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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

alerta para possível "convulsão social"


Mário Mendes acredita que se aproxima uma "convulsão social", não apenas "provocada pela crise financeira mas também pela crise social". Uma "preocupação" que disse ser "resultado da observação dos fenómenos que vão ocorrendo".
"Desejo que os responsáveis políticos compreendam que a questão da segurança é uma preocupação muito grande dos portugueses", afirmou ainda o Juiz Conselheiro que cessou esta segunda-feira, 28 Fev, funções enquanto Secretário-Geral do Sistema de Segurança Interna.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Paulo Portas juntou-se a Santana para dizer que esquerda não garante segurança

Paulo Portas, entrou hoje na campanha do candidato social-democrata a Lisboa, Santana Lopes, para dizer que “não é a esquerda que vai garantir segurança” na capital. No fim de uma visita ao mercado de Benfica, Portas afirmou que o actual presidente e candidato socialista, António Costa, “foi responsável pelos maiores erros na política de segurança” quando era ministro da Administração Interna.
Santana Lopes referiu que o encontro teve significado especial por estar “ao lado de um vencedor das legislativas”. Mais vencedor que o PSD, admitiu mesmo o social-democrata, que disse no entanto que a líder do seu partido virá “ao fim da tarde” participar na campanha autárquica em Lisboa.
PUBLICO.PT

será que "eles" têm razão?

Mafalda e o marido jantavam à mesa com os quatro filhos, entre os quais um bebé com apenas um mês, quando seis homens armados invadiram o rés-do-chão da vivenda na Nossa Senhora do Carmo, em Cascais. Luvas, caras tapadas e facas em punho, tinham acabado de entrar em casa de uma neta e bisnetos do falecido multimilionário António Champalimaud. Pais e filhos foram ameaçados e mantidos sob sequestro numa casa de banho durante uma hora, anteontem, enquanto os assaltantes roubaram mais de 30 mil euros em dinheiro e jóias da família. Antes de partirem, ainda se sentaram à mesa a comer. CM

domingo, 16 de agosto de 2009

Confrontos na Cova da Moura - Amadora

Os confrontos voltaram este fim-de-semana ao bairro da Cova da Moura, na Amadora. As forças da PSP no bairro foram apedrejadas, sábado à noite, por um grupo de moradores, depois de ter sido dado uma ordem para parar uma mota vermelha.
O incidente aconteceu quando os agentes tentaram deter um individuo dentro do bairro. Para evitar a detenção, os moradores apedrejaram os agentes policiais.
A situação foi resolvida através de disparos de “shot-gun”, com balas de borracha que dispersaram os moradores.
O indivíduo acabou por ser detido pela polícia, sendo que não houve feridos ou danos materiais.
Esta é a primeira ocorrência significativa na Cova da Moura desde que, há pouco mais de um mês, dois polícias foram baleados.
TSF

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Onde pára a Segurança?

"Desde a inauguração, em Maio de 2009, que, a par de dezenas de furtos em lojas e no parque de estacionamento, a Divisão da PSP da Amadora tem registado a ocorrência de 'arrastões' , constituídos por jovens munidos de armas brancas e com predilecção por lojas de materiais informáticos e audiovisuais.
Ao sentimento de insegurança junta-se a falta de condições no posto policial do centro comercial, policiado por elementos daquela divisão, onde não existem telefone, fax, fotocopiadora ou acesso ao Sistema Estratégico de Informação (SEI), que permite o expediente de queixas e ocorrências.
'A megastore já foi assaltada quando caía a noite. Eram cerca de 50 rapazes que levaram tudo o que conseguiram tirar dos expositores, desde plasmas a máquinas fotográficas. Depois fugiram para o bairro do Casal da Mira e ainda se conseguiu apanhar três', adiantou, ao JN, fonte da PSP da Brandoa, garantindo que método semelhante tem sido colocado em prática noutros estabelecimentos.
Segundo a mesma fonte, os incidentes chegaram ao ponto de um dos seguranças privados contratados pela administração do Dolce Vita Tejo ter sido esfaqueado, quando tentou impedir um jovem de furtar um veículo no estacionamento.
Ao JN, o director-geral do Dolce Vita, Manuel Henriques, desvalorizou os cenários descritos e referiu que por detrás das denúncias há uma "nítida especulação". "Quanto à falta de equipamentos no posto cedido à PSP não há nenhum documento que diga que essa é uma obrigação nossa", disse, prometendo outros esclarecimentos para amanhã.
A Direcção Nacional da PSP não esteve disponível, até ao fecho da edição, para responder a qualquer questão. Mas fonte da PSP da Amadora adiantou que a administração do espaço diminuiu a quantidade de agentes que prestavam serviços de remunerados. Neste momento, apenas dois agentes se encontram a policiar o centro comercial de noite, depois de durante o último mês ter estado apenas um e pago pela própria PSP. "
JN