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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

o Governo não «baixa os braços», o Desemprego aumenta.


«As estatísticas do emprego relativas ao quarto trimestre de 2010 indicam que não poderemos baixar os braços e ainda não fomos capazes de inverter a tendência», declarou a ministra no dia em que se ficou a saber que a taxa atingiu os 11,1% no último trimestre de 2010.
Helena André afirmou que «cada novo desempregado é uma fonte de preocupação», mas também «o reforço do ânimo» para o Executivo continuar «a trabalhar no sentido de relançar o crescimento da economia, com uma forte aposta nas exportações».

Claro que percebemos a Srª ministra, em especial, no dia seguinte ao CDS ter divulgado que o Ministério do Trabalho, em Dezembro e sem concurso, nomeou 41 directores distritais da Segurança Social ligados ao Partido Socialista e que, em 2010, «
aumentou os prémios para as chefias ao mesmo tempo que retirava os prémios aos trabalhadores»...
Estas medidas, por certo, serão as boas ajudas a este governo que não quer "baixar os braços" a que a ainda ministra se referia...

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

alterações ao Código de Trabalho e medidas adicionais de combate ao défice?


Helena André esclareceu esta tarde que a intenção do Governo, quando fala em melhorar o mercado laboral, “é potenciar e dinamizar” o que já está previsto no Código do Trabalho, mas a ministro não fecha a porta a eventuais alterações.
“Não estou a dizer que vou alterar o Código do Trabalho, estou a dizer que vamos partir do código e olhar para as potencialidades que nos oferece para podermos melhorar o funcionamento do mercado de trabalho”, porém, quando instada a garantir que Governo não vai mexer no Código do Trabalho, André, não deixou claro até que ponto isso irá acontecer ou não...
publico
Relembre-se que o Fundo Monetário Internacional e a Comissão Europeia tem mandado alguns recados a Portugal, o último dos quais no final de uma reunião dos ministros das Finanças da Zona Euro.
O ministro da Economia, Vieira da Silva, disse hoje acreditar que não serão necessárias novas medidas de austeridade, porque o cenário de estimativas do Governo foi “muito” prudente.
“Acreditamos que o défice estimado para 2011 vai ser atingido com o conjunto de medidas que o Governo propôs e que a Assembleia da República aprovou e, desse ponto de vista, não creio que sejam necessárias medidas adicionais”, afirmou e “recordou que as previsões da Comissão Europeia “merecem todo o respeito” mas sublinhou que “o valor das estimativas é sempre algo que não é tão certo como os dados que se conhecem na realidade”.
publico

Ora bem, conhecendo-“os” ficámos a saber que em breve haverá alterações ao Código de Trabalho e medidas adicionais de combate ao défice.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

IEFP: 400 viaturas novas


Pedro Mota Soares, lider parlamentar do CDS-PP, no final da interpelação ao Governo, solicitou uma resposta a Helena André, que está ministra do Trabalho, sobre estas compras de viaturas por parte do IEFP.
As viaturas terão este ano já um custo na ordem dos 600 mil euros e esta aquisição contraria o próprio Programa de Estabilidade e Crescimento (o PEC do Governo) onde, na página 28, consta uma regra de abate de «pelo menos três viaturas por cada nova adquirida».

Helena André justificou a aquisição «Para que os técnicos do emprego possam ir para os terrenos e justamente apoiar as empresas e as pessoas que necessitam do apoio, precisam de renovar as suas frotas de carros. Há dez anos que a frota de carros não é renovada»

sempre, sempre a inquestionável honestidade socialista...

sábado, 6 de março de 2010

formação para “patrões”


A ministra do Trabalho lembrou hoje que "Portugal padece de um deficit de qualificação" e que a formação é uma "prioridade nacional", durante a assinatura de protocolos para a formação de empresários.
A ministra do Trabalho e da Solidariedade Social, Helena André, assinou hoje protocolos de parceria com as confederações patronais, associações empresariais e universidades e politécnicos para pôr de pé o programa Formação para Empresários.
A iniciativa, que deverá entrar em vigor este ano e prolongar-se até 2011, vai abranger mais de 5000 formandos e representa um investimento de 12 milhões de euros do Estado.


Cada vez que "aparece" um governo PS vem a reboque um programa de formação para gestores, ou melhor para “patrões” que os gestores formam-se noutros sítios...
Quantos “patrões” foram formados, por exemplo, nos programas inPME ou no REDE que lhes eram destinados?
Certamente que alguns milhares sem resultados visíveis.
Visíveis sim foram os resultados obtidos por milhares de “formadores” e centenas de empresas de formação, algumas criadas para o efeito, por funcionários públicos da arte...