quinta-feira, 26 de novembro de 2009

chantagem ou (i)nova gestão?

Um mês é o prazo máximo que António Mota, “chairman” da Mota-Engil, estima poder continuar com as obras na concessão do Douro Interior, uma das três auto-estradas a que até agora o Tribunal de Contas (TC) recusou o visto prévio....
“As obras vão continuar enquanto houver condições para continuar”, afirmou o responsável, explicando que a banca limitou o financiamento aos capitais próprios e condicionou-o à obtenção do visto do TC.
“Quando acabar aquele dinheiro a obra pára”, concluiu, considerando que há condições para “não mais de um mês” de obras.
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O TC recusou até agora o visto prévio aos contratos das concessões da Douro Interior, Auto-Estrada Transmontana e Baixo Alentejo.
A EP recorreu das decisões.
Jornal do Crédito