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sábado, 1 de outubro de 2011

eles são madeirenses....


Um
Joe Berardo reafirmou que não recebeu o dinheiro do Estado e disse que o Governo "não  pode" fazer nova "avaliação" da sua coleção de arte, o que a tutela admitiu pedir a "uma entidade externa".
"Eles não têm que avaliar, que aquilo não é deles. Aquilo, por enquanto, ainda é meu. Eles têm uma opção de compra em dez anos. (...) Eles não sabem. São pessoas que gostam de falar sem ler os seus direitos." noticias.pt
A Secretaria de Estado da Cultura já divulgou o documento comprovativo do pagamento de 1.275.000 euros feito à Fundação de Arte Moderna e Contemporânea Colecção Berardo. publico

Dois
Alberto João Jardim, disse hoje que a sua política é para as pessoas e não para agradar contabilistas, 'troika' e a União Europeia e que considera "abençoada" a dívida.
"A minha política é para as pessoas. Não estou a fazer política para contabilistas, para a 'troika', para agradar a União Europeia, que vai por caminhos errados e que está a suicidar-se". noticias.pt
O ministro das Finanças falou na sexta-feira de 6.328 milhões de euros, mas Jardim, insiste que a dívida da região autónoma é de 5,800 mil milhões de euros. dn

madeirensens...

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

cinco ou sete mil milhões que ninguém viu...

O líder do PSD-Madeira, Alberto João Jardim, admitiu que a dívida da região deverá situar-se nos cinco mil milhões de euros, sublinhando que se trata de um montante idêntico ao do passivo do Metro do Porto, mas
O líder do CDS-Madeira, José Manuel Rodrigues, faz contas diferentes e calcula que as dívidas da região atinjam sete mil milhões de euros, sem contar com os “buracos” das câmaras e empresas municipais, ora
desde 2006 que o Tribunal de Contas enviava relatórios que ninguém queria ler ou era incapaz de interpretar... e agora só há um culpado? 
Quanto à abertura manifestada por Alberto João Jardim para uma coligação com o CDS-PP, caso falhe a maioria absoluta nas eleições de 9 de Outubro, José Manuel Rodrigues diz que isso só seria possível se o actual presidente regional se retirasse.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

afinal sabiam todos…


...e depois ficam admirados porque, cada vez mais. são menos os que acreditam nos políticos (e nos jornalistas!).
Rui Caetano deputado do Partido Socialista, eleito pelo Circulo da Madeira, à Assembleia da República decidiu suspender o mandato, alegando que apesar da responsabilidade da situação financeira ser do Governo Regional não se revê nas posições do seu partido nesta questão. público

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

A pérfida Cloé

O comentador diz que divergências entre líder do CDS e Alberto João Jardim não são boas para a coligação.

Augusto Gil escreveu esta poesia, que ouvi numa gravação de João Villaret:
Um dia uma víbora mordeu num pé
a pérfida Cloé.
Perguntarão:
Que sucedeu à pérfida Cloé?
Morreu?
Isso morreu ela...
Mal sentiu a mordidela.
Não teve febre, nem ardor, nem nada.
A bicha é que morreu envenenada. por JMG no senatu

domingo, 31 de julho de 2011

o “bailinho” do PPD/PSD-Madeira

Uma bandeira com uma cruz suástica, colocada num poste de alta tensão esteve mais de uma hora pendurada no recinto onde decorria a festa sociais-democratas, apenas foi retirada já depois do discurso de Alberto João.
Sobre as críticas que no sábado, também no Funchal, o presidente do CDS-PP, Paulo Portas, dirigiu ao seu governo, devido ao endividamento excessivo da Madeira, Alberto João Jardim observou: "Não falo de pessoas que não conheço" e acrescentou que desconhecia "a lista toda dos ministros e dos secretários de Estado". 
Jardim fez um pedido e uma declaração: "Eu peço a todos uma grande maioria nas próximas eleições, se eu não tiver maioria para poder governar, eu vou embora da política".

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Alberto João Jardim


Ao intervir na festa anual dos social-democratas madeirenses, Alberto João Jardim declarou não admitir que a proposta de revisão constitucional aprovada na Assembleia Legislativa não tenha sido acolhida pelo PSD nacional.
“Eu não admito que, não estando em causa a unidade nacional, sendo o PSD-M pela unidade nacional, querendo a Assembleia Legislativa da Madeira a unidade nacional, haja uns indivíduos, só porque estão em Lisboa, só porque estão lá metidos naquela política medíocre, se atrevam a negar aquilo que a Assembleia da Madeira determinou”.
“Ou o PSD de Lisboa é solidário connosco ou, então, passem bem, muito obrigado, porque o nosso partido é a Madeira”.

Jardim disse também estar solidário com o povo português para mudar Portugal: ”É preciso vir para a rua, para as praças, fábricas e escolas exigirmos que Portugal tenha a mudança que todos os portugueses merecem”.
i online

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Governo sem rumo

Na semana passada, ocorreu no Parlamento uma das cenas mais penosas e caricatas da política portuguesa recente: aquela em que o ministro das Finanças bradava contra o 'regabofe' e 'os devaneios financeiros' do Governo Regional da Madeira, ao mesmo tempo que a bancada do PS viabilizava um empréstimo de 79 milhões a contrair pelo mesmo Governo Regional.
A cena é especialmente penosa por ter resultado na humilhação pública de alguém que, à parte o 'esconde-esconde' do défice, merecia ser tratado com mais consideração pelo PS. E que, pelo seu lado, também tinha a obrigação de fazer respeitar o cargo que ocupa, não se prestando àquele papel.
Estivesse ou não informado sobre o que se passava nos bastidores, Teixeira dos Santos saiu do Parlamento desautorizado pela bancada do próprio partido que apoia o Governo. Ou que é suposto apoiá-lo, pois, a partir deste desacerto chocante entre o que pensa o ministro sobre as finanças da Madeira e o que decidiu a bancada do PS, levantam-se legítimas dúvidas sobre a coerência, para não dizer já a coesão, entre maioria e Executivo.

... mais in Fernando Madrinha - Expresso.pt
apenas mais um sem coluna vertebral que espera uma nomeaçãozita após sair do governo. Talvez o BP ?
o certo é que as risadas de Alberto João se ouviram no "contenente".

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

há «malucos à solta» em Portugal


Alberto João Jardim, lamentou os resultados das legislativas, considerando que os eleitores «passaram a vida a manifestar-se contra o primeiro-ministro, passaram a vida a dizer que ele não prestava, era escândalo sobre escândalo em cima do primeiro-ministro e, depois, o que é que sucede? 40 por cento dos portugueses, mais que os votos que teve o partido mais votado, resolve nem sequer ir votar». «O que se passa na República portuguesa» é um cenário «de malucos à solta» Sol