quinta-feira, 16 de abril de 2009
Advogado Francisco Gandarez interrogado na PJ de Setúbal
mais freeport a ler no Sol
os memorandos que justificaram a tortura

ler no Publico
Casa Branca divulga os memorandos da Administração Bush que justificaram a tortura
...é assim que funcionam as democracias!
Casa Branca divulga os memorandos da Administração Bush que justificaram a tortura
...é assim que funcionam as democracias!
sigilo bancário...muito fumo, pouco fogo!

O Governo aprovou medidas para revogar sigilo bancário... aparentemente com pouca alteração á legislação ainda em vigor!
apenas mais uma operação de marketing politico para "tuga" ver!
Ex-ministro ouvido na Polícia Judiciária

O freeport avança... "até ao fim do ano" diz a exma senhora procuradora-adjunta...
entretanto Mário Cristina de Sousa foi ouvido na Polícia Judiciária TSF
entretanto Mário Cristina de Sousa foi ouvido na Polícia Judiciária TSF
quem responde pelo aumento da criminalidade em 2008?
ler aqui o pensa Marques Vidal!
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José Costa-Deitado
meio milhão de euros?
afinal as custas a cobrar às famílias são de 57 mil euros e não meio milhão de euros!
claro que a culpa do erro erro de informação terá que ser atribuida á maldosa oposição que só quer derrubar este garboso governo
ler aqui
claro que a culpa do erro erro de informação terá que ser atribuida á maldosa oposição que só quer derrubar este garboso governo
ler aqui
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José Costa-Deitado
euro vital!
Carlos César apoia Durão Barroso... se PPE vencer
Isto é, o vital europeu e o venerando ex-presidente da república ficam menos acompanhados na doença que os está a atacae em força... a PDI
Isto é, o vital europeu e o venerando ex-presidente da república ficam menos acompanhados na doença que os está a atacae em força... a PDI
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José Costa-Deitado
terça-feira, 14 de abril de 2009
domingo, 12 de abril de 2009
EDIÇÃO IMPRESSA
Tácticas de intimidação a jornalistas ou defesa da honra?
10.04.2009, Maria José Oliveira
EDIÇÃO IMPRESSA
10.04.2009, Maria José Oliveira
EDIÇÃO IMPRESSA
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José Costa-Deitado
sábado, 11 de abril de 2009
sexta-feira, 10 de abril de 2009
socratetes...

Belisquem-me, que eu devo estar a sonhar
por João Miguel Tavares 07 Abril 2009 DN
Enquanto lia as declarações do procurador Lopes da Mota ao DN de sábado achei por bem cravar as unhas na minha própria carne para ter a certeza de que estava acordado. É certo que alguns jornais pintam um quadro negro das chamadas "pressões", envolvendo o ministro Alberto Costa e supostas ameaças de represálias a quem está a investigar o caso Freeport.
Mas eu cá estou-me nas tintas para o quadro negro quando tenho o próprio Lopes da Mota a admitir ao DN que disse aos dois procuradores que lideram a investigação, e cito: "O que eu sei é que o primeiro-ministro quer isto esclarecido rapidamente." Notem bem. Isto não são palavras de Manuela Moura Guedes. Isto não é uma investigação de Felícia Cabrita. Isto não é um editorial de José Manuel Fernandes. Isto são palavras que o próprio procurador Lopes da Mota disse que disse. Pergunto: como é possível ele manter-se no cargo depois de confessar publicamente que no seu entendimento os desejos do primeiro-ministro devem ser tidos em conta na investigação do Freeport?
Há aqui uma questão sensível que é saber o que chamar a José Sócrates neste caso. Arguido, ele não é. Suspeito, também nos disseram que não. Testemunha, ainda não foi. Envolvido, parece um bocado mal. O melhor é chamar-lhe alguém-vagamente-relacionado-com-o-caso Freeport. Ora, desde quando é que os estados de espírito de alguém-vagamente-relacionado-com qualquer caso com fortes suspeitas de corrupção são matéria de preocupação para os investigadores? Durante os últimos dias eu ouvi falar tanto de pressões que parecia estar a assistir a um infindável boletim meteorológico de Anthímio de Azevedo. Mas há limites para tudo. Ou se cria o conceito de "socratete" para quem continua a garantir que José Sócrates é um anjo que paira imaculado sobre Alcochete e que não deve justificações a ninguém, ou a justiça pára com a tremedeira de pernas e faz finalmente o que tem a fazer. Quer isto dizer que o deve acusar? Não. Quer isto dizer que o deve escutar. Como há muito o teria feito se o alguém-vagamente-relacionado-com-o-caso não se chamasse José Sócrates.
Nota final: Como é do conhecimento público, José Sócrates decidiu processar-me por difamação, devido a um artigo de 3 de Março em cuja primeira frase o seu nome coabitava com o de Cicciolina. Por muito tentadora que possa parecer a ideia de ir a tribunal discutir tangentes entre o primeiro-ministro e a ex-deputada italiana, há que fazer justiça ao engenheiro Sócrates e ao escritório de advogados do dr. Proença de Carvalho e esclarecer que fui processado por muitas frases desse artigo, mas nenhuma delas inclui antigas estrelas de cinema pornográfico. Lamento pôr em causa tanta criatividade textual e visual que saiu em meu auxílio na blogosfera, mas opiniões são opiniões - e factos são factos.
por João Miguel Tavares 07 Abril 2009 DN
Enquanto lia as declarações do procurador Lopes da Mota ao DN de sábado achei por bem cravar as unhas na minha própria carne para ter a certeza de que estava acordado. É certo que alguns jornais pintam um quadro negro das chamadas "pressões", envolvendo o ministro Alberto Costa e supostas ameaças de represálias a quem está a investigar o caso Freeport.
Mas eu cá estou-me nas tintas para o quadro negro quando tenho o próprio Lopes da Mota a admitir ao DN que disse aos dois procuradores que lideram a investigação, e cito: "O que eu sei é que o primeiro-ministro quer isto esclarecido rapidamente." Notem bem. Isto não são palavras de Manuela Moura Guedes. Isto não é uma investigação de Felícia Cabrita. Isto não é um editorial de José Manuel Fernandes. Isto são palavras que o próprio procurador Lopes da Mota disse que disse. Pergunto: como é possível ele manter-se no cargo depois de confessar publicamente que no seu entendimento os desejos do primeiro-ministro devem ser tidos em conta na investigação do Freeport?
Há aqui uma questão sensível que é saber o que chamar a José Sócrates neste caso. Arguido, ele não é. Suspeito, também nos disseram que não. Testemunha, ainda não foi. Envolvido, parece um bocado mal. O melhor é chamar-lhe alguém-vagamente-relacionado-com-o-caso Freeport. Ora, desde quando é que os estados de espírito de alguém-vagamente-relacionado-com qualquer caso com fortes suspeitas de corrupção são matéria de preocupação para os investigadores? Durante os últimos dias eu ouvi falar tanto de pressões que parecia estar a assistir a um infindável boletim meteorológico de Anthímio de Azevedo. Mas há limites para tudo. Ou se cria o conceito de "socratete" para quem continua a garantir que José Sócrates é um anjo que paira imaculado sobre Alcochete e que não deve justificações a ninguém, ou a justiça pára com a tremedeira de pernas e faz finalmente o que tem a fazer. Quer isto dizer que o deve acusar? Não. Quer isto dizer que o deve escutar. Como há muito o teria feito se o alguém-vagamente-relacionado-com-o-caso não se chamasse José Sócrates.
Nota final: Como é do conhecimento público, José Sócrates decidiu processar-me por difamação, devido a um artigo de 3 de Março em cuja primeira frase o seu nome coabitava com o de Cicciolina. Por muito tentadora que possa parecer a ideia de ir a tribunal discutir tangentes entre o primeiro-ministro e a ex-deputada italiana, há que fazer justiça ao engenheiro Sócrates e ao escritório de advogados do dr. Proença de Carvalho e esclarecer que fui processado por muitas frases desse artigo, mas nenhuma delas inclui antigas estrelas de cinema pornográfico. Lamento pôr em causa tanta criatividade textual e visual que saiu em meu auxílio na blogosfera, mas opiniões são opiniões - e factos são factos.
democrata!

Quinta-feira, 9 de Abril de 2009
A cultura democrática faz falta ao Zé
José Sá Fernandes não quer ver cartazes de Manuela Ferreira Leite no Marquês de Pombal.A cultura democrática faz falta ao Zé
Desde que José Sá Fernandes é vereador de António Costa há sempre confusão com outdoors no Marquês de Pombal. É recorrente.
Só quando o Zé fazia falta é que ninguém podia mexer nos seus outdoors.
A verdade é que há mesmo dois Zés: o que fazia falta e o que já lá está.
O velho Zé já não existe. Chegado ao poder, deixou-se corromper pela vaidade e e pelo autoritarismo.
publicado por Carlos Nunes Lopes às 13:25 http://31daarmada.blogs.sapo.pt/2500804.html
quinta-feira, 9 de abril de 2009
quarta-feira, 8 de abril de 2009
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