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domingo, 10 de outubro de 2010

para mais tarde... recordar.


Luis Manuel Capoulas Santos, a propósito da entrevista ao programa da TSF Gente que Conta, disse que Medina Carreira «para ser respeitado, deveria dar-se ao respeito».
«Apesar de ser uma pessoa idosa que me dá, até algumas vezes, dó vê-lo pronunciar-se nos termos em que se pronuncia, isto insere-se em mais uma vaga de ataques numa comunicação social em que assistimos, infelizmente, a um tom de crítica nesta questão orçamental de um só sentido».
«Isto é inqualificável e não é a idade do dr. Medina Carreira que me faz deixar de reagir de forma violenta ao pior sistemático dos seus ataques, que são reveladores de uma falta de educação inqualificável», acrescentou. in
TSF

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

caso do abate de sobreiros foi reaberto...


Em 2001, um despacho de José Sócrates, como ministro do Ambiente, e de Capulas Santos, da Agricultura, permitiu o abate de sobreiros para uma urbanização. O caso está em investigação há seis anos sem resultados objectivos, mas com muitas peripécias pelo meio. Já foi arquivado, mas o director do DIAP de Évora mandou reabri-lo em 2008
Até Agosto de 2008, a investigação prosseguiu aos solavancos, com pequenas descobertas a nível local, como transferências de dinheiro feitas por Emídio Catum, um dos sócios da empresa Pluripar que estava no centro do negócio, para Mata-Cáceres, antigo presidente da Câmara de Setúbal.
De fora ficou qualquer diligência para se apurar se houve, por exemplo, tráfico de influências, para o despacho de Outubro de 2001 de José Sócrates e Capoulas Santos que permitiu o abate de sobreiros.
Um procurador do DIAP de Évora decidiu arquivar o caso. Mas o director do DIAP não concordou com a decisão, ordenando a sua reabertura, dizendo que "a investigação não realizou todas as diligências que se impunham para confirmar ou dissipar as suspeitas".
O caso mantém-se em aberto.
DN