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domingo, 8 de fevereiro de 2026
para ver se era verdade!
domingo, 3 de abril de 2011
Compensa assinar o Público?
Segundo Rita Brandão Guerra, no Público, "as duas sondagens mais recentes (Intercampus e Eurosondagem), ambas divulgadas após a demissão de José Sócrates, mostram que o PSD entra em queda relativamente aos resultados que obtinha antes do chumbo do PEC IV, por um lado, e ao anúncio da demissão de Sócrates, por outro."
Ora vejamos:
Evolução PSD na Eurosondagem: +0,4
Evolução PSD na Intercampus: +5,4 se compararmos com Janeiro (presencial) e +0,6 se compararmos com Dezembro (telefónica)
não sei se compensa, ou não, assinar o Jornal Público mas sei que alguns leitores, ainda poucos, já começaram a perceber que os "pequenos médios e micro jornalistas" (pmj) existem e estão na "bicha" para um lugarzito de assessor de ministro!
sei que os aturo vai para seis anos (e antes já os adivinhava!) a servir-nos não noticias ou informação, mas propaganda... sabe-se lá se paga!
Já agora, veja como António Larguesa (alarguesa@negocios.pt) manipula a informação no Jornal de Negocios.
Já agora, veja como António Larguesa (alarguesa@negocios.pt) manipula a informação no Jornal de Negocios.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
sondagem pptao

Como já é habitual, os leitores do PPTAO são imediatamente informados assim que os nossos amigos que trabalham em empresas de sondagens nos informam dos últimos e verídicos resultados recolhidos. Neste sentido, se as eleições legislativas se realizassem agora, o povo votava:
PSD - 44%
PS - 27%
CDS - 8,5%
BE - 8%
PCP - 7%
por joãoeduardoseverino no pau para toda a obra
em regra os numeros do PPTAO são mais próximos da realidade porque não "sofrem tratamento para satisfazer cliente".
julgo que as inquirições foram feitas antes do inicio e fim(?) das negociações para a abstenção do PPD/PSD/PPC na votação do Orçamento.
PSD - 44%
PS - 27%
CDS - 8,5%
BE - 8%
PCP - 7%
por joãoeduardoseverino no pau para toda a obra
em regra os numeros do PPTAO são mais próximos da realidade porque não "sofrem tratamento para satisfazer cliente".
julgo que as inquirições foram feitas antes do inicio e fim(?) das negociações para a abstenção do PPD/PSD/PPC na votação do Orçamento.
estão para sair umas "sondagens" da UCatólica para a RTP, se poderem reparem nas diferenças...
domingo, 6 de junho de 2010
Espanhóis não querem eleições... nem Zapatero
Os espanhóis não são favoráveis à realização de eleições antecipadas, mas mostram-se muito críticos com o chefe do governo socialista, segundo uma sondagem publicada hoje no "El País". publico
Este es el negro escenario que dibuja la encuesta de Metroscopia para EL PAÍS, en la que ninguna variable mejora para el Gobierno. Pero eso tampoco significa una petición de adelanto electoral. Para eso Mariano Rajoy tendrá que esperar, porque en este panorama pesimista, la opinión mayoritaria es que hay que agotar la legislatura, aunque haya que proceder de inmediato a un cambio profundo en el Gobierno. elpais
O executivo de Zapatero está a governar no fio da navalha depois de, a 27 de Maio, o seu plano de austeridade ter sido aprovada pelos deputados com um único voto de diferença. publico
O dado contraditório é que uma enorme maioria (86 por cento) dos mais de 500 inquiridos dizem ter pouca ou mesmo nenhuma confiança no seu chefe de Governo e na forma com este tem enfrentado a crise económica.
84 por cento consideram que Zapatero “improvisa” e
76 por cento não aprovam a sua gestão.
Entre os eleitores que votaram nos socialistas em 2008 só 41 por cento declararam que voltariam a votar em Zapatero em caso de eleições legislativas.
A subir nas intenções de voto está o Partido Popular que obteria 43 por cento dos votos contra 32,5 para os socialistas se as eleições se realizassem agora.
Uma outra sondagem publicada há uma semana pelo "El Mundo" também dava uma vantagem de 10,5 pontos ao PP. publico
Será por isto que o ex-líder do Partido Popular, José Maria Aznar e antigo chefe do Governo de Espanha tem hoje um jantar privado com Pedro Passos Coelho, presidente doPSD e irá também ser recebido pelo Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva?
Este es el negro escenario que dibuja la encuesta de Metroscopia para EL PAÍS, en la que ninguna variable mejora para el Gobierno. Pero eso tampoco significa una petición de adelanto electoral. Para eso Mariano Rajoy tendrá que esperar, porque en este panorama pesimista, la opinión mayoritaria es que hay que agotar la legislatura, aunque haya que proceder de inmediato a un cambio profundo en el Gobierno. elpais
O executivo de Zapatero está a governar no fio da navalha depois de, a 27 de Maio, o seu plano de austeridade ter sido aprovada pelos deputados com um único voto de diferença. publico
O dado contraditório é que uma enorme maioria (86 por cento) dos mais de 500 inquiridos dizem ter pouca ou mesmo nenhuma confiança no seu chefe de Governo e na forma com este tem enfrentado a crise económica.
84 por cento consideram que Zapatero “improvisa” e
76 por cento não aprovam a sua gestão.
Entre os eleitores que votaram nos socialistas em 2008 só 41 por cento declararam que voltariam a votar em Zapatero em caso de eleições legislativas.
A subir nas intenções de voto está o Partido Popular que obteria 43 por cento dos votos contra 32,5 para os socialistas se as eleições se realizassem agora.
Uma outra sondagem publicada há uma semana pelo "El Mundo" também dava uma vantagem de 10,5 pontos ao PP. publico
Será por isto que o ex-líder do Partido Popular, José Maria Aznar e antigo chefe do Governo de Espanha tem hoje um jantar privado com Pedro Passos Coelho, presidente doPSD e irá também ser recebido pelo Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva?
sábado, 27 de fevereiro de 2010
SONDAGENS PINÓQUIO

A última vez que aqui falámos de sondagens foi para estranhar o resultado que a empresa de Rui Oliveira Costa apresentou ao público. A 'Eurosondagem' dava o governo a subir de popularidade, o primeio-ministro José Sócrates a subir, o PGR a subir...
Para que tenham uma ideia da veracidade das tais sondagens, vejam isto:
A Sondagem da Marktest para o Económico/TSF retrata uma queda abrupta de José Sócrates desde o 'Face Oculta'
É preciso recuar a Maio de 2009, logo após a derrota do PS nas eleições europeias, para se encontrar um saldo tão negativo na imagem do primeiro-ministro. O barómetro da Marktest do mês de Fevereiro para o Diário Económico e TSF, com o trabalho de campo realizado em pleno "furacão político" do caso Face Oculta, retrata uma derrapagem significativa na percentagem de portugueses que tem de José Sócrates uma imagem positiva: de 40,3 em Janeiro para apenas 29,4 em Fevereiro. A acompanhar o mau momento do primeiro-ministro está também uma queda nas intenções de voto no Partido Socialista (de 40,5 pontos percentuais em Janeiro para 35,9 p.p. em Fevereiro) e uma subida robusta do Bloco de Esquerda que, praticamente, duplica a sua força eleitoral de 5,5 p.p. para 10,6 p.p. (ver texto ao lado). "Um efeito esperado" é a avaliação do politólogo Manuel Meirinho dado que "o principal efeito das últimas notícias em torno do caso Face Oculta aponta para um descrédito da figura do primeiro-ministro". Meirinho diz mesmo que é Sócrates, e não o PS ou "os boys", quem "paga a factura" desta crise política.
Também o Presidente da República, que tem evitado pronunciar-se sobre a tensão política e judicial que o caso Face Oculta está a provocar, vê a sua imagem afectada com o pior resultado dos últimos 30 meses: a popularidade de Cavaco caiu novamente abaixo dos 60 pontos percentuais (55,5) para o pior ‘score' desde Setembro de 2007 (início do histórico disponível para o Diário Económico e TSF). André Freire diz que "talvez possa haver uma expectativa nos eleitores de que o Presidente pode resolver" o clima de crise política em que o país mergulhou.
Apesar do mau momento dos socialistas, a braços com as suspeitas públicas de um alegado plano desenhado por ex-administradores da Portugal Telecom com o consentimento do Governo para controlar a comunicação social incómoda, o PSD passa praticamente ao lado de qualquer benefício. Não só Manuela Ferreira Leite se mantém como a mais impopular líder política (apenas com 14,9 p.p. de opiniões positivas), como o PSD sobe, apenas, dois pontos percentuais. por joão eduardo em Pau Para Toda A Obra
A Sondagem da Marktest para o Económico/TSF retrata uma queda abrupta de José Sócrates desde o 'Face Oculta'
É preciso recuar a Maio de 2009, logo após a derrota do PS nas eleições europeias, para se encontrar um saldo tão negativo na imagem do primeiro-ministro. O barómetro da Marktest do mês de Fevereiro para o Diário Económico e TSF, com o trabalho de campo realizado em pleno "furacão político" do caso Face Oculta, retrata uma derrapagem significativa na percentagem de portugueses que tem de José Sócrates uma imagem positiva: de 40,3 em Janeiro para apenas 29,4 em Fevereiro. A acompanhar o mau momento do primeiro-ministro está também uma queda nas intenções de voto no Partido Socialista (de 40,5 pontos percentuais em Janeiro para 35,9 p.p. em Fevereiro) e uma subida robusta do Bloco de Esquerda que, praticamente, duplica a sua força eleitoral de 5,5 p.p. para 10,6 p.p. (ver texto ao lado). "Um efeito esperado" é a avaliação do politólogo Manuel Meirinho dado que "o principal efeito das últimas notícias em torno do caso Face Oculta aponta para um descrédito da figura do primeiro-ministro". Meirinho diz mesmo que é Sócrates, e não o PS ou "os boys", quem "paga a factura" desta crise política.
Também o Presidente da República, que tem evitado pronunciar-se sobre a tensão política e judicial que o caso Face Oculta está a provocar, vê a sua imagem afectada com o pior resultado dos últimos 30 meses: a popularidade de Cavaco caiu novamente abaixo dos 60 pontos percentuais (55,5) para o pior ‘score' desde Setembro de 2007 (início do histórico disponível para o Diário Económico e TSF). André Freire diz que "talvez possa haver uma expectativa nos eleitores de que o Presidente pode resolver" o clima de crise política em que o país mergulhou.
Apesar do mau momento dos socialistas, a braços com as suspeitas públicas de um alegado plano desenhado por ex-administradores da Portugal Telecom com o consentimento do Governo para controlar a comunicação social incómoda, o PSD passa praticamente ao lado de qualquer benefício. Não só Manuela Ferreira Leite se mantém como a mais impopular líder política (apenas com 14,9 p.p. de opiniões positivas), como o PSD sobe, apenas, dois pontos percentuais. por joão eduardo em Pau Para Toda A Obra
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
resultados? depende...
Jerónimo de Sousa desvalorizou os resultados das sondagens conhecidas esta sexta-feira, que colocam a CDU em quarto lugar, atrás do BE:
«Têm uma pontaria especial em relação à CDU. Nunca apresentam o resultado que depois se verifica nas eleições. É uma coincidência exagerada», afirmou, sublinhando que «as sondagens não votam» e que «será a CDU a construir o seu resultado, e não as sondagens». TSF
«Têm uma pontaria especial em relação à CDU. Nunca apresentam o resultado que depois se verifica nas eleições. É uma coincidência exagerada», afirmou, sublinhando que «as sondagens não votam» e que «será a CDU a construir o seu resultado, e não as sondagens». TSF
«São sondagens muito incentivadoras e muito promissoras, porque se eu comparar estas sondagens com aquelas que havia antes das eleições europeias, exactamente com a mesma antecedência, tiraria as conclusões que qualquer pessoa tira quando olha para as sondagens», afirmou, Manuela Ferreira Leite, a presidente do PSD. TSF
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José Costa-Deitado
terça-feira, 9 de junho de 2009
sondagens projectadas... e ainda a procissão vai no adro!
o CDS
defende que as empresas de sondagens devem ser supervisionadas e proibidas de projectar resultados durante as campanhas eleitorais, nesse sentido decidiu apresentar um projecto de lei na Assembleia da República.
“Não é possível que passemos mais eleições em que há uma divergência total entre as sondagens e o que são os resultados eleitorais. Isto tem influência nas pessoas, na forma como votam, tem uma influência real no facto de as pessoas irem votar num determinado partido e, nesse sentido, o jogo está falseado”, explicou o deputado Pedro Mota Soares. Pagina 1
o PCP
Jerónimo de Sousa, na conferência de imprensa no final da reunião do Comité Central do partido, referiu que “Quando os resultados deste escrutínio espelham «um resultado positivo traduzido no aumento de 1,6 pontos percentuais, um crescimento superior a 70 mil votos confirmando a eleição de dois deputados no quadro da redução de 24 para 22 mandatos nacionais»...
... «houve claramente o objectivo político de desvalorização do resultado da CDU» e considerou que «a falta de rigor, mesmo no plano científico, coloca as questões já num outro foro, que é o do plano político»
«Nesse sentido, mais do que uma medida punitiva no plano legal, deveria haver uma reconsideração dessas empresas que estão a prestar um serviço público e que não podem tomar partido fazendo a manipulação desses dados estatíticos com o objectivo de prejudicar alguns», considerou
Jerónimo de Sousa reiterou ainda que «os resultados da CDU não foram construídos no último dia mas paulatinamente durante meses, o que demonstra não só o carácter falível e admissível das sondagens mas o sentido propositado de menorizar e secundarizar a CDU». Lusa / SOL
Ler mais aqui e aqui
defende que as empresas de sondagens devem ser supervisionadas e proibidas de projectar resultados durante as campanhas eleitorais, nesse sentido decidiu apresentar um projecto de lei na Assembleia da República.
“Não é possível que passemos mais eleições em que há uma divergência total entre as sondagens e o que são os resultados eleitorais. Isto tem influência nas pessoas, na forma como votam, tem uma influência real no facto de as pessoas irem votar num determinado partido e, nesse sentido, o jogo está falseado”, explicou o deputado Pedro Mota Soares. Pagina 1
o PCP
Jerónimo de Sousa, na conferência de imprensa no final da reunião do Comité Central do partido, referiu que “Quando os resultados deste escrutínio espelham «um resultado positivo traduzido no aumento de 1,6 pontos percentuais, um crescimento superior a 70 mil votos confirmando a eleição de dois deputados no quadro da redução de 24 para 22 mandatos nacionais»...
... «houve claramente o objectivo político de desvalorização do resultado da CDU» e considerou que «a falta de rigor, mesmo no plano científico, coloca as questões já num outro foro, que é o do plano político»
«Nesse sentido, mais do que uma medida punitiva no plano legal, deveria haver uma reconsideração dessas empresas que estão a prestar um serviço público e que não podem tomar partido fazendo a manipulação desses dados estatíticos com o objectivo de prejudicar alguns», considerou
Jerónimo de Sousa reiterou ainda que «os resultados da CDU não foram construídos no último dia mas paulatinamente durante meses, o que demonstra não só o carácter falível e admissível das sondagens mas o sentido propositado de menorizar e secundarizar a CDU». Lusa / SOL
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sábado, 30 de maio de 2009
quarta-feira, 27 de maio de 2009
sondagem da Aximage 27Maio09
Abstenção 64,7%.
PS 38%
PSD 31,1%
BE 8,5%
PCP 7,9%,
CDS 6,3%
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José Costa-Deitado
sábado, 23 de maio de 2009
sondagens!!!
Predict09.eu is a prediction of the outcome of the June 2009 European Parliament elections and the resulting make-up of the next European Parliament. The prediction is based on a statistical model of the performance of national parties in European Parliament elections, developed by three leading political scientists: Simon Hix (London School of Economics), Michael Marsh (Trinity College Dublin), and Nick Vivyan (London School of Economics).
These updated predictions (after the launch on 7 April 2009) use new polling data and up-to-date information about which parties and coalitions will be standing in the elections. A new section has also been added to the website, on the overall analysis page, on the possible effect of low voter turnout on the predictions. The predictions will be updated every two weeks until the elections on 4-7 June.
Portugal
The European elections in June in Portugal will be a dry run for the national parliamentary elections which will take place in September. The governing Socialists (PS) are currently ahead in the polls, but we expect the opposition centre-right Social Democrats (PSD) to close the gap. We predict that the PS will lose seats, however, as it performed very well in 2004. The conservative CDS-PP, which is running independently from PSD this time, should keep its two seats, and we expect this party to stay in the EPP group.
These updated predictions (after the launch on 7 April 2009) use new polling data and up-to-date information about which parties and coalitions will be standing in the elections. A new section has also been added to the website, on the overall analysis page, on the possible effect of low voter turnout on the predictions. The predictions will be updated every two weeks until the elections on 4-7 June.
Portugal
The European elections in June in Portugal will be a dry run for the national parliamentary elections which will take place in September. The governing Socialists (PS) are currently ahead in the polls, but we expect the opposition centre-right Social Democrats (PSD) to close the gap. We predict that the PS will lose seats, however, as it performed very well in 2004. The conservative CDS-PP, which is running independently from PSD this time, should keep its two seats, and we expect this party to stay in the EPP group.
Last update: Thursday, 21 May 2009Next update: Thursday, 4 June 2009
Posted by
José Costa-Deitado
sábado, 25 de abril de 2009
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