZUELA en
Opinion - ABC.es

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Zapatero admite aumentar impostos


"José Luis Rodriguez Zapatero explicou que o Executivo espanhol poderá aprovar «aumentos de impostos», mas garantiu que serão sempre «limitados e temporários».
Considerando que a pressão fiscal espanhola está sete pontos abaixo da média europeia e recordando que o seu Governo já baixou impostos, como o das sociedades comerciais ou sobre os rendimentos, Zapatero argumentou que «a política fiscal deve responder à situação económica». Qualquer medida neste campo, sustentou, será sempre aprovada para «preservar e manter a moderação fiscal» no que toca às empresas, e em especial relativa à política fiscal associada ao trabalho, o que pode ajudar a estimular a criação de emprego. Neste sentido, o chefe do Executivo espanhol explicou que o Orçamento do Estado para 2010 terá como principal objectivo a recuperação económica, ainda que se sustente numa redução dos gastos públicos e no início do controlo do défice. O primeiro-ministro frisou que o objectivo é conseguir que o défice público espanhol esteja abaixo dos 3 por cento do PIB em 2012, cumprindo assim as exigências do Pacto de Crescimento."
TSF