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sábado, 2 de julho de 2011

de volta ao PREC ?

O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, pediu hoje aos portugueses para saírem em protesto contra o programa do Governo, considerando que a história demonstra que este pode ser derrotado pelo povo, apesar de ter maioria absoluta. 
"O povo tem a legitimidade, porque o poder reside no povo. E não é perante uma maioria que tem, de facto, legitimidade institucional para governar que o povo português pode ser esbulhado da defesa dos seus direitos, dos seus interesses, em conformidade com esse poder que a Constituição da República determina. É sempre o povo que tem a última palavra. Sempre, mas sempre", argumentou o secretário-geral do PCP.

quem se recorda que o Verão de 75... acabou em Novembro?

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

rescaldo do Verão Quente de 75?


A PSP recolheu no antigo Centro Cultural de Setúbal, onde decorrem trabalhos de reabilitação do edifício, granadas e munições datadas de 1974 que estavam "no interior de três pequenas bolsas dissimuladas no forro do telhado".

poucos se lembrarão da "muralha de aço", mas era interessante que alguém investigasse a relação da "muralha" com o material recolhido.

nos dias de hoje uma investigação será politicamente incorrecta, mas amanhã... quem sabe?

sábado, 27 de junho de 2009

uma semana tão louca como as do Verão Quente de 1975



O Governo acompanhou todo o processo de venda de parte da Media Capital (dona da TVI) pelos espanhóis da Prisa.
Desde Janeiro que a hipótese de a PT entrar na empresa era defendida pelo Executivo de Sócrates, podendo ser feita directamente ou via Espanha, onde a Prisa pode sofrer uma recomposição accionista.
Sócrates e Zapatero estiveram sempre a par.
Os protestos contra um negócio que colocava a TVI na alçada do Estado deram cabo da transacção.
Expresso
Novas Oportunidades aceleram e vão formar mil por dia
Expresso
Matemáticos espanhóis e franceses criticam Exames do 9.º ano
Expresso

uns são filhos:

As transferências de médicos entre hospitais estão a fazer-se à custa de contratos «considerados exagerados» no sector. É assim que o presidente da Administração Regional (ARS) de Lisboa, Rui Portugal, descreve as preocupações manifestadas pelos directores dos hospitais da região
A empresa privada da Caixa Geral de Depósitos, a HPP Saúde, que está a gerir o Hospital de Cascais, contratou recentemente uma equipa com quatro médicos do hospital Pulido Valente, abrindo um verdadeiro ‘buraco’ na estrutura clínica deste hospital público. Os ordenados-base oferecidos rondam os cinco mil euros líquidos.
SOL

outros são enteados:

Os jornalistas do Público receberam hoje em carta fechada as propostas de cortes salariais propostas pela administração do jornal. A redução salarial, que ronda os 10 por cento, foi rejeitada por todos os destinatários, disse ao SOL fonte da redacção do Público. O ambiente na redacção é descrito pela mesma fonte como «pesadíssimo».
A medida atingiria os salários brutos superiores a 900 euros dos membros da redacção e restantes empregados da empresa.
Esta proposta já havia sido colectivamente recusada pelos trabalhadores, reunidos em 9 de Junho.
Na ocasião, foi exigida mais informação sobre a situação económica da empresa. Também o Sindicato dos Jornalistas repudiou, então, os cortes salariais.
SOL






Tachos em fim de mandato?
O Governo já nomeou os novos dirigentes do Instituto Português de Transporte Marítimo (IPTM).
Miguel Sequeira assumiu funções hoje no IPTM. Consigo, na nova administração do instituto que regula o sector portuário, estará João Carvalho, presidente da Associação dos Armadores de Lisboa.
Carvalho será vogal na nova direcção do IPTM, abandonando assim aquela estrutura associativa, assim como a administração da Transinsular, uma das empresas do Grupo ETE de António Figueiredo.
Estas nomeações surgem na sequência da demissão de Manuel Frasquilho e da sua equipa da administração da APL.
Frasquilho não chegou a terminar o mandato, tendo sido obrigado a abandonar funções por causa das tensões crescentes criadas com a Câmara Municipal de Lisboa e o seu presidente, o socialista António Costa.
O Governo, entretanto, não esperou pela realização da Assembleia Geral da APL para aceitar a demissão de Frasquilho e nomear uma nova administração para o Porto de Lisboa – fê-lo, pela primeira vez, por despacho, como o SOL noticia na edição de hoje.
Para o lugar de Frasquilho foi escolhida Natércia Cabral, que até agora ocupava a presidência do IPTM.