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sábado, 4 de fevereiro de 2012

os reis do... carnaval passou!

"Julgo que ninguém perceberia em Portugal, numa altura em que nos estamos a propor acabar com feriados como o 5 de Outubro ou o 1.º de Dezembro ou até feriados religiosos, que o Governo pensasse sequer em dar tolerância de ponto, institucionalizando a partir de agora o Carnaval como um feriado em Portugal", anunciou o nosso primeiro. 

Soares, em Ourique, disse “não ter reacção” à decisão do Governo de retirar a tolerância de ponto no Carnaval, lembrando as dificuldades que, o primeiro-ministro Cavaco Silva enfrentou, em 1993, quando tomou decisão idêntica.
Seguro, à margem do congresso autárquico "Coimbra...Construir o Futuro", disse aos aos jornalistas-acompanhantes, discordar da intenção do Governo de não dar tolerância de ponto aos funcionários públicos no Carnaval, defendendo "um respeito muito grande pelos dinamismos locais".
Sousa, admitiu que se a Assembleia da República funcionar normalmente no dia de Carnaval, os deputados comunistas irão trabalhar, isto é, não deverão repetir a ausência do Parlamento como aconteceu em 1993.
Louçã, defendeu que a tolerância de ponto no Carnaval é “um direito das pessoas, não é um baile”, e que é precisa uma economia em que as pessoas que trabalham tenham direitos.
Carlos, o secretário-geral da CGTP, disse que "Esta é mais uma medida inadmissível e que mostra a opção do Governo em castigar os trabalhadores com mais um dia de trabalho".
Avoila, da Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública, disse hoje que o Governo "anda o ano inteiro a brincar ao Carnaval" e prometeu uma "resposta adequada" dos trabalhadores à decisão do Executivo de não dar tolerância de ponto no Carnaval.

Porque é que o governo não avança com uma dispensa na Terça-Feira para todos os seus funcionários que apresentem um justificativozinho que prove a sua presença em qualquer dos carnavais que se celebram país fora?... obviamente assinada e carimbada pela autoridade local.

domingo, 8 de janeiro de 2012

Comentador Seguro

AJSeguro à margem de uma visita ao Presépio Vivo de Priscos lembrou-nos que as nomeações propostas para o Conselho de Supervisão da EDP demonstram "mais uma promessa" de Passos Coelho, feita durante a campanha eleitoral, "não está a ser comprida".
"Considero que isto é mais uma demonstração daquilo que é a apropriação por parte das clientelas dos partidos do governo em relação a áreas importantes da nossa economia, onde o Estado ainda tem participação mas também do próprio aparelho do Estado", comentou Seguro, seguramente visando implicitamente o seu antecessor e explicitamente Passos Coelho. Dois coelhos numa cajadada..

No seu comentário semanal, a que os jantaristas que o transcrevem chamam de “à margem”, Seguro, que não se recorda de nada com mais de seis meses de idade, chama-nos a atenção para outra argolada do lider e do partido que ganhou as eleições de Junho, embora a “campanha eleitoral” tenha continuado como se as não tivesse havido.
Lamentavelmente Seguro segue o caminho dos seus “colegas” comentadores que se sentem creditados para criticar o PPC quando, pelos mesmos motivos e identicas nomeações partidárias, nunca, até agora, o haviam feito ao “Doutor Engº” Pinto de Sousa.
Seguro tem razão e por isso espera-se que, antes de tudo, seja ouvido no seu partido.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Comentador Seguro

Seguro foi ao Jantar de Reis da Concelhia do PS/Porto, onde aproveitando através dos pmmj presentes deixou uma pergunta ao Governo dos últimos seis meses: "Como é que é possível olhar para um país que, no mesmo dia em que tens os níveis de confiança mais baixos de sempre, tem o nível de desemprego mais elevado de sempre?". E comentou que há duas maneiras de governar: "Uma, é desistir dele, é baixar os braços, é dizer aos jovens e aos professores: emigrem. Mas há uma outra alternativa, há um outro caminho, que é dar esperança, é dar confiança através de propostas concretas", sem indicar o caminho, que esperança e qual confiança.
Seguro voltou a rejeitar que o destino de Portugal seja a austeridade e, no que pareceu um óbvio ataque ao governo socialista grego, comparando-o com o governo que temos desde Julho, referiu que “essa receita já foi aplicada na Grécia e não resultou".
O agora secretario-geral aproveitou o jantar para defender a teoria recentemente divulgada pelo seu antecessor, o Doutor Eng. Pinto de Sousa, que “ o Governo olha para os mercados, faz tudo pelos mercados, nada contra os mercados. os mercados são importantes numa economia, mas é fundamental que essa economia esteja ao serviço das pessoas e em particular das pessoas que mais necessitam da criação dessa mesma riqueza".

A.J.Seguro, a exemplo do seu antecessor, eng. Sousa, continua em campanha eleitoral como se Cavaco fosse Sampaio e Passos fosse Santana.
Será que Seguro augura, um próximo primeiro-ministro “papademos goldman sachs” num novo governo de uma coligação “à grega” com socialistas ?.
Admito que, quanto a isto, ele saiba alguma coisa que nos está a ser escondida! Pinto de Sousa sabia-o e acabou por ficar "os seis anos" que os "actuais" socialistas querem branquear.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Comentador Seguro

Seguro, hoje em Lardosa, garantiu hoje que o Partido Socialista vai estar "muito atento" à privatização da EDP, considerando ser "muito importante" que a empresa "mantenha a capacidade estratégica no nosso país".
Analisou a saída da CGTP da reunião da Concertação Social considerando que aquela foi o resultado "da inabilidade e falta de convicção que este Governo tem no relacionamento com os parceiros sociais" e comentou a notícia do Semanário SOL segundo o qual o défice público admitido pelo governo para 2012 é de 5,2 por cento e as condições de financiamento externo poderão ser aligeiradas.
Aproveitou os jornalistas presentes para afirmar que está "muito preocupado com o que têm sido notícias sucessivas em relação ao défice e ao relacionamento com a troika" e reafirmou que "Portugal precisa de mais um ano para fazer a consolidação.
Seguro continua a comentar a posteriori as notícias que são veiculadas pelo jornalismo que temos sem qualquer ideia nova e, muito menos, inovadora…
Desta vez o jornalista de serviço escreveu “à margem de uma visita” como noutras havia escrito “à margem de um Jantar, ou “à margem de etc.”. Isto é, comenta “à margem”!
Convenhamos que até o “comentador” Miranda Relvas faz melhor!

Que falta nos faz ouvir Francisco de Assis que nunca comentava "à margem...".

domingo, 18 de dezembro de 2011

Comentador Seguro

Seguro jantou, desta vez em Viseu, com várias centenas de militantes (sic DN) e afirmou que quer pagar a dívida pública. Contudo aconselhou o primeiro-ministro para se deixar de aventuras e de meter medo aos portugueses e comentou:
"Chega de meter medo às pessoas. Chega de aventuras. Chega de pesadelos e más notícias. É preciso uma estratégia para o crescimento porque só dessa forma conseguimos honrar os nossos compromissos".
desta vez o Cronista de Seguro foi Amadeu Araújo

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Comentador Seguro

António José Seguro, disse hoje estar «cada vez mais preocupado com os números relativos ao desemprego em Portugal, sobretudo com o de longa duração e aquele que afecta os jovens».
O secretário-geral do PS aproveitou para insistir na ideia de que «são necessárias políticas de estímulo às empresas» de forma a garantir liquidez, e controlar os custos de energia, assegurando a competitividade dos «sectores que possam puxar pela economia». 

Preocupado? Claro que está, como todos o estamos! Talvez, substituindo os comentários diários e as visitas à “nosso primeiro”, seja uma boa altura para propor uma solução “á Sampaio”...afinal "estes" já lá estão vai para seis meses!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Comentador Seguro

"Não conheço nem o contexto nem as declarações proferidas pelo ex-primeiro-ministro e, como tal, não vou fazer qualquer comentário. Não me peçam para fazer um comentário sobre declarações que desconheço", alegou António José Seguro no final de uma visita à fábrica da Gelpeixe, para não comentar isto. ionline

sábado, 8 de outubro de 2011

hoje Seguro disse

Portugal não tem Ministro da Economia
O secretário-geral do PS disse que Portugal não tem ministro da Economia, sublinhando que «não há vontade política» do Governo de criar uma estratégia de crescimento económico. tsf

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

hoje Seguro disse

PS fará distinção entre o sinal político e o conteúdo
O secretário-geral do PS, António José Seguro, afirmou esta quinta-feira que os socialistas farão uma distinção entre o sinal político e o conteúdo da proposta do Governo de Orçamento do Estado para 2012. rtp

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

hoje Seguro disse

"austeridade sobre austeridade não levará ao crescimento"
O líder do PS, António José Seguro, sublinhou esta quarta-feira que o caminho da austeridade somado à austeridade não levará Portugal ao crescimento sustentável e reiterou a necessidade da consolidação das contas públicas. jn

domingo, 2 de outubro de 2011

hoje Seguro disse

Vitor Gaspar “maquilhou” a dívida da Madeira
O secretário-geral do PS, António José Seguro, disse este sábado que a conferência de imprensa do ministro das Finanças sobre a situação financeira na Madeira se tratou de “uma maquilhagem feita para proteger eleitoralmente o PSD na Madeira”. publico