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sexta-feira, 29 de junho de 2012

assim se vê...

Separar águas
Um bando qualquer - do qual o "moralista social" Arménio Carlos não se demarcou - agrediu pelo menos verbalmente Álvaro Santos Pereira. Também perpetrou a ameaça física como as televisões amplamente registaram. Mas as televisões registaram do mesmo modo a coragem serena de Santos Pereira quando foi ao seu encontro e lhe responderam com insultos do mais diverso jaez. Com gente desta - e eventualmente alguma mais sofisticada que se "manifesta" de outras formas igualmente difamatórias e ameaçadoras -, num estado de direito democrático, trata-se nos tribunais. À política o que é da política, à previsão criminal o que é da previsão criminal. por João Gonçalves no Portugal dos Pequeninos

Manifestante profissional
Portugal tem algumas centenas de manifestantes profissionais vulgarmente designados como sindicalistas. Alguns como é o caso de Luís Garra, o coordenador da União de Sindicatos de Castelo Branco da CGTP, que hoje coordenou a manifestação que aguardava o ministro da Economia, é coordenador da União de Sindicatos de Castelo Branco da CGTP desde 1979. Digamos que tem uma carreira como manifestante profissional. E assim a manifestar-se mantém-se naquele posto de trabalho há 33 anos. Naquele longínquo tempo em que Mota Pinto foi sucedido por Maria de Lurdes Pintasilgo em S. Bento e o Presidente da República era Ramalho Eanes. por helenafmatos no Blasfémias

domingo, 25 de março de 2012

um insulto à CGTP-Intersindical


um lamentável insulto aos sindicalistas e Central Sindical que não tiveram nem "incidentes" nem "carga" e, ao que se lê, nem jornalistas...

domingo, 1 de janeiro de 2012

"Portugal é maior do que a crise que vivemos"

Cavaco Silva anteviu 2012 como um ano em que "se irão exigir grandes sacrifícios ao comum dos portugueses", em que "as dificuldades se farão sentir de forma mais acentuada no dia-a-dia", mas manifestou-se confiante na resposta dos portugueses: "Será igualmente um ano em que a fibra do nosso povo virá ao de cima".
"Portugal é maior do que a crise que vivemos", afirmou, na mensagem de Ano Novo, o Presidente da Republica, pedindo uma "união de esforços" para o país aproveitar esta "crise" para "mudar de vida e construir uma economia saudável". lusa 
José Luís Carneiro, do secretariado nacional do PS, que comentou a Mensagem do Presidente afirmando que "é cada vez mais notório que o governo está isolado nesta sua insensibilidade para ouvir os sectores mais dinâmicos e mais activos da sociedade portuguesa", afirma que "o essencial da mensagem de Ano Novo do Presidente da República é partilhado pelo Partido Socialista. dn 
Jorge Pires, da Comissão Política do Partido Comunista Português, entende que Cavaco Silva "é um homem que se colocou claramente ao lado do pacto de agressão e não dos trabalhadores do País, quando referiu a inevitabilidade relativamente ao acordo que foi negociado com a "troika" internacional". dn 
Carvalho da Silva, o secretário geral da CGTP, qualificou hoje de "inaceitável" a ausência de referências ao mercado laboral no discurso do Presidente da República, deixando ainda mais algumas críticas à mensagem do Ano Novo; "O Presidente abordou alguns conceitos e conteúdos que têm coerência, mas que depois são contrariados no resto do discurso. A coesão social é importante. O respeito por todos os portugueses e o combate à resignação também. Mas Cavaco Silva não pode resumir o diálogo social ao desafio da competitividade", comentou o sindicalista. i online 
Fernando Rosas, dirigente do Bloco de Esquerda, disse à Agência Lusa que "O Presidente salientou, e bem como o BE tem feito, que a crise internacional caiu em cima de uma crise que já cá estava, quando disse que a economia tinha vulnerabilidades e há oito anos que está a afastar-se do desenvolvimento dos seus parceiros europeus". expresso
mas
Jorge Costa, o deputado, afirma que "Cavaco Silva é um dos políticos no activo com responsabilidades de governo há 30 anos e não é aceitável que se refira aos políticos como se não fosse um deles". esquerda

sexta-feira, 5 de março de 2010

a Industria da Greve em guerra de números


Oitenta por cento para os sindicatos.
Treze por cento, segundo estimativas do Governo.
Os números foram avançados esta tarde pelo Executivo e pela Frente Comum para a adesão à greve nacional da função pública.
Mais uma vez, há disparidade de valores, com as estruturas sindicais a contabilizarem mais de 300 mil funcionários em paralisação, uma contagem reduzida pelos ministérios para 12.600.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

emprego: estranha coincindência...ou talvez não!

"O CDS-PP e a CGTP manifestaram-se, esta segunda-feira, no final de um encontro sobre desemprego, em total sintonia, considerando que há temas que precisam de ser debatidos e políticas melhoradas e ainda que os portugueses têm de ser uma prioridade.
«Nalgumas matérias é possível convergir», como por exemplo «do ponto de vista social e das alterações às regras do subsídio de desemprego», disse Pedro Mota Soares que lamentou o número de desempregados em Portugal e reconheceu que é preciso fazer muito mais, como por exemplo «estimular as micro, pequenas e medias empresas», que são responsáveis por dois milhões de postos de trabalho em Portugal.

Carvalho da Silva, secretário-geral da CGTP, sublinhou que a campanha eleitoral que se aproxima não se deve ficar pelos números, mas por questões concretas, como a criação de emprego e acrescentou que «algumas das nossas propostas», entre questões fundamentais, «são acolhidas também pelo CDS-PP para uma discussão com a sociedade portuguesa» e frisou que é necessário não só criar emprego, mas também não deixar os trabalhadores desprotegidos. "
TSF