terça-feira, 31 de janeiro de 2012

práticas ilícitas na Justiça?

A ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, disse ter encontrado muito maus negócios com sinais de ilicitude, com indícios de crime em parcerias público-privadas na área da Justiça.
Sem nunca falar em gestão danosa, a actual titular da pasta da Justiça apontou o dedo ao anterior Governo pelos contratos lesivos para o Estado e garantiu que a renegociação de contratos nos últimos seis meses já levou a uma poupança de seis milhões de euros.
Teixeira da Cruz confirmou já ter enviado aqueles casos para a Procuradoria-geral da República. tsf  

Alberto Martins, a propósito das declarações da actual ministra, afirma que é importante investigar, mas também ser «sério», a ministra não devia «fazer declarações sem haver consistência em termos conclusivos. Porque «quando há dúvidas de natureza criminal há órgãos competentes para as tirar e, portanto, ninguém tem o direito de se pronunciar antes dessas conclusões» e ninguém deve esconder-se «atrás da demagogia» para «justificar as suas fragilidades»...

O "Correio da Manhã" escrevia, em 14 de Junho de 2011, que a Polícia Judiciária executara um mandato de busca no Ministério da Justiça, onde foram apreendidos diversos documentos, no processo onde Alberto Martins, na altura ministro da Justiça, é suspeito de ter favorecido a mulher. Ainda não há arguidos no processo, tanto mais que Alberto Martins goza de imunidade parlamentar, e a mulher, por ser magistrada do Ministério Público, também beneficia de um foro especial para poder ser investigada.

Comentador Seguro

Seguro comenta um segundo resgate a Portugal afirmando que tal representaria um falhanço do Governo.



Cercado de pequenos médios e mediocres foi gravado pela TSF. Genial! Há se eu fosse primeiro...

domingo, 29 de janeiro de 2012

A praga das fontes anónimas e o jornalismo de vão de escada ou CAVAQUISTAS PASSARAM À HISTÓRIA


Será difícil aos cavaquistas perceberem de uma vez por todas que o seu tempo político já passou à história. Já tiveram os seus "cinco" minutos de fama quando andaram a construir auto-estradas por tudo o que era montes e vales para ficar mais dispendioso. Será que os cavaquistas ainda não se convenceram que o BPN, o maior cancro do país, é obra sua? O povo foi a eleições e escolheu Passos Coelho. Nas próximas eleições, se o governo for mau, logo levam com o castigo respectivo, mas andar a aturar os cavaquistas com uma guerra subversiva é que parece fobia de macaco por banana. por João E. Severino no pau para toda a obra



QUANDO os jornais se questionam por que razão têm cada vez menos leitores, talvez fosse boa ideia deixarem de fazer artigos como este, onde fontes anónimas dizem o que lhes apetece e criticam quem querem, como se no jornalismo sério as fontes não identificadas pudessem ter opinião…por António Granado no Ponto Media

Comentador Seguro

esta semana e "à margem de qualquer coisa":
Seguro, criticou este o programa de assistência financeira à Madeira, por insistir na "receita de empobrecimento" aplicada no Continente.
Seguro, mostrou-se preocupado com as notícias relativas aos serviços secretos nacionais.
Seguro, desafiou o primeiro-ministro a fazer um esclarecimento sobre as "secretas".
Seguro, defendeu a abertura de um amplo debate no Parlamento sobre transparência na vida pública e política e a eventual importância de se especificarem ligações a obediências maçónicas.
Seguro, reprovou a proposta de reformulação do mapa judiciário, que prevê apenas um tribunal por distrito.
Seguro, considera que as declarações do Presidente da República revelam algum distanciamento em relação ao posicionamento da União Europeia.
Seguro, reputa "fundamental" que o primeiro-ministro tome iniciativas para fazer os outros líderes europeus actuar.

Seguro, não ouve, não vê, nem aprende, mas já deixou a frase batida “se eu fosse primeiro-ministro…”.
Aqui Francisco Assis comenta, replica e propõe. Vale a pena comparar…

a “inegável” ética da esquerda…

No último mês de Dezembro, Miguel Sousa Tavares publicou um artigo laudatório do antigo Primeiro-Ministro José Sócrates, com o título O Fantasma de Paris, que tem sido replicado em vários blogues socratistas. Raras vezes vi um artigo com tantos erros factuais. Só na primeira metade do artigo, temos isto:

(…) José Sócrates começou a governar em 2004, recebendo um país com défice de 6,2% (…).
Começou a governar em Março de 2005 e recebeu um défice de 3,4%.

(…) após dois governos PSD/CDS, numa altura em que não havia crise alguma nem problema algum na economia e nos mercados. (…)
Portugal esteve em recessão em 2003, e o crescimento do PIB vinha em queda desde 1998.

(…) Manuela Ferreira Leite e Bagão Félix, foram pioneiros na descoberta de truques de engenharia orçamental para encobrir a verdadeira dimensão das coisas: despesas para o ano seguinte e receitas antecipadas (…)
A antecipação de receitas foi prática corrente dos governos de Guterres – a começar pelo Pagamento Especial por Conta. A principal alínea de desorçamentação – as SCUTS – despesas atiradas para o futuro, foi também uma invenção dos governos de Guterres.

(…) Em 2008, quando terminou o seu primeiro mandato e se reapresentou a eleições, o governo de José Sócrates tinha baixado o défice para 2,8%, sendo o primeiro em muitos anos a cumprir as regras da moeda única. (…)
Em 2008 o défice foi de 3,7%. No mesmo ano, a dívida pública (mesmo sem contar com a dívida desorçamentada) estava em 71,6%, acima dos 60% das “regras da moeda única”. Desde que Cavaco Silva deixou de ser Primeiro-Ministro, Sócrates, conseguir os 3 piores défices. Sócrates teve 5 anos em 6 com défice acima de 3,5%. (aconteceu em 3 anos de Guterres).
(…) E quando se chegou às eleições, o défice nem foi tema de campanha, substituído pelo da “ameaça às liberdades” (…)
Absurdo. Basta recordar este debate:

“…não me lembro de alguém ter questionado, nesse ano de 2009, a política despesista que Sócrates adoptou a conselho de Bruxelas.”
Entre muitos, muitos outros, lembro o manifesto assinado por 28 economistas.

“Pelo contrário, quando Teixeira dos Santos (…) começou a avançar com o PEC, todo o país – partidário, autárquico, empresarial, corporativo e civil – se levantou, indignado, a protestar contra os “sacrifícios” e a suave subida de impostos.”
Muita gente protestou não contra os sacrifícios mas contra a incipiência das medidas. Por exemplo, este blog.
“Passos Coelho quase chorou, a pedir desculpa aos portugueses por viabilizar o PEC 3 que subia as taxas máximas de IRS de 45 para 46,5% (que saudades!)”

Não há motivo para saudades. A taxa máxima de IRS continua em 46,5%.

O resto do artigo é mais opinativo e menos “factual”. Mas compreende-se que partindo de tantos pressupostos errados, as opiniões não possam valer grande coisa. por jcd no Blasfemias

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

ainda pior que na Madeira...

No total, a dívida dos municípios é de oito mil milhões de euros, sendo que três mil milhões são dívida de longo prazo, o que acaba por ter peso na situação da banca.
Um terço das 308 câmaras tem problemas sistémicos e 38 municípios são responsáveis por 30% da dívida superior a 90 dias. Essa dívida – entre 90 dias a um ano, geralmente a fornecedores de bens ou serviços – é a que mais preocupa a troika, pois tem como efeito o estrangulamento da economia local. rr

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

o mistério dos dependentes no IRS

Desapareceram 111.400 dependentes das declarações de IRS desde que, há um ano, passou a ser obrigatório que as crianças tenham número de contribuinte para serem consideradas nas declarações fiscais dos pais. Os números foram apurados pelo Ministério das Finanças, segundo avança hoje o “Jornal de Negócios”.
O “desaparecimento” ocorreu de 2009 para 2010 e parece indicar que havia famílias que declaravam filhos inexistentes.
O Ministério das Finanças garantiu à Renascença que já recuperou aqueles montantes indevidamente deduzidos.

Ano do Dragão


No ano do dragão, as fortunas assim como os desastres virão em ondas maciças. Este é um ano marcado por muitas surpresas e actos violentos da natureza. Os temperamentos alargar-se-ão ao mundo excedente e todos estarão encenando alguma revolta real ou imaginária de encontro às suas constrições. A atmosfera eléctrica criada pelo poderoso dragão afectar-nos-á, de forma individual e colectiva, em tudo e a todos.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Os pulhas islandeses presos e o canalha-mor ainda à solta

Enquanto por aqui continuamos a angariar assinaturas para levar socrates á justiça, os Islandeses já meteram alguns dos responsáveis pela crise na prisão.
Nos "media" nada aparece sobre isto, porque será?...
Lá, sim, há democracia. Não há maçonarias a controlar a justiça e a informação. Por alguma razão, há ano e tal que não se diz nem se escreve uma palavra sobre a Islândia.
Bem se vê que os jornalistas são os cães de guarda da escumalha politica que por aqui se instalou. Se não fosse a Internet, nada saberíamos sobre o que por lá se vai passando.

RESPONSÁVEIS PELA CRISE ISLANDESA COMEÇAM A SER PRESOS
Julgamento a sério dos culpados de crimes financeiros contra a Pátria?...
Enfim, a Islândia é outra sociedade, uma democracia a sério. não há cá luxos desses...
Os directores de bancos islandeses que arrastaram o país para a bancarrota em finais de 2009 foram presos por ordem das autoridades, sob a acusação de conduta bancária criminosa e cumplicidade na bancarrota da Islândia.
Os dois arriscam-se a uma pena de pelo menos oito anos de cadeia, bem como à confiscação de todos os bens a favor do Estado e ao pagamento de grandes indemnizações.
A imprensa islandesa avança que estas são as primeiras de uma longa lista de detenções de responsáveis pela ruína do país, na sequência do colapso bancário e financeiro da Islândia.
Na lista de possíveis detenções nos próximos dias e semanas estão mais de 125 personalidades da antiga elite política, bancária e financeira, com destaque para o ex-ministro da Banca, o ex-ministro das Finanças, dois antigos primeiros-ministros e o ex-governador do banco central.
A hipótese de cadeia e confiscação de bens paira também sobre uma dezena de antigos deputados, cerca de 40 gestores e administradores bancários, o antigo director da Banca, os responsáveis pela direcção-geral de Crédito e vários gestores de empresas que facilitaram a fuga de fortunas para o estrangeiro nos dias que antecederam a declaração da bancarrota.
Em Outubro de 2008, o sistema bancário islandês, cujos activos representavam o equivalente a dez vezes o Produto Interno Bruto do país, implodiu, provocando a desvalorização acentuada da moeda e uma crise económica inédita.
Em resultado desta tomada de poder pelas forças representativas da sociedade finlandesa, a isto chama-se DEMOCRACIA, hoje este país está em franca recuperação e é um dos poucos que na Europa apresenta níveis de crescimento positivo. 
Nós, por cá, continuamos a fazer um esforço considerável para ver se pelo menos incomodamos alguns dos coveiros do País.
Vamos agarrar a possibilidade de exigir o julgamento de j.socrates.
Assine a petição e divulgue o máximo possível.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Governo vai perseguir penalmente os políticos que não cumpram orçamentos

“Vamos fazer uma mudança que chamamos Lei de Transparência de Governo. Vamos exigir responsabilidades penais para os gestores públicos. Um gestor público não pode gastar além dos limites que tenha no seu orçamento” porque se o fizer estará a “falsificar a contabilidade pública e a guardar facturas numa gaveta que depois se tornam impagáveis”. Cristóbal Montoro, ministro espanhol da Fazenda.

industria da greve sem crise...na CP

O Sindicato Nacional dos Maquinistas (SMAQ) decidiu prolongar até 29 de Fevereiro a greve ao trabalho em horas extraordinárias, dias de descanso semanal e feriados, disse à Lusa o presidente daquela estrutura sindical, António Medeiros. economico

sem duvida um enorme contributo para o "bem comum"... deles, claro!

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

premoniçoes

O preço dos transportes públicos pode vir a sofrer três aumentos durante este ano. O alerta é da Federação Nacional dos Sindicatos dos Transportes (FECTRANS), com base no plano estratégico dos transportes pedido pelo Governo.
Além do aumento anual previsto, em linha com a inflação, José Manuel Oliveira, dirigente da FECTRANS, diz que haverá um aumento significativo das tarifas, com a redução da oferta de transportes.
O dirigente sindical dá como exemplo o que se vai passar na Transtejo: “O próprio estudo refere que na travessia fluvial, nos serviços prestados pela Transtejo, se aponta para aumentos na ordem dos 115%”. rr
ás vezes as pitonizas acertavam...

Boys & Girls

O PS acusa o Governo de ter nomeado mais gente do que o anterior executivo. O Governo responde que, excluindo os gabinetes dos ministros e dos secretários de Estado, nomeou 1.110 pessoas, mas apenas 190 correspondem a novas nomeações.
Esta enjoativa controvérsia repete-se há décadas. Com o enfraquecimento das ideologias, os partidos tornaram-se agências de empregos. Empregos, naturalmente, na área dominada directa ou indirectamente pelo Estado. Ou seja, somos nós, contribuintes, a pagar o emprego das clientelas partidárias.
Seria saudável reduzir drasticamente o número de lugares dependentes de nomeação governamental. Compreende-se que nos gabinetes de membros do Governo estejam pessoas da confiança política dos governantes. Mas a Administração Pública deveria ser despartidarizada. Por exemplo, os directores-gerais não mudariam quando muda o Governo.
Foi assim que a França de III e da IV Repúblicas compensou a enorme instabilidade governamental. Instabilidade que, embora em menor grau, também tem existido na democracia portuguesa. por Francisco Sarsfield Cabral  rr

Comentador Relvas

Miguel Relvas, de Angola, comentou que os "desafios" que Portugal tem pela frente "são desafios do país no seu todo. Não são desafios do governo, são de todos os portugueses. Ao Governo cabe traçar directrizes e é muito positivo um governo que sabe ouvir e que sabe decidir".  publico.pt

sempre atento...mesmo quando em "altos negócios"

deputado Tiririca

O deputado do PTP-Madeira, José Manuel Coelho voltou a perturbar os trabalhos do plenário da Assembleia Legislativa da região ao ocupar a cadeira destinada ao presidente do Governo madeirense, exibindo uma foto de Alberto João Jardim. 

O presidente da Assembleia da Madeira, Miguel Mendonça, ordenou a José Manuel Coelho que retomasse o seu lugar e deixasse "este tipo de cenas para a rua".
O deputado do CDS/PP-Madeira, Martinho Câmara, declarou que a sua bancada vai apoiar "as decisões do presidente da ALM" neste tipo de cenas que afitam o normal funcionamento do parlamento, afirmando: "Se for preciso pôr algum deputado na rua conte com o CDS".
Roberto Silva (MPT) lamentou a situação, dizendo ser "um escândalo dois funcionários terem sido agredidos por José Manuel Coelho no seu local de trabalho".
O líder parlamentar do PS-M, Carlos Pereira, declarou "solidariedade aos funcionários que tiveram intervenção neste lamentável incidente". "Sabemos que há problemas graves no funcionamento da democracia e no Parlamento, mas não admitimos que sejam resolvidos com actos de violência sobre pessoas inocentes".
Savino Correia, da bancada do PSD, censurou igualmente o "caminho de palhaçada que serve para desfocar" do que é essencial discutir, opinando que esta atitude de José Manuel Coelho é uma "forma hipócrita, doentia que desvia atenção para uma questão de lana-caprina". noticias.pt

a SOPA pára a Wikipedia

Das 05:00 da manhã de quarta-feira às 05:00 da manhã de quinta (horas de Lisboa), a Wikipedia vai encerrar, à semelhança de outros serviços, como o reddit, depois de Jimmy Wales o ter anunciado na sua conta de Twitter: "Espero que a Wikipedia derreta os sistemas telefónicos em Washington na quarta-feira. Digam a toda a gente que conhecerem!"

A proposta de lei "Parem a pirataria online" ("Stop Online Piracy Act", ou SOPA, no acrónimo original) tem sido fortemente contestada nos Estados Unidos, desde ativistas a empresas de Silicon Valley, tendo a Casa Branca mostrado a sua oposição na semana passada.
Enquanto várias empresas de conteúdos encaram a lei como importante para a proteção dos direitos de autor, as tecnológicas opõem-se ao documento pelo que alegam ser uma intrusão no seu trabalho. dn

domingo, 15 de janeiro de 2012

petição para o Ministério Público


O blogue "Força Emergente" apela à assinatura da petição para o Mº Pº investigar o Governo de José Sócrates e onde foram gastos os dinheiros públicos.



Manuel Fraga Iribarne




1922 - 2012

Comentador Seguro

"Se eu fosse primeiro-ministro de Portugal neste momento teria um relacionamento com a Madeira completamente diferente daquele que o actual primeiro-ministro tem tido até este momento".
«Esta é a quarta vez que, em seis meses, estou na Madeira e isto faz toda a diferença em relação ao primeiro-ministro», afirmou e logo comentou:
«eu sei que a política está cheia de palavras que perdem conteúdo e significado. Por isso, para testemunhar a veracidade desta minha convicção e destas minhas palavras, quero chamar à atenção para o facto de esta ser a terceira vez que estou na Madeira como líder do PS».
Seguro que falava, na sessão de encerramento do Congresso Regional, nas vésperas da assinatura do Programa de Assistência à Região Autónoma sustentou:
"Eu quero dizer, aqui e de uma forma bastante clara, que desejo rapidamente que seja assinado o acordo de assistência financeira à Madeira, não um programa qualquer, mas um programa que tenha como objectivo principal ajudar a recuperar a credibilidade da Madeira, que ajude a Madeira a pagar a divida mas que o faça em condições de exequibilidade, que o faça com sensibilidade social".

AJSeguro continua a repetir, em todos os jantares, presépios e encerramentos, “aqui e de uma forma bastante clara” que “se eu fosse primeiro-ministro de Portugal".
Depois descobrimos que não será “primeiro-ministro”, nem “claro” e muito menos “seguro” enquanto comentador a posteriori porque aquilo que precisamos são soluções a priori...
Será que esta táctica, já usada por Passos Coelho, vai de novo enganar os votantes? Duvido!
Não se entende a referencia “esta é a quarta vez que, em seis meses, estou na Madeira” quando o resultado das três primeiras foi uma descida de quase 15% nos resultados eleitorais, menos 3 deputados e a passagem a 3º partido regional....  

Comentador Relvas

A resposta às agências de 'rating', que cortaram na sexta-feira a nota de Portugal para um nível já considerado lixo ('junk'), precisa de ser dada pela União Europeia, comentou Relvas... em Luanda:
"A resposta já não é uma resposta que tenha que ser dada por Portugal. É uma resposta que tem de ser dada por todos os países da União Europeia. E o que se passou ontem (sexta-feira) tem também a dimensão de ter condicionado a posição em relação a países com importância na Europa, como a França".
"Portugal já há 6 meses, Espanha e a Itália agora, estão no caminho certo com políticas de contenção da despesa publica, de reequilíbrios dos orçamentos. O que se passa com as agências de 'rating' tem também muito a ver, não só com uma visão financeira, mas também com a circunstância e o modelo em relação à Europa", acrescentou com brilhantismo...de lider de governo!